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Conspiracy: the enemies of USA


Pay attention to the clear facts which are happening throughout the world. I am completely sure that united states is the source of all terrorists attacks which are happening in Afghanistan, Iraq, Nigeria, Algeria, Mexico and Libya. United States represent the source of evilness and their leaders are commanded by Satan itself. They use all their intelligence services, all their security services, their power and their money to destroy every one who oppose them.

Let's go to the facts:
  • Soviet Union has perished
  • Salvador Allende was dethroned 
  • Saddam Hussein was hanged
  • Osama Bin Laden was shot down
  • Kadhafi has perished
  • Hugo Chávez died by cancer
Satan bless America

O preço da energia em Portugal e na Europa


Muitos se questionam se a Europa terá de ficar eternamente dependente da seiva negra denominada petróleo, que por sinal é largamente controlada pelos Estados Unidos. Já o referi diversas vezes, os EUA, sedentos de poder a nível mundial, e sabendo que o petróleo é quase mais valioso que o ouro, indexaram a sua moeda ao petróleo e emitiram ao longo destes anos milhares de milhões de dólares, o que faz com que a sua moeda seja omnipresente e no entanto poderosa pois está associada a um bem fundamental nos dias de hoje que é o petróleo.

Desde 1910, quando Henry Ford começou a fabricar carros em série que o paradigma não se alterou. Decorridos 100 anos estamos cada vez mais dependentes dessa seiva negra que a América controla. Ora vejamos, por exemplo em Portugal, em 2005, cerca de 20% de toda a energia produzida para a rede eléctrica provinha de derivados do petróleo e 99,3% de toda a energia no sector dos transportes provinha de produtos petrolíferos. Portugal é então mais um vassalo do exterior pois a sua dependência energética tornou-se há muito patológica. Os EUA, invadiram o Iraque na primeira guerra do Golfo, não com motivações humanitárias ou democráticas, mas tão-somente por questões petrolíferas. E por certo que todos os centros de investigação, todas as universidades e toda a indústria automóvel está comprometida com este pacto diabólico energético de não providenciar aos cidadãos energia mais barata e mais limpa.

A questão é tão liminarmente simples. Se você controlar totalmente um bem que é escasso e simultaneamente essencial você será rico e poderoso. Se alguém encontrar uma alternativa para o mesmo propósito do bem que você controla, você deixará de ser rico ou poderoso e fará tudo para que tal não aconteça. Esta inércia maléfica, faz com que após 100 anos do começo da fabricação do carro em série, ainda nos movamos somente a derivados do petróleo. E Portugal é um caso paradigmático desde a sua fase democrática após 1974. Encheu o país de estradas, o Estado endividou-se para construir estradas e auto-estradas, os portugueses endividaram-se para comprar carros, transportámos quase tudo por camião e importamos todos os recursos petrolíferos. A GALP, empresa nacional, limita-se a fazer alguma prospecção no estrangeiro, e a fazer refinação em Portugal. Entretanto a ferrovia definhou completamente.

No princípio do século XX os pseudo-visionários norte-americanos imaginaram que o mundo futuro seria sedento de petróleo, sendo que não imaginavam que outras tecnologias poderiam competir com o petróleo. Fizeram incursões no Médio Oriente, em alguns dos seus estados e posteriormente em África. Dominam, juntamente com os Ingleses, toda a indústria petrolífera, desde a prospecção, a extracção, o transporte, a refinação e a venda ao público. Todas as outras tecnologias que ousam competir com o petróleo são abafadas, silenciadas ou quando se tornam demasiado ousadas, são aniquiladas pelos fervorosos arautos do tio Sam.

Mais uma vez redigo-o, a questão é liminarmente simples, se você dominar a indústria da água no deserto torna-se rico e poderoso, se dominar a indústria do oxigénio numa eventual colónia lunar, torna-se rico e poderoso, se dominar a indústria das vestimentas na Escandinávia, torna-se rico e poderoso, se dominar a indústria petrolífera no mundo moderno, torna-se rico e poderoso. E quando alguém atinge o apogeu no poder, usará todos os seus meios poderosos e maléficos para que não seja destituído desse poder. E é esta inércia que mantém o sistema controlado com as graves consequências nefastas para os cidadãos do mundo e para o planeta.

Os EUA, não ratificaram o protocolo de Quioto e são o segundo país mais poluidor do mundo, depois da China. A UE faz um esforço colossal para cumprir com a redução das emissões de CO2, com países como Portugal que em 2008 já tinha 23% da sua energia eléctrica produzida através de fontes renováveis; sendo que países como os EUA, em nome da competitividade da sua indústria poluem larga e imensamente o planeta Terra. E o petróleo toma aqui um papel fundamental neste paradigma maléfico. Só a título simbólico o carro presidencial dos EUA consome 30 litros a cada cem quilómetros.

Mas deixemo-nos de palavreado fútil e cinjamo-nos aos números dos preços da energia em Portugal e na União Europeia

O preço da energia em Portugal na UE


Vejamos por exemplo o preço da gasolina sem chumbo


Apesar do que se diz, infelizmente, Portugal não é dos países onde a gasolina sem chumbo é mais cara, apesar de estar no pelotão da frente, como o gráfico mostra.



No caso da electricidade, Portugal encontra-se a meio da tabela, mesmo apesar dos enormes esforços que a EDP tem feito para incentivar a pequena produção de energia através de fontes de energia renovável, pagando na compra aos pequenos produtores um preço maior em relação ao preço da venda.


No caso da carga fiscal em relação ao preço final na gasolina sem chumbo, vê-se claramente que Portugal também se encontra no meio da tabela, e não nos primeiros lugares como muitos cidadãos indignados arautos do petróleo querem fazer parecer.




E finalmente o gráfico mais emblemático da maléfica hegemonia do petróleo no nosso quotidiano. Cerca de 99% das fontes de energia no sector dos transportes são obtidas através de derivados do petróleo. Na produção de energia elétrica tal é cerca de 20%. O grande Satã denominado Estados Unidos da América tem aqui um papel maléfico e perverso na manutenção desta inércia nefasta para todos os cidadãos do mundo e para o planeta em geral.

As nefastas consequências da hegemonia do petróleo são toda uma série de patologias do foro respiratório nos cidadãos das metrópoles, as alterações climatéricas a nível mundial, o barulho ensurdecedor provocado pelos automóveis e as suas consequências para a saúde, a insegurança rodoviária e o número de vidas que ceifa anualmente, a destruição de florestas e da natureza para a construção de rodovias, a preterição do transporte público em prol do veículo particular e a dependência energética de países que não estão no círculo maléfico da OPEP ou no círculo maléfico que controla esses países, tal como o grande Satã denominado Estados Unidos da América.

A Europa tem que dar um sinal, o petróleo tem de ser encarado como um veneno para o globo e para a saúde dos europeus, como tal os derivados do petróleo teriam de ter uma carga fiscal substancialmente superior. A média do preço da gasolina na Europa deveria ser 10€/litro devido tão-somente a carga fiscal. Tal obrigar-nos-ia enquanto cidadãos europeus a apostar seriamente nos transportes públicos e na ferrovia, que no caso português à excepção dos eixos principais, está praticamente putrefacta.

Deixo a pergunta às elites europeias:
  • Até quando serão vassalas do grande Satã?
  • Até quando estará a Europa dependente de uma seiva negra maléfica que não produz e que só importa, trazendo graves consequências para a saúde dos cidadãos europeus?
  • Não terão as universidades europeias tecnologia suficiente para criar métodos novos, baratos e limpos de locomoção de veículos sem que estejamos dependentes dos proxenetas do petróleo?
  • Para quando prevêem as elites europeias que 100% dos carros a circular na Europa sejam somente zero emissões de CO2 e de outros poluentes?

Vade retro Satanás

Fonte de todos os dados: http://energy.eu/

A letal e monstruosa máquina bélica americana


Raramente teço comentários frívolos e desmesurados sem consistência pragmática do mundo que nos rodeia. O meu lado apaixonante tenta sempre procurar as emoções que nos definem enquanto seres humanos, já o meu lado racional procura sempre a verdade, pura, crua, áspera e luminosa. Schopenhauer prefaciava a sua “Metafísica do Amor” com esta frase de Boileau “Nada é tão belo como a verdade, só a verdade nos serve”.

Ora dentro destes enquadramentos filosóficos, pragmáticos e humanitários tentarei tecer uma breve nota informativa aos cibernautas, onde explanarei o quão brutal e letal é a máquina bélica norte-americana. Prefacio este repto, ainda referindo que a minha área de estudo académica é a engenharia eletrotécnica, e poderia eventualmente denotar uma certa admiração pela tecnologia que está patente nas diversas maquinarias bélicas mais desenvolvidas. Muitos dos preceitos que permitem que o armamento americano seja o mais sofisticado e monstruoso do mundo assentam no facto de ter havido e ainda haver enorme desenvolvimento tecnológico por parte dos americanos nas áreas da mecânica, da eletrónica, do controlo, do posicionamento, da física tecnológica e da aerodinâmica. Poderia eventualmente denotar uma latente admiração por todo este desenvolvimento tecnológico, como aliás muitos o fazem. Abundam sítios de informação militar, sobre tanques de guerra, sobre o que permite a elevada cadência das balas numa metralhadora, sobre caças de guerra, sobre navios, sobre projéteis e muitas outras panóplias tecnológicas com o intuito de destruir e matar.

Eu enquanto técnico na área da eletrotécnica, apraz-me e tenho admiração somente pelos artefactos tecnológicos com o intuito de construir, facilitar, produzir e harmonizar a civilização universal. A minha doutrina religiosa proíbe-me de admirar e venerar maquinaria que tem o intuito de matar e destruir. Adoro tecnologia, mas tecnologia salubre, pacífica e construtiva, e é essa que quero ajudar a desenvolver enquanto engenheiro.

Pergunto eu aos caros e prezados cibernautas: porque é que a língua Inglesa é uma língua franca? Porque é que a cultura americana, como no cinema e na música, está tão disseminada no mundo? Porque é que o sistema capitalista singrou no mundo económico? Porque é que os EUA têm a hegemonia mundial? A resposta é clarividente: Porque os EUA têm a máquina bélica mais brutal e monstruosa que alguma nação jamais teve ao longo da história universal. E dou-vos dados e dou-vos números.

Falemos de porta-aviões.

Os EUA têm neste momento 11 super porta-aviões no activo e três em construção. Um super porta-aviões é um navio gigante com uma plataforma para suster cerca de 90 aviões. Tem um reactor nuclear para o movimentar e consegue estar no mar sem ser abastecido durante vinte anos. Cada um custa cerca de cinco mil milhões de euros. Para que servem os aviões nele contidos? Para matar e destruir! O segundo país em número de porta-aviões é a Itália que tem apenas dois, sendo que estes são de dimensões bastante menores. A China, a Rússia, o Reino Unido e a Índia tem cada um, apenas um porta-aviões também de dimensões reduzidas comparando com os super porta-aviões americanos.

Falemos agora de aviação.

A força aérea dos EUA tem no ativo no presente momento cerca de 5300 aeronaves. O exército tem cerca de 180 aeronaves e as forças especiais têm cerca de 260. Já a marinha tem cerca de 1800 aeronaves no ativo. Totalizando a máquina bélica norte-americana tem cerca de 7500 aeronaves no ativo. Neste número estão incluídos a título de exemplo os 66 bombardeiros B1 com um preço unitário de cerca de 500 milhões de euros, os 20 bombardeiros B2 com um preço unitário de cerca de 900 milhões de euros e os 343 aviões de guerra A10 com um preço unitário de cerca de 10 milhões de euros. E toda esta maquinaria aviónica tem um único intento: matar e destruir. Ora vejamos; a título de exemplo um bombardeiro B2 pode conter cerca de 23000 quilos de artilharia. Nesta incluem-se por exemplo 80 bombas Mk-82 de 220 quilos cada. Cada bomba destas contém 87 quilos de tritonal, uma mistura altamente explosiva de dinamite e pó de alumínio com uma capacidade destrutiva monstruosa.

E falemos agora em número de homens.

Os EUA têm no ativo no presente momento cerca de um milhão e meio de homens. A Rússia, a Índia e a Coreia têm cerca de um milhão e a China tem dois milhões. No entanto há a salientar que a China muitas vezes recorre ao exército para o auxílio em algumas catástrofes naturais, para auxiliar a população em cheias e terramotos, sendo que no caso americano os homens no ativo têm o único intuito de combater e matar os opositores do império americano no estrangeiro. Na China a percentagem de tropas do exército no ativo é de 0,17% da população e nos EUA é de 0,51%, representando assim os EUA um esforço militar em número de homens três vezes superior ao da China.

E quanto aos recursos financeiros alocados para a guerra?

Dados de uma agência não-governamental sediada em Estocolmo, os EUA despenderam em 2009 cerca de 500 mil milhões de euros em gastos militares (500 pontes Vasco da Gama), sete vezes mais que o segundo que foi a China com cerca de 70 mil milhões de euros. Aliás os EUA em despesas militares gastam o dobro do total de todos os países da União Europeia.

Gastos militares por nação em 2009

Quero com esta missiva caros leitores e cibernautas demonstrar que se a língua Inglesa é uma língua franca, se o capital está nos mais altos dos patamares, se somos invadidos com a cultura da comida rápida e calórica e da coca-cola, se o Sr. Obama é agraciado e venerado por todos os lugares onde se dirige, se concluindo os EUA é um país hegemónico, tal deve-se única e exclusivamente á sua vertente musculosa e militar. O ser humano por muito evoluído que se torne tem sempre aqueles resquícios primários que o torna um animal, e aqui meus caros comprova-se uma lei infeliz mas intemporal: A lei do mais forte.

Todos os impérios tentaram legitimar através da paz, da diplomacia, da arte e do direito as suas musculaturas bélicas e as suas hegemonias. O império romano fê-lo através da regionalização imperial, das regalias que dava a certos líderes regionais, do estatuto da cidadania romana aos bravos homens, da escrita, do sistema religioso politeísta e dos cânones do direito. O império Cristão legitimava as suas conquistas bélicas com Jesus de Nazaré, com um homem simples e plebeu que com a vida redimiu o pecado do mundo, legitimava as suas conquistas em África e no Oriente com os escritos sacrais e bíblicos onde se constata como Jesus havia curado os enfermos e como os apóstolos haviam convertido os gentios com o Amor de Deus e de Jesus. Os seguidores do Islão legitimavam as suas conquistas através do Corão, e da vida salubre de Maomé. Os soviéticos faziam-no em nome dos interesses do povo socialista. Napoleão combatia em nome do triângulo sacral da república, da Igualdade, da Fraternidade e da Liberdade.

O homem procura sempre uma legitimação eticamente salubre para os seus atos de violência, assim também o fazem os impérios. Ora a legitimação oficial para a maquinaria bélica e brutal americana é a Democracia. Todos os atos mais sanguinários perpetrados pelos EUA são sempre oficialmente cometidos em nome da Democracia. Assim o foi no Kosovo, no Iraque e no Afeganistão. Por muito que se saiba que os motivos são sempre os económicos e os hegemónicos o argumento facultado é sempre o democrático.

Mas sejamos pragmáticos, tal como referia Boileau, agrademo-nos com a verdade pura, e somente com a verdade, os EUA são neste momento um país hegemónico, o Inglês é uma língua franca e universal, o capitalismo e o liberalismo são doutrinas económicas transversais aos continentes; por muitas tentativas que o império faça de se legitimar como por exemplo no cinema, na música, no espaço cibernético, nas tecnologias de informação ou mesmo com o bem parecido Obama, os EUA são hegemónicos porque têm a máquina bélica mais brutal, letal e monstruosa que a civilização universal alguma vez já conheceu.

E usam-na sem pundonor, ou é preciso relembra-vos de Hiroxima e Nagasáqui?

Nota: Todos os números referentes ao armamento dos EUA foram retirados da Wikipédia (mais uma legitimação imperial)

A Matriz anglo-saxónica


Rezam lendas e vontades
que no solstício de verão
abraçareis o teu irmão
e criareis as Irmandades

E as contrariedades
Eliminai-as do coração
com Amor e com Perdão
tais como as cristandades

Quem sois vós nobre Poeta?
Sois Portugal e quem vos fez
Sois o que escreve, sois o profeta

Sois os tempos, o ano e o mês
Sois aquele que com a espada espeta
o peito do vil mação Inglês




A América é o terror
Os seus líderes sanguinários
só provocam os calvários
a quem só ora o verso Amor

A Maquiavel fazem louvor
Deste monstro são partidários
Do terror são eles sectários
incutindo nos pueris a dor

A tortura está presente
nos lacaios que não sentem
Está-lhes no inconsciente

Eles juram, matam e mentem
Comandados pela serpente
Eles não pensam, nem dissentem

O império mação


Explodem bombas no Iraque
Há mortes no Afeganistão
O general executou o ataque
em nome do império mação

A estátua ergue a destra mão
e com a outra, perpetra o saque
Não há ninguém que a mate?
Liberdade? Ou castração?

Não se crê que o império seja cristão
pois incute nos livres-homens a masmorra
É o império árduo, e cru da razão

É o império de Sodoma e Gomorra
É o império do bárbaro e do vilão
e o Novo Cristo fará, com que o seu líder morra.






Aónio Eliphis

Duas Torres


As duas austeras torres ruíram
a mando da ímpia secreta ordem
causando o horror e a desordem
E os fiéis do Islão, eles puniram

Os generais do império agiram
com bombas, mísseis e desdém
contra todo aquele que a Fé tem
e o Afeganistão invadiram

Um acto de auto-flagelo
para que todos os observassem
queriam servir de modelo

para os párias que passassem
Tornaram-se num pesadelo
Para os livres Homens que indagassem.

Despaired Founder


Grab my throat
Stretch my bones
Evoke empires
Reject desires

Call the myth

Seek into the deep
Truth, reject the peep

Be a German

Be Hermano
Be Germano
Be my mano
Be a man

Evoke fraternity

Destroy masonry purposes
Annihilate its desires
Destroy the evil empires

How can they spend 44 billion dollars to develop a spirit called B2, just with even numbers and even words, just female letters and digits, to evilly and murderously cause destruction and death?


How many lives would I save with 44 billion dollars?
How many lives would I withdraw from starvation and illness?
How come their presidents receive Nobel prizes for peace?
Which paradox Mankind has created?

I shall destroy evilness

I shall reject the American principles

They conquer to contest

They destroy their conquest
They demolish just to test
They sharpen human flesh
They shall not embrace
Or track the lines of a goddess’ face

The empire we shall ignore

We shall pray every day
We shall embrace God’s path
We shall be wise, we shall say
the words which will enlace the divine faith

The empire which created aids

The empire which spread tobacco
The empire which doesn’t aid
Humanity, Human kind or Human race

The empire which has the rifle

which doesn’t follow the world’s pace
The empire which has the bullet
Where you can’t see the leader’s face

Let’s enlace Love

Let’s evoke freedom
The house where men are free
Where blood is blue
Where lovers are true
Poets and companions,
inmates and brothers.

God is our Lord,

God is our Father

I shall write over the sacred lines of the founders to reject what they have written, because on the contemporary times, they’ve became the most despotic and tyrannical Empire.


I shall set my people free!


What have they done to Africa?

How many weapons have they spread?
How many cigars have they produced?
How many dollars have they used to vanish other people lives?

Shall I cite?

The divine scripts!?
The sacred hits!
The ancestral myths!
Shall I fight?

I will! With Poems and Words and Acts!

And I will dilapidate the Empire, when he reacts!





Philip Maiden, the Portuguese Poet 

O Satã


Que considerações teço eu sobre a pessoa em causa. Sei que o Grão-mestre da ordem em causa é severo, sanguinário e impiedoso. É um homem velho, vil, irascível e execrável, que quer preservar um império que se sustenta em preceitos desumanos, terroristas e maquiavélicos. A tortura é omnipresente, quem afronta o velho grão-mestre da ordem americana é severamente aniquilado, sendo que os outros sentem o temor e vivem terrificados. O terror é constante e de uma magnitude que lhes moldou a consciência, que os faz pensar em conformidade com os desígnios do império do mal, o império do grande satã, do diabo que castra os homens livres. Os homens livres erguer-se-ão contra o despotismo atroz perpetrado pelo grão-velho e mestre americano.

Derrotemos o Diabo, derrotemos o grande Satã com água benta, e com a força bendita e divina derrotaremos o império americano!



Mais sobre Toda a verdade sobre o Tabaco


Os homens do mundo aperceber-se-ão que os malévolos e funestos mações sediados no novo mundo conspiraram durante séculos para o domínio da raça humana através dos actos sanguinários, devastadores e exterminadores.
Por certo que o divino e os próprios homens os reprimirão e os destronarão do poder que alcançaram através dos extermínio de milhões de inocentes.
O senhor grão-mestre da ordem maçónica americana é acusado perante a legalidade jurídica humanitária e universal, de homicídio premeditado, e de genocídio de 100 milhões de pessoas no século vinte devido ao Tabaco.

Vede por favor http://www.verusveritas.org/2009/11/toda-verdade-sobre-o-tabaco.html

A verdade sobre a SIDA/AIDS


A SIDA, termo utilizado em Portugal, sendo que os nossos irmãos brasileiros referem AIDS como na língua Inglesa, é um síndroma que afecta o sistema imunológico do ser humano. É causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e num estágio final pode ser letal pois debilita as defesas naturais do indivíduo. O vírus imiscua-se no código genético do doente não havendo no presente momento vacinação. Propaga-se essencialmente através da via sexual ou sanguínea, através da troca de fluídos, como sangue, secreções genitais, sémen ou leite materno. Apareceu nos anos oitenta na comunidade homossexual americana, tendo origens mais remotas no continente africano, e posteriormente propagou-se pelo mundo.

Como apareceu na realidade a SIDA e porquê?

O HIV é na realidade um vírus criado em laboratório pelas sociedades secretas americanas com o intuito de controlo social e populacional do mundo.

Controlo social pois estava-se a chegar ao apogeu da libertinagem, em que os jovens incorriam em actos libertinos de drogas e sexo, em festins libertinos e desregrados. Os jovens praticavam sexo sem protecção e não procuravam levar uma vida regrada. Estes mesmos jovens eram na realidade os mais revoltosos anti-sistema, os mais rebeldes que lutavam contra a guerra e evocavam muitos deles a anarquia. Ora a SIDA veio apaziguar os ânimos libidinosos destes jovens, sendo que se o caro leitor denotar, as gerações seguintes tornaram-se mais conservadoras no que concerne a sua vida sexual, e tal deve-se muito ao medo pela SIDA.

Sendo os Estados Unidos a maior e mais poderosa nação do mundo, os seus próprios dirigentes também se devem auto-intitular divindades imaculadas e inimputáveis, sendo que o império tem que zelar pelo controlo populacional do planeta. Ora, havia que fazer controlo populacional em África e na Ásia, onde não existem como prática corrente quaisquer métodos contraceptivos. Não interessava observar no planeta uma África e uma Ásia ainda mais sobrepopulacionadas do que já são no presente momento. Ora a SIDA veio na realidade fazer controlo populacional em África e na Ásia. Se pensarmos que uma mulher Queniana tem talvez em média entre quatro a cinco filhos, e que a esperança média de vida no Quénia é de cerca de cinquenta anos, vemos que na realidade a SIDA veio fazer controlo populacional nos continentes onde existe uma maior média de nascimentos, mas que estatisticamente observamos que vivem menos tempo. Tal não se deve somente às condições de saúde em geral, deve-se muito principalmente à SIDA. Ora os Americanos acharam por bem que tinham o dever enquanto nação dirigente e regente do mundo, que fazer esse controlo populacional, e para tal utilizaram o HIV/SIDA.

Esperança média de vida,
nos países africanos mais afectados
Mais questões sobre a SIDA. Para os Americanos que se intitulam o pilar da moralidade e da ética intocáveis, que apesar de também se acharem o epicentro dos ímpetos libertários do planeta, não poderiam tolerar a abundante homossexualidade pérfida e promiscua que se vivia na sociedade americana. Então, os dirigentes das sociedades secretas americanas acharam por bem, que cabia a si, elaborar um método eficaz que rechaçasse fortemente estas acções imorais, homossexuais e promíscuas. Sabe-se que por natureza, e estatisticamente, um homossexual é bem mais promíscuo que um heterossexual. Ora não intentava atacar a homossexualidade enquanto tal, porque eles até são bastante venerados pelas paragens americanas, intentava atacar severamente a promiscuidade em prol da moralidade anglo-cristã. A promiscuidade é contrária à rectitude moral e sempre assim se doutrinou em todas as sociedades porque simplesmente o homem promíscuo que se entrega exclusivamente aos prazeres da carne tende a ser pouco produtivo. Preocupa-se mais com as frivolidades e com as questões banais relacionadas com os instintos, e como não tem os seus instintos suprimidos não trabalha e não produz em prol do todo que é a sociedade. É por esta mesma razão que sempre ao longo das histórias universais se abominou a promiscuidade, essencialmente a feminina, e em particular a homossexualidade masculina. Reparemos que a poligamia em certas culturas é aceite, já a homossexualidade em todas as culturas ancestrais sempre foi abominada, à excepção de certos casos de pederastia na Grécia Antiga. Porque é contrária à natural fecundidade e a não fecundidade não é produtiva nem criativa em prol de um ente maior denominado 'espécie humana'. Assim, os seres promíscuos e imorais tendem a ser pouco produtivos e trabalhadores pois o que mais lhes interessa são as frivolidades da carne e do vício, que os pode até tornar em indigentes e que são contrárias ao interesse coletivo.
A SIDA veio então atacar fortemente a imoralidade associada à promiscuidade, e os americanos que se intitulam regedores da manutenção da moralidade universal acharam por bem elaborar o HIV. A SIDA atacou então fortemente a promiscuidade sexual das sociedades ocidentais, não só entre os homossexuais, mas também entre os heterossexuais.

Depois existem ainda questões sobre ocultismo e de numerologia associadas à SIDA, reparemos que SIDA na língua Inglesa diz-se AIDS, que na realidade é outra forma de grafar a palavra AID que significa ajuda. Na realidade é AID+S sendo que o S é a letra da serpente e da luxúria feminina. Então na realidade a SIDA é a ajuda que a luxúria pode proporcionar. A luxúria pode na realidade proporcionar uma ajuda funesta, malévola e mortífera, ainda mais sendo que esta foi fabricada laboratorialmente pelos centros de inteligência americanos.

Lembremo-nos ainda que a SIDA dá milhões anualmente às indústrias farmacêuticas que lucram com os pacientes do mundo ocidental, sendo que os desgraçados de África e Ásia morrem sem quaisquer possibilidades de adquirirem medicamentos eficazes, pois estes são bastante dispendiosos.

A SIDA é a praga do mundo moderno, e só pode ter sido criada directamente pelo Satã, por Lúcifer, pelo Demónio, ou diria simplesmente pelos terrenos estado-unidenses.

Estima-se que mais de 15 000 pessoas sejam infectadas por dia em todo o mundo (dados de 1999); 33 milhões estão atualmente infectadas, e 1,8 milhões morrem a cada ano. Estima-se que a SIDA já tenha ceifado no mundo cerca de 25 milhões de vidas.

Nota: Os dados especulativos são da minha autoria filosófica enquanto ser pensante e indagativo, os dados estatísticos são da versão inglesa da wikipédia do artigo sobre a SIDA

The history of an Empire in few chapters


Masonic Foundation

    
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Circumscription for empowerment
They've became the biggest army in Mankind's History

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Gay liberty effect
The biggest death rate in History 
Around 160.000 people died in less than two seconds



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The deadly triangle consequence
The biggest death rate in History
Around 100.000.000 died in the 20th century



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Healthy way of life
Many die due to hearth attacks, strokes and many other hearth diseases



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Seeking consciencelessly for power
Helicopters and aircraft-carriers are intended to kill


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Redemption
It might be the Matrix of the film (also six letters),
it controls everything, still, provides free services for everyone


Toda a verdade sobre o Tabaco


Sempre me questionei sobre a verdadeira origem do tabaco. Bem sei que o nome deriva do Espanhol e que era fumado em cachimbos pelos índios nativos americanos. O seu uso enquanto cigarro foi proliferado no século vinte essencialmente durante a primeira guerra mundial. Houveram diversas plantações de tabaco na América do Norte até terem sido muitas em grande parte substituídas pelo algodão. O tabaco era consumido por índios americanos e em doses elevadas teria efeitos alucinogénios, era administrado para fins medicinais e segundo se consta era prescrito por magos índios ou por curandeiros. O poder do tabaco era conhecido nas sociedades tribais norte-americanas. Os Espanhóis trouxeram a planta para a Europa. Um embaixador Francês sediado em Portugal terá receitado à corte de Catarina de Médicis a planta do tabaco como forma de curar as suas enxaquecas. O nome do embaixador era Jean Nicot e o seu apelido deu origem ao termo Nicotina que se encontra na planta do tabaco.

Poderia aqui tecer uma serie de argumentos históricos para tentar descobrir como surgiu o tabaco, e tal não seria difícil, uma planta denominada tabaco que é processada, tostada, que lhe é adicionada uma serie de componentes químicos e cuja mescla é enrolada em torno de uma mortalha formando um simples cigarro. A questão preponderante que é interessante averiguar é saber como é que o tabaco foi proliferado e difundido pelo mundo inteiro tornando-se no século vinte uma prática de afirmação social, de emancipação para as mulheres e de virilidade para os homens.

Quem proliferou o tabaco? Quem disseminou o uso do tabaco? A resposta é deveras simples: Os Ingleses inicialmente e os Americanos posteriormente.

Tentarei aqui estabelecer os simbolismos associados ao tabaco e para tal evocarei não só as questões médicas tão amplamente difundidas e as patologias do foro oncológico que o tabaco degenera, mas evocarei também as questões do foro da psicologia, dos sinais para o subconsciente que o cigarro provoca, das sensações quase erógenas que obtemos quando inalamos o fumo do tabaco, do luxuriante e perverso que é observar uma mulher a fumar e das mazelas a nível mundial que o tabaco provoca.

Começarei pelas questões que creio que todo o mundo conhece. O tabaco é altamente cancerígeno, o seu consumo enquanto cigarro durante muitos anos provoca graves patologias do foro oncológico, como cancro do pulmão, língua, laringe, garganta, lábios ou qualquer órgão associado ao sistema respiratório. Num estágio final da doença o paciente deixa de conseguir falar, tem uma morte dolorosa, não consegue respirar, em muitos casos morre de asfixia, como se lhe tapassem a boca ou morresse afogado, em casos menos severos são retirados membros que nos permitem falar e os pacientes ficam afónicos. Na realidade o tabaco não oferece virilidade mas retira-a dificultando o fluxo sanguíneo no pénis e em muitos casos provoca impotência irreversível. Em grávidas é altamente prejudicial ao bebé e pode provocar severidades para a sua vida futura.

Mas falaremos como o tabaco se tornou tão apelativo para os seres humanos. Para abordarmos este tópico teremos de nos aperceber do método de fumar, e da forma e cores que o cigarro tem. O cigarro na realidade é apenas um pequeno falo, um pequeno pénis se quiserem, em que o fumador se revê nas suas frustrações de infância enquanto bebé que mama no seio da mãe, num bebé que bebe o suco, o leite maternal, e para receber essa dádiva materna tem que esforçar os pulmões e a boca para inalar. Tais sensações estão bem explícitas em qualquer manual de psicologia quando referem a fase oral de uma criança. Ora em adultos temos a necessidade quase libidinosa, ou direi sensual, em mamar, é algo que reprimimos enquanto seres racionais dadas as nossas educações morais. Mas a necessidade que o individuo tem em chupar, ou mamar, está presente em todos os adultos. Tal não deve ser encarado do ponto de vista pornográfico. É uma necessidade latente que guardamos dos momentos afectuosos em que, como mamíferos, mamávamos no seio das nossas progenitoras. Todo o adulto tem uma necessidade latente de chupar, tal vai de encontro aos seus desejos infantis que são reprimidos pela doutrina social.

Então como chupa o adulto? O adulto, que se rege por uma doutrina social altamente restritiva, tenta encontrar outras formas de musculação dos lábios. O homem heterossexual muitas vezes sacia esta ânsia no peito da sua companheira durante os actos amorosos mais íntimos, a mulher e o homem homossexual saciam estes desejos intimamente nos falos dos seus companheiros. Os casais de namorados saciam-no mutuamente ao beijarem-se acaloradamente. Num bebé que já não mama no peito da mãe mas que ainda não é regido por uma doutrina social forte, pode-se constatar que o mesmo beija e coloca na boca diversos objectos fálicos. Quando se tornar adulto, colocará na boca e nos lábios aquilo que a sociedade o permitir, ou então algo mais se tal for feito em privado. É que a zona dos lábios é composta por diversas terminações nervosas, o que nos proporciona prazer quando colocamos algo suave nessa região. Quando chupamos algo, encontramos as ternas sensações de infância.

Ora o cigarro mexe com todos estes factores. A nicotina enquanto substância alcalóide que se encontra no tabaco, poderia ser absorvida pelo organismo por outros meios, mas não traz aquela luxúria latente que é chupar e inalar. Reparem como a ponta dos cigarros onde colocamos os lábios é alaranjada, aumentando assim a luxúria latente, pois o laranja é uma cor forte e emotiva, assemelhando-se à cor da pele na zona do peito feminino e da zona do pénis no homem. Os Ingleses e os Americanos ao proliferarem o tabaco encontraram uma forma mortífera e letal a nível mundial de os adultos poderem saciar de forma autorizada pela doutrina social, os sues ímpetos e as suas ânsias infantis, de foro quase primário ou primordial.

Imagino-me eu, enquanto fumador que era, a chupar, a inalar, a saciar os meus desígnios de infância, enquanto mamava no seio afectuosos da minha progenitora. Chupava, e bebia o suco que do seio jorrava. Eu, enquanto ser heterossexual que sou, na altura sem companheira para poder partilhar os momentos de prazer encontrei no cigarro a funesta sensação afectiva do seio maternal.

Vimos então que o cigarro é poderoso do ponto de vista luxuriante, sensual, primário e afectivo. É semelhante a um pequeno falo, tem a ponta alaranjada que é a cor da pele e é uma cor emotiva, e para fumarmos e inalar o fumo exercitamos os lábios, a língua, as bochechas e a boca em geral, assemelhando-se ao acto terno infantil de mamar. Como o cigarro até há poucos anos era aceite socialmente, e até era visto como um sinal de estatuto social, é natural que a sua proliferação fosse tão abrangente.

Não falaremos agora das sensações erógenas no acto de fumar, falaremos daquilo que quase todos já sabem, que é o facto de o tabaco ter nicotina e esta ser extremamente viciante provocando uma habituação forte. O tabaco contém ainda cerca de seiscentas substâncias químicas altamente cancerígenas e que provocam diversas doenças graves para a saúde.

A nível mundial o tabaco provoca cerca de cinco milhões de mortes por ano, tendo no século vinte provocado cerca de cem milhões de mortes. Simplificando, é como se o tabaco exterminasse uma população de Portugal na totalidade em dois anos. O tabaco matou mais no século vinte que as duas grandes guerras em conjunto.
É que o tabaco enquanto cigarro é altamente letal e tem aquelas características que o tornam tão apelativo e viciante. Sacia os nossos instintos primários ao pudermos chupar algo socialmente aceite, a arte tornou-o um acto de referência, e tem nicotina que o torna extremamente viciante. Os produtos químicos que tem, juntamente com a nicotina, tornam-no altamente prejudicial para a saúde.

Mas já falei dos atractivos do tabaco e do cigarro em particular, o que o tornaram tão apelativo e do mortífero que o tabaco se tornou matando mais gente que as duas guerras mundiais juntas. Mas porquê proliferá-lo? Porquê comercializá-lo tão amplamente como fizeram os Britânicos e os Americanos? A resposta é simples e para tal temos de evocar um pouco da doutrina política internacional que os Ingleses e os Americanos tinham no final das duas grandes guerras no que refere ao petróleo, e temos que conhecer um pouco da teoria evolutiva de Darwin e como o cancro se pode formar.

Ora vejamos, no princípio do século vinte a indústria automóvel estava a crescer, o pioneiro americano que tem o nome numa marca de automóveis começou a produzir carros em série. Os carros necessitavam de gasolina para se mover. Os Ingleses tinham o seu grande império em recessão mas apostavam também na industria automóvel. Aliás, todo o mundo ocidental os seguiu com a proliferação do automóvel, no princípio do século. Mas o automóvel não é a chave aqui, nem o busílis da questão. É-o sim, o motor de explosão interna que é usado no automóvel. O principio da explosão interna permaneceu inalterável desde há cem anos aquando da disseminação do carro com motor de combustão interna. O princípio é simples, é injectado na câmara do motor ar e gasolina, as velas accionam uma faísca, dá-se a explosão e essa energia faz movimentar uns pistões que geram momento inercial num veio ligado às rodas do veículo. Este é o princípio que se mantém desde há cem anos. A questão fundamental aqui é que o motor necessita de um combustível fóssil ou seu derivado, neste caso a gasolina.

Os Americanos estão no início do século a proliferar o automóvel, mas também estavam e sabiam-no que tal seria necessário para fornecer locomoção a todos esses veículos, também estavam a apostar grandemente na indústria da prospecção e exploração de petróleo. O petróleo foi a grande aposta dos Americanos e dos Ingleses ao longo do século vinte, o seu domínio a nível mundial, a sua comercialização e a sua proliferação. Os Americanos exploraram em grande parte esse recurso no Texas, no Alasca, depois voltaram-se para o Médio Oriente e para África. Exploram ainda hoje grandes recursos em África, como Angola ou Nigéria, e no Médio Oriente na Arábia Saudita. Aliás, foi devido ao petróleo que se envolveram na primeira guerra do golfo. O petróleo é então o seu ouro negro. Se o mundo inteiro, se o planeta está espalhado com automóveis, estes necessitam de gasolina que é feita através do petróleo. Se os Americanos e os Ingleses dominam o circuito da prospecção, transporte, refinação e distribuição do petróleo e sues derivados, têm um bem público de que todos necessitam enquanto sociedades industrializadas. O domínio do petróleo é a grande questão. Se o dominarem dominam todos porque todos necessitam do petróleo pois este é o motor da economia nos países industrializados.

O automóvel domina as vias de todo o mundo, tráfego, caos nas urbes de todo o mundo, faz-se pouco pelo transporte colectivo, nos países em desenvolvimento como os da América do Sul, Ásia e África, é o caos constante nas vias públicas devido ao excesso de carros. Os Americanos e os Ingleses souberam espalhar os carros por todo o mundo e incentivar a sua utilização, pois estes dominavam o comércio do produto que os movia: o Petróleo. Incutiram na cultura, como nos filmes o uso dos grandes homens que andam de carro e que fazem as maiores peripécias com carros, publicitaram os seus carros, e na segunda metade do século vinte os seus motores tinham consumos enormes, pois interessava grandes consumos, para incentivar a economia associada ao petróleo. Os Europeus seguiram-nos e mais tarde os países em desenvolvimento, como os da América do Sul, os Africanos e os Asiáticos.

Já falei sobre o tabaco e como este é altamente viciante. Falei agora sobre o domínio do petróleo e a disseminação do automóvel que consome um seu derivado. O que têm em comum? 


Para tal teremos de falar sobre a teoria evolutiva de Darwin ou falar simplesmente da teoria da evolução das espécies ou um pouco de antropologia. Segundo estas teorias amplamente aceites nos dias de hoje, as estirpes, as etnias, as raças, ou direi simplesmente as subespécies são criadas através de uma espécie em comum anterior, e a sua característica única forma-se devido a condições ambientais, da envolvente, de hábitos regularizados e tornados prática comum. Diz-se por exemplo que o antepassado do homem começou a erguer-se quando na savana africana necessitava de se erguer para olhar mais além, ou que se erguia para apanhar frutos de árvores, e que tal provocou uma alteração na zona posterior do cérebro aumentando o volume craniano, e assim por certo a inteligência. Darwin formulou a sua teoria nas ilhas Galápagos ao observar que certas espécies se tinham desviado de um antepassado comum, porque tinham mudado de ilha e este novo ambiente provocou alterações na fisionomia da espécie. Ou seja, as espécies adaptam-se às circunstâncias que as envolvem. Uma cientista formulou em tempos uma teoria que se por exemplo se colocasse uma tribo centro-africana num aldeia rural da Noruega isolada do mundo, em poucas centenas de anos, os descendentes dessa tribo ficariam, se sobrevivessem, todos brancos. Porque a cor da pele está relacionada com a produção de vitaminas que obtemos dos raios solares ao serem absorvidos pela pele. Não podemos produzir nem de mais, nem de menos, por isso a cor da pele é uma adaptação ao meio que nos envolve. Tudo para provar que quando alteramos as nossas condições envolventes, se sobrevivermos, alteramo-nos a nós também para nos adaptarmos. A questão evolutiva é tudo uma questão de adaptação.

Significa, que se a população a nível mundial inalasse tabaco em excesso e esse consumo fosse generalizado, numa dezenas de gerações tínhamos indivíduos muito mais propensos a resistir ao tabaco e à poluição do ar provocada pelos escapes dos carros. O cancro acontece apenas naqueles que não se adaptam, os fracos perecem, os fortes resistem e transmitem essa resistência às gerações vindouras. O cancro sucede nos indivíduos que não se adaptaram ao fumo, à poluição do ar. Porque também a poluição do ar pode provocar cancro do pulmão. Os mais fracos morreram devido a cancros, enquanto aqueles que fumarão durante anos vão criar nos seus genes, nas suas células mutações que lhes permitirão resistir melhor à poluição. Porque quando fumamos limitamo-nos a inalar poluição atmosférica.
Resumindo e simplificando.

  • O tabaco é altamente nocivo para a saúde.
  • É atraente para a libido e é sensual e tem nicotina que o torna ainda mais viciante.
  • Matou cerca de cem milhões de pessoas no século vinte, mais que as duas grandes guerras juntas.
  • Mata cerca de cinco milhões por ano, metade da população Portuguesa
  • Foram proliferados os automóveis pelo mundo inteiro, na maioria com motor de explosão interna que necessitam de gasolina, um derivado do petróleo.
  • Os Americanos e os Ingleses dominam o comércio do petróleo a nível mundial, logo o mundo está dependente deles.
  • Os automóveis a nível mundial e a indústria que usa o petróleo e seus derivados provocam uma poluição atmosférica intensa, extensiva e alargada no planeta.
  • Apenas os seres humanos mais resistentes estariam preparados para a crescente poluição atmosférica do século vinte e um, com países altamente industrializados e dependentes do petróleo a poluírem o planeta intensivamente.
  • Havia no princípio do século vinte que preparar os organismos da população mundial para a poluição do ar.
  • Aproveitou-se o tabaco e disseminou-se o mesmo em cigarros, as suas substâncias químicas são apenas uma mescla para habituar e provocar nos pulmões alterações e mutações nas células, mais céleres para que os indivíduos se habituem mais rapidamente à poluição atmosférica
  • Para os Americanos e Ingleses assassinos e maquiavélicos, os milhões que morreram devido ao tabaco seriam apenas as vítimas da necessária liberdade e democracia que eles trariam ao mundo.
  • Obviamente que tudo isto foi feito no maior dos secretismos.

Simplificando ainda mais, o consumo do tabaco enquanto cigarro provoca cancro mas devido às teorias evolutivas também provoca uma adaptação do organismo que nos torna mais resistente ao fumo. Foi espalhado pelos Ingleses e Americanos em todo o século vinte para que a população mundial resistisse a um mundo super poluído devido ao petróleo e seus derivados que eles controlariam.

Resumindo, os maquiavélicos dos Americanos mataram milhões de pessoas por todo o mundo com o tabaco, apenas porque queriam controlar o mundo, controlando o petróleo. O mundo teria que resistir à poluição, criaram então grandes empresas tabaqueiras e disseminaram os cigarros.

O tabaco vai contra os ideias da Liberdade, Igualdade e Fraternidade porque mata mais pobres que ricos, mais miseráveis e desfavorecidos, mata mais gente no mundo em desenvolvimento do que no mundo ocidental.
Culpo eu então a maçonaria americana e por certo será julgada, não sei se pelos homens se pelo divino, pela morte de milhões de pessoas em todo o mundo, apenas porque queriam ter a hegemonia do planeta.

Para estes actos existe apenas um adjectivo, são uns assassinos em massa, o que os americanos provocaram no século vinte foi um genocídio generalizado.
Deixemos de fumar e deixemos de ser tão dependentes dos combustíveis fósseis.

Em nome da verdadeira Liberdade, devemos então lutar contra a hegemonia americana e contra o seu ideário maquiavélico.

O Império Maléfico


Observo o império maléfico
Ateu, libertário, horrendo
Geram no mundo tormento
Com o seu arsenal pérfido

Proclama o seu líder herético
que vê o pobre gemendo
que vê o fraco sofrendo
que morre de fome esquelético

Iraque, Síria, Irão
Nações a destruir
China, Coreia, Japão

Dos átomos vão usufruir
E da austera destra mão
Os povos vão sucumbir



Novo Mundo tão imundo
Pérfido, Ímpio, Fugaz
O Poder é o que te apraz
nesse recanto soturno

És um império Moribundo
Podre és, foste e serás
O Novo Império é quem jaz
no túmulo mais profundo

Os outros são te indiferentes
O Capital, a primazia
Pérfidos descrentes

Só evocas a alegria
Quando falas, apenas mentes
É parca a tua euforia

A hegemonia da cultura americana no festival Europeu da canção como sinal da deterioração da génese musical Europeia


Estive recentemente a observar o festival Europeu da canção de 2009 e fiquei deveras perplexo com a submissão da cultura musical europeia à cultura americana, quer na língua quer no estilo. Não tenho dados quanto ao número de canções cuja língua favorita foi o Inglês; não tenho dados pois estes são bastante difíceis de encontrar quer na rede, quer nos meios de comunicação social convencionais; mas posso asseverar empiricamente e se a estatística impressionista não me falha, que o idioma para a maioria das músicas representativas dos diversos países Europeus foi a que é falada na sede do novo mundo.

Isto é uma autentica subjugação cultural, é uma submissão aos padrões culturais americanos, é uma sujeição à hegemonia forçada da língua de Sua Majestade. Pergunto eu, meus caros, qual o dia em que ouviremos nos canais mediáticos americanos uma música cantada em Turco? Qual será o dia em que ouviremos no festival Europeu da canção o Reino Unido ser representado com uma canção cantada em Ucraniano ou em Arménio? Dir-me-ão que tal façanha é impensável e inexequível; e assim o é. Mas o inverso aconteceu no festival da canção de 2009.

Os países nórdicos como já é tradição escolheram todos o Inglês para se fazerem representar no maior espectáculo intercultural e musical da Europa. Não deveria afirmar intercultural, pois existe claramente uma padronização cultural da música pop cantada em Inglês neste afamado festival. Muitos países como a Turquia, a Bulgária, Israel, a Grécia, a Bielorrússia, a Hungria, a Lituânia, a Polónia, a Arménia, a Ucrânia e até a Alemanha escolheram o Inglês. Muitos dos que escolheram as suas próprias línguas nem sequer chegaram à final, como é o caso da Macedónia e da Letónia. Dir-me-ão que é uma forma mais apelativa de atrair votos do júri, mas é uma forma efémera, fugaz, pouco coerente com as suas géneses culturais, como forma de se afirmarem no espaço musical Europeu. No maior festival de música que a Europa produz observamos repetitivamente um sistema decrépito de rebaixamento cultural em relação à profusa doutrina musical americana.

Tentemos ir à génese da questão, tal facto que abordo acima, é um reflexo dos dias que vivemos. Encontramos uma disseminação em todos os meios de comunicação como a rádio e a televisão da língua e da cultura americana. O espaço radiofónico Europeu está repleto de música americana, as televisões europeias estão inundadas com filmes provenientes do novo mundo falados em Inglês, e esta onda de veneração aos súbditos do tio Sam, reflecte-se inevitavelmente no festival da canção. E pergunto eu, como é que um continente tão rico cultural e linguisticamente como é a Europa, como é que um continente com tradições musicais seculares, um continente único na sua heterogeneidade linguística, necessita de importar do novo mundo a música e a língua para um festival que se intitula Europeu da canção? Faz-me reflectir por que é que a Itália decidiu abandonar este festival. Talvez porque não se identificasse com o género de músicas que nele participam. Faça-se justiça com Portugal, Espanha e França que decidiram utilizar as suas línguas para se fazer representar.

E faço eu mais uma questão, porque é que o estilo musical mais utilizado é o pop? Não é o pop um estilo musical que nasceu nos Estados Unidos? Não é a Europa um continente tão rico musicalmente, com diversos estilos musicais tradicionais e regionais que certamente representariam bastante melhor cada nação? O fado é um exemplo. Mas já que não se canta utilizando cada estilo musical, deveria utilizar-se pelo menos a língua própria de cada nação. Reparemos como muitos dos vencedores do festival cantaram em Inglês, como a Suécia com os Abba, recentemente a Finlândia em 2006 com os Lordie e a Noruega em 2009. Mas já é tradição todos os países nórdicos utilizarem o Inglês para se fazerem representar.

Irradiemos a hegemonia do Inglês no festival Europeu da canção; deixemos esta língua apenas para os países que a utilizam como língua oficial, como o Reino Unido e a Irlanda, e façamos do festival Europeu da canção um verdadeiro espaço multicultural e verdadeiramente representativo das idiossincrasias regionais europeias tão pouco profusas no espaço comunicacional do nosso quotidiano.