A Maçonaria e a homossexualidade


A lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo foi recentemente votada e aprovada pelo parlamento Português, tendo sido promulgada pelo Exmo. Sr. Presidente da República, Dr. Cavaco Silva, dois dias depois da estadia do Papa Bento XVI no território nacional. Meses antes foi publicada uma notícia num jornal diário que referia que a Maçonaria Portuguesa, através do seu Venerável Grão-Mestre António Reis era a favor do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo.

Depois de tentar ler atentamente os textos profanos que referem os ideários e as formas de pensamento de mações através da história universal, e de ler livros como “Introdução à Maçonaria” de António Arnaut, antigo grão-mestre do Grande Oriente Lusitano e grau 33 no rito Escocês Antigo e Aceite, mais utilizado pela maçonaria dita irregular, já era de esperar que a lei viesse a ser aprovada em assembleia da república e consecutivamente promulgada pelo presidente.

Bem sei que a Maçonaria acredita num vasto número de trindades como a Liberdade, Igualdade, Fraternidade, também é certo que a Maçonaria procura a busca interior do ser humano enquanto indivíduo, procura esculpir o homem enquanto pedra bruta, em pedra cúbica simbólica, ou seja num homem perfeito. A Maçonaria é abonatória da Liberdade, e sempre o foi através dos tempos e através da história; mas há algo que não posso deixar de referir, que é o facto de o epicentro maçónico, estar sediado nos Estados Unidos da América, que é o país que mais desprestigia as culturas nacionais de cada povo, suplantando a heterogeneidade a título de exemplo do continente Europeu, em torno de uma cultura anglo-saxónica padronizada. Tal, é puramente uma contradição filosófica maçónica. Tal é um sofismo declarado. Mas pode ser provado, que através dos tempos, a maçonaria sempre lutou pela soberania dos povos, hoje à data que escrevo são os mações americanos os mais altos sanguinários e opressores de todos os povos do mundo.

Mas não evocarei desta vez a opressão elaborada pelos mações do novo mundo anglo-saxónico. Referirei desta vez os paradoxos maçónicos simbólicos e filosóficos no que concerne ao casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, e tentarei provar que tal união é insípida, estéril e infértil não só do ponto de vista físico, mas também do ponto de vista simbólico e simbiótico.

As Géneses antropológicas dos símbolos

A Maçonaria tem como símbolo principal o compasso e o esquadro, e tais simbologias não podem ser encaradas só do ponto de vista representativo ou exotérico. Tal como referem os mações, os símbolos estão muito para lá da mera observação, ou da simples e crua visualização, a distância da observação é encarnada na alma e no espírito do indivíduo e este age em conformidade com as sensações daquilo que observou. Ou seja, o símbolo transmite fluxos energéticos para a alma, mais do que a simples captação de ondas electromagnéticas através da íris. O Símbolo é Energia.

Em todos os livros maçónicos o símbolo mais representativo da maçonaria, o compasso e o esquadro são referidos com uma marca profissional dos tempos da maçonaria operativa, aquando dos pedreiros-livres que construíam as catedrais góticas da Idade Média. Este símbolo manteve-se através das eras, mas o mesmo representa muito mais do que um simples símbolo.

Resumidamente tentarei demonstrar cientificamente que o Símbolo tem um poder sobre a alma do indivíduo muito mais do que a simples grafia. Para tal teremos que remontar aos primórdios da existência do ser humano quando vivia na savana ou na selva e quando era um animal nómada. O Homem só há cerca de um por cento da sua existência enquanto ser intelectualmente evoluído, é que vive nas metrópoles. Milhões de anos de evolução condicionaram o ser humano a agir em função dos instintos e dos desejos primários. Nesses tempos, os homens provavelmente não andariam cobertos com folhas ou com peles, andariam nos tempos iniciais tal como andam os animais selvagens, ou seja completamente nus. O que os seres humanos observavam estava directamente associado a instintos primários como o desejo da cópula, a confrontação carnal, os ciclos da fecundidade feminina, as aglomerações de indivíduos, os duelos letais entre machos pelos controlo das fêmeas, os ciclos lunares, os ciclos das estações do ano e toda uma série de instintos como o medo pelo escuro e pelo desconhecido. Estes sentimentos assolaram o Homem durante milhões de anos na sua evolução, logo não seria de esperar que só decorridos um por cento da nossa existência enquanto seres evoluídos em sociedade, conseguíssemos evitar estes sentimentos. Como tal trazemos dentro de cada um, um legado genético de milhões de anos que ainda mantemos connosco. Ora durante todo esse período em que nos observávamos nus, associamos no nosso subconsciente que um triângulo invertido estaria associado à feminilidade, ou seja às características que uma fêmea tem por natureza, como submissão, passividade, fraqueza de músculos, no entanto revela subtileza, astúcia na caça, ardileza, e criação, e seria um triângulo invertido porque a mulher nua, sem ser depilada revela nos genitais um triângulo invertido representando a vulva. Ao Homem associamos o triângulo erecto, exactamente porque o nosso legado genético no nosso subconsciente associou durante milhões de anos a observação num macho homem, a um falo simétrico adornado com dois adereços esféricos na base. Os machos são por natureza viris, musculados, altivos, fortes, activos, enérgicos e estão associados à força interior.

Por isso é que no nosso subconsciente no presente momento associamos o triângulo invertido à feminilidade e o triângulo erecto à masculinidade. Porque simplesmente foram essas imagens que associámos durante milhões de anos da nossa existência enquanto espécie.

Ao Sol associámos o homem, e a lua à mulher. Ao dia o homem, à noite a mulher. À esquerda a mulher, à direita o homem. Ao número par a mulher, ao número ímpar o homem. E todas estas associações simbólicas que o suposto incrédulo desacredita, têm fundamentações científicas comprovadas, só que só são transmitidas aos iniciados e nunca aos profanos. Quando ouvirmos ou virmos um douto académico a desacreditar tais teorias, acredite caro leitor que por certo é mação. Santo Agostinho era astrólogo e quando se converteu ao Cristianismo, perseguiu e ridicularizou os astrólogos.

A Harmonia e a Criatividade

Como já foi referido, a maioria dos símbolos resumem-se às dualidades entre homem e mulher, ou seja entre vulva e falo simétrico fértil. Por isso é que adoramos as simetrias naturais do corpo humano, porque o falo fértil é naturalmente simétrico. Ora a Criatividade e a Harmonia obtêm-se quando existe a união, a aglomeração deste dois dipolos, quando se presenteiam mutuamente com as reciprocidades simbióticas das dicotomias existentes entre homem e mulher. Porque na Natureza para haver fecundidade e criatividade é perentório que as divindades masculinas e femininas estejam presentes, ou dito de uma forma mais primária, que o macho e a fêmea se unam.

Ora a Maçonaria tem no seu símbolo augusto, no seu símbolo maior, um compasso como triângulo erecto representando a masculinidade e o homem, e como triângulo invertido um esquadro representando a mulher. Associaram à perfeição o homem, pois o compasso elabora circunferências, cujos traços são perfeitos e tem um ângulo constante à medida que a linha é traçada, e associaram à mulher o esquadro, pois este tem uma quina, que revela uma imperfeição, mas a única aresta que tem é perfeita pois tem um ângulo recto significando a rectidão.

Temos assim a perfeição masculina e a rectidão feminina no mais representativo símbolo da maçonaria. No centro a letra G, de Deus em Inglês, ou seja God, a sétima letra do alfabeto latino e que é a que mais se assemelha a uma espiral. A via láctea, a nossa galáxia forma-se em espiral. A Maçonaria guarda desde os tempos da maçonaria operativa este símbolo como simbiose harmónica perfeita entre o homem e a mulher. Na literatura profana a Maçonaria refere este símbolo como um legado de uma organização profissional de pedreiros-livres aquando da maçonaria operativa, mas este último significado é apenas exotérico, pois o esotérico é mais profundo e remonta à existência do ser humano enquanto espécie em constante evolução

O paradoxo filosófico Maçónico

O casamento homossexual é então um paradoxo insustentável segundo os princípios maçónicos, pois este é potencialmente infértil e estéril. Não se trata de uma questão religiosa, de deboche de injúria ou de mera homofobia, trata-se de uma questão filosófica, metafísica e transcendental. Tal como refere António Arnaut no seu livro, a oração, a palavra no acto do ritual tem um significado transcendental, e o sacramento entre dois indivíduos do mesmo género representa tão simplesmente o caos, a carência de harmonia, a carência de um outro género que está em falta. Também não concordo com o constitucionalista Freitas do Amaral quando defende que o matrimónio é uma instituição em que um ser mais dotado financeiramente protege um ser mais humilde, como foi o caso ao longo da história da Humanidade. O casamento é uma instituição simbiótica harmoniosa entre dois géneros que se querem em dipolos opostos, com o intuito da criação sob os desígnios do todo-poderoso, seja ele Zeus, Alá, o Grande Arquitecto, o Deus Cristão ou a Mãe Natureza.

Poderá argumentar o defensor do matrimónio entre duas pessoas do mesmo sexo, que num indivíduo do sexo masculino poderão existir feminilidades profícuas. Mas é exactamente aqui que se coloca o paradoxo filosófico maçónico, pois a maçonaria sempre procurou a essência, a génese, o baptismo enquanto procura interior do indivíduo mas também da procura do baptismo colectivo do ser humano. O baptismo individual, a procura da luz interior pode ser generalizada, e a maçonaria fá-lo na procura colectiva ao retomarmos aos nossos primórdios existenciais. E sabemo-lo que a união entre dois homens ou duas mulheres está veiculada ao fracasso da infertilidade simbólica e simbiótica.

O Matrimónio tem uma simbologia sacramental e consequentemente sagrada, que obedece aos rituais mais ancestrais da harmonia Universal. O casamento representa a união entre o equilíbrio tão perfeitamente representado naquele círculo tão difundido pela cultura Asiática em que estão inscritos duas curvas que se abraçam entre si. O casamento implica naturalmente a criação, obviamente não só a criação de seres humanos, a criação carnal, mas também a criação divina de obras literárias, de obras de arte, científicas, humanitárias ou jurídicas. E se remontarmos os dipolos às suas géneses vimos claramente que nunca um matrimónio entre duas pessoas do mesmo género gerará a criatividade natural e primordial e consequentemente profícua de obras divinas.

Alegar que diversos homens brilhantes ao longo da história Universal foram homossexuais é outra falácia crassa. Evocar o brilhantismo de um indivíduo para que tal facto seja abonatório dos seus actos simbolicamente caóticos não me parece correcto. Muitos cientistas do tempo do Nazismo eram extremamente brilhantes e este regime degenerou na maior chacina e genocídio que a História Universal conheceu.

Os profanos definem por vezes o casal perfeito com a expressão “Almas gémeas” para definirem um denominador comum para que haja um entendimento constante e uma simbiose perfeita, mas tal como têm um denominador comum, têm de ser de géneros opostos para que haja proficuidade, criação, criatividade, e se remontarmos aos primórdios da existência do Homem, enquanto baptismo colectivo, tal como a maçonaria apregoa, apenas podemos ter concepção quando são não só de géneros opostos, mas também de sexos opostos. Bem sei que por vezes o género do espírito não é o género do sexo! Mas o primitivismo, enquanto observação da luz divina do baptismo da raça humana, evoca sempre o dualismo entre estes dois tipos de géneros sexuais.

Não sou homofóbico, pois adoro fraternalmente o meu semelhante, não evoco questões religiosas porque, apesar de baptizado no cristianismo, não sou um católico fervoroso, e nem tenho moralidade para evocar questões de perfídia ou de deboche, mas enquanto profano pensador-livre, pois não considero que um iniciado seja realmente livre pois está condicionado pelas fortes imposições da ordem a que se juntou, tenho a liberdade de analisar filosoficamente, ou seja através do pensamento supostamente puro, as questões que se evocam aquando do matrimónio perante o estado, entre duas pessoas do mesmo sexo.

Não sou oposicionista ao casamento homossexual por questões de homofobia, religião, pudor, perfídia ou deboche, mas sou contrário a esta união por esta ser contrária aos princípios, tal como define a maçonaria moderna, especulativos, ou seja filosóficos, metafísicos, transcendentais e sacramentais. Esta união é contrária aos princípios sagrados da união harmoniosa entre dois seres, porque simplesmente é primariamente estéril, sendo assim antagónica às doutrinas sagradas da procriação e da fertilidade tão idolatradas por todos os povos e culturas do mundo.

A Maçonaria ao defender esta união que é iniciaticamente infértil, incorre num paradoxo especulativo crasso.


51 comentários:

  1. Considero uma óptima análise sobre o tema e concordo com pelo menos aparentemente com o paradoxo a que se refere.

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  2. concordo com a análise ao texto na generalidade, e em particular com a aparente contradição que a Maçonaria manifesta.

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  3. Creio que, tal como demonstro no texto, a contradição é clarividente....

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  4. É curioso que, constatado o paradoxo exposto, o autor do texto (que garante não ser homofóbico) apenas reforce uma das contradições inerentes. Ou seja, o autor refere:

    "Bem sei que a Maçonaria acredita num vasto número de trindades como a Liberdade, Igualdade, Fraternidade (...) A Maçonaria é abonatória da Liberdade, e sempre o foi através dos tempos e através da história"

    Mas depois ignora-o e centraliza os seus argumentos numa simbologia que nada tem a ver com o casamento, mas sim com o feminino e o masculino, para justificar a contradição que existe quando a Maçonaria apoia o casamento homossexual.
    Não é uma contradição também a Maçonaria defender ao longo de séculos a Liberdade, Igualdade e Fraternidade e depois não aceitar esta união? Isto parece ter ficado esquecido no texto.

    Outra coisa que não se percebe é quando refere que:
    "vimos claramente que nunca um matrimónio entre duas pessoas do mesmo género gerará a criatividade natural e primordial e consequentemente profícua de obras divinas.
    Alegar que diversos homens brilhantes ao longo da história Universal foram homossexuais é outra falácia crassa". Depois faz-se referência aos nazis que também eram homens brilhantes. Um dos piores argumentos do texto, a meu ver. O que tem a ver o facto de existirem nazis brilhantes? Ninguém está a dizer que os "homossexuais brilhantes" eram brilhantes por serem homossexuais. Há homens brilhantes em todo o lado, quer sejam nazis ou homossexuais. No entanto, este comentário cai completamente fora do texto, numa tentativa infrutífera do autor justificar o porquê de defender que sem matrimónio entre homem e mulher, não existem obras criativas "divinas".
    Mas não se acabou de dizer que existiram vários homossexuais brilhantes? Então mas é preciso matrimónio entre homem e mulher ou não? é que estes homossexuais brilhantes não eram casados... Estou confuso.
    Dizer que existiram homossexuais brilhantes é uma falácia? Porque também existiram nazis brilhantes? Oi?

    É claramente um artigo homofóbico, que tenta usar argumentos inválidos para justificar uma posição. Basta, aliás, dar uma olhadela por outro texto deste blog, chamado de "O insípido Amor homossexual em Schopenhauer" para se perceber que o autor não é MESMO nada, nada, nada, nada, nada homofóbico.

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  5. Caro comentador.

    Tal como referia uma teísta e crente amigo que conheço, referindo-se e remetendo-me a diversos excelsos filósofos da História Universal, defender a Liberdade não implica defender a Libertinagem.
    Segundo ele há-que diferenciar Liberdade de livre arbítrio, e aquele que pratica o livre arbítrio pode incorrer no seguimento dos trilhos do mal, assim como percorrer pelos caminhos do bem, e só é verdadeiramente livre quando pratica o bem e respeita os valores e as doutrinas da Natureza, das sociedades humanas ou de Deus.

    Implica isto que defender a Liberdade não implica ser abonatório da homossexualidade. Quando um casal do mesmo género incorre em práticas ímpias e do foro da eros, atenta contra todos os preceitos dos livros sagrados e contra o que até há pouco tempo estava constitucionalmente estabelecido.

    Praticar a homossexualidade é praticar o livre arbítrio, não é ser-se livre, pois quem é verdadeiramente livre respeita os dogmas das leis sagradas, praticando o bem, a caridade, e a bondade.

    Em relação aos nazis, quis apenas refutar as ideias que referem que já houveram diversos homossexuais brilhantes ao longo da história universal. Diversos homens do nazismo eram intelectualmente brilhantes e muitos até mesmo homossexuais mas os seus intelectos supostamente livres não desculpabilizam de todo as suas acções privadas ou de estado. Presumo que o argumento seja clarividente.

    Melhores cumprimentos.

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    1. "Defender a liberdade não é defender libertinagem",logo se vê que o senhor não sabe o que é homossexualidade.
      Não é uma ideologia da qual podemos nos despir, como se pode fazer com um avental ou uma roupa, não é algo do qual temos liberdade de decidir.
      Sou gay,e sabe de uma coisa interessantíssima? Posso ficar anos sem nem me relacionar com outro homem, mas continuo gay, como sempre fui desde a infância. Ser gay não é libertinagem não,tenha respeito pelo o que desconhece, por algum motivo muito misterioso Deus permite estas e outras coisas. Não somos tão superficiais que pela nossa sexualidade possamos ser reduzidos a apenas desejo sexual e coito, não somos isso, homossexualidade não é desejo ou vício, é um estado do ser, onde em si não há alteração do bem estar ou culpa.

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    2. Tem razão, há vários fatores que fazem com que um homem tenha atração sexual por outro homem, sem que haja propriamente questões de luxúria envolvidas.

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  6. Mais uma pequena referência caro comentador.

    Na realidade o termo homofóbico refere-se, ao contrário do que é dito nos meios de comunicação social, a quem tem fobia ao seu semelhante ou a quem tem fobia à raça humana.

    Se interpretarmos homo- como sendo o prefixo grego para semelhante ou 'homo' como o étimo latino para homem, percebemos que quem sofre de homofobia tem na realidade aversão ao seu semelhante ou tem aversão à raça humana, e tal não é por certo o meu caso, pois sou um filantropo que adora a humanidade, os sentimentos e a arte humana.

    Cumprimentos.

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  7. Claramente homofóbico (homofóbico com a conotação que popularmente se usa e sem blá-blá). É tão desgastantante...

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    1. O texto é um alerta, não uma condenação. Os mestres da Grande Fraternidade Branca, não endossam o homossexualismo. Quem quiser que os ouça ou os esqueçam. Homossexualismo é uma psicopatia sexual. Cada um é livre para seguir o caminho da luz ou se perverter. Problema de cada qual. Não devemos defender um erro e nem admitir que porque um Grão Mestre pervertido adota uma prática excusa, contrária a LEI, isso passe a ser aceitável.

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    2. Tanta, tanta ignorância ... este é mesmo o pior defeito da humanidade

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  8. Reitero que não considero que seja homofóbico. É apenas uma análise filosófica e transcendental às questões em apreço. Cumprimentos

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  9. Este post tem tanto de cómico como de dramaticamente ridículo!

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  10. E poderá enunciar caro comentador, o que por aqui há de cómico ou de redículo? Ilumine-me e esclareça-me.
    Melhores cumprimentos

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  11. SER OU NAO SER EIS A QUESTÃO?
    EXERCER O LIVRE ARBITRIO DIFERE DE LIBERTINAGEM
    MERAS PALAVRAS IMPREGNADAS DE FALACIAS INDUTORAS DE INTERPRETAÇÕES EQUIVOCADAS.
    NAO VOU MUITO LONGE MAS NO INICIO DO SÉCULO PASSADO SE PERGUNTASSEMOS A UM HOMOSEXUAL SE ELE ERA DESTA FORMA POR UMA SIMPLES ESCOLHA OBTERIAMOS CERCA DE 99% QUE NÃO ESCOLHERIAM ESTE CAMINHO. UM CAMINHO DE DOR VERGONHA PRECONCEITO MEDO E INCOMPREENSÃO PESSOAL.
    QUEM NASCE COM O INSTINTO HOMOSSEXUAL E TENTA SE LIVRAR DELE COMETE CASAMENTOS DESASTROSOS E INFELIZES OU SE ESCONDEM NA CAPA DO MEDO E DO SUBMUNDO DA HIPOCRISIA E AINDA PIOR SE LIVRAM DO PROBLEMA COM O SUICIDIO HOJE OS TEMPOS MUDARAM ORA PARA MELHOR ORA PARA PIOR
    MAS O ASSUNTO VOLTOU COM FORÇA COMO DEVE TER SIDO NA GRECIA CLÁSSICA. INDEPENDENTE DE MINHA SEXUALIDADE AFIRMO QUE CONCORDO COM A TESE QUE DEFENDE QUE HOMOSSEXUALIDAE NAO E UMA ESCOLHA PESSOAL E SIM UMA CONDIÇAO. NAO CONCORDO COM A PROMISCUIDADE HOMOSEXUAL NEM COM A PROMISCUIDADE HETEROSEXUAL ( OU ELA NAO EXISTE )NO QUAL O FRUTO SAO SERES INOCENTES ABANDONADOS EM ORFANATOS OU EM RUAS EM SACOS DE LIXO. LIBERDADE SIM E UMA ESCOLHA E UM COMPROMISSO QUE NOS TORNA RESPONSAVEIS.SE FOSSEMOS DOTADOS COMO OS ANIMAIS IRRACIONAIS DE NOS ACASALARMOS APENAS PARA A PROCRIAÇAO SERIA MAIS FACIL MAS SOMOS DIFERENTES FILOSOFICAMENTE BUSCAMOS A VERDADE MAS ELA TRANSCENDE NOSSAS LIMITAÇAOES HUMANAS POR ISTO CONCORDO QUE NAO EXISTE UMA INCOERENCIA MAÇONICA E SIM UM PONTO DE VISTA DO AUTOR DO TEXTO RESPEITOSAMENTE

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    1. Muito boa sua linha de raciocino, Anônimo.
      Argumentação simples, densa na informação, e bem logica!

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    2. eu também teria lido se não estivesse grafada em maiúsculas

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    3. Ninguém nasce homossexual. A orientação sexual é algo que se desenvolve na infância. Pode ter obviamente influências endócrinas, mas não há nenhum gene para a orientação sexual.

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    4. Tanta, tanta ignorância ......

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  12. Caro comentador

    Obrigado pelo seu comentário erudito. No entanto devo referir que a "opção livre" de se ser homossexual, esse sim é animalesca, e nada humana. Muitas pessoas podem até viver infelizes e frustradas por não saciarem os seus instintos homossexuais, mas também há pessoas que se sentem frustradas com casamentos desgraçados por não saciarem os seus instintos pedófilos ou pederastas; e não é por isso que toleramos a pedófilia.

    A homossexualidade é uma patologia do foro psicoemocional, pois procura apenas o instinto carnal luxuriante e estéril e não o verdadeiro amor fecundo.

    Melhores cumprimentos

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  13. E quanto aos casais heterossexuais estéreis? Eles não geram prole assim como um casal homossexual.


    Meus cumprimentos.

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  14. Caro Rodrigo. O casamento entre dois heterossexuais inférteis, preconiza uma vontade visceral de constituir família tendo filhos.
    Ou seja, o casamento heterossexual não é à partida infértil, podendo-o ser devido a alguma patologia, já o casamento homossexual é uma escolha consciente entre os nubentes para levarem uma vida de infertilidade. Ninguém parte de bom grado consciente da sua infertilidade para um casamento, a não ser os nubentes homossexuais.

    Melhores cumprimentos

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  15. Nossa... nunca li tamanha ignorância mascarada de intelectualidade.
    Se todo casamento é para procriar, por que, então, pessoas idosas casam? Por que alguém estéril pode casar?
    Na maioria dos homossexuais, há a certeza do gênero: um homem homossexual é um homem que tem preferência sexual e amorosa por outros homens, o justo contrário acontece com mulheres homossexuais.
    ''Implica dizer que o ingresso ou a permanência de homossexuais parece não atentar contra a moral maçônica e explicamos o porquê. A maçonaria trabalha, basicamente, dois planos, um físico e um espiritual, por conseguinte os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade não devem ser tomados em sua expressão limitada, física, engessada, e sim numa acepção que vai para além do material, ou seja, num plano superior, filosófico, espiritual, até. Nesse sentido, também devemos entender os termos tolerância, amor ao próximo e dignidade da pessoa humana.''

    Leia mais em: http://blog.clickgratis.com.br/majaurelio/415839/HOMOAFETIVIDADE+E+MORAL+MA%C7%D4NICA.html#ixzz2UpSyGWGP

    António Arnaut discorre muito bem sobre o tema.

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    1. Percebo a diferenciação entre o patamar físico e espiritual e podemos ter pessoas que são no campo físico, homens e no campo espiritual, femininas. Ninguém quer condenar a homossexualidade.

      Agora, o que não pode ser aceite, é que os homossexuais contraiam matrimónio, nos mesmos moldes que um casal heterossexual. A razão, está explícita no texto. Se aceitarmos tudo, o que impede um homem de casar com um cão?

      Volto a reiterar: o matrimónio tem como meta final a fecundidade, espiritual e carnal, e um matrimónio entre dois homossexuais está dotada ao fracasso logo na génese. Outros casais heterossexuais, não carnalmente fecundos, têm sempre a vertente paternal e maternal essencial a uma criança, que podem canalizar para a adoção!

      Cumprimentos

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    2. De um texto da Gnose:
      As pessoas estão todas desorientadas psicologicamente e espiritualmente e tem-se que ensiná-las a dominar e eliminar seus impulsos sexuais luxuriosos e entre eles o de tipo homossexual para não se cair na homossexualidade, evitando-se assim em converter-se em um bissexual ou homossexual com todos os seus prejuízos e conflitos sexuais, conjugais, familiares e etc. Isto não é questão de DISCRIMINAR e sim de ORIENTAR, alertar, educar e prevenir a pessoa para não cair na homossexualidade. Porém ao que caiu na homossexualidade, temos que tratá-lo com EDUCAÇÃO e RESPEITO da mesma maneira.

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  16. Primeiramente não sou maçônico porem vejo que na historia humana a maçonaria sempre lutou pela liberdade, sempre foi contra a desigualdade entre os seres e por isto sempre fui e sou fá da maçonaria acredito que em um mundo seja neste ou seja no próximo não teremos a necessidade de rotular ninguém veremos e aceitaremos o próximo como ele, sem tentar fazer do outro o que queremos, pois se criticamos tentamos mudar o outro para a forma que queremos, estamos a um passo do nazismo e estaremos interferindo no livre arbitro do próximo.

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  17. Caro
    Tenho pensado muito nessa questão, e confesso que é uma questão deveras complexa, filosofica, ética e moralmente. Obviamente que quando escrevi este texto não quis rotular ninguém, nem ostracizar ninguém e sempre defendi que devemos ser tolerantes. À altura de Cristo, o adultério era dos crimes mais severos puníveis com morte por apedrejamento, e Cristo sabiamente referiu "que quem nunca pecou, que atire a primeira pedra". Apesar de eu ser contrário aos preceitos que defendem a promovem a homossexualidade, não tenho moralidade para julgar o próximo, até porque é um ato entre dois adultos, que não prejudica em teoria terceiros. Todavia, e não menos importante, é que nâo nos devemos afastar do Bem, e devemos saber muito bem identificar o Mal.

    Eu encaro a homossexualidade como uma patologia do foro psico-socio-emocional, assim como a atração por crianças ou animais. Agora, não julgo, não humilho, não discrimino, não ostracizo nem me sinto com moralidade para o fazer, tento apenas ajudar e orientar, partilhando a minha opinião.

    Cumprimentos e obrigado pelo seu comentário

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  18. Olá João. Gosto muito do seu blog e sigo-o porque tem posts muito interessantes. Fico com pena que seja homofóbico.
    A homossexualidade não é uma patologia, lamento. Desde o dia 17 de Maio de 1990 que a OMS retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças. E fê-lo considerando ate só esteve nessa lista por preconceito. Dar a sua opinião nesta situação como contrária é como eu dizer que na minha opinião a terra é plana - é a minha opinião e tenho direito a ela.
    O João equipara a homossexualidade a atração por crianças ou animais e diz que não julga, e não ostraciza. O João então tem graves falhas morais e é a favor de crimes. Mais, o seu argumento não é válido em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo já que a pedofilia e zoofilia podem ser ou entre pessoas do mesmo ou de sexo diferente ou entre uma pessoa e um animal do mesmo ou de sexo diferente.
    Uma relação entre duas pessoas, do mesmo ou de sexo diferente, difere de uma relação entre uma pessoa e um animal porque há consciências diferentes e animal nenhum quer amar um humano como um humano ama um humano, até porque um animal nem sabe o que é o amor entre humanos.
    Uma relação pedófila, independentemente dos sexos dos intervenientes - ou o João é a favor se for uma relação pedófila heterossexual? - é uma relação desporporcional em que um indivíduo(a) tira vantagem do outro(a).
    Numa relação entre pessoas homo ou heterossexual há equilíbrio. E uma relação homossexual não prejudica terceiros - ou acha que sim? Se sim pode por favor dizer em quê?
    Quando se condena há por detrás uma causa - psicológica - para tal. Qual é a sua?

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    1. Eu não sou contra os homossexuais e valorizo bastante a liberdade individual. Sou também extremamente tolerante para com o próximo, nesses termos não creio que me considere homofóbico. O termo "patologia" foi um termo desproporcionado, admito-o. A comparação que fiz com pedofilia ou zoófilia foi idiota.

      Sou todavia contra o matrimónio de pessoas do mesmo sexo, pelas razões filosóficas evocadas. Eu não quero entrar em debate aceso e fraturante, mas na minha opinião na grande maioria da homossexualidade, não está um desejo genuíno de constituir família, como consagrado pela instituição do casamento, mas uma latente luxúria e uma desproporcionada e injustificada, igualdade de direitos, que no meu entender não se aplicam, como não se aplica um cidadão comum exigir ter o direito de igualdade salarial para com o presidente da sua nação.

      O direito à igualdade, que valorizo bastante, não é aplicado em tantas outras matérias da vida comum. Ninguém exige direito à igualdade na habitação, querendo todos ter casas iguais, direitos salariais iguais, ninguém se escandaliza por haver nos transportes, 1º e 2ª classe, uma discriminação baseada nos rendimentos do viajante; logo, parece-me, que a instituição do casamento, tendo por objetivo fundador a constituição de família (mesmo sem filhos), devia ser vedada aos homossexuais. Todos os estudos confirmam que os homossexuais - principalmente do sexo masculino - são muito mais promíscuos que os heterossexuais.

      Todavia, alterei bastante o meu ponto de vista em relação a esta matéria nos últimos tempos. Como digo, não me parece que deva condenar a homossexualidade, ou o que dois adultos fazem dentro de quatro paredes de livre vontade; mas continuo a ser opositor ao matrimónio pelas razões filosóficas evocadas.

      cumprimentos

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    2. OS MESTRES não endossam a homossexualidade. fato e ponto final. você João, está correto.

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    3. Bom dia,noite,(talvez), o João não é homofóbico, de onde o Sr. tirou essa informação? ele claramente alerta no seu texto, ele não condena. homossexualismo é uma psicopatia sexual, os Mestres da Grande Fraternidade Branca não endossam tal prática. Desgraçadamente, ela foi introduzida em algumas sociedades ditas "secretas", de iniciação do SER.Na seita de Aleister Crowley, por exemplo. Se existem pessoas que tem um comportamento Humanóide e se recusam a tornarem-se HUMANOS, problema delas. Os mestres alertam e os chamam para viver com dignidade. As forças psíquicas corretas é a do macho e fêmea. Macho com macho, fêmea com fêmea é degeneração da espécie. São vampiros sexuais. Assim como os Mestres também não endossam: a masturbação, troca de casais e outras perversões que degradam o SER físico e espiritualmente. Tu tens duas escolhas: viver como um ser DIVINO ou como um ANIMAL-HUMANÓIDE. decides.

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  19. Desconheço os estudos que refere e tenho mesmo dúvidas da sua existência (feitos por quem?; que universidade os publicou?; ou que cientista ou investigador?; que amostra foi considerada? de que país? em que ano?; com que desvio padrão?).
    Deduzo que ache que os homossexuais o prejudiquem de alguma forma pois classifica-os implicitamente como cidadãos de segunda classe. O que faz um cidadão ser de primeira e de segunda classe? Quais os parâmetros a considerar?
    Direitos humanos não são comparáveis à quantia do ordenado porque este está relacionado com a produtividade - este argumento é inválido mas demonstra os seus valores.
    Para terminar as suas razões não são filosóficas, são de preconceito, lamento.

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    1. Procure na web, há vários estudos imparciais que o demonstram. Os homossexuais nem me prejudicam nem são cidadãos de segunda, não deturpe o que eu disse. Só acho que a instituição do matrimónio lhes deveria estar vedada, apenas isso. O matrimónio tem como preceito fundamental e fundador de constituir família e quando possível gerar filhos. Não é preconceito, é pre-conceito. Qualquer dia as pessoas estão exigir casar-se sozinhas (já há casos disso) ou com animais de estimação ou plantas (também já há exigências dessas). Cumprimentos

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    2. Mas as relações homoafetivas ocorre em em várias espécies de animais... Já que você usou artigos científicos, esse também é... ;)

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    3. A sodomia é algo que sucede em alguns primatas, é verdade. Há várias espécies animais com instintos homo-afetivos. A homoafetividade faz parte da Natureza, e nos humanos ela revela-se na maioria dos casos no companheirismo e na camaradagem entre vários homens. Todavia, nunca evoquei o "instinto primário" nem a "questão natural" para condenar o casamento homossexual. Tentei evocar - mesmo com alguns sofismas admito - a Filosofia.

      Faço-lhe uma pergunta retórica: porque por exemplo, as sociedades ocidentais condenam os casamentos poligâmicos e não condenam os casamentos homossexuais? Qual o problema legal e moral, de um homem casar com três mulheres?

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    4. Vários EX-MAÇONS de altos graus citam trechos de livros secretos, que 95% dos maçons desconhecem, onde deixa claro que se trata de uma RELIGIÃO SATÂNICA e IMORAL, vejam o depoimento de alguns deles, PESQUISANDO no GOOGLE com os títulos a seguir:
      a) MAÇONARIA DUAS ORGANIZAÇÕES: Uma visível e outra invisível;
      b) A maçonaria e o homossexualismo;
      c) PNDH 3 As 5 metas dos Illuminatis;
      d) Pr Dr Claudio Antonio Guerra;
      e) Dr Pedrosa e Pr Vanderlei Bibá denunciam;
      f) 2. O servo de Jesus Cristo e a maçonaria;
      g) 1. O servo de Jesus Cristo e a maçonoaria;
      h) MAÇONARIA é SATANISMO provamos conclusivamente;
      i) Stéfani Saad
      VISITEM O SITE: www.simceros.org; (veja a ABA: Sociedades Secretas)

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  20. KKKKkk, o símbolo do compasso é uma grande simbologia do culto ao sexo "sagrado" ritualístico...é mesmo a abertura de pernas pra isso yoni e o lingan que constroem o mundo ou melhor a humanidade(qudno procria é claro)..mas há a ala pederasta da maçonaria que é resquício do culto militarista do mitraismo à androgênico a moda espartana....por fim é esse o mistério dos místérios o culto ao deus falicista....o mais antigo de todos:Pã(que teve muitos nomes ao longo dos tempos:Dionísio, Baphomet, Melkart,Enki,Moloque,Minotauro o Poseidon,Sabazios,Prisco,Yavé e finalmente fecha-se o ciclo ouroborus o culto ao grande Pã.então fica explicado o apoio da maçonaria ao regresso do animismo, porque foi isso ela sempre a ocultar o paganismo.Judaísmo(com sua Cabala) e cristinismo fizeram a mesma coisa, este útlimo por efeito de tanta arte com mais descaramento a enconder seus símbolos e rituais pagãos nas santas e nos santos etc. Salve grande Pã! O deus encoberto que é de todos mas poucos sabem.

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    1. Cara Marcia, onde está o falicismo no Cristianismo? A Cruz, do ponto de vista esotérico e psicoevolutivo, é um falo invertido, incutindo nos crentes passividade, que se manifesta no cristianismo em premissas como o perdão, a subserviência ou caridade. Mas claro que concordo consigo, o falicismo fez e faz parte de todas as culturas, basta olhar para os obeliscos que existem nas urbes europeias, ou mesmo no desenho e forma de certos arranha-céus. Os profanos dirão que é coincidência...

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    2. Pois é João,você acabou de falar que a cruz é um falo(ainda que invertido) preciso dizer mais? Quem estudar profundamente de onde vem as religiões(pura astrolatria): na antiga Grécia(cultos herméticos dionísicos,Saturno ou Sabázios(de onde vem o sabá), tanto no oriente como no ocidente vai dar pricipalmente nos Mitraismos Romano ou o Persa(Zoroatrismo) que desemboca duas religiões:judaísmo e cristianismo ao incrementar a pesquisa também sobre os cultos de fertilidade agrários e os deuses envovlvidos.....verá por si os rastros Historicamente construídos e não se perderá nos labirintos das religiões estado(com seus reinos feudais como judaísmo,cristianismo e islamismo) que perseguiram o paganismo animista, não para abolí-lo mas para monopolizá-lo sob o monoteísmo e instituir a monarquia hereditária e divina. O sistema judaico-cristão sempre foi e ainda é uma grande desgraça para a paz mundial e a igualdade de direitos.

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    3. Mas é uma evidência constatar que quase todos os magnos símbolos e efemérides cristãs provêm da simbologia pagã; desde a Páscoa (solstício da Primavera) ao Natal (solstício de Inverno), passando pelo Dia de Todos os Santos (equinócio do Outono). As religliões do Livro mais não fizeram que sob um capa de misticismo e simbologia clerical, incutir nos profanos e nos leigos os seus ideais, para desta forma obter monopólio e poder. Mas também o fizeram os comunistas e ainda o fazem de forma clara hoje em dia todos os governos. São técnicas para controlo de massas, para o povo para a guerra, produção, conceção, impostos, etc.

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  21. Se nós acreditarmos que o homosexualismo pode ser evocado como uma influência de uma divindade ou mago como dizem os ocultistas, então daremos razão aos evangélicos que acreditam na cura gay por influência de um pastor . De qualquer forma dois ramos extremistas de lunáticos e fanáticos.

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  22. Li nesse texto, e em suas replicas, tantos argumentos distorcidos, contraditórios e distantes da realidade,( embora muito bem organizado esmerado no domínio discursivo), que realmente fica difícil comentar ...

    Sua argumentação me lembrou muito a de representantes evangélicos, só que em vez de usar "a autoridade de textos que sofreram mutação durante seculos" o senhor usou de símbolos e filosofia precisamente selecionada, contraditoriamente citando a ciência e a liberdade...

    Sua argumentação não leva em conta as realidades sociais, como a dos orfanatos lotados de crianças esperando um lar... ou a informação da biologia que nos rodeia que contem exemplos infinitos de diversidade sexual...

    Era mais franco o senhor ter escrito um artigo falando sobre não gostar de ter igualdade de direitos com homossexuais!

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    1. O que é que os orfanatos repletos de órfãos está relacionado com o tema em questão? Não acha que filosoficamente falando, são temas completamente diferentes?

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  23. Parei de ler quando falou que o G é de GOD...O "G " é de Geometria e Grande Arquiteto Universal- GADU em inglês: Greatest Architect Of The Universe - GAOTU. bjos bjos

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    1. Perceba que estão relacionados. Da mesma forma que G é de Galáxia. Leia o texto! Para os antigos pagãos a Via Láctea era ela própria, em forma de espiral (G), o singificado de Deus.

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  24. Entendi que o ponto de vista do autor recorre claramente aos primórdios da evolução humana para embasar sua "tese" de que a união macho e femea é profícua no que se refere a reprodução, fato esse óbvio e indiscutível que é transportado para universo da maçonaria fazendo paralelo comparativo com seus símbolos, compasso e esquadro justificando a perfeita harmonia dessa junção simbólica para defender a ideia de que somente a união homem e mulher está em consonância com a natureza primitiva da criação e a esfera Divina simbolizada pela letra G de Deus em inglês, God. Esse raciocínio traz a idéia de que teremos a perfeição e a harmonia de fato e que qualquer outra ideia que figure a diferença ali apresentada está em desacordo com os princípios já fartamente explicados. Tudo isso até aqui é uma análise fria e óbvia. Eu muito pouco ou mesmo nada sei dos ensinamentos da maçonaria até porque creio ter em uma ideia ainda arraigada em associar a maçonaria a algo místico, secreto e enigmático entre outras coisas, mas na minha ignorância do pouco que sei através de minhas curiosidades afirmo que sou profundamente admirador tanto quanto sou naturalmente questionador e me pus a perguntar e concluir que as ideias aqui defendidas pelo autor traz uma forte convicção de que a maçonaria ou apenas o autor em questão não concebe ou não aceita qualquer união que não seja meramente reprodutiva, entenda que isso não é uma posição de ideias da minha parte, mas uma constatação a que o texto me levou, nessa mesma linha de entendimento eu me pus a questionar o que uma união reprodutiva tem haver de fato com a felicidade de um indivíduo ou ainda o quanto uma união meramente reprodutiva irá garantir a felicidade entre duas pessoas, então penso o quanto não somente a maçonaria mas qualquer outra base igualmente digna e respeitável será válida a concordância ou até mesmo a defesa de que uma união só será legítima, reconhecida ou respeitada se ela estiver de acordo com as primícias da evolução humana que traz em sua essência unicamente a ideia de concepção, de reprodução sem levar em conta a felicidade humana ou a realização pessoal. Até que ponto vale a ideia de prevalência reprodutiva em detrimento da felicidade?. Vamos entender que o mundo de hoje tornou-se muito complexo e o ser humano é essencialmente complexo em sua anatomia, sua biologia, na psique e porque não seria no campos das idéias e sentimentos?. Há um linha de fogo extremamente perigosa e incompreensível no campo das ideias que impera no mundo contemporâneo nessa dita era da informação que nada mais é de que toda ideia manifesta que não concorde com meus princípios de crença, com minhas convicções ou mesmo com a minha essência como pessoa é subconscientemente recebida e tratada como algo que vai contra mim e por vezes até como uma ameaça e portanto tem que ser combatido é onde surgem debates improdutivos, preconceituosos e até ofensivos, as ideias quando não bem trabalhadas geram conflitos horríveis e até mortais entre as pessoas, vivemos um tempo onde essa terceira via ainda não foi perfeitamente compreendida e trabalhada e chega a ser até desconhecida pra grande maioria, e sinto que vamos ter que aprende-la para uma melhor convivência e compreensão daquilo que nos contradiz. E porque estou falando tudo isso ? Apenas uma reflexão para que se entenda que neste caso específico a maçonaria pode para alguns parecer contrária a condição sexual ou filosofia de vida ou somente mesmo de escolhas de alguns o que é por bom tom ser encarado não como algo contrário a você, mas sim com uma pro atividade em tentar entender o embasamento que sustenta tal ideia, entendo que somente dessa forma haverá ganhos no campo do saber e quando confrontei a ideia do ser humano reprodutivo ou reprodutor versos o ser humano que busca sua felicidade independente de sua condição sexual é porque me pareceu um questionamento digno e legitimo.

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    1. Caro comentador, muito obrigado pelo seu comentário sapiente. Estive a refletir sobre a questão que me colocou mais particularmente sobre a dicotomia entre a felicidade e as questões secularmente naturais. Concordo em quase tudo o que diz, se pensarmos bem, a própria noção de contraceção é contra-natura e serviu para que o Homem pudesse tirar deleite no amor carnal sem que tal acarretasse implicações familiares. O mesmo se pode atribuir à masturbação ou mesmo à alimentação. A grande maioria dos alimentos que hoje ingerimos, são tecnicamente totalmente dispensáveis, mas comemo-los porque obtemos deleite na sua ingestão. Ou seja, o Homem desde há muitos milénios que quebra as regras naturais para que assim possa obter prazer. A própria música ou a arte em geral são contra natura, na medida que eram inexistentes no Paleolítico.

      Todavia, deixe-me remetê-lo para o Budismo. De acordo com o Budismo, o seu objetivo é fazer com que cada um se liberte do sofrimento e encontre a felicidade. O principal ensinamento do Budismo está concentrado no que é comummente chamado de As Quatro Nobres Verdades, sendo que a última delas desdobra-se no Nobre Caminho Óctuplo, uma prática de oito passos para conduzir as pessoas à felicidade. E o que é interessante é que as Quatro Nobres Verdades são apresentadas da seguinte forma: “A vida é sofrimento; a causa do sofrimento é o desejo; a cessação do sofrimento é ver-se livre do desejo; o modo de fazê-lo é o Caminho Óctuplo”. Realço aqui a segunda nobre verdade, que diz exatamente que o desejo está na génese da não-felicidade. Assim, não me parece correto que o argumento da felicidade per se possa ser evocado para legitimar uma prática, que se baseia em grande medida, na simples procura do prazer venéreo.

      A felicidade vem com a Liberdade, e para se atingir a Liberdade, é necessário atingir a Ascese, ou seja, o desapego dos instintos e das condicionantes que nos trazem desejo e ansiedade, onde se incluem os instintos sexuais.

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  25. Eu não sou um deles por não ter sido convidado, mas eu conheci alguns na internet (nunca pessoalmente, infelizmente[?]), mas eu vou dizer o que eu observei. Dos maçons que eu vi na internet, TODOS eram homofóbicos. Contudo, somos todos humanos e sabemos que quando o ser humano quer proteger alguém que ama, inventa-se histórias, oculta- se fatos. Logo, um pai pra proteger o filho, ou um homem pra proteger o namorado, por mais homofóbico que seja, muitas vezes come o amigo, come o filho, tudo escondido. Quando isso é entre amigos, algumas pessoas têm chamado de brotheragem. O que eu acho disso tudo? Cada um com seus problemas! Cada um cuida do seu cu! Quem quiser dar, que dê. Desde que não seja nada forçado, que se fodam! A hipocrisia rola solta. As pessoas criticam péssima-mente aquilo que não entendem, ou que fazem e contraditória-mente não aprovam. É necessário sair da caixinha.Perdoem pelo meu português, que não é muito bom. I'm really sorry about it.

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    1. Sabe que apesar de não alinhar com os impropérios que utiliza, concordo na substância. Eu próprio mudei muito a minha opinião nesta temática, acho que não podemos impedir dois adultos de fazerem o que lhes aprouver na intimidade, por muito que me custe visceralmente a aceitar o referido ato. Mas é uma questão de racionalidade. Apesar de considerar que na maioria dos casos se trata tão-somente de busca de prazer imediato e luxuriante, conheci homossexuais com relações estáveis monogâmicas de vários anos, o que contradiz a teoria de que são todos excessivamente promíscuos. E mesmo se assim fosse, não podemos barrar os direitos de alguém em função da sua eventual promiscuidade, considerando que o Direito e a Moral se afastaram no século XIX.

      Logo, considerando que não está em causa a integridade física do ser humano (o canibalismo mútuo entre duas pessoas também se pode fazer entre quatro paredes e não é por isso que o aceitamos), e que o referido ato é realizado por adultos na intimidade, não vislumbro qualquer problema com tal relação.

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