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Por que o Ubuntu é muito melhor que o Windows


Apesar do Ubuntu/Linux ser totalmente gratuito, ser mais rápido,
mais seguro, mais fácil de manter e mais robusto, continua a ter,
paradoxalmente, uma quota de mercado muito reduzida.
Fonte: StatsCounter
Antes de mais, perdoar-me-á o leitor a eventual arrogância, mas tenho de neste texto, considerando a elevada (des)informação que existe hoje em dia na Internet, de, na trilogia retórica, apresentar algum ethos, e referir que sou engenheiro eletrotécnico e de computadores pela Universidade Técnica de Lisboa, tendo vários anos de experiência de Windows e Ubuntu na ótica, quer de programador, quer de utilizador. Relevo por conseguinte que as grandes, conceptuais e substanciais diferenças entre estes dois sistemas operativos, e os engenheiros sabem-nas bem avaliar, não estão na aparência nem na interface gráfica (GUI – Graphic User Interface), mas no núcleo do próprio sistema operativo e nos próprios modelos de negócio e de distribuição. Farei uma pequena análise comparativa onde tentarei não entrar em detalhes demasiado técnicos, com uma linguagem que apesar de simples, espero que não perca o rigor informativo. Ademais, faço a comparação apenas entre o Windows e o Ubuntu (sucessor de diversas versões de Linux), pois aplico estes conceitos apenas a sistemas operativos para computadores pessoais, quer portáteis (laptop), quer fixos de secretária (desktop).

O Ubuntu é totalmente grátis

Certo dia, curioso que estava por saber qual a distribuição destes dois sistemas operativos pelas grandes superfícies e as respetivas quotas de mercado, dirigi-me a duas grandes superfícies na área de Lisboa que vendem computadores portáteis ao grande público (Worten e Fnac). Perguntei aos funcionários se vendiam computadores com Ubuntu instalado e a resposta deixou-me surpreso. Em variados modelos de computadores pessoais, das mais variadas marcas e feitos, não tinham nenhum modelo onde o Ubuntu estivesse instalado de raiz, repito nenhum, zero. A resposta ingénua de um dos funcionários de uma dessas lojas foi referir-me que o Windows era “oferecido” aquando da compra do equipamento. Nada tenho contra o lucro, sou liberal (economicamente também), mas as empresas não oferecem nada a ninguém. Nenhuma empresa, com visão lucrativa que é o que define a atividade empresarial, oferece alguma coisa a alguém. As empresas têm o seu modelo de negócio, que implica sempre uma visão lucrativa e especulativa na maximização do lucro dentro do quadro legal. É portanto, se quisermos, um exercício de otimização matemática, na medida que se pretende maximizar uma variável dentro de certas restrições, e nessa otimização, a verdadeira gratuitidade é sempre indesejável e improcedente. Logo, nunca há gratuitidade empresarial. O que sucede é que o preço do Windows vem embutido no preço que o consumidor paga pela máquina, e por certo que o revendedor tem uma pareceria com a Microsoft para que assim o seja.

Portanto, quando eu digo que o Ubuntu é grátis, significa isso mesmo, grátis. Bem sei que para o brasileiro e português comuns, sejam conceitos raros e difíceis de apreender dada a prostituição semântica que a palavra “grátis” obteve, mas significa isso mesmo: grátis, custo zero e sem condicionantes; ou seja, não é grátis “à la facebook”, que além de nos encher a tela com publicidade, por certo vende a nossa informação pessoal. É isso mesmo: grátis e sem condicionantes! Não há publicidade, não há licenças limitadas, nem no domínio de utilização nem no tempo, e se comprar uma máquina com Ubuntu numa loja não estará lá qualquer custo embutido para o sistema operativo (poderá estar eventualmente na instalação por parte do técnico). Logo, não há versão pro, versão light nem versão ultimate. Totalmente grátis! E é-o porque foi um sistema operativo de raiz concebido quer por académicos quer por voluntários que não visavam o lucro. Obviamente que, sendo académicos ou técnicos altamente especializados, têm os seus rendimentos nas suas profissões remuneradas, mas os paradigmas de distribuição são totalmente opostos. Enquanto o Windows, propriedade da Microsoft, funciona num modelo de negócio unicamente lucrativo tendo a contribuição única de programadores remunerados para o efeito, o Ubuntu funciona num modelo de partilha grupal e comunitária de informação e de conhecimento, doada por académicos, funcionários qualificados que o faziam nos tempos livres ou simples contribuidores anónimos com conhecimentos técnicos. O Ubuntu além de gratuito, tem uma licença livre e aberta, ou seja, o seu código raiz é público e totalmente partilhável.

Warning-free HTML Hello World


This code gives a simple HTML Hello World page that is parsed fully corrected through any HTML validator, namely the official one, the W3 validator, and without any errors nor warnings. It is the smallest piece of HTML code that runs without any warnings nor errors. It is good for pedagogical reasons, as one can see what are the HTML elements that are always mandatory, and it is also good for test purposes.

 <!DOCTYPE html>
 <html>
   <head>
     <title>This is title</title>
   </head>
   <body>
     Hello world
   </body>
 </html>

O PayPal e a Amazon tornaram-se cambistas


Voltaire, em Cândido, diz-nos implicitamente, que existe uma espécie de parasitas da sociedade, a que se dá o nome de cambistas; pois Cândido, após voltar rico das suas viagens, fica pobre ao despender toda a sua fortuna acumulada em agiotas, judeus, usurários e cambistas. Poucas pessoas nos dias de hoje, no espaço da União Monetária que é o Euro, consideram as taxas implícitas que os cambistas aplicam, porque não têm que lidar com as mesmas. Mas é um negócio de milhões, que ademais permite mascarar o lucro, publicitando, como é comum, que a conversão é grátis e que não se aplicam quaisquer taxas. É comum, durante a aplicação de taxas de conversão entre várias moedas, observar que as casas de câmbio anunciam publicamente que não aplicam quaisquer taxas, e tal sempre me questionou desde criança. Como pode um negócio subsistir, se não se aplicam taxas e se os seus serviços são gratuitos?

Como o caro leitor bem saberá, o negócio do cambista não se baseia numa taxa fixa que aplica pela operação, mas na própria taxa de câmbio que aplica, que é sempre desfavorável para o cliente. Tornou-se desde há muito o negócio principal do PayPal. Têm havido várias queixas na Internet de lesados do PayPal, que fazendo negócios entre várias moedas, têm sido largamente lesados devido às taxas de câmbio aplicadas entre diferentes moedas, taxas essas altamente lesivas para o cliente. Dou-vos o exemplo da minha última compra. Adquiri um serviço anual de um servidor de Internet, e paguei cerca de 120 dólares americanos, que segundo o Google naquele momento, equivalia a 107 euros. Mas o PayPal cobrou-me 116 euros, mais 9 euros que o valor tradicional do câmbio. Ou seja, o intermediário, numa simples aquisição de um serviço, cobrou-me cerca de 8% de comissão apenas pelo facto de as moedas do prestador do serviço e do cliente, serem diferentes.

A Amazon agora também já entrou no mercado dos cambistas, e já é comum vender produtos na moeda do comprador, mesmo que o vendedor venda o produto noutra moeda. Aquilo que parece uma facilidade para o utilizador, na realidade é uma fraude, porque a taxa de câmbio aplicada é sempre desfavorável ao consumidor. Mas enquanto o negócio da Amazon vai muito para lá das meras questões financeiras, o PayPal faz disso o seu negócio, sob a capa de "tax free service". Assim, o meu conselho é para que faça sempre compras com cartão de crédito, na moeda do vendedor. Naturalmente que os bancos também aplicam taxas de câmbio que são lesivas para o cliente, mas são muito mais favoráveis que aquelas aplicadas pelo PayPal ou pela Amazon. 

E estes episódios, ademais, dão-me força para continuar a defender o projeto da Moeda Única, pois não imaginais a quantidade de gente que, sem produzir propriamente alguma coisa de tangível, faz milhões apenas neste tipo de transações entre diferentes divisas. O que também não deixa de ser um paradoxo, ser a esquerda político-partidária, quem mais ataca o Eurogrupo, tendo sido de facto o Euro, quem findou com o negócio dos cambistas dentro dos países da Moeda Única. Bem sei que a esquerda se opõe ao Euro por muitos outros motivos, mas pensai sempre, que com o Escudo, teríamos mais uma série de "parasitas capitalistas" para alimentar, sempre que quisésseis adquirir qualquer produto ou serviço fora de Portugal, num qualquer dos outros dezoito estados membros da União Europeia que adota a Moeda Única. Por este e outros motivos, hoje encerrei a minha conta do PayPal, e passarei a fazer compras na Internet apenas usando o cartão de crédito. No futuro, ou na Utopia de Thomas Moore, haverá apenas uma moeda mundial, e por conseguinte não será necessário suster cambistas. Mas será interessante observar como se conciliará a mesma moeda entre economias tão díspares como a Noruega ou a Etiópia.

A era da Demagogia digital


Na Grécia clássica, aquando da criação primordial da democracia e da fundação de muitos dos valores ocidentais, o sistema democrático era todavia substancialmente diferente do atual. A diferença mais relevante prende-se com o facto de hoje termos uma democracia representativa, sendo todavia muito mais universal do que a democracia grega. Essa democracia representativa foi de certa forma fundada pela república romana, tendo os ingleses posteriormente já no séc. XIII refundado a ideia de democracia representativa. Assim, havia já nos clássicos, dois tipos distintos de democracia, a democracia direta, levada a cabo pelos Gregos e a democracia representativa ou indireta, usada amiúde pela república romana, sendo a República, a par com a Monarquia e o Império, uma das três principais fases da civilização romana.

A grande diferença entre estes dois tipos de democracia prende-se com o facto de que na direta, os cidadãos decidiam diretamente nas decisões governativas da pólis, ou da cidade-estado, ou seja, pode-se dizer que os cidadãos gregos reunidos em assembleia eram de facto o órgão decisório para quase todas as políticas públicas levadas a cabo pelos órgãos executivos, não delegando tais tarefas decisórias a representantes. Em certa medida, pode-se afirmar, que os cidadãos na antiga Grécia, eram também o órgão executivo da cidade, na medida que tomavam parte de todas as decisões importantes da gestão da pólis, mesmo que não fossem os executantes diretos das mesmas. Naturalmente, para não se criarem entropias no processo legislativo e nos trabalhos das assembleias, a noção de cidadão era muito mais restrita do que hoje, e na prática apenas os homens livres, maiores de idade, não analfabetos e nascidos na pólis, poderiam participar nas assembleias. Todavia há registos de que as assembleias chegaram a ser compostas por cerca de 20 mil cidadãos, o que, presume-se, deveria degenerar numa certa entropia na execução dos trabalhos da dita assembleia, desde o mantimento do silêncio para que os oradores se pudessem pronunciar, até à contagem dos votos, visto que os votos eram naquele tempo, naturalmente, contados um a um.

Na democracia indireta, mais usada pela República de Roma e seguida por todos os modelos democráticos ocidentais, pelo contrário existia um senado, composto de senadores. Os senadores eram nomeados pelos cônsules, que por sua vez eram eleitos na denominada Assembleia das centúrias. A Assembleia das centúrias constituiu a primeira assembleia nacional do Reino de Roma, fase civilizacional ainda anterior à República, mas que se prolongou durante esta. Cada uma das classes nessa assembleia se dividia em várias centúrias, cujo número total na assembleia era de 193, sendo que a divisão era feita em função das contribuições fiscais de cada cidadão, agrupando-os em seis classes distintas, de acordo com os seus patrimónios. Eram considerados por norma cidadãos apenas os homens maiores que tivessem prestado serviço militar. Os que não possuíam bens eram colocados entre as classes inferiores. Esta assembleia elegia os altos magistrados romanos como os cônsules e os pretores, figuras congéneres aos contemporâneos governadores estaduais, juízes de tribunais superiores ou generais, ou seja os órgãos executivos, legislativos e militares. Estes altos magistrados, durante a República de Roma, nomeavam também os senadores, e quando estes magistrados deixavam de exercer funções, tinham por norma também lugar automático como senadores. Considerando que o senado era o órgão com mais poderes na administração da República de Roma, e que os senadores eram antigos altos magistrados ou nomeados por estes, sendo que os altos magistrados eram nomeados pelos cidadãos, pode-se assim de certa forma afirmar que a República de Roma foi a fundadora da Democracia indireta ou representativa.

Os dois sistemas têm naturalmente vantagens e desvantagens. A Democracia direta é mais democrática, mas exige mais presença e estudo por parte dos cidadãos. Na Democracia indireta votamos nas pessoas as quais partilhamos algumas ideias estruturantes, para depois nos representarem numa assembleia, num senado ou num órgão executivo. Naturalmente que esta taxonomia na divisão dos dois modelos não é cristalina podendo haver sistemas mistos. Mas o que queria enaltecer, é como é que surgiu a figura do demagogo. O demagogo (do Grego, líder das massas) surgiu exatamente na democracia direta grega, que pelo facto de ser direta e de possuir assembleias com milhares de cidadãos onde todos podiam exercer a sua voz, aumentou a entropia e o caos dos trabalhos da assembleia. Surge então alguém, que baseando o seu discurso não na dialética ou na razão, apela às massas fazendo uso do preconceito e da ignorância para daí tirar proveitos políticos. Pode-se em certa medida afirmar que Hilter foi um demagogo durante a República de Weimar, um período democrático na Alemanha entre as duas grandes guerras. De salientar que o demagogo surgiu num regime democrático e não num regime tirânico, exatamente por haver democracia participativa, pois numa tirania o líder pode usar meios mais agressivos e despóticos para tomar diversas medidas sem consultar os cidadãos. O demagogo surge exatamente porque o líder precisa do apoio direto dos cidadãos eleitores, sem os quais não pode levar a cabo as ações que considera importantes.

E é exatamente no meu entender, o que temos presenciado nas democracias modernas e no mundo cibernético das redes sociais e da Internet. Indiscutivelmente a Internet e as suas plataformas das redes sociais, são meios democráticos, na medida que todos podem participar e fazer ouvir a sua voz. Mas como em muitas plataformas não se faz qualquer tipo de restrição no acesso, na moderação do discurso, no número mínimo de caracteres ou até em considerações tão simples como uma correta ortografia e uso da língua, o caos e a entropia nas relações entre os diversos intervenientes tende a aumentar. As pessoas partilham cada vez mais emoções e cada vez menos ideias. E é neste contexto entrópico entre os diversos intervenientes desse espaço democrático que é a Internet, carregada de intervenções curtas, não fundamentadas, muitas vezes irascíveis, e não ponderadas, que surge a figura do demagogo digital, aquele, que tal como na Grécia antiga nas assembleias de milhares de cidadãos, faz uso do preconceito e da ignorância, para que possa obter o maior número de "gostos" ou de "polegares para cima"! 

A Internet levou a democracia ao extremo, alargou-a a toda a população, mas acentuou os perigos inerentes desse alargamento, alavancando os instintos imponderados das massas. Falta então também na Internet outras plataformas mais ponderadas, mais racionais e mesmo mais elitistas, que incentivem os intervenientes a tomar posições mais estruturadas e acima de tudo, que usem o pensamento, a Análise e o Racionalismo crítico, não se limitando a alinhar nos rasgos ideológicos da vox populis. E nessas plataformas são necessários os meios e ferramentas cibernéticas para que sejam essas as intervenções valoradas e não as curtas e demagogas. Nesse dia, teremos certamente uma democracia não só universal mas muito mais rica e madura.

How to put your camera online in the Internet


There are four main steps you should take to put your camera online, whether it points to your baby, your pet, your garden or the street where you live. 



First I recommend you to buy an IP camera, preferably wireless 

You might do it with a common web camera, but you’ll need a server running on your machine, so the camera won’t work if you turn off your computer. So I strongly suggest an IP camera, because it has its own CPU running, receiving and sending image data packets. I used an Axis 207W but it is now discontinued. If you don’t need audio you may use for example an Axis M1011-W. Reliable and not expensive, it worth the price!

If you buy it wireless, you’ll need to configure it first connected with the ethernet cable. Go to your camera wireless configuration, choose one unused fixed IP on your LAN (192.168.1.33 for example), insert the router local IP and subnet mask, the SSID and password of your wireless network, and the camera shall be working with wireless mode. 

Como eliminar a publicidade na Internet!


Odeio publicidade!

A publicidade dá o trono a quem tem dinheiro e não a quem tem mérito! Não tenho TV, que é o maior emissor e difusor de publicidade, ou seja, não aceito que me deem "entretenimento" a troco de lavagem cerebral, para comprar o que não preciso. A única publicidade que não consigo evitar é da rua, das paragens de autocarro e dos outdoors, e mesmo essa juro-vos que muitas vezes desvio a cara para o lado para não as ver.

Assim, sendo eu um amante da Internet, passei muito tempo a investigar em como eliminar de vez a publicidade nos diversos navegadores. A solução é simples:

  • Firefox - Instale o AdBlock Plus. É uma ferramenta fantástica e já vem com um filtro padrão que remove a grande maioria dos anúncios. Todavia pode personalizar caso a caso e pode nas páginas que definir, desativá-lo! Instale depois o Ajudador para a Remoção de Anúncios. Fantástico, prima depois CTRL+SHIFT+F3 e é só clicar sobre o anúncio, ver se o resultado final ficou bem, e fazer OK! Ferramenta fantástica, pois elimina imagens fixas, animadas e anúncios de texto, e mesmo alguns vídeos. Se todavia quiser eliminar ainda publicidade em Flash, instale o Flashblock!

    A título de exemplo vejam num caso extremo como eu tenho o sítio da Priberam, um dicionário da língua portuguesa. O Priberam, há muito que tinha convertido os verbetes da língua portuguesa numa coisa suja, porca, conspurcada e maculada com os ideais escatológicos do consumismo e do capital. Disse-o diretamente aos responsáveis do Priberam aqui. Vejam como tenho agora o Priberam! Limitemo-nos ao verbete!

Sítio da Priberam antes e depois! Removi apenas os itens que quis!

  • Chrome - O processo é semelhante, instale o Adblock Plus, e depois instale o Ajudador para a Remoção de Anúncios. Fantástico, prima depois CTRL+SHIFT+F3 e voilá!

  • Internet Explorer - Para o Internet Explorer (IE), ainda não existe uma versão do AdBlock Plus, mas pode sempre instalar o Simple AdBlock. O facto de a Microsoft ter o código do IE fechado e protegido por patente e direitos de autor, não permite que toda uma comunidade desenvolva de forma dinâmica aplicativos e extras para este navegador, como acontece por exemplo com os extras do Firefox!

Qualquer dúvida ou sugestão deixe comentário

Portuguese spellchecker used by Google SUCKS



Google Drive, Doc
Correctly spelled word: Probabilidade
I just want to say everyone that the Portuguese spellchecker used by Google is really BAD. It is annoying, it is awful, it is incompetent, and please Google guys, simply deactivate it, because I cannot write a normal text, without being so confused! We never know if the word really exists or not, we never know if one very common and simple word is correct or not, because Google spellchecker constantly underlines in RED, words which are COORECTLY spelled. 

The Portuguese language has been through a language orthographic agreement for decades and Google, always on the top of the technological wave, hasn’t made any update into its Portuguese dictionary! The same sh*t happens on Gmail when we’re trying to check the email text. And doesn’t matter if it is Brazilian Portuguese, or European Portuguese, before or after the language agreement, because the Google Portuguese spellchecker really sucks. 

I’m afraid I have to say it Google developers, I’m a big fan of you, and I largely use your applications and services, but this is a HUGE disrespect with the 7th most spoken language in the world! Why don’t you get words from the Portuguese wikitonary? It’s free!

Caixa Directa Online mudou para pior (mais publicidade)


Eu enquanto cliente da Caixa Geral de Depósitos, sou ferveroso adepto dos seus serviços em-linha (a que a plebe aduladora da cultura estrangeira e a própria empresa denomina por online). Todos os serviços em-linha dos bancos e das grandes empresas têm uma série de benefícios, entre os quais a poupança de papel o que significa menos umas árvores abatidas nas florestas. Claro que este é o factor que menos interessa às grandes empresas e aos grandes bancos, pois com as faturas eletrónicas e com os serviços em-linha que os bancos providenciam, poupam em correio, em material (papel, impressões, envelopes) e poupam em recursos humanos. No entanto o princípio que evocam para nos sensibilizar como clientes é sempre o factor ambiental e da comodidade.

Confesso que o princípio dos serviços em-linha não me desagrada de todo, até porque a disseminação do mundo eletrónico e a banalização do correio-e (a que a plebe denomina por email) torna estes métodos muito mais cómodos e rápidos. Aderi e todos eles, nos meus fornecedores de serviços (água, gás, eletricidade, inter-rede) e também no banco.

O que eu já não posso tolerar de todo, mas não tolero mesmo, é que além de ter facilidado a vida à empresa com a adesão aos serviços em-linha, estas empresas continuam muitas vezes a bombardear-nos com publicidade não desejada, quer no navegador, quer na caixa de correio-e. Eu optei, por questões filosóficas e pessoais, por não ter televisão, pois consumo muito menos publicidade, e fico muito menos propenso ou impelido a comprar futilidades de que não preciso e nem quero; mas tal não quer dizer que seja um indigente, um analfabeto ou alguém completamente alheado do mundo que me rodeia. Leio jornais, vejo as notícias pela inter-rede, e por aí. O que mais repudio é a publicidade, pois a publicidade dá o altar e o pódio a quem tem dinheiro, e não a quem tem o mérito.

A CGD (Caixa Geral de Depósitos) recentemente alterou o seu acesso aos seus serviços em-linha, que até então estavam desprovidos de publicidade, sendo que o utilizador era diretamente reencaminhado para a página de acesso. A partir de agora, para acedermos à Caixa Directa online somos reencaminhados para o sítio principal www.cgd.pt onde temos que mamar, passo o plebeísmo, com a nefasta publicidade do banco e dos seus respetivos produtos (PAP e diversos produtos com atores engravatados dos quais não sei o nome)

Assim sendo, enquanto cliente, manifestei o meu total repúdio aos serviços do banco, missiva que coloco de seguida.

______________


Exmo. Senhores

Venho por este meio manifestar o meu total repúdio pela nova (desde há algum tempo) forma inicial com que a Caixa Directa on-line se apresenta ao cliente.

Nós, enquanto clientes, e por comodidade, facilitamo-vos a vida a vós e melhoramos os resultados do banco, ao aderirmos aos serviços online.

Gostaria que a CGD mantivesse um sinal de reciprocidade. 

Desagrada-me bastante, a publicidade inicial do sítio www.cgd.pt. 
Rogo-vos que não me obriguem, enquanto vosso cliente, a consumir a vossa publicidade quando acedo ao serviço Caixa Directa on-line

Deem-me por favor um URL direto para a Caixa Directa online, sem passar pela publicidade do sítio www.cgd.pt

Muito obrigado e melhores cumprimentos

João Pimentel Ferreira

Domínios .PT dos mais caros da UE


Os preços dos domínios .pt, estabelecidos pela entidade reguladora competente a FCCN; são dos mais caros de toda a União Europeia, sendo que são os sextos mais caros da Zona Euro e aparecem na posição 12.º nos mais caros da UE. Um domínio .pt é cerca de quatro vezes mais caro que um domínio .com, .net ou .org, sendo no entanto regulados ao contrários destes últimos.

Todos estes dados foram retirados do sítio 101domain.com
País Código

Preço
(USD)

Preço
(Euros)
Croácia .HR 169 129.43
Islândia .IS 138 105.69
Irlanda .IE 116 88.84
Macedónia .MK 99 75.82
Bulgária .BG 97 74.29
Eslováquia .SK 73 55.91
Eslovénia .SI 66 50.55
Dinamarca .DK 56 42.89
Estónia .EE 49 37.53
República Checa .CZ 48 36.76
Lituânia .LT 47 36.00
Portugal .PT 47 36.00
Luxemburgo .LU 46 35.23
Finlândia .FI 45 34.46
Letônia .LV 45 34.46
Roménia .RO 39.95 30.60
França .FR 39 29.87
Suécia .SE 38.5 29.49
Áustria .AT 34 26.04
Polónia .PL 33 25.27
Espanha .ES 24.95 19.11
Grécia .GR 24.4 18.69
Itália .IT 19.95 15.28
Hungria .HU 16.5 12.64
Alemanha .DE
14.95
11.45
Bélgica .BE 14.95 11.45
Países Baixos .NL 14.95 11.45
União Europeia .EU 14.95 11.45
.com .COM 10.95 8.39
.org .ORG 10.61 8.13
.net .NET 10.45 8.00
Reino Unido .CO.UK 6.5 4.98



Preço dos domínios de topo nos países da UE

Se pensarmos ainda que a língua portuguesa, ao contrário da língua inglesa, é acentuada, e se alguém que se chame por exemplo João Assunção, poderá ter de proteger uma série de variantes acentuadas do nome como joaoassuncao.pt,  joãoassuncão.pt ou ainda joaoassunçao.pt  entre as oito combinações possíveis, apercebemo-nos que o sistema de domínios .pt torna-se extremamente oneroso para pequenos empresários ou empresários em nome individual, sendo que estes na maioria dos casos infelizmente optam por usar os .com ou os .net

De referir no entanto que os domínios .pt são regulados, ou seja, para se poder obter um domínio .pt ou se é empresário em nome individual, ou se tem uma marca registada ou é-se detentor de uma empresa com esse nome. Já os .com, .org e .net estão completamente liberalizados, e basta estarem disponíveis para se poderem registar por qualquer indívíduo de qualquer nacionalidade. No entanto não considero que essa regulação justifique que os domínios .pt sejam cerca de quatro vezes mais caros que por exemplo um .com

Programa para o Cálculo de Dias Úteis (Grátis)


Programa para o cálculo 
de dias úteis para Portugal 

DESCARREGAR AQUI

Sem quaisquer vírus, troianos, spyware, malware, ou outros quaisquer termos de origem anglo-saxónica que danificam o computador ou importunam o utilizador. Completamente LIVRE de utilização. Para Windows. Completamente gratuito!
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NOTA PARA 2012 e doravante:

Considerando que o governo eliminou o Carnaval em 2012 e alguns feriados em 2013 e doravante, o programa ainda não os considera como dias úteis. Assim se o intervalo de datas que colocar no programa incluir o carnaval de 2012 (21 de Fevereiro (3ª feira)) ou os feriados eliminados em 2013 e doravante (Dia do Corpo de Deus; Dia de Todos os Santos - 1 de novembro; Implantação da República - 5 de outubro; Restauração da Independência - 1 de Dezembro) :
terá de somar um dia útil, por cada dia destes dias que calhe num dia útil, e que estiver dentro do intervalo de datas que colocar como entrada no programa.
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Programa informático para calcular o número de dias úteis entre duas datas para qualquer cidade de Portugal. Sabia por exemplo que o dia da Páscoa é calculado tendo em consideração o equinócio da Primavera e um dia de lua cheia, ou seja, o dia da Páscoa no calendário Gregoriano (usado em Portugal) é o primeiro Domingo depois da primeira lua cheia depois do equinócio da Primavera. O Carnaval e a quinta-feira de corpo de Deus são calculados em função da Páscoa, sendo estes os três feriados móveis em Portugal. Também é sabido que cada município tem o seu feriado específico num certo dia do ano. Temos também todos os outros feriados fixos generalizados para Portugal. Os últimos feriados que foram acrescentado ao calendário presente foram o dia 25 de Abril e o 1º de Maio. Consideram-se dias úteis os dias de segunda a sexta-feira excluindo os feriados. O programa considera todos estes factores para calcular para qualquer cidade Portuguesa o número de dias úteis entre quaisquer duas datas do calendário. O resultado é inclusivo nas datas final e inicial, ou seja, entre dia 1 e dia 2 de um dado mês, se ambos forem dias úteis, o resultado será dois dias úteis de diferença. Programa desenvolvido para o Windows.
___________

A Páscoa e os feriados móveis: Sabia que o Carnaval, a Sexta-feira santa e a Quinta-feira corpo de Deus, são feriados móveis durante a semana que são calculados em função da Páscoa.

A Sexta-feira santa é feriado, e é sempre na sexta-feira imediatamente antes do Domingo de Páscoa
O Carnaval é sempre 47 dias antes da Páscoa

O Corpo de Deus é sempre 60 dias depois da Páscoa
São estes três feriados que são calculados sempre através do dia da Páscoa.

Calcular o dia da Páscoa envolve um algoritmo extremamente complicado, baseado em astronomia, criado inicialmente no sec. XVIII pelo matemático alemão Carlos Frederico Gauss.

Simplificando:
O dia da Páscoa, é o primeiro Domingo, depois da primeira lua cheia da Primavera.
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O programa foi intensamente testado e funciona! É completamente gratuito e de livre circulação e cópia

DESCARREGAR AQUI

Desenvolvido por www.joaopimentel.pt
Bom proveito!