Esfaqueio e estripo, por paixão
Amo as dóceis ninfas, por loucura
Bato-me contra os homens por bravura
Exacerbo o mito, da sensação
Será a libido ou o coração
O néctar para a divina cura?
Que efemina a alma mais dura
Amo quem me ama de antemão
Bato-me fortemente, contra a razão
De uns déspotas execráveis
Enfrento o clérigo e o mação
Endinheirados miseráveis
Sou a ínfima divinal porção
A salvação dos subordináveis.
O Reino divino do amor sedento
Publicada por João Pimentel Ferreira

Preciso de ti, como o mamífero da mama
como o carnívoro precisa da carne,
És o astro fogoso que arde
No leito comum, na divina cama
És o fogo nu que arde com chama
Sou o réptil, o insecto, a ave
Que te toca, que suga o teu néctar suave
És a flora, sou a fauna, que o Criador ama
Careço-te, como o peixe das águas
Como o salmão, do topo das rias
Necessito-te, para abolir as mágoas
Dos tempos vividos, por terras frias
És a terna ternura, as ardentes fráguas
Em Vénus e Afrodite é que tu te revias.
Soneto tecido à mão num café urbano pelo parque das nações cujo nome traduzido para a língua camoniana significa "Eu e tu"
Dedicado à doce Nádia
Soneto à Gomorra lisbonesa
Publicada por João Pimentel Ferreira

Por aqui passam putas, e passam chulos
Passam paneleiros endinheirados
Vagueiam velhos ricos depravados
Por aqui os cornos mansos, ficam fulos
Castos, celibatários, ficam impuros
Carochos, paneleiras e drogados
A luxuria e o despudor são aclamados
Da moral, quebram-se todos os muros
A felação, é o prato de cada dia
O Intendente, bradaria aos céus
pois aqui pratica-se a sodomia
No purgatório serão todos réus
Este é o bairro da heresia
onde se erguem todos os véus
Toda a verdade sobre o Tabaco
Publicada por João Pimentel Ferreira
Sempre me questionei sobre a verdadeira origem do tabaco. Bem sei que o nome deriva do Espanhol e que era fumado em cachimbos pelos índios nativos americanos. O seu uso enquanto cigarro foi proliferado no século vinte essencialmente durante a primeira guerra mundial. Houveram diversas plantações de tabaco na América do Norte até terem sido muitas em grande parte substituídas pelo algodão. O tabaco era consumido por índios americanos e em doses elevadas teria efeitos alucinogénios, era administrado para fins medicinais e segundo se consta era prescrito por magos índios ou por curandeiros. O poder do tabaco era conhecido nas sociedades tribais norte-americanas. Os Espanhóis trouxeram a planta para a Europa. Um embaixador Francês sediado em Portugal terá receitado à corte de Catarina de Médicis a planta do tabaco como forma de curar as suas enxaquecas. O nome do embaixador era Jean Nicot e o seu apelido deu origem ao termo Nicotina que se encontra na planta do tabaco.
Poderia aqui tecer uma serie de argumentos históricos para tentar descobrir como s
urgiu o tabaco, e tal não seria difícil, uma planta denominada tabaco que é processada, tostada, que lhe é adicionada uma serie de componentes químicos e cuja mescla é enrolada em torno de uma mortalha formando um simples cigarro. A questão preponderante que é interessante averiguar é saber como é que o tabaco foi proliferado e difundido pelo mundo inteiro tornando-se no século vinte uma prática de afirmação social, de emancipação para as mulheres e de virilidade para os homens.
Quem proliferou o tabaco? Quem disseminou o uso do tabaco? A resposta é deveras simples: Os Ingleses inicialmente e os Americanos posteriormente.
Tentarei aqui estabelecer os simbolismos associados ao tabaco e para tal evocarei não só as questões médicas tão amplamente difundidas e as patologias do foro oncológico que o tabaco degenera, mas evocarei também as questões do foro da psicologia, dos sinais para o subconsciente que o cigarro provoca, das sensações quase erógenas que obtemos quando inalamos o fumo do tabaco, do luxuriante e perverso que é observar uma mulher a fumar e das mazelas a nível mundial que o tabaco provoca.
Começarei pelas questões que creio que todo o mundo conhece. O tabaco é altamente cancerígeno, o seu consumo
enquanto cigarro durante muitos anos provoca graves patologias do foro oncológico, como cancro do pulmão, língua, laringe, garganta, lábios ou qualquer órgão associado ao sistema respiratório. Num estágio final da doença o paciente deixa de conseguir falar, tem uma morte dolorosa, não consegue respirar, em muitos casos morre de asfixia, como se lhe tapassem a boca ou morresse afogado, em casos menos severos são retirados membros que nos permitem falar e os pacientes ficam afónicos. Na realidade o tabaco não oferece virilidade mas retira-a dificultando o fluxo sanguíneo no pénis e em muitos casos provoca impotência irreversível. Em grávidas é altamente prejudicial ao bebé e pode provocar severidades para a sua vida futura.
Mas falaremos como o tabaco se tornou tão apelativo para os seres humanos. Para abordarmos este tópico teremos de nos aperceber do método de fumar, e da forma e cores que o cigarro tem. O cigarro na realidade é apenas um pequeno falo, um pequeno pénis se quiserem, em que o fumador se revê nas suas frustrações de infância enquanto bebé q
ue mama no seio da mãe, num bebé que bebe o suco, o leite maternal, e para receber essa dádiva materna tem que esforçar os pulmões e a boca para inalar. Tais sensações estão bem explícitas em qualquer manual de psicologia quando referem a fase oral de uma criança. Ora em adultos temos a necessidade quase libidinosa, ou direi sensual, em mamar, é algo que reprimimos enquanto seres racionais dadas as nossas educações morais. Mas a necessidade que o individuo tem em chupar, ou mamar, está presente em todos os adultos. Tal não deve ser encarado do ponto de vista pornográfico. É uma necessidade latente que guardamos dos momentos afectuosos em que, como mamíferos, mamávamos no seio das nossas progenitoras. Todo o adulto tem uma necessidade latente de chupar, tal vai de encontro aos seus desejos infantis que são reprimidos pela doutrina social.
Então como chupa o adulto? O adulto, que se rege por uma doutrina social altamente restritiva, tenta encontrar outras formas de musculação dos lábios. O homem heterossexual muitas vezes sacia esta ânsia no peito da sua companheira durante os actos amorosos mais íntimos, a mulher e o homem homossexual saciam estes desejos intimamente nos falos dos seus companheiros. Os casais de namorados saciam-no mutuamente ao beijarem-se acaloradamente. Num bebé que já não mama no peito da mãe mas que ainda não é regido por uma doutrina social forte, pode-se constatar que o mesmo beija e coloca na boca diversos objectos fálicos. Quando se tornar adulto, colocará na boca e nos lábios aquilo que a sociedade o permitir, ou então algo mais se tal for feito em privado. É que a zona dos lábios é composta por diversas terminações nervosas, o que nos proporciona prazer quando colocamos algo suave nessa região. Quando chupamos algo, encontramos as ternas sensações de infância.
Ora o cigarro mexe com todos estes factores. A nicotina enquanto substância alcalóide que se encontra no tabaco, poderia ser absorvida pelo organismo por outros meios, mas
não traz aquela luxúria latente que é chupar e inalar. Reparem como a ponta dos cigarros onde colocamos os lábios é alaranjada, aumentando assim a luxúria latente, pois o laranja é uma cor forte e emotiva, assemelhando-se à cor da pele na zona do peito feminino e da zona do pénis no homem. Os Ingleses e os Americanos ao proliferarem o tabaco encontraram uma forma mortífera e letal a nível mundial de os adultos poderem saciar de forma autorizada pela doutrina social, os sues ímpetos e as suas ânsias infantis, de foro quase primário ou primordial.
Imagino-me eu, enquanto fumador que era, a chupar, a inalar, a saciar os meus desígnios de infância, enquanto mamava no seio afectuosos da minha progenitora. Chupava, e bebia o suco que do seio jorrava. Eu, enquanto ser heterossexual que sou, na altura sem companheira para poder partilhar os momentos de prazer encontrei no cigarro a funesta sensação afectiva do seio maternal.
Vimos então que o cigarro é poderoso do ponto de vista luxuriante, sensual, primário e afectivo. É semelhante a um pequeno falo, tem a ponta alaranjada que é a cor da pele e é uma cor emotiva, e para fumarmos e inalar o fumo exercitamos os lábios, a língua, as bochechas e a boca em geral, assemelhando-se ao acto terno infantil de mamar. Como o cigarro até há poucos anos era aceite socialmente, e até era visto como um sinal de estatuto social, é natural que a sua proliferação fosse tão abrangente.
Não falaremos agora das sensações erógenas no acto de fumar, falaremos daquilo que quase todos já sa
bem, que é o facto de o tabaco ter nicotina e esta ser extremamente viciante provocando uma habituação forte. O tabaco contém ainda cerca de seiscentas substâncias químicas altamente cancerígenas e que provocam diversas doenças graves para a saúde.
A nível mundial o tabaco provoca cerca de cinco milhões de mortes por ano, tendo no século vinte provocado cerca de cem milhões de mortes. Simplificando, é como se o tabaco exterminasse uma população de Portugal na totalidade em dois anos. O tabaco matou mais no século vinte que as duas grandes guerras em conjunto.
É que o tabaco enquanto
cigarro é altamente letal e tem aquelas características que o tornam tão apelativo e viciante. Sacia os nossos instintos primários ao pudermos chupar algo socialmente aceite, a arte tornou-o um acto de referência, e tem nicotina que o torna extremamente viciante. Os produtos químicos que tem, juntamente com a nicotina, tornam-no altamente prejudicial para a saúde.
Mas já falei dos atractivos do tabaco e do cigarro em particular, o que o tornaram tão apelativo e do mortífero que o tabaco se tornou matando mais gente que as duas guerras mundiais juntas. Mas porquê proliferá-lo? Porquê comercializá-lo tão amplamente como fizeram os Britânicos e os Americanos? A resposta é simples e para tal temos de evocar um pouco da doutrina política internacional que os Ingleses e os Americanos tinham no final das duas grandes guerras no que refere ao petróleo, e temos que conhecer um pouco da teoria evolutiva de Darwin e como o cancro se pode formar.
Ora vejamos, no princípio do século vinte a indústria automóvel estava a crescer, o pioneiro americano que tem o nome numa marca de automóveis começou a produzir carros em série. Os carros necessitavam de gasolina para se mover.
Os Ingleses tinham o seu grande império em recessão mas apostavam também na industria automóvel. Aliás, todo o mundo ocidental os seguiu com a proliferação do automóvel, no princípio do século. Mas o automóvel não é a chave aqui, nem o busílis da questão. É-o sim, o motor de explosão interna que é usado no automóvel. O principio da explosão interna permaneceu inalterável desde há cem anos aquando da disseminação do carro com motor de combustão interna. O princípio é simples, é injectado na câmara do motor ar e gasolina, as velas accionam uma faísca, dá-se a explosão e essa energia faz movimentar uns pistões que geram momento inercial num veio ligado às rodas do veículo. Este é o princípio que se mantém desde há cem anos. A questão fundamental aqui é que o motor necessita de um combustível fóssil ou seu derivado, neste caso a gasolina.
Os Americanos estão no início do século a proliferar o automóvel, mas também estavam e sabiam-no que tal seria necessário para fornecer loco
moção a todos esses veículos, também estavam a apostar grandemente na indústria da prospecção e exploração de petróleo. O petróleo foi a grande aposta dos Americanos e dos Ingleses ao longo do século vinte, o seu domínio a nível mundial, a sua comercialização e a sua proliferação. Os Americanos exploraram em grande parte esse recurso no Texas, no Alasca, depois voltaram-se para o Médio Oriente e para África. Exploram ainda hoje grandes recursos em África, como Angola ou Nigéria, e no Médio Oriente na Arábia Saudita. Aliás, foi devido ao petróleo que se envolveram na primeira guerra do golfo. O petróleo é então o seu ouro negro. Se o mundo inteiro, se o planeta está espalhado com automóveis, estes necessitam de gasolina que é feita através do petróleo. Se os Americanos e os Ingleses dominam o circuito da prospecção, transporte, refinação e distribuição do petróleo e sues derivados, têm um bem público de que todos necessitam enquanto sociedades industrializadas. O domínio do petróleo é a grande questão. Se o dominarem dominam todos porque todos necessitam do petróleo pois este é o motor da economia nos países industrializados.
O automóvel domina as vias de todo o mundo, tráfego, caos nas urbes de todo o mundo, faz-se pouco pelo
transporte colectivo, nos países em desenvolvimento como os da América do Sul, Ásia e África, é o caos constante nas vias públicas devido ao excesso de carros. Os Americanos e os Ingleses souberam espalhar os carros por todo o mundo e incentivar a sua utilização, pois estes dominavam o comércio do produto que os movia: o Petróleo. Incutiram na cultura, como nos filmes o uso dos grandes homens que andam de carro e que fazem as maiores peripécias com carros, publicitaram os seus carros, e na segunda metade do século vinte os seus motores tinham consumos enormes, pois interessava grandes consumos, para incentivar a economia associada ao petróleo. Os Europeus seguiram-nos e mais tarde os países em desenvolvimento, como os da América do Sul, os Africanos e os Asiáticos.
Já falei sobre o tabaco e como este é altamente viciante. Falei agora sobre o domínio do petróleo e a disseminação do automóvel que consome um seu derivado. O que têm em comum?
Para tal teremos de falar sobre a teoria evolutiva de Darwin ou falar simplesmente da teoria da evolução das espécies ou um pouco de antropologia. Segundo estas teorias amplamente aceites nos dias de hoje, as estirpes, as etnias, as raças, ou direi simplesmente as subespécies são criadas através de uma espécie em comum anterior, e a sua característica única forma-se devido a condições ambientais, da envolvente, de hábitos
regularizados e tornados prática comum. Diz-se por exemplo que o antepassado do homem começou a erguer-se quando na savana africana necessitava de se erguer para olhar mais além, ou que se erguia para apanhar frutos de árvores, e que tal provocou uma alteração na zona posterior do cérebro aumentando o volume craniano, e assim por certo a inteligência. Darwin formulou a sua teoria nas ilhas Galápagos ao observar que certas espécies se tinham desviado de um antepassado comum, porque tinham mudado de ilha e este novo ambiente provocou alterações na fisionomia da espécie. Ou seja, as espécies adaptam-se às circunstâncias que as envolvem. Uma cientista formulou em tempos uma teoria que se por exemplo se colocasse uma tribo centro-africana num aldeia rural da
Noruega isolada do mundo, em poucas centenas de anos, os descendentes dessa tribo ficariam, se sobrevivessem, todos brancos. Porque a cor da pele está relacionada com a produção de vitaminas que obtemos dos raios solares ao serem absorvidos pela pele. Não podemos produzir nem de mais, nem de menos, por isso a cor da pele é uma adaptação ao meio que nos envolve. Tudo para provar que quando alteramos as nossas condições envolventes, se sobrevivermos, alteramo-nos a nós também para nos adaptarmos. A questão evolutiva é tudo uma questão de adaptação.
Significa, que se a população a nível mundial inalasse tabaco em excesso e esse consumo fosse generalizado, numa dezenas de gerações tínhamos indivíduos muito mais propensos a resistir ao tabaco e à poluição do ar provocada pelos escapes dos carros. O cancro acontece apenas naqueles que não se adaptam, os fracos perecem, os fortes resistem e transmitem essa resistência às gerações vindouras. O cancro sucede nos indivíduos que não se adaptaram ao fumo, à poluição do ar. Porque também a poluição do ar pode provocar cancro do pulmão. Os mais fracos morreram devido a cancros, enquanto aqueles que fumarão durante anos vão criar nos seus genes, nas suas células mutações que lhes permitirão resistir melhor à poluição. Porque quando fumamos limitamo-nos a inalar poluição atmosférica.
Resumindo e simplificando.
Poderia aqui tecer uma serie de argumentos históricos para tentar descobrir como s
urgiu o tabaco, e tal não seria difícil, uma planta denominada tabaco que é processada, tostada, que lhe é adicionada uma serie de componentes químicos e cuja mescla é enrolada em torno de uma mortalha formando um simples cigarro. A questão preponderante que é interessante averiguar é saber como é que o tabaco foi proliferado e difundido pelo mundo inteiro tornando-se no século vinte uma prática de afirmação social, de emancipação para as mulheres e de virilidade para os homens.Quem proliferou o tabaco? Quem disseminou o uso do tabaco? A resposta é deveras simples: Os Ingleses inicialmente e os Americanos posteriormente.
Tentarei aqui estabelecer os simbolismos associados ao tabaco e para tal evocarei não só as questões médicas tão amplamente difundidas e as patologias do foro oncológico que o tabaco degenera, mas evocarei também as questões do foro da psicologia, dos sinais para o subconsciente que o cigarro provoca, das sensações quase erógenas que obtemos quando inalamos o fumo do tabaco, do luxuriante e perverso que é observar uma mulher a fumar e das mazelas a nível mundial que o tabaco provoca.
Começarei pelas questões que creio que todo o mundo conhece. O tabaco é altamente cancerígeno, o seu consumo
enquanto cigarro durante muitos anos provoca graves patologias do foro oncológico, como cancro do pulmão, língua, laringe, garganta, lábios ou qualquer órgão associado ao sistema respiratório. Num estágio final da doença o paciente deixa de conseguir falar, tem uma morte dolorosa, não consegue respirar, em muitos casos morre de asfixia, como se lhe tapassem a boca ou morresse afogado, em casos menos severos são retirados membros que nos permitem falar e os pacientes ficam afónicos. Na realidade o tabaco não oferece virilidade mas retira-a dificultando o fluxo sanguíneo no pénis e em muitos casos provoca impotência irreversível. Em grávidas é altamente prejudicial ao bebé e pode provocar severidades para a sua vida futura.Mas falaremos como o tabaco se tornou tão apelativo para os seres humanos. Para abordarmos este tópico teremos de nos aperceber do método de fumar, e da forma e cores que o cigarro tem. O cigarro na realidade é apenas um pequeno falo, um pequeno pénis se quiserem, em que o fumador se revê nas suas frustrações de infância enquanto bebé q
ue mama no seio da mãe, num bebé que bebe o suco, o leite maternal, e para receber essa dádiva materna tem que esforçar os pulmões e a boca para inalar. Tais sensações estão bem explícitas em qualquer manual de psicologia quando referem a fase oral de uma criança. Ora em adultos temos a necessidade quase libidinosa, ou direi sensual, em mamar, é algo que reprimimos enquanto seres racionais dadas as nossas educações morais. Mas a necessidade que o individuo tem em chupar, ou mamar, está presente em todos os adultos. Tal não deve ser encarado do ponto de vista pornográfico. É uma necessidade latente que guardamos dos momentos afectuosos em que, como mamíferos, mamávamos no seio das nossas progenitoras. Todo o adulto tem uma necessidade latente de chupar, tal vai de encontro aos seus desejos infantis que são reprimidos pela doutrina social.Então como chupa o adulto? O adulto, que se rege por uma doutrina social altamente restritiva, tenta encontrar outras formas de musculação dos lábios. O homem heterossexual muitas vezes sacia esta ânsia no peito da sua companheira durante os actos amorosos mais íntimos, a mulher e o homem homossexual saciam estes desejos intimamente nos falos dos seus companheiros. Os casais de namorados saciam-no mutuamente ao beijarem-se acaloradamente. Num bebé que já não mama no peito da mãe mas que ainda não é regido por uma doutrina social forte, pode-se constatar que o mesmo beija e coloca na boca diversos objectos fálicos. Quando se tornar adulto, colocará na boca e nos lábios aquilo que a sociedade o permitir, ou então algo mais se tal for feito em privado. É que a zona dos lábios é composta por diversas terminações nervosas, o que nos proporciona prazer quando colocamos algo suave nessa região. Quando chupamos algo, encontramos as ternas sensações de infância.
Ora o cigarro mexe com todos estes factores. A nicotina enquanto substância alcalóide que se encontra no tabaco, poderia ser absorvida pelo organismo por outros meios, mas
não traz aquela luxúria latente que é chupar e inalar. Reparem como a ponta dos cigarros onde colocamos os lábios é alaranjada, aumentando assim a luxúria latente, pois o laranja é uma cor forte e emotiva, assemelhando-se à cor da pele na zona do peito feminino e da zona do pénis no homem. Os Ingleses e os Americanos ao proliferarem o tabaco encontraram uma forma mortífera e letal a nível mundial de os adultos poderem saciar de forma autorizada pela doutrina social, os sues ímpetos e as suas ânsias infantis, de foro quase primário ou primordial.Imagino-me eu, enquanto fumador que era, a chupar, a inalar, a saciar os meus desígnios de infância, enquanto mamava no seio afectuosos da minha progenitora. Chupava, e bebia o suco que do seio jorrava. Eu, enquanto ser heterossexual que sou, na altura sem companheira para poder partilhar os momentos de prazer encontrei no cigarro a funesta sensação afectiva do seio maternal.
Vimos então que o cigarro é poderoso do ponto de vista luxuriante, sensual, primário e afectivo. É semelhante a um pequeno falo, tem a ponta alaranjada que é a cor da pele e é uma cor emotiva, e para fumarmos e inalar o fumo exercitamos os lábios, a língua, as bochechas e a boca em geral, assemelhando-se ao acto terno infantil de mamar. Como o cigarro até há poucos anos era aceite socialmente, e até era visto como um sinal de estatuto social, é natural que a sua proliferação fosse tão abrangente.
Não falaremos agora das sensações erógenas no acto de fumar, falaremos daquilo que quase todos já sa
bem, que é o facto de o tabaco ter nicotina e esta ser extremamente viciante provocando uma habituação forte. O tabaco contém ainda cerca de seiscentas substâncias químicas altamente cancerígenas e que provocam diversas doenças graves para a saúde.A nível mundial o tabaco provoca cerca de cinco milhões de mortes por ano, tendo no século vinte provocado cerca de cem milhões de mortes. Simplificando, é como se o tabaco exterminasse uma população de Portugal na totalidade em dois anos. O tabaco matou mais no século vinte que as duas grandes guerras em conjunto.
É que o tabaco enquanto
cigarro é altamente letal e tem aquelas características que o tornam tão apelativo e viciante. Sacia os nossos instintos primários ao pudermos chupar algo socialmente aceite, a arte tornou-o um acto de referência, e tem nicotina que o torna extremamente viciante. Os produtos químicos que tem, juntamente com a nicotina, tornam-no altamente prejudicial para a saúde.Mas já falei dos atractivos do tabaco e do cigarro em particular, o que o tornaram tão apelativo e do mortífero que o tabaco se tornou matando mais gente que as duas guerras mundiais juntas. Mas porquê proliferá-lo? Porquê comercializá-lo tão amplamente como fizeram os Britânicos e os Americanos? A resposta é simples e para tal temos de evocar um pouco da doutrina política internacional que os Ingleses e os Americanos tinham no final das duas grandes guerras no que refere ao petróleo, e temos que conhecer um pouco da teoria evolutiva de Darwin e como o cancro se pode formar.
Ora vejamos, no princípio do século vinte a indústria automóvel estava a crescer, o pioneiro americano que tem o nome numa marca de automóveis começou a produzir carros em série. Os carros necessitavam de gasolina para se mover.
Os Ingleses tinham o seu grande império em recessão mas apostavam também na industria automóvel. Aliás, todo o mundo ocidental os seguiu com a proliferação do automóvel, no princípio do século. Mas o automóvel não é a chave aqui, nem o busílis da questão. É-o sim, o motor de explosão interna que é usado no automóvel. O principio da explosão interna permaneceu inalterável desde há cem anos aquando da disseminação do carro com motor de combustão interna. O princípio é simples, é injectado na câmara do motor ar e gasolina, as velas accionam uma faísca, dá-se a explosão e essa energia faz movimentar uns pistões que geram momento inercial num veio ligado às rodas do veículo. Este é o princípio que se mantém desde há cem anos. A questão fundamental aqui é que o motor necessita de um combustível fóssil ou seu derivado, neste caso a gasolina.Os Americanos estão no início do século a proliferar o automóvel, mas também estavam e sabiam-no que tal seria necessário para fornecer loco
moção a todos esses veículos, também estavam a apostar grandemente na indústria da prospecção e exploração de petróleo. O petróleo foi a grande aposta dos Americanos e dos Ingleses ao longo do século vinte, o seu domínio a nível mundial, a sua comercialização e a sua proliferação. Os Americanos exploraram em grande parte esse recurso no Texas, no Alasca, depois voltaram-se para o Médio Oriente e para África. Exploram ainda hoje grandes recursos em África, como Angola ou Nigéria, e no Médio Oriente na Arábia Saudita. Aliás, foi devido ao petróleo que se envolveram na primeira guerra do golfo. O petróleo é então o seu ouro negro. Se o mundo inteiro, se o planeta está espalhado com automóveis, estes necessitam de gasolina que é feita através do petróleo. Se os Americanos e os Ingleses dominam o circuito da prospecção, transporte, refinação e distribuição do petróleo e sues derivados, têm um bem público de que todos necessitam enquanto sociedades industrializadas. O domínio do petróleo é a grande questão. Se o dominarem dominam todos porque todos necessitam do petróleo pois este é o motor da economia nos países industrializados.O automóvel domina as vias de todo o mundo, tráfego, caos nas urbes de todo o mundo, faz-se pouco pelo
transporte colectivo, nos países em desenvolvimento como os da América do Sul, Ásia e África, é o caos constante nas vias públicas devido ao excesso de carros. Os Americanos e os Ingleses souberam espalhar os carros por todo o mundo e incentivar a sua utilização, pois estes dominavam o comércio do produto que os movia: o Petróleo. Incutiram na cultura, como nos filmes o uso dos grandes homens que andam de carro e que fazem as maiores peripécias com carros, publicitaram os seus carros, e na segunda metade do século vinte os seus motores tinham consumos enormes, pois interessava grandes consumos, para incentivar a economia associada ao petróleo. Os Europeus seguiram-nos e mais tarde os países em desenvolvimento, como os da América do Sul, os Africanos e os Asiáticos.Já falei sobre o tabaco e como este é altamente viciante. Falei agora sobre o domínio do petróleo e a disseminação do automóvel que consome um seu derivado. O que têm em comum?
Para tal teremos de falar sobre a teoria evolutiva de Darwin ou falar simplesmente da teoria da evolução das espécies ou um pouco de antropologia. Segundo estas teorias amplamente aceites nos dias de hoje, as estirpes, as etnias, as raças, ou direi simplesmente as subespécies são criadas através de uma espécie em comum anterior, e a sua característica única forma-se devido a condições ambientais, da envolvente, de hábitos
regularizados e tornados prática comum. Diz-se por exemplo que o antepassado do homem começou a erguer-se quando na savana africana necessitava de se erguer para olhar mais além, ou que se erguia para apanhar frutos de árvores, e que tal provocou uma alteração na zona posterior do cérebro aumentando o volume craniano, e assim por certo a inteligência. Darwin formulou a sua teoria nas ilhas Galápagos ao observar que certas espécies se tinham desviado de um antepassado comum, porque tinham mudado de ilha e este novo ambiente provocou alterações na fisionomia da espécie. Ou seja, as espécies adaptam-se às circunstâncias que as envolvem. Uma cientista formulou em tempos uma teoria que se por exemplo se colocasse uma tribo centro-africana num aldeia rural da
Noruega isolada do mundo, em poucas centenas de anos, os descendentes dessa tribo ficariam, se sobrevivessem, todos brancos. Porque a cor da pele está relacionada com a produção de vitaminas que obtemos dos raios solares ao serem absorvidos pela pele. Não podemos produzir nem de mais, nem de menos, por isso a cor da pele é uma adaptação ao meio que nos envolve. Tudo para provar que quando alteramos as nossas condições envolventes, se sobrevivermos, alteramo-nos a nós também para nos adaptarmos. A questão evolutiva é tudo uma questão de adaptação.Significa, que se a população a nível mundial inalasse tabaco em excesso e esse consumo fosse generalizado, numa dezenas de gerações tínhamos indivíduos muito mais propensos a resistir ao tabaco e à poluição do ar provocada pelos escapes dos carros. O cancro acontece apenas naqueles que não se adaptam, os fracos perecem, os fortes resistem e transmitem essa resistência às gerações vindouras. O cancro sucede nos indivíduos que não se adaptaram ao fumo, à poluição do ar. Porque também a poluição do ar pode provocar cancro do pulmão. Os mais fracos morreram devido a cancros, enquanto aqueles que fumarão durante anos vão criar nos seus genes, nas suas células mutações que lhes permitirão resistir melhor à poluição. Porque quando fumamos limitamo-nos a inalar poluição atmosférica.
Resumindo e simplificando.
- O tabaco é altamente nocivo para a saúde.
- É atraente para a libido e é sensual e tem nicotina que o torna ainda mais viciante.
- Matou cerca de cem milhões de pessoas no século vinte, mais que as duas grandes guerras juntas.
- Mata cerca de cinco milhões por ano, metade da população Portuguesa
- Foram proliferados os automóveis pelo mundo inteiro, na maioria com motor de explosão interna que necessitam de gasolina, um derivado do petróleo.
- Os Americanos e os Ingleses dominam o comércio do petróleo a nível mundial, logo o mundo está dependente deles.
- Os automóveis a nível mundial e a indústria que usa o petróleo e seus derivados provocam uma poluição atmosférica intensa, extensiva e alargada no planeta.
- Apenas os seres humanos mais resistentes estariam preparados para a crescente poluição atmosférica do século vinte e um, com países altamente industrializados e dependentes do petróleo a poluírem o planeta intensivamente.
- Havia no princípio do século vinte que preparar os organismos da população mundial para a poluição do ar.
- Aproveitou-se o tabaco e disseminou-se o mesmo em cigarros, as suas substâncias químicas são apenas uma mescla para habituar e provocar nos pulmões alterações e mutações nas células, mais céleres para que os indivíduos se habituem mais rapidamente à poluição atmosférica
- Para os Americanos e Ingleses assassinos e maquiavélicos, os milhões que morreram devido ao tabaco seriam apenas as vítimas da necessária liberdade e democracia que eles trariam ao mundo.
- Obviamente que tudo isto foi feito no maior dos secretismos.
Simplificando ainda mais, o consumo do tabaco enquanto cigarro provoca cancro mas devido às teorias evolutivas também provoca uma adaptação do organismo que nos torna mais resistente ao fumo. Foi espalhado pelos Ingleses e Americanos em todo o século vinte para que a população mundial resistisse a um mundo super poluído devido ao petróleo e seus derivados que eles controlariam.
Resumindo, os maquiavélicos dos Americanos mataram milhões de pessoas por todo o mundo
com o tabaco, apenas porque queriam controlar o mundo, controlando o petróleo. O mundo teria que resistir à poluição, criaram então grandes empresas tabaqueiras e disseminaram os cigarros.O tabaco vai contra os ideias da Liberdade, Igualdade e Fraternidade porque mata mais pobres que ricos, mais miseráveis e desfavorecidos, mata mais gente no mundo em desenvolvimento do que no mundo ocidental.
Culpo eu então a maçonaria americana e por certo será julgada, não sei se pelos homens se pelo divino, pela morte de milhões de pessoas em todo o mundo, apenas porque queriam ter a hegemonia do planeta.
Para estes actos existe apenas um adjectivo, são uns assassinos em massa, o que os americanos provocaram no século vinte foi um genocídio generalizado.
Deixemos de fumar e deixemos de ser tão dependentes dos combustíveis fósseis.
Em nome da verdadeira Liberdade, devemos então lutar contra a hegemonia americana e contra o seu ideário maquiavélico.
Entre a sexta e a sétima arte
Publicada por João Pimentel Ferreira
Teço aqui as maravilhosas grafias visuais, utópicas a magnificentes. O desdobramento das imagens, a sua sequência temporal permite ao comum dos visualizadores definirem o observado como vídeo. O vídeo alcançou uma terceira dimensão, o tempo, o tempo intemporal, delimitado e transversal, irremediável e transcendental. O tempo e o mundo rege-se por periodicidades, mas o tempo é contínuo, assim como o cosmos. O Universo teve uma génese, e agora tudo se move, a imagem é quadrangular, tem dois eixos, e o vídeo, o cinema, a sétima arte atingiu uma terceira dimensão, tridimensionou a imagem e permitiu-nos acolher os estímulos de uma forma mais fidedigna, mais emotiva e sensorial.
O cinema, fenomenal e emotivo. propagandista e revelador, despótico e manipulado, ao serviço do mal. Pois a escrita é sim, a verdadeira forma de arte, é a primeira arte, é a primária grafia das sensações. Quem tem a maquinaria para elaborar um filme? Quem tem o poder financeiro para promover um filme? Quem tem o poder verdadeiro propagandeia aquilo que quer que as massas observem.
A escrita é pura e ancestral, pois basta-nos uma simples folha de papel e uma caneta convencional para tecer os ímpetos lascivos extravagantes da alma...
Tecer através de teclados, ou seja teclar, espalhar para a posterioridade os sentimentos pelos quais passávamos, grafar aquilo que presenciávamos, raciocinar, meditar, orar, indagar sobre tudo o que nos rodeia enquanto seres empíricos e racionais e questionar, questionar sobre aquilo que fomos educados a aceitar; é que nem tudo é aquilo que parece, os pedreiros-livres questionaram Deus, questionaram o poder e a omnipresença de uma entidade regente que nos rodeasse e que estabelecesse as leis do equilíbrio Universal, mas não permitem que eu questione aquilo que me rodeia, aquilo que me envolve. Pois questiono ao absorver a sétima maravilhosa arte do filme "O Piano" e questiono porque a ouço, questiono porque é que tenho sete altifalantes no quarto, porque é que tenho uma tela rectangular à minha frente e o porquê da marca ser esta, questiono sobre muito e sobre tantas coisas, e gosto de gravar os sentimentos sensoriais que nos atormentam o ego, a psique, a alma.
A psique é tão poderosa, a mente é poderosíssima, permite-nos alcançar os maiores objectivos e no entanto fomos educados a rejeitar tais conhecimentos ocultos. Os psiquiatras, são os proxenetas institucionalizados pela sociedade que se limitam a onerar as prescrições cujas substâncias químicas o paciente funestamente ingere. A psique é poderosa, e as patologias da psique, termo grego que significa alma, devem ser sanadas através dos desígnios ocultos da mente, dos seus simbolismos e das suas metodologias para incutirem num ser sentimentos altivos ou depressivos. Ouvir esta música d'"O Piano" é uma sintomatologia de que me sinto deveras emocionado com a sua melodia. A sétima arte aqui é maravilhosa, mas continuo a regrar-me a a reger-me pela sexta: A escrita.
O cinema, fenomenal e emotivo. propagandista e revelador, despótico e manipulado, ao serviço do mal. Pois a escrita é sim, a verdadeira forma de arte, é a primeira arte, é a primária grafia das sensações. Quem tem a maquinaria para elaborar um filme? Quem tem o poder financeiro para promover um filme? Quem tem o poder verdadeiro propagandeia aquilo que quer que as massas observem.
A escrita é pura e ancestral, pois basta-nos uma simples folha de papel e uma caneta convencional para tecer os ímpetos lascivos extravagantes da alma...
Tecer através de teclados, ou seja teclar, espalhar para a posterioridade os sentimentos pelos quais passávamos, grafar aquilo que presenciávamos, raciocinar, meditar, orar, indagar sobre tudo o que nos rodeia enquanto seres empíricos e racionais e questionar, questionar sobre aquilo que fomos educados a aceitar; é que nem tudo é aquilo que parece, os pedreiros-livres questionaram Deus, questionaram o poder e a omnipresença de uma entidade regente que nos rodeasse e que estabelecesse as leis do equilíbrio Universal, mas não permitem que eu questione aquilo que me rodeia, aquilo que me envolve. Pois questiono ao absorver a sétima maravilhosa arte do filme "O Piano" e questiono porque a ouço, questiono porque é que tenho sete altifalantes no quarto, porque é que tenho uma tela rectangular à minha frente e o porquê da marca ser esta, questiono sobre muito e sobre tantas coisas, e gosto de gravar os sentimentos sensoriais que nos atormentam o ego, a psique, a alma.
A psique é tão poderosa, a mente é poderosíssima, permite-nos alcançar os maiores objectivos e no entanto fomos educados a rejeitar tais conhecimentos ocultos. Os psiquiatras, são os proxenetas institucionalizados pela sociedade que se limitam a onerar as prescrições cujas substâncias químicas o paciente funestamente ingere. A psique é poderosa, e as patologias da psique, termo grego que significa alma, devem ser sanadas através dos desígnios ocultos da mente, dos seus simbolismos e das suas metodologias para incutirem num ser sentimentos altivos ou depressivos. Ouvir esta música d'"O Piano" é uma sintomatologia de que me sinto deveras emocionado com a sua melodia. A sétima arte aqui é maravilhosa, mas continuo a regrar-me a a reger-me pela sexta: A escrita.
A união entre o Santander e o Totta
Publicada por João Pimentel Ferreira
Estarei senil, estarei com ideias dementes? Talvez, não o sei ao certo, o que sei por certo é que existem diversas condicionantes que me envolvem, que me incutem na mente ideias que renego e desprezo. Ora vamos dar um pequeno exemplo. Há tempos o banco Santander decidiu unir-se ao Totta. Porquê? Poderá ser uma simples união com propósitos bolsistas, ou com o intuito de alargarem o nicho de mercado a nível ibérico.
Mas não, há alg
o conspirativo por detrás desta união, que o mais comum dos mortais desconhece. Ora vejamos, teremos que evocar aqui um pouco de ciência oculta, como a numerologia e a simbologia. Termos de saber um pouco de psicologia colectiva e de psicologia do foro do subconsciente. O subconsciente é poderosíssimo e é possível enviar sinais ao subconsciente através de meras palavras ou frases que sejam amplamente difundidas.Façamos aqui uns pequenos ajustes à junção destes dois nomes que formou este novo banco.
- Santander Totta - Se afastarmos as três últimas letras do primeiro nome ficamos com
- Santan der Totta - Podemos ainda afastar o último 'n' da primeira palavra formada, ficando com
- Santa n der Totta - Sabemos que a letra 'n' minúscula é formada graficamente pela junção dum pequeno traço vertical mais um pequeno gancho à sua direita, ou seja, n = l+?, ou algo similar, o 'n' é a letra 'l' mais um pequno ganho à direita. Esse gancho pode ser ignorado, pois nada significa, ficamos então com.
- Salta n der Totta - O 'n' isolado significa a união no calão inglês de duas frases imp'erativas.
- Salta e der Totte - 'Der' é o artigo definido na língua alemã
- Salta e o Totte - Ora Tote é o nome do negro que me anda a atormentar a vida e a ofender a minha integridade intelectual, instigando-me aos actos mais perversos. Totte é também parecido com 'Tod' que significa Morte em Alemão. Ficamos então com
- Salta e a Morte
É esta a verdadeira função da união dos dois bancos, do Santander e do Totta. Existe algo chamado subconsciente que interpreta as formas e as letras, não como julgamos, mas de acordo com os nossos instintos primários e de acordo com os nossos sentimentos presentes.
Ora é isto que as sociedades secretas querem instigar no povo Português e a mim especialmente, querem instigar sentimentos suicidários que deveremos a todo o custo rejeitar. Portugal está dominado pelas forças maçónicas estrangeiras, e os nossos governantes já não têm qualquer autoridade moral nem institucional para reger o país, pois estão sob o comando de forças secretas estrangeiras que em nada favorecem a língua e a cultura Portuguesas. Querem instigar sentimentos perversos no povo Português ao associarem estes dois bancos. Façam um boicote a estes bancos. Não metam lá dinheiro.
Isto poderá parecer ao caro leitor ridículo. Mas não o é. As ciências ocultas, como a astrologia, a numerologia, o poder dos símbolos, são conhecidas desde há milénios pelas sociedades secretas e estes conhecimentos sempre foram transmitidos de geração em geração secretamente. A Igreja sempre conheceu o poder dos símbolos, por isso sempre se revestiu a si e
nquanto instituição ecuménica, e aos seus templos com bastantes objectos simbólicos, sendo a cruz o maior ícone simbólico. As sociedades secretas modernas conhecem bem essas técnicas, e o poder das ciências ditas ocultas, poderosíssimas, mas que eles adoram ridicularizar. Aliás, o cidadão comum tem um forte cepticismos em relação às ditas ciências ocultas, porque será? Porque são ridicularizadas pelas sociedades secretas regentes, e porquê? Porque estas sabem que estas ciências são poderosíssimas.
As ciências ocultas não se baseiam simplesmente num mero acto adivinhatório ou de superstição. Envolvem o poder enorme que tem a nossa mente, nomeadamente o nosso subconsciente, para termos controlo sobre as nossas vidas, envolvem conhecimentos sobre o campo magnético dos astros, e como estes influenciam as nossas atitudes, pois o nosso cérebro é influenciável magneticamente. E baseiam-se em algo fundamental, que é o factor repetitivo. Há milhões de anos que vemos a lua com as suas quatro fases em torno da terra, que vemos o percurso do sol no céu, que vemos as estrelas e as constelações no céu nocturno, que celebramos equinócios e solstícios. Há milhões de anos que nos atraímos por homens e mulheres viris e pelos seus sinais de pujança. Há milhões de anos que idolatramos sinais e símbolos de fertilidade e de virilidade. Que tais sinais nos trazem esperança e felicidade. Objectos fálicos espalhados pelas metrópole têm esse intuito.
O ser humano não é apenas aquilo que começa a ser quando nasce. Traz consigo um legado evolucional e genético de milhões de anos. E isso reflecte-se nos sentimentos e nos comportamentos. A luz traz-nos alegria, a escuridão traz-nos melancolia. E isto não se educa, é primário, poderemos simplesmente habituar-nos.
O vermelho no logótipo do Santander Totta, pois eles sabem que é uma cor forte que incute nos indivíduos sensações fortes e intensas. E depois esses mações, pertencentes a todas essas sociedades secretas querem escravizar o povo Português, querem matar o mero cidadão que se revolta contra eles e contra o seu despotismo, contra o seu maquiavelismo, e contra a sua hegemonia hedionda.
Abulamos as sociedades secretas e revelemos o seu conhecimento ao comum dos cidadãos
Ora é isto que as sociedades secretas querem instigar no povo Português e a mim especialmente, querem instigar sentimentos suicidários que deveremos a todo o custo rejeitar. Portugal está dominado pelas forças maçónicas estrangeiras, e os nossos governantes já não têm qualquer autoridade moral nem institucional para reger o país, pois estão sob o comando de forças secretas estrangeiras que em nada favorecem a língua e a cultura Portuguesas. Querem instigar sentimentos perversos no povo Português ao associarem estes dois bancos. Façam um boicote a estes bancos. Não metam lá dinheiro.
Isto poderá parecer ao caro leitor ridículo. Mas não o é. As ciências ocultas, como a astrologia, a numerologia, o poder dos símbolos, são conhecidas desde há milénios pelas sociedades secretas e estes conhecimentos sempre foram transmitidos de geração em geração secretamente. A Igreja sempre conheceu o poder dos símbolos, por isso sempre se revestiu a si e
nquanto instituição ecuménica, e aos seus templos com bastantes objectos simbólicos, sendo a cruz o maior ícone simbólico. As sociedades secretas modernas conhecem bem essas técnicas, e o poder das ciências ditas ocultas, poderosíssimas, mas que eles adoram ridicularizar. Aliás, o cidadão comum tem um forte cepticismos em relação às ditas ciências ocultas, porque será? Porque são ridicularizadas pelas sociedades secretas regentes, e porquê? Porque estas sabem que estas ciências são poderosíssimas.As ciências ocultas não se baseiam simplesmente num mero acto adivinhatório ou de superstição. Envolvem o poder enorme que tem a nossa mente, nomeadamente o nosso subconsciente, para termos controlo sobre as nossas vidas, envolvem conhecimentos sobre o campo magnético dos astros, e como estes influenciam as nossas atitudes, pois o nosso cérebro é influenciável magneticamente. E baseiam-se em algo fundamental, que é o factor repetitivo. Há milhões de anos que vemos a lua com as suas quatro fases em torno da terra, que vemos o percurso do sol no céu, que vemos as estrelas e as constelações no céu nocturno, que celebramos equinócios e solstícios. Há milhões de anos que nos atraímos por homens e mulheres viris e pelos seus sinais de pujança. Há milhões de anos que idolatramos sinais e símbolos de fertilidade e de virilidade. Que tais sinais nos trazem esperança e felicidade. Objectos fálicos espalhados pelas metrópole têm esse intuito.
O ser humano não é apenas aquilo que começa a ser quando nasce. Traz consigo um legado evolucional e genético de milhões de anos. E isso reflecte-se nos sentimentos e nos comportamentos. A luz traz-nos alegria, a escuridão traz-nos melancolia. E isto não se educa, é primário, poderemos simplesmente habituar-nos.
O vermelho no logótipo do Santander Totta, pois eles sabem que é uma cor forte que incute nos indivíduos sensações fortes e intensas. E depois esses mações, pertencentes a todas essas sociedades secretas querem escravizar o povo Português, querem matar o mero cidadão que se revolta contra eles e contra o seu despotismo, contra o seu maquiavelismo, e contra a sua hegemonia hedionda.
Abulamos as sociedades secretas e revelemos o seu conhecimento ao comum dos cidadãos
Preceitos para a vida
Publicada por João Pimentel Ferreira
Sempre me questionei se existem coincidências. Será que o que me reodeia é simplesmente obra do acaso, ou se as coisas e os lugares e objectos estão manipulados para certos princípios e fins que conheço bem?
- Será que a disposição do cartão matriz que tenho da CGD é mera obra de números aleatórios? Ou será que tem algum intento que desconheço? Uma combinação numérica com o propósito de me condicionar a atitudes e estado de espírito que não controlo e domino.
- Será que a publicidade da Vodafone tão difundida simplesmente com a frase "Power to you" tem algum propósito que desconheço?
- Será que o meu carro Seat Ibiza, tem controladores remotos de velocidade e sensores inerciais que medem todos os movimentos que faço, e que em função de tais movimentos as publicidades da Seat com a música da Shakira são elaboradas em função da minha forma de conduzir?
- Será que o sistema operativo que utilizo, o Ubuntu, foi concebido para me tomar, ou inibir-me de tomar certas atitudes ou actos mais que plausíveis num homem erudito com a inter-rede e processadores de texto à sua frente?
- Porque é que existe similaridade silábica em todas as línguas românicas e germânicas entre Eslavos e Escravos. Slave and Slav sound similar
- Porque é que as torres gémeas foram destruídas num onze de Setembro ou seja 11/9, quando as torres formam em si mesmas um onze gigante. A destruição da feminilidade, pois o número dois é um dos primeiros números associados à feminilidade e à respectiva passividade.
- Porque é que a palavra "cai" está difundida em meu redor na música e nas palavras, assim como o seu número anexo o 319?
- Porque é que a maçonaria americana escolheu um negro para messianizá-lo como Presidente da sua nação?
- Porque é que me impuseram um novo telemóvel com ecrã maior, mais lento, com mais imagens subliminares, com programas mais lentos que alternam de imagens constantemente, para que possam inserir-me no subconsciente as sensações que eles querem? Simples, deita o teu telemóvel fora e vai buscar um arcaico que funcione, é simples.
- Reparemos que o nome Cátia tem nas suas letras a palavra inscrita "cai"
- O fundo do computador é extremamente importante, para te incutir sentimentos de tranquilidade ou revolta
- Não uses telemóveis modernos, usa-os arcaicos
- Reza muitas vezes ao dia, as tuas orações do bem e da bondade
- Quando vires imagens que possam suscitar intranquilidade ou sentimentos que desconfies, fecha os olhos
- Tenta não observar publicidade. Tem fins perversos e impuros
- Observa, apenas quando necessário, televisão, e de longe
- Não ouças repetidamente a mesma canção, pois estás a absorver os seus ideais e a suas letras, que têm fins pouco próprios e maléficos
- Não dês muita conversa a estranhos. Estão possuídos pelo mal, mesmo sem o saberem. Não que eles o desejem, mas foram contagiados e fazem parte da seita.
- Tenta evitar o tabaco que é extremamente maléfico à saúde, e é apenas uma forma de os americanos fazerem os seres humanos resistirem melhor à poluição que eles propagam no mundo com os seus carros e fábricas e empresas ligadas ao petróleo. Foi uma forma de habituarem o corpo humano à poluição intensa. Os fracos perecem de cancro, os fortes resistem e transmitem essa resistência às gerações vindouras. Ao fim de cinco gerações fumadoras os homens estarão mais resistente ao fumo provocado pela industria americana que o petróleo gera
- Tenta evitar a carne e o peixe. Torna-te amigo do ambiente e em consonância com a Natureza. Poupa a vida animal e poupa a Natureza. Come apenas vegetais. Torna-te vegetariano.
- Ama uma mulher que te respeite e que tenha consideração por ti. Concebe, elabora uma prole, e transmite-lhe estes valores.
- Reza muito, sempre para praticares o bem, para fazeres o bem ao próximo, sê caridoso, sê filantropo, ama o teu próximo, e se alguém te agredir, perdoa-lhe e evita a angústia e a raiva.
- Tudo o que tentares alcançar, fá-lo única e exclusivamente de forma pacífica, sem nunca incorreres em atentados e ao bom nome do teu próximo.
- Escreve, escreve, indaga, não apenas com aquilo que lês, mas também com o pensamento e com aquilo que vês.
- Abomina o Capital, rejeita os endinheirados, vive uma vida humilde e sê feliz.
- Mantém sempre as janelas e as portas fechadas, para não entrarem sentimentos negativistas
- Deixa apenas que entre luz solar através dos vitrais
- Reza, Ora, Medita
- Troca as palmilhas dos sapatos que têm algum significado que desconheces
- Ama a tua companheira, que ela há-de reconhecer o Amor que nutres por ela
Raciocina, usa a razão pura tal como referia o génio Kant, usa a razão pura, a asbtração racional para questionares sobre tudo o que te rodeia. Lembra-te, se praticares o bem, Ele recompensar-te-á na vida terrena. Questiona sobre tudo o que te rodeia, indaga sobre tudo que inalas, sobre tudo o que cheiras, sobre todas as sensações, afere sobre tudo o que te é incutido nos cinco sentidos.
Compara, analisa, escuta e questiona, lê e duvida, veste-te e observa-te.
Não duvides somente do amor que nutres pela tua amada companheira e estabelece esse matrimónio junto do estado e das igrejas.
Só há uma verdade irrefutável. Deus existe e Ele protege-te. tudo o resto é acessório.
Vive a vida feliz e harmoniosa, e viverás com a consciência tranquila por diversos anos até atingires um centenário.
O Ensino do Inglês em Portugal
Publicada por João Pimentel Ferreira
O iluminismo contemporâneo pressupõe a adoração e veneração do homem enquanto ser pensante e consciencioso, renegando os preceitos éticos e religiosos para planos secundários. Tal como refere Saramago, a bíblia é não mais que um manual de maus costumes, r
elegando a humanidade e a filantropia, tão venerada pelos pedreiros-livres para patamares desprezíveis. Viva o iluminismo, viva a maçonaria, vivam os americanos salvadores da humanidade e defensores da democracia universal. Vivam os pedreiros-livres que libertaram os escravos e cederam às mulheres as liberdades e garantias fundamentais do ser humano.
Há mais passos a tomar. Portugal deve e tal tem que ser concretizado o mais rapidamente possível, colocar o Inglês como segunda língua oficial do estado. Sócrates já deu e muito bem, o acesso do Inglês às crianças do primeiro ciclo escolar. O Inglês já é obrigatório em qualquer emprego prestigiante, já é necessário para a conversação mais vulgar, já é a língua utilizada nos fóruns e sítios da rede sociais, mesmo entre pessoas nativas de uma língua que não a Inglesa (Portugueses a trocarem mensagens em Inglês porque fica bem e é chique).
Deveremos dar o próximo passo: Colocar o Inglês como segunda língua oficial do estado Português. Em no
me da velha aliança que temos com Sua Majestade. Se diversas ex-colónias Africanas têm o Português como língua oficial, porque é que Portugal não poderá ter o Inglês como segunda língua oficial? É simples, prático, elementar, a gramática é fácil de ensinar, é falado em todo o mundo e serve de comunicação institucional entre figuras de estado e meros cidadãos globais que tentam comunicar. Se nós somos uma colónia subliminar e latente dos Americanos e dos Ingleses que sempre adorámos dados os nossos fortes laços de amizade entre nações, porque não colocar o Inglês como segunda língua oficial do estado.
Nas ruas, nas publicidades, no parlamento e na televisão deveriam passar mais textos em Inglês, deveria ser obrigatório o sistema bilingue para comunicação institucional. Nas faculdades deveria leccionar-se somente em Inglês. No parlamento deveria apenas falar-se em Inglês. Os deputados da nação são muito arcaicos e ortodoxos ao usarem termos muito elaborados na língua Portuguesa. Deveriam vender-se mais livros em Inglês. Deveria-se obrigar as crianças da nossa escola desde muito cedo a aprender a falar a língua Inglesa. Eu acho que os jovens Portugueses deveriam praticar mais a língua Inglesa. É uma língua simples, universal e franca por natureza. Serve para comunicar a nível mundial.
As marc
as, os logótipos, mesmo as marcas nacionais acho que deveriam ter mais termos provenientes do Inglês. Deveríamos ter mais termos técnicos impossíveis de traduzir para a língua Portuguesa por forma a que o Inglês fosse mais profícuo. Deveriam de existir mais publicidades em inglês. Deveriam de existir m
ais filmes em Inglês, considero que são escassos, por forma a que os jovens treinem mais a língua mais falado no mundo ocidental. Deveria ser obrigatório no meu ponto de vista, o Inglês, para qualquer concurso de emprego.
Considero aliás, que o espaço radiofónico Português carece de músicas cantadas em Inglês. Passam muito poucas, deveriam ser muito mais, por forma a habituar os jovens a ouvir esta língua tão aclamada a nível mundial.
Resumindo, se eu fosse regente da nação tomaria medidas certas, sensatas e moderadas para modernizar e internacionalizar o país, por forma a torná-lo uma nação produtiva. E se queremos integrarmo-nos no mercado internacional, todos sabem que o domínio do Inglês é fundamental. Tomaria as seguintes medidas enquanto governante da nação Portuguesa
elegando a humanidade e a filantropia, tão venerada pelos pedreiros-livres para patamares desprezíveis. Viva o iluminismo, viva a maçonaria, vivam os americanos salvadores da humanidade e defensores da democracia universal. Vivam os pedreiros-livres que libertaram os escravos e cederam às mulheres as liberdades e garantias fundamentais do ser humano.
Há mais passos a tomar. Portugal deve e tal tem que ser concretizado o mais rapidamente possível, colocar o Inglês como segunda língua oficial do estado. Sócrates já deu e muito bem, o acesso do Inglês às crianças do primeiro ciclo escolar. O Inglês já é obrigatório em qualquer emprego prestigiante, já é necessário para a conversação mais vulgar, já é a língua utilizada nos fóruns e sítios da rede sociais, mesmo entre pessoas nativas de uma língua que não a Inglesa (Portugueses a trocarem mensagens em Inglês porque fica bem e é chique).
Deveremos dar o próximo passo: Colocar o Inglês como segunda língua oficial do estado Português. Em no
me da velha aliança que temos com Sua Majestade. Se diversas ex-colónias Africanas têm o Português como língua oficial, porque é que Portugal não poderá ter o Inglês como segunda língua oficial? É simples, prático, elementar, a gramática é fácil de ensinar, é falado em todo o mundo e serve de comunicação institucional entre figuras de estado e meros cidadãos globais que tentam comunicar. Se nós somos uma colónia subliminar e latente dos Americanos e dos Ingleses que sempre adorámos dados os nossos fortes laços de amizade entre nações, porque não colocar o Inglês como segunda língua oficial do estado. Nas ruas, nas publicidades, no parlamento e na televisão deveriam passar mais textos em Inglês, deveria ser obrigatório o sistema bilingue para comunicação institucional. Nas faculdades deveria leccionar-se somente em Inglês. No parlamento deveria apenas falar-se em Inglês. Os deputados da nação são muito arcaicos e ortodoxos ao usarem termos muito elaborados na língua Portuguesa. Deveriam vender-se mais livros em Inglês. Deveria-se obrigar as crianças da nossa escola desde muito cedo a aprender a falar a língua Inglesa. Eu acho que os jovens Portugueses deveriam praticar mais a língua Inglesa. É uma língua simples, universal e franca por natureza. Serve para comunicar a nível mundial.
As marc
as, os logótipos, mesmo as marcas nacionais acho que deveriam ter mais termos provenientes do Inglês. Deveríamos ter mais termos técnicos impossíveis de traduzir para a língua Portuguesa por forma a que o Inglês fosse mais profícuo. Deveriam de existir mais publicidades em inglês. Deveriam de existir m
ais filmes em Inglês, considero que são escassos, por forma a que os jovens treinem mais a língua mais falado no mundo ocidental. Deveria ser obrigatório no meu ponto de vista, o Inglês, para qualquer concurso de emprego. Considero aliás, que o espaço radiofónico Português carece de músicas cantadas em Inglês. Passam muito poucas, deveriam ser muito mais, por forma a habituar os jovens a ouvir esta língua tão aclamada a nível mundial.
Resumindo, se eu fosse regente da nação tomaria medidas certas, sensatas e moderadas para modernizar e internacionalizar o país, por forma a torná-lo uma nação produtiva. E se queremos integrarmo-nos no mercado internacional, todos sabem que o domínio do Inglês é fundamental. Tomaria as seguintes medidas enquanto governante da nação Portuguesa
- Proibia o ensino de qualquer outra língua estrangeira, que não fosse a Inglesa
- Obrigava os cinemas nacionais a passarem mais filmes em Inglês
- Começaria a ensinar o Inglês, desde o primeiro ciclo, para que as crianças se ambientem ao idioma
- Colocava quotas elevadas nas rádios para que estas fossem obrigadas a passar um certo número de horas de músicas em Inglês
- Obrigava os deputados do parlamento da nação a falar Inglês, em certas sessões, para que os estrangeiros se inteirassem melhor do nosso panorama parlamentar e democrático
- Obrigava que as sinaléticas públicas tivessem indicações em Inglês, para melhor ambientação dos estrangeiros
- Forçava ou incentivava as empresa Portuguesas a usarem nomes com palavras em Inglês para que fossem mais bem aceites no mercado internacional
- Dava fortes incentivos fiscais a escolas de Inglês, e daria cursos gratuitos ao povo em geral, e especificamente a certas profissões ou actividades como polícias, taxistas, varredores de rua, empregados dos cafés e bares em zonas turísticas como o Algarve ou Cascais. Obrigava os trabalhadores de hotéis, estações ferroviárias e aeroportos a falarem Inglês.
- Obrigaria que qualquer concursos público tivesse cem por certo dos colaboradores da empresa em causa a falarem Inglês
- Institucionalizava o Inglês como segunda língua oficial do estado
- Obrigaria o Presidente da República (em cerimónias de estado internas e efemérides de renome) a falar pelos menos sessenta por cento do tempo em Inglês
Tudo em nome da mais velha aliança da história universal, que data do século catorze, entre o Reino de Portugal e o Reino de Inglaterra. Não casou o nosso Grão-Mestre de Avis, El-Rei D. João I com Filipa de Lencastre, uma inglesa, por forma a con
sagrar esta velha aliança. Sempre fomos povos irmãos, sempre beneficiámos com o comercio com o reino de Sua Majestade. Sempre tivemos relações institucionais amigáveis, cordiais e fraternas. A questão do mapa cor-de-rosa foi um mero desentendimento diplomática. A questão da Índia não deveremos evocar, e as perdas comerciais que tivemos com o fracassado negócio dos vinhos do Porto que exportávamos e dos tecidos Ingleses que importávamos a custos elevadíssimos foram meros detalhes contratuais.Para terminar como governante proporia à camara dos Lordes e à câmara dos comuns, aos senhores feudais, aos mações, à nobreza Inglesa que aceitasse o Português, como sinal de retribuição institucional e fraterna, como segunda língua oficial do Reino Unido.

Good save our noble Queen
E no seguimento desta veneração generalizada, colocaria o Sr. Obama como padroeiro de Portugal. Afinal é bem mais reconhecido e fez muito mais pela paz e pelo estado Português que a Nossa Senhora da Conceição, que poucos conhecem ou que nunca ouviram falar.
Viva o Mundo Anglo-Saxónico, viva a maçonaria americana, viva Sua Majestade a Rainha de Inglaterra
Viva a língua Inglesa e todos os seus súbditos.
A Eslava divina da carne
Publicada por João Pimentel Ferreira
Minhas caras e divinas donzelas
Como vos amo, nesta sofreguidão
Belas pernas, e em Frielas
Longínqua cidade: A solidão
Porque me frusta a ansiedade?
Porque se anseia a metafísica
Ter-te-ei, é a saudade
Minha dama, paixão idílica
Belas coxas, em que me perderei
Que contornos, que não alcanço
Toco-te e já não sei
Se sonho, ou se descanso
Incultas divas da carne
dos prazeres das eslavas fecundas
O ódio, a razão, são parte
das sensações mais imundas
Pois amo-vos com fatídico desejo
Checas, Polacas, Romenas
Tal a vida, é o meu ensejo
Anseio porém, mulheres amenas
Escrevo sem saber quem sou
Não conheço quem sou eu
Sou o poeta que perdurou
Através do escuro, através do breu
Minha cara amante, como és bela
como anseio o prazer do veludo
do teu corpo, tal Cinderela
contemplo-te inquieto e mudo
Atrair-me por carnais tensões
Por espiritual e sanguinário desejo
A música eleva os corações
Amar-te-ei eternamente: Prevejo
As dores das minhas palmas
dos cotovelos e ombros recalcados
Recalcam as sofridas almas
Por palmas de pés pisados
A caneta desliza soberbamente
Através de virgem e imaculada
Folha de papel, que solenemente
se entrega herege e desregrada
Entrega-se à tinta e seu sabor
Entrega-se aos versos que lhe dedico
Saboreia-se com o seu teor
Desvirtua-se, qual velho rico!
A imaculada e virginal folha
entrega-se sem oferecer luta
Tal como qualquer trolha
se delicia em escaldante puta
Como vos amo, nesta sofreguidão
Belas pernas, e em Frielas
Longínqua cidade: A solidão
Porque me frusta a ansiedade?
Porque se anseia a metafísica
Ter-te-ei, é a saudade
Minha dama, paixão idílica
Belas coxas, em que me perderei
Que contornos, que não alcanço
Toco-te e já não sei
Se sonho, ou se descanso
Incultas divas da carnedos prazeres das eslavas fecundas
O ódio, a razão, são parte
das sensações mais imundas
Pois amo-vos com fatídico desejo
Checas, Polacas, Romenas
Tal a vida, é o meu ensejo
Anseio porém, mulheres amenas
Escrevo sem saber quem sou
Não conheço quem sou eu
Sou o poeta que perdurou
Através do escuro, através do breu
Minha cara amante, como és bela
como anseio o prazer do veludo
do teu corpo, tal Cinderela
contemplo-te inquieto e mudo
Atrair-me por carnais tensões
Por espiritual e sanguinário desejo
A música eleva os corações
Amar-te-ei eternamente: Prevejo
As dores das minhas palmas
dos cotovelos e ombros recalcados
Recalcam as sofridas almas
Por palmas de pés pisados
A caneta desliza soberbamente
Através de virgem e imaculada
Folha de papel, que solenemente
se entrega herege e desregrada
Entrega-se à tinta e seu saborEntrega-se aos versos que lhe dedico
Saboreia-se com o seu teor
Desvirtua-se, qual velho rico!
A imaculada e virginal folha
entrega-se sem oferecer luta
Tal como qualquer trolha
se delicia em escaldante puta
Questiono-me sobre a fonte inspiratória que deu a génese a estes versos, esta composição composta por diversas quadras, por certo lembro-me que ao tecer estes versos estava deitado na cama a descansar, no prelúdio febril de uma noite por dormir, e imaginava diversas e intensas sensações primordiais. Tecia estes versos com uma caneta num bloco de notas, e imaginava pedreiros-livres a observarem-me e a deliciarem-se com os meus textos empolgantes e libidinosos. Bem sei que tais seres se deliciam em festins privados com musas carnais, e eu fazia apenas uma pequena ironia literária e poética a tais aforismos que julgava como certos dos rituais libidinosos das sociedades secretas. As Eslavas, não sei ao certo se devido às similaridades silábicas nas línguas latinas e germânicas com as escravas, sempre me incutiram uma atracção inconsciente à qual nunca consegui encontrar uma raiz para tais ímpetos da libido em relação às divas do leste europeu. Mas sei-lo desde novo que os seus traços faciais degeneram no meu sangue sensações fervorosas e eruptivas que não consigo descrever. As Eslavas são atraentes, belas, alvas, astutas, inteligentes, mas confesso que depois de conhecer algumas, demonstraram ser um tanto frígidas, talvez devido às condições adversas do clima que desde há milénios têm de suportar. Por vezes a cultura das Eslavas torna-as um pouco egocêntricas, a tanger o egoísmo. Mas as suas qualidades físicas e intelectuais diria que superam qualquer mulher universal. No entanto creio que têm algumas carências morais no que concerne ao altruísmo, caridade e dedicação ao próximo. Refiro a cidadela de Frielas pois procurava eu encontrar no país onde nasci, uma beldade lusitana que me relembrasse os tempos onde contemplei alvas e esbeltas mulheres por paragens eslavas e boreais, peles cândidas e faces divinais, mas que tais dotes físicos e intelectuais fossem complementados com qualidades altruístas, caridosas, fervorosas, carinhosas e ternas das mulheres latinas. Aponto eu a ternura e o carinho como as grandes carências do foro sentimental das mulheres Eslavas. Tais qualidades, são muito mais profícuas nas deidades do sul. Pois Frielas é a cidadela onde procuro o equilíbrio. Uma fria localidade no quente país onde nasci. Encontrei e bela e formosa Nádia, com nome eslavo, traços corporais de uma eslava, traços faciais de uma latina, terna e carinhosa, qualidades sentimentais proeminentes nas mulheres austrais. A elaboração destes escritos forma em si mesma, um prelúdio do enlace afectivo que estabeleci com a bela e adorada Nádia.
À musa de Lisboa
Publicada por João Pimentel Ferreira

Sendo eu um poeta de Lisboa
Porque é parca, a minha rima?
Fluxo inspiratório: A concubina
que observo, e me atordoa
Camões, Bocage e Pessoa
Poetas da génese, feminina
Contemplo a face mais divina
que me inspira, e me afeiçoa
Observo os traços magicais
Sublimes gestos, com que suspiro
Hirtos seios divinais
Douto Poeta, mero indivíduo
Nádegas fenomenais
Dedico-lhe este soberbo hino
Porque é parca, a minha rima?
Fluxo inspiratório: A concubina
que observo, e me atordoa
Camões, Bocage e Pessoa
Poetas da génese, feminina
Contemplo a face mais divina
que me inspira, e me afeiçoa
Observo os traços magicais
Sublimes gestos, com que suspiro
Hirtos seios divinais
Douto Poeta, mero indivíduo
Nádegas fenomenais
Dedico-lhe este soberbo hino
O Império Maléfico
Publicada por João Pimentel Ferreira
Observo o império maléfico
Ateu, libertário, horrendo
Geram no mundo tormento
Com o seu arsenal pérfido
Proclama o seu líder herético
que vê o pobre gemendo
que vê o fraco sofrendo
que morre de fome esquelético
Iraque, Síria, Irão
Nações a destruir
China, Coreia, Japão
Dos átomos vão usufruir
E da austera destra mão
Os povos vão sucumbir
Novo Mundo tão imundo
Pérfido, Ímpio, Fugaz
O Poder é o que te apraz
nesse recanto soturno
És um império Moribundo
Podre és, foste e serás
O Novo Império é quem jaz
no túmulo mais profundo
Os outros são te indiferentes
O Capital, a primazia
Pérfidos descrentes
Só evocas a alegria
Quando falas, apenas mentes
É parca a tua euforia
Ateu, libertário, horrendo
Geram no mundo tormento
Com o seu arsenal pérfido
Proclama o seu líder herético
que vê o pobre gemendo
que vê o fraco sofrendo
que morre de fome esquelético
Iraque, Síria, Irão
Nações a destruir
China, Coreia, Japão
Dos átomos vão usufruir
E da austera destra mão
Os povos vão sucumbir
Novo Mundo tão imundo
Pérfido, Ímpio, Fugaz
O Poder é o que te apraz
nesse recanto soturno
És um império Moribundo
Podre és, foste e serás
O Novo Império é quem jaz
no túmulo mais profundo
Os outros são te indiferentes
O Capital, a primazia
Pérfidos descrentes
Só evocas a alegria
Quando falas, apenas mentes
É parca a tua euforia
O iniciado Português
Publicada por João Pimentel Ferreira
A iniciação
Tinha as pernas abertas, as nádegas assentavam sobre uma maca branca, e o cenário era horrendo, hediondo. Uma lâmina acutilante perfurava-lhe o interior das coxas, devagar, suavemente, lentamente a ponta de uma espécie de bisturi ia-lhe perfurando e trespassando uma das zonas mais sensíveis do corpo, o interior das coxas. As pernas estavam arqueadas e abertas, os pés estavam unidos e a posição relembra um ritual sacrificial, tortuoso, inconcebível ao mais comum dos mortais, aos profanos que por certo não estão preparados para acolher certos ideais iniciáticos.
A lâmina afiada, acutilante, aguçada, aguda continua a rasgar a pele. Vai desde o baixo ventre, atravessa a zona das virilhas e chega à extremidade dos joelhos, sempre pelo interior das pernas, depois passa para a zona dos gémeos. A lâmina é incisiva, perfurante a deixa um rasto de pasta liquefeita de tom avermelhado, presumindo-se ser sangue. Depois a ponta do bisturi chega à zona do calcanhar, dirigindo-se para a zona da planta do pé. O corte na planta do pé é profundo e a dor é insuportável, a tortura é atroz, dirão as mentes mais sensíveis, mas o ritual é imprescindível dadas as vicissitudes da situação. A ponta da lâmina dirige-se agora para a planta do outro pé e toma o caminho ascendente pela outra perna até à zona do umbigo.
A boca do iniciado encontra-se amordaçada com uma rédea própria para a zona da face. Tapa-lhe a boca não o deixando sequer suspirar. A dor é inimaginável, é atroz
e hedionda, forte e compulsiva, o individuo entra imediatamente em espasmos e convoluções, torce-se, estica-se, mas o seu corpo permanece firme preso pelas correias que o seguram. Mas a que se deve tal cenário que o comum dos mortais imaginava ver apenas em cenas inquisitórias da idade média? A resposta é deveras muito simples, trata-se do método iniciático associado a todas as sociedades secretas. De seguida vêm as agulhas, as suas temperaturas são extremamente ferventes, são escaldantes, a cerca de cento e cinquenta graus cada uma, estão inseridas numa caixa firme que as suporta e que tem a forma, a silhueta da parte frontal do corpo humano de pernas abertas com os pés juntos. As agulhas estão hirtas e firmes, fervorosas, escaldantes e ferventes aproximam a sua extremidade ao corpo do homem jovem que se encontra na maca. A outra extremidade das agulhas encontra-se ligada a um dispositivo electrónico que gera corrente eléctrica e sendo as agulhas de metal os electrões impulsionados por forças físicas até recentemente ocultas estão prontos a dirigir-se a velocidades luminosas pelo parco e frágil corpo do homem.
O suporte que sustenta as agulhas desce lentamente, e estas num estado fervente começam a perfurar a carne. O homem contorce-se, treme, torce-se, geme, mas as agulhas já perfuraram, e os electrões sequiosos de um corpo condutor, que formam cargas positivas e negativas nas extremidades das agulhas, começam a fluir pela carne tenra. A corrente eléctrica é enorme e fugaz, é impulsiva, ora tem picos cujos valores debitam elevados amperes ora tem baixios que não provocam dores, é a tão denominada corrente alternada, mas aqui com uma frequência muito baixa perceptível ao jovem que é torturado. O mais banal dos profanos não consegue encontrar a génese para tanto sofrimento, mas a resposta é deveras simples. Encontra-se nas teorias de diversos estudiosos no foro da psicologia; é preciso explicar através da experiência dolorosa que certos actos são assim puníveis se por acaso o novo homem se desvirtuar.
O homem novo vai ser absorvido pela sociedade secreta, e vai ter acesso a conhecimentos que são desconhecidos aos comuns dos profanos, precisa de ser ensinado que certas atitudes desviantes são punidas com a dor extrema. Só assim pensam os iniciados, os mesmos que já passaram pelo mesmo processo, se atinge a rectitude e a obediência. Mas porquê este homem está a ser torturado, está a passar por este processo tortuoso? É um homem recto, probo, íntegro, vertical, inteligente. É por isso mesmo. Este mesmo jovem já era observado secreta e muito discretamente pelos iniciados há cerca de dez anos. Observavam-no, vigiavam secretamente os seus movimentos, as suas atitudes, os seus escritos, as suas relações pessoais, mas sempre muito discretamente, e asseveraram-se que este homem era bondoso e caridoso, e que mais tarde haveria de ser um dos iniciados. E como o colocaram nesta maca branca?
Deus é perfeito e criou o homem à Sua semelhança, mas há que tentar compreender a que imperfeição humana faz parte da perfeição divina.
O homem, tem sempre um ponto fraco, algo por revelar, algo que não transmite ao seu mais próximo. O homem tem sempre algo secreto, um pequeno pecado mortal luxuriante, uma transgressão ética ou moral, ou se deixa secretamente atrair por outros seres do mesmo sexo, ou frequenta discretamente lupanares entregando-se aos prazeres da carne, ou vagamente corrompe, ou inala ocasionalmente substâncias ilícitas, ou num momento de maior angústia e sofrimento, desrespeita os amigos e a família; e estas sociedades que o observavam secreta e discretamente, colaboraram para que o homem se afundasse no vale
sensorial e pecaminoso para que o apanhassem num momento ímpio de delírio emocional.
Será que o homem novo tinha tendências homossexuais recalcadas, será que tinha desejo, sendo probo e recto, de se envolver com alguma luxuriante e voluptuosa concubina, será que o homem num momento de desespero emocional se entregou aos vícios da droga, será que corrompeu? Os iniciados provocaram o evento, desencadearam a captura. O homem novo, quando ainda profano, revivia energicamente todos aqueles anúncios apelativos de musas a trocarem momentos de prazer a troco de numerários acessíveis à sua condição financeira, o homem intrigava-se e vivia num dilema moral. Será que se devia entregar aos prazeres da carne com uma musa voluptuosa que pedia única e exclusivamente como retorno umas poucas quantias numerárias? Folheia o jornal, e depara-se com um éden maravilhoso, centenas de sereias de portos de abrigo, sereias de terra seca, incutiam no homem sensações luxuriantes, sensações vigorantes, viçosas, que o exuberavam interiormente. Folheava o jornal diariamente, e questionava-se se tais actos seriam puníveis pelo todo o poderosos, pela divindade que acreditava, questionava-se se tais actos eram reprimíveis pela conduta social, intrigava-se interiormente se se deveria entregar a actos libidinosos com uma deusa, não por afecto ou por amor, mas pura e simplesmente por tensão carnal. Vivia num dilema interior, será que os ímpetos primordiais, será que os ensejos primários deveriam subjugar o intelecto e a razão? Será que a besta, relembrando aquela clássica dicotomia entre a besta e o anjo; será que a besta se deveria sublevar rechaçando a razão para patamares inferiores? Grandes homens da ciência haviam morrido virgens! Grandes filósofos e teólogos haviam perecido às mãos do divino sem nunca terem presenciado as ímpias sensações do foro corporal! E o homem intriga-se, sendo inexperiente ele também no domínio das sensações erógenas, e não tendo companheira com a qual pudesse partilhar os momentos amorosos, intrigava-se se se poderia entregar aos prazeres imundos da libido. E os iniciados que o observavam sabiam-no, observavam-no secretamente e sabiam-no, sabiam tudo sobre o novo homem, e sabiam mais sobre o ego e as sensações do homem, que ele próprio sabia sobre si mesmo. Com todos estes conhecimentos, os iniciados da ordem secreta prepararam a cilada, a captura para o processo iniciático.
Dias antes os iniciados haviam capturado e sucumbido aos seus preceitos uma mulher deveras bela e formosa. Seria o chamariz perfeito! A sua beleza observava os tratados divinais mais exigentes. As linhas do seu corpo, obedeciam não só aos preceitos luxuriantes mais exigentes, mas mais importante ainda, estavam de acordo com os desejos singulares do homem a capturar. Haviam estudado os prazeres e os gostos pessoais do homem a iniciar, haviam indagado sobre o tipo de mulher que mais lhe aprazia. O nome obedeceria a preceitos numerológicos ocultos que incutiriam no novo homem o desejo insaciável. O nome seria Cátia, nome luxuriante, que começa com uma consoante forte, terceira letra do alfabeto e por sinal sendo a terceira evoca a fertilidade associada ao número três. A onomástica é uma das ciências que os iniciados bem conhecem, mas não apreciam revelá-la aos profanos. O número de contacto da meretriz, teria que ser apelativo, lembrando aqueles anúncios publicitários que passam normalmente de madrugada na televisão onde o número seis está bem presente. O seis é um número, que por exemplo nas línguas germânicas, é luxuriante dada a similaridade silábica com o acto fervoroso da concepção. A frase a publicar no jornal seria apelativa e irrecusável, e a meretriz, ciosa da sua função de chamariz, atenderia apenas aquele número específico, o número do celular do homem a iniciar. Haviam sido criadas as condições perfeitas para que o homem se sentisse atraído por aquele contacto específico. O anúncio seria um dos primeiros do jornal e com lugar destacado. Os iniciados conheciam muito bem aquilo que atraía o homem, conheciam-no bem, eram sabedores e estavam bem cientes dos seus desejos mais interiores, conheciam a sua alma e os devaneios do seu ego.
Um telefone móvel, colocado em cima de um pequeno armário vibra, apela aos seus possuidores que se movam na sua direcção. Cátia, ciente da sua tarefa, e já bem treinada pelos iniciados, atende com uma voz luxuriante a chamada do homem a iniciar. A voz da meretriz era singular, tinha sonoridades que incutiam nos homens as sensações mais primárias, a voz sensual feminina possuía frequências auditivas que ressoavam e vibravam com o interior do homem mais fervoroso. Depois de atendido o telefonema, deu-se o primeiro passo, a conversa era deveras sublime, sensual, tinha frases cheias de carga erótica, onde se estabeleciam as normas contratuais do acto a consumar, estabelecia-se o local da perversão, o numerário, e as posições mais atraentes e libidinosas. O homem sentia-se constrangido, inibido, falava pausada e nervosamente sobre todas as normas que haveriam de ser estabelecidas sobre a sua iniciação nos actos lascivos do corpo. Era a troca de termos e sensações auditivas que ansiara desde há vários anos, queria estabelecer um contacto erógeno com uma sereia dos sentidos carnais, já há várias Primaveras. Estabelece-se o local a hora combinadas, estabelece-se o numerário, estabelece-se as condições do acto propriamente dito.
Chegado o dia do acto luxuriante, no local e hora estabelecidas, dá-se o impacto, a entrega à lascívia, os corpos unem-se num acto nada afectivo, nada carinhoso, dá-se o impacto, a confrontação carnal, os de
uses que proclamam e reiteram sobre todas as normas morais por certo se sentiriam indignados com tamanho ultraje sobre a conduta moral de um homem supostamente probo. Dá-se a confrontação corporal. Os corpos unem-se, e o homem, nervoso, constrangido moralmente, entrega-se aos beijos de uma concubina que o coloca num estado eruptivo, quer psicologicamente, quer libidinosamente. Os beijos são ardentes, os toques das mãos são exuberantes, envolvem-se num acto conspicuamente mútuo e enérgico. Abraçam-se, os corpos entrelaçam-se, as pernas cruzam-se, e Cátia sacia o desejo mais ardente do homem que se inicia agora nos desígnios da carne. A tensão aumenta de forma exponencial, frases eróticas são permutadas por estes dois seres de sexo oposto que se unem num quarto de uma qualquer pensão da cidade. O desejo é solto no mais alto dos sentidos, sem que qualquer reprimenda moral o iniba, o homem solta-se, liberta-se dos constrangimentos colocados pela sociedade, e a viçosa concubina exacerba ainda mais os ímpetos do homem a iniciar. A tensão aumenta, e num estágio final o clímax é atingido. É a este momento posterior ao acto quase bélico da libido, que são dedicadas todas as epopeias, todas as odes, todos os revigorantes épicos, é a este momento de apoteose colectiva que se aplaudem as mais extaseantes sinfonias dos mais ilustres compositores. É neste momento de arrebatamento e de enlevo emocional, que os pianistas suados devido aos vários minutos em frente ao piano a interpretar uma sonata, enérgica e violentamente pressionam as teclas e se demovem em espasmos emocionais, com a conclusão alcançada no final da mesma. O êxtase tinha sido atingido, e o homem era já um iniciado no campo do desejo carnal. Mas ainda não era iniciado no campo do transcendental e do oculto. Para tal, haveriam de ser os iniciados da ordem secreta, a fazer com que o novo homem passasse para o campo do oculto. E para tal uma concubina é apenas um chamariz. Uma meretriz pode eventualmente ser o passo para a iniciação carnal, mas não o é para a iniciação no campo das ciências ocultas.
O homem encontra-se deitado com Cátia, encontra-se relaxado, tem uma conversa circunstancial. De repente entram três homens encapuzados e armados com facas e armas de fogo. Proferem palavras agressivas atentórias a qualquer ser humano. Gritam, vociferam termos incutidos de raiva e cólera. Dizem estar a mando do proxeneta de Cátia e gritam com ela alegando que a matam e a estripam por esta não pagar a quantia necessária ao proxeneta. O homem é também ameaçado de morte, e ele diz ter dinheiro para saldar a sua dívida. Cátia desesperada diz que no momento não tem condições financeiras para saldar a sua dívida. Os homens armados ignoram o seu suplício e um deles puxa o gatilho. A bala viaja a velocidades enormes e cheia de energia cinética, pois esta é proporcional ao quadrado da velocidade e apenas linearmente proporcional à massa da bala. O peso da bala é insignificante, o factor essencial é a sua velocidade. A bala que depois de sair da câmara da arma viaja até à testa de Cátia e trespassa-a, entra no cérebro mole da jovem com facilidade, e sai pela nuca da pobre rapariga. Para os iniciados, Cátia era um chamariz dispensável, pois o objectivo maior seria assustar e capturar o homem a iniciar. A ele dão-lhe uma pancada na cabeça de lado e este desmaia e fica inconsciente. Acorda mais tarde numa maca branca onde é severamente torturado e molestado, onde as suas pernas são cortadas com bisturis e o seu corpo é trespassado por agulhas com potencias eléctricos. O torturador diz sempre que o há-de matar no final do processo, e homem apenas pede a morte o mais rapidamente possível; pensa energicamente que quer morrer. Num pequeno momento o torturador tira a rédea que tapa a boca do iniciado, e este suplica cheio de energia para que o matem de uma vez, dada a dor que está a sentir. Grita, suplica que quer a morte, apenas a morte lhe trará paz e sossego e não mais a continuação daquele sofrimento insuportável. O homem finalmente é sedado e adormece.
Acorda numa sala onde vários ilustres o rodeiam e um deles diz serenamente:
- Bem-vindo meu caro, agora que já pediste para morrer, nós conscienciosos do teu suplício decidimos aceder ao teu pedido.
O novo homem observa-se e apercebe-se que está vivo, que ainda está vivo, e que aliás deveriam ter passado muitas horas ou talvez dias, pois as feridas haviam todas sarado. O mestre afirma novamente:
- Tu estás vivo, porque renasceste, aqui serás baptizado, terás um novo nome, novos princípios. Passaste pelo processo de iniciação, agora serás um de nós. Farás parte da ordem. Percebe meu caro, que desde tempos imemoráveis que os homens se unem em tribos, classes, grupos étnicos, unem-se porque têm algo em comum que apreciam partilhar. Mas quando partilham sabedoria que não é compreendida ao comum dos profanos, o processo iniciático tem que ser penoso. Desculpa caro irmão, todas as ordens têm processos iniciáticos, os católicos têm o baptismo onde as cabeças dos iniciados dos bebés são inseridas em água benta, os judeus têm a circuncisão, certas tribos onde se idolatram os jacarés aos novos membros é cortada a carne na zona dorsal para que se assemelhe a um jacaré. Acharias meu caro, que por acaso nas sociedades ocidentais mais desenvolvidas não haveriam processos iniciáticos no saber. Os grandes mestres foram iniciados, os grandes músicos e pintores, os grandes cientistas. Nós não tememos o divino, regemo-nos pura e simplesmente pela razão, pelos valores do iluminismo. A arte e a ciência são os nossos ícones meu caro, e tu sendo bondoso e probo soubemos valorizar-te a rectidão, como tal queríamos que fosses um de nós. Não o encares como uma absorção, mas como um abraço colectivo. Aqui serás protegido, serás encarado como um irmão, como um de nós
- E a Cátia, a mulher com que me envolvi emocionalmente.
- Não me interpretes mal, meu caro, mas a mulher voluptuosa com que te envolveste seria apenas o isco para que te trouxéssemos até junto de nós. Não me leves a mal, meu caro, mas a tua entidade, era bem mais importante que a vida da Cátia. Compreendo a tua preocupação, mas a tua relação com a rapariga foi meramente carnal. Ajudar-te-emos a encontrar uma companheira que ames, e que sacie também os teus ímpetos da libido. O saber que aqui encontrarás é secreto, foi transmitido de gerações em gerações desde há milénios, sem nunca ter sido colocado nas mãos de profanos, exactamente porque entre nós pratica-se algo muito importante que é a obediência. A obediência proclama que nunca transmitirás para o exterior o que vires ou o que aprenderes aqui. E se tal se proceder, que bem sei que nunca irá acontecer, e que se contam pelos dedos de uma mão os casos que aconteceram desde há milénios, se tal acontecer; bem, creio que já presenciaste o suficiente para te aperceberes para as consequências dos actos desviantes. A dor que te incutimos serviu apenas para te mostrar meu caro, para fazer com que a tua psique se reja por princípios inesquecíveis de rectitude. Não o encares como um processo maquiavélico, encara-o, se quiseres meu caro, como um ensinamento corporal. Agora farás parte de nós, ajudar-te-emos em tudo o que precisas, temos os nossos contactos, temos os nossos meios. Pergunto-te meu caro, estás disposto a receber-nos assim como nós estamos carinhosamente dispostos a acolher-te?
Um silêncio gelado atravessa o salão, o novo homem responde:
- Sim, estou.
Ouvem-se palmas sublimes de homens mascarados e todos se dirigem ao novo homem, cada um cumprimenta-o e profere um bem-vindo. O mestre aproxima-se e diz para que todos o ouçam:
- Bem-vindo irmão, terás agora que fazer um pequeno juramento.
As instruções do juramento a efectuar são entregues ao novo homem, através de um papiro, o homem lê-o lentamente, passam alguns minutos e depois profere de forma calma:
- Juro defender a pátria portuguesa, a cultura e a língua portuguesas, professo os valores da igualdade, fraternidade e liberdade, juro defender os valores intrínsecos a esta nova ordem que me acolhe, juro defender todos os valores consagrados na nossa constituição, juro preservar de forma inequívoca os valores da língua de Camões e transmitir todos estes preceitos às gerações vindouras. Juro defender a integridade do estado, da nação e de todas as ordens similares à nossa no campo internacional. Concluindo, juro reger-me por um comportamento digno e obediente às normas aqui estabelecidas.
Trinta anos depois - A subjugação
O homem já deixou de ser novo, carrega consigo algumas pequenas rugas, a velhice não é avançada, mas a sua idade ronda agora os cinquenta anos, já subiu vários patamares na hierarquia da ordem que o acolheu. Já teve cargos importantes quer no
campo político, quer no campo económico. Continuou a reger-se por padrões de integridade e de probidade. A sua conta bancária subiu significativamente desde que foi iniciado, tentou sempre pautar a sua doutrina pelos valores que havia jurado trinta anos antes. Escreveu vários livros, onde emancipou no campo internacional a cultura portuguesa. Foi sempre obediente aos preceitos que havia jurado e nunca ousou divulgar aquilo que presenciara nas reuniões secretas onde havia estado, nem nunca divulgou os ensinamentos ocultos que tinha assimilado ao longo destes trinta anos. Teve vários casos amorosos, conheceu várias raparigas e envolveu-se com muitas delas, mas tentou sempre ser fiel e honesto com cada uma delas, enchendo-as de paixão e amor quase platónico. Casou, sendo sempre fiel no mundo profano à sua esposa, mas em festins secretos deixava que a sua libido se entregasse aos prazeres carnais com várias parceiras pertencentes à mesma ordem, em rituais que se assemelhariam a uma homenagem ao antigo deus romano da ebriedade.
Uma manhã cedo o homem acorda, tendo a esposa a seu lado e liga o rádio. Ouve aquelas sonoridades estrangeiras, música anglo-saxónica, tudo músicas cantadas em Inglês com aquelas batidas apelativas ao ego dos indivíduos. A música cantada nesta língua e com estas sonoridades é quase omnipresente no espaço radiofónico nacional e o homem sente-se intrigado com o juramento que havia feito trinta anos antes. Continua a ouvir a mesma música e muda de estação, mas em Português ouve apenas palavras, comentadores políticos, sempre a mesma monotonia, ouve raramente uma música cantada na língua camoniana e volta a ouvir novamente músicas de traços primordiais cantadas na língua de Sua Majestade. Apercebe-se que os jovens idolatram este género musical, as gerações vindouras não mais valorizarão a cultura que havia assimilado. Os nomes dos estabelecimentos comerciais evocam todos essa língua estrangeira, as cadeias de restaurantes estão repletas de termos anglo-saxónicos e nos cinemas os filmes têm todos origem no novo mundo sempre falados na mesma língua, e até quando são filmes nacionais é escolhida uma língua estrangeira para os representar.
Volta-se para a mulher, olha-a firmemente nos olhos e profere as ternas palavras:
- Dir-te-ei sempre na nossa amada língua: Amo-te.
Tinha as pernas abertas, as nádegas assentavam sobre uma maca branca, e o cenário era horrendo, hediondo. Uma lâmina acutilante perfurava-lhe o interior das coxas, devagar, suavemente, lentamente a ponta de uma espécie de bisturi ia-lhe perfurando e trespassando uma das zonas mais sensíveis do corpo, o interior das coxas. As pernas estavam arqueadas e abertas, os pés estavam unidos e a posição relembra um ritual sacrificial, tortuoso, inconcebível ao mais comum dos mortais, aos profanos que por certo não estão preparados para acolher certos ideais iniciáticos.
A lâmina afiada, acutilante, aguçada, aguda continua a rasgar a pele. Vai desde o baixo ventre, atravessa a zona das virilhas e chega à extremidade dos joelhos, sempre pelo interior das pernas, depois passa para a zona dos gémeos. A lâmina é incisiva, perfurante a deixa um rasto de pasta liquefeita de tom avermelhado, presumindo-se ser sangue. Depois a ponta do bisturi chega à zona do calcanhar, dirigindo-se para a zona da planta do pé. O corte na planta do pé é profundo e a dor é insuportável, a tortura é atroz, dirão as mentes mais sensíveis, mas o ritual é imprescindível dadas as vicissitudes da situação. A ponta da lâmina dirige-se agora para a planta do outro pé e toma o caminho ascendente pela outra perna até à zona do umbigo.
A boca do iniciado encontra-se amordaçada com uma rédea própria para a zona da face. Tapa-lhe a boca não o deixando sequer suspirar. A dor é inimaginável, é atroz
e hedionda, forte e compulsiva, o individuo entra imediatamente em espasmos e convoluções, torce-se, estica-se, mas o seu corpo permanece firme preso pelas correias que o seguram. Mas a que se deve tal cenário que o comum dos mortais imaginava ver apenas em cenas inquisitórias da idade média? A resposta é deveras muito simples, trata-se do método iniciático associado a todas as sociedades secretas. De seguida vêm as agulhas, as suas temperaturas são extremamente ferventes, são escaldantes, a cerca de cento e cinquenta graus cada uma, estão inseridas numa caixa firme que as suporta e que tem a forma, a silhueta da parte frontal do corpo humano de pernas abertas com os pés juntos. As agulhas estão hirtas e firmes, fervorosas, escaldantes e ferventes aproximam a sua extremidade ao corpo do homem jovem que se encontra na maca. A outra extremidade das agulhas encontra-se ligada a um dispositivo electrónico que gera corrente eléctrica e sendo as agulhas de metal os electrões impulsionados por forças físicas até recentemente ocultas estão prontos a dirigir-se a velocidades luminosas pelo parco e frágil corpo do homem.O suporte que sustenta as agulhas desce lentamente, e estas num estado fervente começam a perfurar a carne. O homem contorce-se, treme, torce-se, geme, mas as agulhas já perfuraram, e os electrões sequiosos de um corpo condutor, que formam cargas positivas e negativas nas extremidades das agulhas, começam a fluir pela carne tenra. A corrente eléctrica é enorme e fugaz, é impulsiva, ora tem picos cujos valores debitam elevados amperes ora tem baixios que não provocam dores, é a tão denominada corrente alternada, mas aqui com uma frequência muito baixa perceptível ao jovem que é torturado. O mais banal dos profanos não consegue encontrar a génese para tanto sofrimento, mas a resposta é deveras simples. Encontra-se nas teorias de diversos estudiosos no foro da psicologia; é preciso explicar através da experiência dolorosa que certos actos são assim puníveis se por acaso o novo homem se desvirtuar.
O homem novo vai ser absorvido pela sociedade secreta, e vai ter acesso a conhecimentos que são desconhecidos aos comuns dos profanos, precisa de ser ensinado que certas atitudes desviantes são punidas com a dor extrema. Só assim pensam os iniciados, os mesmos que já passaram pelo mesmo processo, se atinge a rectitude e a obediência. Mas porquê este homem está a ser torturado, está a passar por este processo tortuoso? É um homem recto, probo, íntegro, vertical, inteligente. É por isso mesmo. Este mesmo jovem já era observado secreta e muito discretamente pelos iniciados há cerca de dez anos. Observavam-no, vigiavam secretamente os seus movimentos, as suas atitudes, os seus escritos, as suas relações pessoais, mas sempre muito discretamente, e asseveraram-se que este homem era bondoso e caridoso, e que mais tarde haveria de ser um dos iniciados. E como o colocaram nesta maca branca?
Deus é perfeito e criou o homem à Sua semelhança, mas há que tentar compreender a que imperfeição humana faz parte da perfeição divina.
O homem, tem sempre um ponto fraco, algo por revelar, algo que não transmite ao seu mais próximo. O homem tem sempre algo secreto, um pequeno pecado mortal luxuriante, uma transgressão ética ou moral, ou se deixa secretamente atrair por outros seres do mesmo sexo, ou frequenta discretamente lupanares entregando-se aos prazeres da carne, ou vagamente corrompe, ou inala ocasionalmente substâncias ilícitas, ou num momento de maior angústia e sofrimento, desrespeita os amigos e a família; e estas sociedades que o observavam secreta e discretamente, colaboraram para que o homem se afundasse no vale
sensorial e pecaminoso para que o apanhassem num momento ímpio de delírio emocional. Será que o homem novo tinha tendências homossexuais recalcadas, será que tinha desejo, sendo probo e recto, de se envolver com alguma luxuriante e voluptuosa concubina, será que o homem num momento de desespero emocional se entregou aos vícios da droga, será que corrompeu? Os iniciados provocaram o evento, desencadearam a captura. O homem novo, quando ainda profano, revivia energicamente todos aqueles anúncios apelativos de musas a trocarem momentos de prazer a troco de numerários acessíveis à sua condição financeira, o homem intrigava-se e vivia num dilema moral. Será que se devia entregar aos prazeres da carne com uma musa voluptuosa que pedia única e exclusivamente como retorno umas poucas quantias numerárias? Folheia o jornal, e depara-se com um éden maravilhoso, centenas de sereias de portos de abrigo, sereias de terra seca, incutiam no homem sensações luxuriantes, sensações vigorantes, viçosas, que o exuberavam interiormente. Folheava o jornal diariamente, e questionava-se se tais actos seriam puníveis pelo todo o poderosos, pela divindade que acreditava, questionava-se se tais actos eram reprimíveis pela conduta social, intrigava-se interiormente se se deveria entregar a actos libidinosos com uma deusa, não por afecto ou por amor, mas pura e simplesmente por tensão carnal. Vivia num dilema interior, será que os ímpetos primordiais, será que os ensejos primários deveriam subjugar o intelecto e a razão? Será que a besta, relembrando aquela clássica dicotomia entre a besta e o anjo; será que a besta se deveria sublevar rechaçando a razão para patamares inferiores? Grandes homens da ciência haviam morrido virgens! Grandes filósofos e teólogos haviam perecido às mãos do divino sem nunca terem presenciado as ímpias sensações do foro corporal! E o homem intriga-se, sendo inexperiente ele também no domínio das sensações erógenas, e não tendo companheira com a qual pudesse partilhar os momentos amorosos, intrigava-se se se poderia entregar aos prazeres imundos da libido. E os iniciados que o observavam sabiam-no, observavam-no secretamente e sabiam-no, sabiam tudo sobre o novo homem, e sabiam mais sobre o ego e as sensações do homem, que ele próprio sabia sobre si mesmo. Com todos estes conhecimentos, os iniciados da ordem secreta prepararam a cilada, a captura para o processo iniciático.
Dias antes os iniciados haviam capturado e sucumbido aos seus preceitos uma mulher deveras bela e formosa. Seria o chamariz perfeito! A sua beleza observava os tratados divinais mais exigentes. As linhas do seu corpo, obedeciam não só aos preceitos luxuriantes mais exigentes, mas mais importante ainda, estavam de acordo com os desejos singulares do homem a capturar. Haviam estudado os prazeres e os gostos pessoais do homem a iniciar, haviam indagado sobre o tipo de mulher que mais lhe aprazia. O nome obedeceria a preceitos numerológicos ocultos que incutiriam no novo homem o desejo insaciável. O nome seria Cátia, nome luxuriante, que começa com uma consoante forte, terceira letra do alfabeto e por sinal sendo a terceira evoca a fertilidade associada ao número três. A onomástica é uma das ciências que os iniciados bem conhecem, mas não apreciam revelá-la aos profanos. O número de contacto da meretriz, teria que ser apelativo, lembrando aqueles anúncios publicitários que passam normalmente de madrugada na televisão onde o número seis está bem presente. O seis é um número, que por exemplo nas línguas germânicas, é luxuriante dada a similaridade silábica com o acto fervoroso da concepção. A frase a publicar no jornal seria apelativa e irrecusável, e a meretriz, ciosa da sua função de chamariz, atenderia apenas aquele número específico, o número do celular do homem a iniciar. Haviam sido criadas as condições perfeitas para que o homem se sentisse atraído por aquele contacto específico. O anúncio seria um dos primeiros do jornal e com lugar destacado. Os iniciados conheciam muito bem aquilo que atraía o homem, conheciam-no bem, eram sabedores e estavam bem cientes dos seus desejos mais interiores, conheciam a sua alma e os devaneios do seu ego.
Um telefone móvel, colocado em cima de um pequeno armário vibra, apela aos seus possuidores que se movam na sua direcção. Cátia, ciente da sua tarefa, e já bem treinada pelos iniciados, atende com uma voz luxuriante a chamada do homem a iniciar. A voz da meretriz era singular, tinha sonoridades que incutiam nos homens as sensações mais primárias, a voz sensual feminina possuía frequências auditivas que ressoavam e vibravam com o interior do homem mais fervoroso. Depois de atendido o telefonema, deu-se o primeiro passo, a conversa era deveras sublime, sensual, tinha frases cheias de carga erótica, onde se estabeleciam as normas contratuais do acto a consumar, estabelecia-se o local da perversão, o numerário, e as posições mais atraentes e libidinosas. O homem sentia-se constrangido, inibido, falava pausada e nervosamente sobre todas as normas que haveriam de ser estabelecidas sobre a sua iniciação nos actos lascivos do corpo. Era a troca de termos e sensações auditivas que ansiara desde há vários anos, queria estabelecer um contacto erógeno com uma sereia dos sentidos carnais, já há várias Primaveras. Estabelece-se o local a hora combinadas, estabelece-se o numerário, estabelece-se as condições do acto propriamente dito.
Chegado o dia do acto luxuriante, no local e hora estabelecidas, dá-se o impacto, a entrega à lascívia, os corpos unem-se num acto nada afectivo, nada carinhoso, dá-se o impacto, a confrontação carnal, os de
uses que proclamam e reiteram sobre todas as normas morais por certo se sentiriam indignados com tamanho ultraje sobre a conduta moral de um homem supostamente probo. Dá-se a confrontação corporal. Os corpos unem-se, e o homem, nervoso, constrangido moralmente, entrega-se aos beijos de uma concubina que o coloca num estado eruptivo, quer psicologicamente, quer libidinosamente. Os beijos são ardentes, os toques das mãos são exuberantes, envolvem-se num acto conspicuamente mútuo e enérgico. Abraçam-se, os corpos entrelaçam-se, as pernas cruzam-se, e Cátia sacia o desejo mais ardente do homem que se inicia agora nos desígnios da carne. A tensão aumenta de forma exponencial, frases eróticas são permutadas por estes dois seres de sexo oposto que se unem num quarto de uma qualquer pensão da cidade. O desejo é solto no mais alto dos sentidos, sem que qualquer reprimenda moral o iniba, o homem solta-se, liberta-se dos constrangimentos colocados pela sociedade, e a viçosa concubina exacerba ainda mais os ímpetos do homem a iniciar. A tensão aumenta, e num estágio final o clímax é atingido. É a este momento posterior ao acto quase bélico da libido, que são dedicadas todas as epopeias, todas as odes, todos os revigorantes épicos, é a este momento de apoteose colectiva que se aplaudem as mais extaseantes sinfonias dos mais ilustres compositores. É neste momento de arrebatamento e de enlevo emocional, que os pianistas suados devido aos vários minutos em frente ao piano a interpretar uma sonata, enérgica e violentamente pressionam as teclas e se demovem em espasmos emocionais, com a conclusão alcançada no final da mesma. O êxtase tinha sido atingido, e o homem era já um iniciado no campo do desejo carnal. Mas ainda não era iniciado no campo do transcendental e do oculto. Para tal, haveriam de ser os iniciados da ordem secreta, a fazer com que o novo homem passasse para o campo do oculto. E para tal uma concubina é apenas um chamariz. Uma meretriz pode eventualmente ser o passo para a iniciação carnal, mas não o é para a iniciação no campo das ciências ocultas.O homem encontra-se deitado com Cátia, encontra-se relaxado, tem uma conversa circunstancial. De repente entram três homens encapuzados e armados com facas e armas de fogo. Proferem palavras agressivas atentórias a qualquer ser humano. Gritam, vociferam termos incutidos de raiva e cólera. Dizem estar a mando do proxeneta de Cátia e gritam com ela alegando que a matam e a estripam por esta não pagar a quantia necessária ao proxeneta. O homem é também ameaçado de morte, e ele diz ter dinheiro para saldar a sua dívida. Cátia desesperada diz que no momento não tem condições financeiras para saldar a sua dívida. Os homens armados ignoram o seu suplício e um deles puxa o gatilho. A bala viaja a velocidades enormes e cheia de energia cinética, pois esta é proporcional ao quadrado da velocidade e apenas linearmente proporcional à massa da bala. O peso da bala é insignificante, o factor essencial é a sua velocidade. A bala que depois de sair da câmara da arma viaja até à testa de Cátia e trespassa-a, entra no cérebro mole da jovem com facilidade, e sai pela nuca da pobre rapariga. Para os iniciados, Cátia era um chamariz dispensável, pois o objectivo maior seria assustar e capturar o homem a iniciar. A ele dão-lhe uma pancada na cabeça de lado e este desmaia e fica inconsciente. Acorda mais tarde numa maca branca onde é severamente torturado e molestado, onde as suas pernas são cortadas com bisturis e o seu corpo é trespassado por agulhas com potencias eléctricos. O torturador diz sempre que o há-de matar no final do processo, e homem apenas pede a morte o mais rapidamente possível; pensa energicamente que quer morrer. Num pequeno momento o torturador tira a rédea que tapa a boca do iniciado, e este suplica cheio de energia para que o matem de uma vez, dada a dor que está a sentir. Grita, suplica que quer a morte, apenas a morte lhe trará paz e sossego e não mais a continuação daquele sofrimento insuportável. O homem finalmente é sedado e adormece.
Acorda numa sala onde vários ilustres o rodeiam e um deles diz serenamente:
- Bem-vindo meu caro, agora que já pediste para morrer, nós conscienciosos do teu suplício decidimos aceder ao teu pedido.
O novo homem observa-se e apercebe-se que está vivo, que ainda está vivo, e que aliás deveriam ter passado muitas horas ou talvez dias, pois as feridas haviam todas sarado. O mestre afirma novamente:
- Tu estás vivo, porque renasceste, aqui serás baptizado, terás um novo nome, novos princípios. Passaste pelo processo de iniciação, agora serás um de nós. Farás parte da ordem. Percebe meu caro, que desde tempos imemoráveis que os homens se unem em tribos, classes, grupos étnicos, unem-se porque têm algo em comum que apreciam partilhar. Mas quando partilham sabedoria que não é compreendida ao comum dos profanos, o processo iniciático tem que ser penoso. Desculpa caro irmão, todas as ordens têm processos iniciáticos, os católicos têm o baptismo onde as cabeças dos iniciados dos bebés são inseridas em água benta, os judeus têm a circuncisão, certas tribos onde se idolatram os jacarés aos novos membros é cortada a carne na zona dorsal para que se assemelhe a um jacaré. Acharias meu caro, que por acaso nas sociedades ocidentais mais desenvolvidas não haveriam processos iniciáticos no saber. Os grandes mestres foram iniciados, os grandes músicos e pintores, os grandes cientistas. Nós não tememos o divino, regemo-nos pura e simplesmente pela razão, pelos valores do iluminismo. A arte e a ciência são os nossos ícones meu caro, e tu sendo bondoso e probo soubemos valorizar-te a rectidão, como tal queríamos que fosses um de nós. Não o encares como uma absorção, mas como um abraço colectivo. Aqui serás protegido, serás encarado como um irmão, como um de nós
- E a Cátia, a mulher com que me envolvi emocionalmente.
- Não me interpretes mal, meu caro, mas a mulher voluptuosa com que te envolveste seria apenas o isco para que te trouxéssemos até junto de nós. Não me leves a mal, meu caro, mas a tua entidade, era bem mais importante que a vida da Cátia. Compreendo a tua preocupação, mas a tua relação com a rapariga foi meramente carnal. Ajudar-te-emos a encontrar uma companheira que ames, e que sacie também os teus ímpetos da libido. O saber que aqui encontrarás é secreto, foi transmitido de gerações em gerações desde há milénios, sem nunca ter sido colocado nas mãos de profanos, exactamente porque entre nós pratica-se algo muito importante que é a obediência. A obediência proclama que nunca transmitirás para o exterior o que vires ou o que aprenderes aqui. E se tal se proceder, que bem sei que nunca irá acontecer, e que se contam pelos dedos de uma mão os casos que aconteceram desde há milénios, se tal acontecer; bem, creio que já presenciaste o suficiente para te aperceberes para as consequências dos actos desviantes. A dor que te incutimos serviu apenas para te mostrar meu caro, para fazer com que a tua psique se reja por princípios inesquecíveis de rectitude. Não o encares como um processo maquiavélico, encara-o, se quiseres meu caro, como um ensinamento corporal. Agora farás parte de nós, ajudar-te-emos em tudo o que precisas, temos os nossos contactos, temos os nossos meios. Pergunto-te meu caro, estás disposto a receber-nos assim como nós estamos carinhosamente dispostos a acolher-te?
Um silêncio gelado atravessa o salão, o novo homem responde:
- Sim, estou.
Ouvem-se palmas sublimes de homens mascarados e todos se dirigem ao novo homem, cada um cumprimenta-o e profere um bem-vindo. O mestre aproxima-se e diz para que todos o ouçam:
- Bem-vindo irmão, terás agora que fazer um pequeno juramento.
As instruções do juramento a efectuar são entregues ao novo homem, através de um papiro, o homem lê-o lentamente, passam alguns minutos e depois profere de forma calma:
- Juro defender a pátria portuguesa, a cultura e a língua portuguesas, professo os valores da igualdade, fraternidade e liberdade, juro defender os valores intrínsecos a esta nova ordem que me acolhe, juro defender todos os valores consagrados na nossa constituição, juro preservar de forma inequívoca os valores da língua de Camões e transmitir todos estes preceitos às gerações vindouras. Juro defender a integridade do estado, da nação e de todas as ordens similares à nossa no campo internacional. Concluindo, juro reger-me por um comportamento digno e obediente às normas aqui estabelecidas.
Trinta anos depois - A subjugação
O homem já deixou de ser novo, carrega consigo algumas pequenas rugas, a velhice não é avançada, mas a sua idade ronda agora os cinquenta anos, já subiu vários patamares na hierarquia da ordem que o acolheu. Já teve cargos importantes quer no
campo político, quer no campo económico. Continuou a reger-se por padrões de integridade e de probidade. A sua conta bancária subiu significativamente desde que foi iniciado, tentou sempre pautar a sua doutrina pelos valores que havia jurado trinta anos antes. Escreveu vários livros, onde emancipou no campo internacional a cultura portuguesa. Foi sempre obediente aos preceitos que havia jurado e nunca ousou divulgar aquilo que presenciara nas reuniões secretas onde havia estado, nem nunca divulgou os ensinamentos ocultos que tinha assimilado ao longo destes trinta anos. Teve vários casos amorosos, conheceu várias raparigas e envolveu-se com muitas delas, mas tentou sempre ser fiel e honesto com cada uma delas, enchendo-as de paixão e amor quase platónico. Casou, sendo sempre fiel no mundo profano à sua esposa, mas em festins secretos deixava que a sua libido se entregasse aos prazeres carnais com várias parceiras pertencentes à mesma ordem, em rituais que se assemelhariam a uma homenagem ao antigo deus romano da ebriedade.Uma manhã cedo o homem acorda, tendo a esposa a seu lado e liga o rádio. Ouve aquelas sonoridades estrangeiras, música anglo-saxónica, tudo músicas cantadas em Inglês com aquelas batidas apelativas ao ego dos indivíduos. A música cantada nesta língua e com estas sonoridades é quase omnipresente no espaço radiofónico nacional e o homem sente-se intrigado com o juramento que havia feito trinta anos antes. Continua a ouvir a mesma música e muda de estação, mas em Português ouve apenas palavras, comentadores políticos, sempre a mesma monotonia, ouve raramente uma música cantada na língua camoniana e volta a ouvir novamente músicas de traços primordiais cantadas na língua de Sua Majestade. Apercebe-se que os jovens idolatram este género musical, as gerações vindouras não mais valorizarão a cultura que havia assimilado. Os nomes dos estabelecimentos comerciais evocam todos essa língua estrangeira, as cadeias de restaurantes estão repletas de termos anglo-saxónicos e nos cinemas os filmes têm todos origem no novo mundo sempre falados na mesma língua, e até quando são filmes nacionais é escolhida uma língua estrangeira para os representar.
Volta-se para a mulher, olha-a firmemente nos olhos e profere as ternas palavras:
- Dir-te-ei sempre na nossa amada língua: Amo-te.
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