A pata direita do cavalo de D. José


Qual é a pata direita do cavalo de D. José? É a esquerda!
As simbologias entre a esquerda e a direita sempre dominaram o mundo e os seus ideários. A esquerda feminina e a direita austera e masculina. É um direito ser-se de direita, escrever com a direita e estudar direito. Porque o direito é másculo, é viril, é racional, grave e austero. O direito é forte, já o esquerdo é sinistro e fraco.
O esquerdino é fraco e torpe, sensível e criativo, submisso e passivo. A esquerda é sinistra porque é mulher! A esquerda é vermelha porque é apaixonante e entesante!
Qual então a pata direita do cavalo de D. José? É a esquerda!
É porque no regente nobre lusitano até a esquerda é direita, até o imperfeito é perfeito, a sua feminilidade é racional e austera, possui uma sinistridade de direito.
É o Messias que o Marquês protegeu, foi o novo Sebastianismo que olha de fronte para o mar azulado do Tejo que nos liga e ligou ao mundo.

Adoro-te Nádia


Não me perguntes porquê, desconheço as raizes de tais ideossincrasias que me definem enquanto homem, ignoro as géneses de tais sentimentos apaixonantes e erógenos. Apenas sei-o, apenas sinto-o, que não se engane a metafísica nem sequer ludibrie o divino. Apenas nutro-o Nádia. Remonto aos primordiais sentimentos afectivos e digo-o solenemente adorada Nádia, grito-o veementemente para que todos o oiçam prezada Nádia, vocifero-o ardentemente e reitero amada Nádia o pleonasmo amoroso: Amo-te

Não me perguntes porquê, desconheço as raizes de tais ideossincrasias que me definem enquanto homem, ignoro as géneses de tais sentimentos apaixonantes e erógenos. Apenas sei-o, apenas sinto-o, que não se engane a metafísica nem sequer ludibrie o divino. Apenas nutro-o Nádia. Remonto aos primordiais sentimentos afectivos e digo-o solenemente adorada Nádia, grito-o veementemente para que todos o oiçam prezada Nádia, vocifero-o ardentemente e reitero amada Nádia o pleonasmo amoroso: Amo-te

A verdade sobre a SIDA/AIDS


A SIDA, termo utilizado em Portugal, sendo que os nossos irmãos brasileiros referem AIDS como na língua Inglesa, é um síndroma que afecta o sistema imunológico do ser humano. É causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e num estágio final pode ser letal pois debilita as defesas naturais do indivíduo. O vírus imiscua-se no código genético do doente não havendo no presente momento vacinação. Propaga-se essencialmente através da via sexual ou sanguínea, através da troca de fluídos, como sangue, secreções genitais, sémen ou leite materno. Apareceu nos anos oitenta na comunidade homossexual americana, tendo origens mais remotas no continente africano, e posteriormente propagou-se pelo mundo.

Como apareceu na realidade a SIDA e porquê?

O HIV é na realidade um vírus criado em laboratório pelas sociedades secretas americanas com o intuito de controlo social e populacional do mundo.

Controlo social pois estava-se a chegar ao apogeu da libertinagem, em que os jovens incorriam em actos libertinos de drogas e sexo, em festins libertinos e desregrados. Os jovens praticavam sexo sem protecção e não procuravam levar uma vida regrada. Estes mesmos jovens eram na realidade os mais revoltosos anti-sistema, os mais rebeldes que lutavam contra a guerra e evocavam muitos deles a anarquia. Ora a SIDA veio apaziguar os ânimos libidinosos destes jovens, sendo que se o caro leitor denotar, as gerações seguintes tornaram-se mais conservadoras no que concerne a sua vida sexual, e tal deve-se muito ao medo pela SIDA.

Sendo os Estados Unidos a maior e mais poderosa nação do mundo, os seus próprios dirigentes também se devem auto-intitular divindades imaculadas e inimputáveis, sendo que o império tem que zelar pelo controlo populacional do planeta. Ora, havia que fazer controlo populacional em África e na Ásia, onde não existem como prática corrente quaisquer métodos contraceptivos. Não interessava observar no planeta uma África e uma Ásia ainda mais sobrepopulacionadas do que já são no presente momento. Ora a SIDA veio na realidade fazer controlo populacional em África e na Ásia. Se pensarmos que uma mulher Queniana tem talvez em média entre quatro a cinco filhos, e que a esperança média de vida no Quénia é de cerca de cinquenta anos, vemos que na realidade a SIDA veio fazer controlo populacional nos continentes onde existe uma maior média de nascimentos, mas que estatisticamente observamos que vivem menos tempo. Tal não se deve somente às condições de saúde em geral, deve-se muito principalmente à SIDA. Ora os Americanos acharam por bem que tinham o dever enquanto nação dirigente e regente do mundo, que fazer esse controlo populacional, e para tal utilizaram o HIV/SIDA.

Esperança média de vida,
nos países africanos mais afectados
Mais questões sobre a SIDA. Para os Americanos que se intitulam o pilar da moralidade e da ética intocáveis, que apesar de também se acharem o epicentro dos ímpetos libertários do planeta, não poderiam tolerar a abundante homossexualidade pérfida e promiscua que se vivia na sociedade americana. Então, os dirigentes das sociedades secretas americanas acharam por bem, que cabia a si, elaborar um método eficaz que rechaçasse fortemente estas acções imorais, homossexuais e promíscuas. Sabe-se que por natureza, e estatisticamente, um homossexual é bem mais promíscuo que um heterossexual. Ora não intentava atacar a homossexualidade enquanto tal, porque eles até são bastante venerados pelas paragens americanas, intentava atacar severamente a promiscuidade em prol da moralidade anglo-cristã. A promiscuidade é contrária à rectitude moral e sempre assim se doutrinou em todas as sociedades porque simplesmente o homem promíscuo que se entrega exclusivamente aos prazeres da carne tende a ser pouco produtivo. Preocupa-se mais com as frivolidades e com as questões banais relacionadas com os instintos, e como não tem os seus instintos suprimidos não trabalha e não produz em prol do todo que é a sociedade. É por esta mesma razão que sempre ao longo das histórias universais se abominou a promiscuidade, essencialmente a feminina, e em particular a homossexualidade masculina. Reparemos que a poligamia em certas culturas é aceite, já a homossexualidade em todas as culturas ancestrais sempre foi abominada, à excepção de certos casos de pederastia na Grécia Antiga. Porque é contrária à natural fecundidade e a não fecundidade não é produtiva nem criativa em prol de um ente maior denominado 'espécie humana'. Assim, os seres promíscuos e imorais tendem a ser pouco produtivos e trabalhadores pois o que mais lhes interessa são as frivolidades da carne e do vício, que os pode até tornar em indigentes e que são contrárias ao interesse coletivo.
A SIDA veio então atacar fortemente a imoralidade associada à promiscuidade, e os americanos que se intitulam regedores da manutenção da moralidade universal acharam por bem elaborar o HIV. A SIDA atacou então fortemente a promiscuidade sexual das sociedades ocidentais, não só entre os homossexuais, mas também entre os heterossexuais.

Depois existem ainda questões sobre ocultismo e de numerologia associadas à SIDA, reparemos que SIDA na língua Inglesa diz-se AIDS, que na realidade é outra forma de grafar a palavra AID que significa ajuda. Na realidade é AID+S sendo que o S é a letra da serpente e da luxúria feminina. Então na realidade a SIDA é a ajuda que a luxúria pode proporcionar. A luxúria pode na realidade proporcionar uma ajuda funesta, malévola e mortífera, ainda mais sendo que esta foi fabricada laboratorialmente pelos centros de inteligência americanos.

Lembremo-nos ainda que a SIDA dá milhões anualmente às indústrias farmacêuticas que lucram com os pacientes do mundo ocidental, sendo que os desgraçados de África e Ásia morrem sem quaisquer possibilidades de adquirirem medicamentos eficazes, pois estes são bastante dispendiosos.

A SIDA é a praga do mundo moderno, e só pode ter sido criada directamente pelo Satã, por Lúcifer, pelo Demónio, ou diria simplesmente pelos terrenos estado-unidenses.

Estima-se que mais de 15 000 pessoas sejam infectadas por dia em todo o mundo (dados de 1999); 33 milhões estão atualmente infectadas, e 1,8 milhões morrem a cada ano. Estima-se que a SIDA já tenha ceifado no mundo cerca de 25 milhões de vidas.

Nota: Os dados especulativos são da minha autoria filosófica enquanto ser pensante e indagativo, os dados estatísticos são da versão inglesa da wikipédia do artigo sobre a SIDA

A decadência do Império




Roma foi a capital do meu império
Roma é algo que não esqueci
Roma faz parte do pretérito
Roma escolheu o caminho que não escolhi

Roma ao contrário é Amor
Roma faz parte do passado
Roma deu-me prazer, dá-me dor
Roma deixou-me o espírito fustigado

Sem Roma instalou-se-me o caos no mundo
Sem Roma o império desmoronou-se
Sem Roma o civilizado foi ao fundo
Sem Roma o Bárbaro elevou-se

E eu sublimo Roma, porque a amei
E eu escrevo Roma, porque eu sei
Que se a escrever fico calmo
E não procuro nenhum alvo
Para largar a minha fúria
Por ter sofrido tal injúria

E o meu Nero incendeia Roma no tempo
Para que se perca nos horizontes da memória
Mas a mágoa não se apaga com o vento.
Nova Era vem, Roma passa à história

Dirijo-me aos caminhos do contemporâneo
De Roma, resta-me o desejo momentâneo
Mas prossigo, vivo o dia de cada vez
Elevo o falo, a virilidade e o três
Coloco os chifres, e elevo a altivez
Penetro em rias, abro o canal do Suez

Prossigo, sigo e caminho
Adoro a vida, é este o meu hino
Se esta me despreza
Sou eu quem a eleva

É que de Roma, restam ruínas
Preceitos antigos, Deusas femininas
Vénus e Baco, bacanais fecundos
E se Roma conquistou os mundos

Apenas restam parcos escritos
Pilares, templos e mitos
A Cristandade sucedeu
quando Roma pereceu

E se a Eslava, proveniente do Oriente
me ornamentou com os chifres
hirtos, longos e fixes
apenas pronunciou, o império decadente

Eu prossigo, mantenho a vida e a altivez

Porque a vida é só Uma
E a História é una



The history of an Empire in few chapters


Masonic Foundation

    
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Circumscription for empowerment
They've became the biggest army in Mankind's History

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Gay liberty effect
The biggest death rate in History 
Around 160.000 people died in less than two seconds



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The deadly triangle consequence
The biggest death rate in History
Around 100.000.000 died in the 20th century



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Healthy way of life
Many die due to hearth attacks, strokes and many other hearth diseases



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Seeking consciencelessly for power
Helicopters and aircraft-carriers are intended to kill


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Redemption
It might be the Matrix of the film (also six letters),
it controls everything, still, provides free services for everyone


CONVITE - Editorial Minerva - "O Iniciado Português" de João Pimentel


Caros amigos e companheiros de jornada vivencial deste mundo maravilhoso, áspero e austero!

Venho relembrar-vos para a apresentação da obra prosaica "O Iniciado Português" de João Pimentel, que aborda de forma lírica, realística, meramente simplista, ou quem sabe fidedigna, a forma de iniciação nas sociedades secretas.

As sociedades secretas regem o mundo. E todas as sociedades secretas têm rituais iniciáticos, rituais de absorção ou de acolhimento. Vemos pelo mundo profano várias formas de iniciação: A praxe académica, o baptismo católico, a circuncisão, ou até a adesão a uma tríade, clube ou academia.

"O Iniciado Português" tenta abordar estas questões, nas sociedades secretas que mais importância têm no planeta e as que regem o sistema político, legislativo e social a nível mundial.

Aguardo veementemente pela vossa comparência

Melhores cumprimentos

João Pimentel

Programa para o Cálculo de Dias Úteis (Grátis)


Programa para o cálculo 
de dias úteis para Portugal 

DESCARREGAR AQUI

Sem quaisquer vírus, troianos, spyware, malware, ou outros quaisquer termos de origem anglo-saxónica que danificam o computador ou importunam o utilizador. Completamente LIVRE de utilização. Para Windows. Completamente gratuito!
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NOTA PARA 2012 e doravante:

Considerando que o governo eliminou o Carnaval em 2012 e alguns feriados em 2013 e doravante, o programa ainda não os considera como dias úteis. Assim se o intervalo de datas que colocar no programa incluir o carnaval de 2012 (21 de Fevereiro (3ª feira)) ou os feriados eliminados em 2013 e doravante (Dia do Corpo de Deus; Dia de Todos os Santos - 1 de novembro; Implantação da República - 5 de outubro; Restauração da Independência - 1 de Dezembro) :
terá de somar um dia útil, por cada dia destes dias que calhe num dia útil, e que estiver dentro do intervalo de datas que colocar como entrada no programa.
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Programa informático para calcular o número de dias úteis entre duas datas para qualquer cidade de Portugal. Sabia por exemplo que o dia da Páscoa é calculado tendo em consideração o equinócio da Primavera e um dia de lua cheia, ou seja, o dia da Páscoa no calendário Gregoriano (usado em Portugal) é o primeiro Domingo depois da primeira lua cheia depois do equinócio da Primavera. O Carnaval e a quinta-feira de corpo de Deus são calculados em função da Páscoa, sendo estes os três feriados móveis em Portugal. Também é sabido que cada município tem o seu feriado específico num certo dia do ano. Temos também todos os outros feriados fixos generalizados para Portugal. Os últimos feriados que foram acrescentado ao calendário presente foram o dia 25 de Abril e o 1º de Maio. Consideram-se dias úteis os dias de segunda a sexta-feira excluindo os feriados. O programa considera todos estes factores para calcular para qualquer cidade Portuguesa o número de dias úteis entre quaisquer duas datas do calendário. O resultado é inclusivo nas datas final e inicial, ou seja, entre dia 1 e dia 2 de um dado mês, se ambos forem dias úteis, o resultado será dois dias úteis de diferença. Programa desenvolvido para o Windows.
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A Páscoa e os feriados móveis: Sabia que o Carnaval, a Sexta-feira santa e a Quinta-feira corpo de Deus, são feriados móveis durante a semana que são calculados em função da Páscoa.

A Sexta-feira santa é feriado, e é sempre na sexta-feira imediatamente antes do Domingo de Páscoa
O Carnaval é sempre 47 dias antes da Páscoa

O Corpo de Deus é sempre 60 dias depois da Páscoa
São estes três feriados que são calculados sempre através do dia da Páscoa.

Calcular o dia da Páscoa envolve um algoritmo extremamente complicado, baseado em astronomia, criado inicialmente no sec. XVIII pelo matemático alemão Carlos Frederico Gauss.

Simplificando:
O dia da Páscoa, é o primeiro Domingo, depois da primeira lua cheia da Primavera.
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O programa foi intensamente testado e funciona! É completamente gratuito e de livre circulação e cópia

DESCARREGAR AQUI

Desenvolvido por www.joaopimentel.pt
Bom proveito!

Delírios tribais femininos


    Pergunto a Annborg, mulher Sueca mas não seca, que mal a vejo, pois a burca tapa-lhe completamente o rosto, é uma daquelas burcas com uma rede na zona dos olhos que impossibilita completamente a visão da face da mulher. Pergunto a essa mulher que nem sequer consigo ver os olhos, só sei que é Sueca e se chama Annborg, tento perguntar-lhe, tento abordar-lhe para que fale comigo. Ela está completamente coberta com a vestimenta negra, na zona da face nem sequer um lenço, está completamente tapada e para que ela consiga ver, tem uma rede extremamente densa na zona dos olhos, com uns filamentos extremamente densos, tais que nem os olhos consigo ver. Apenas sei que se chama Annborg e é Sueca da nascença, nascida nas famílias mais aristocratas e liberais da Suécia, e vem de Estocolmo tendo estudado apenas para saber ler a bíblia dos luteranos Suecos. Também sei que o companheiro marital a privou dos sentidos erógenos, com um cinto de castidade na zona das ancas e cintura. Sei-o porque me foi dito. Sei também porque me foi dito através de fonte segura que é de cabelos louros e tem uns divinos olhos azuis. No entanto não me é permitido contemplá-los.

Pergunto-lhe em Sueco fluente: - Annborg, não sofres assim?
Ela nada me responde porque não está autorizada a falar com estranhos.


Viajo no espaço e no tempo pelas rotas infindáveis do além e do presente


   Encontro-me com Afshan, mulher proveniente da República Islâmica do Afeganistão, esbelta e voluptuosa, libidinosa, escaldante que exacerba e arrebata os sentidos mais primários. É faladora, é verborreica, conta-me sobre toda a sua vida e até sobre as suas vastas experiências sexuais. Veste uma mini-saia curta que me deixa louco e deixa-me o sangue escaldante a correr e a querer jorrar por todos os poros. Depois despe-se à minha frente. Estudou na faculdade de Cabul, no Afeganistão, Engenharia Mecânica, e no presente momento dirige uma vasta equipa de executivos e de Engenheiros numa empresa tecnológica afegã. Passeamos os dois numa das colinas das vastas cordilheiras afegãs, os dois nus, fazendo nudismo, enquanto ela fala comigo. Ela diz ocasionalmente que já chegou a fazer o percurso entre Cabul e Jalalabad a pé, nua e que fica maravilhada que alguns homens estrangeiros olham para ela com delírio erótico, no entanto diz que os locais já se habituaram. Falo com ela em Pastó fluente enquanto caminhamos nus nas montanhas Afegãs. Afshan diz-me também que por vezes inala o ópio proveniente das plantações Afegãs e que já chegou mesmo enquanto extremamente ébria a ter vários companheiros em simultâneo enquanto tudo era gravado em vídeo para visualização posterior. Ela diz que adora tais atitudes no entanto considera-se muito conservadora, pois a tradição tribal afegã assim o exige. Denota-se que Afshan é Afegã, pois os seus traços faciais são claramente provenientes desta região, é de tonalidade escura toda a sua pele, persa ou semita, e sei-o pois vejo-a completamente nua, denota-se que é de proveniência Afegã. Depois de uma conversa amena, amigável e confraternizante, fazemos amor nas belas montanhas do Afeganistão. 
Afshan é relamente bela!


O Anglicano, falou na casa da Portuguesa


Zeinal Bava, presidente da PORTUGAL Telecom, empresa que tem o nome do país cuja ínclita geração reinou e dignificou, e tanto se dedicou para manter a sua língua, Zeinal Bava, nascido nas ex-colónias do Império Lusitano, Lourenço Marques, tendo estudado no entanto na nação com a qual o nosso império selou uma das alianças mais ancestrais da história universal, Inglaterra; Zeinal Bava, muçulmano, no entanto que se envolveu maritalmente com uma católica fervorosa, este diz categoricamente numa comissão parlamentar que a PORTUGAL Telecom, ao contrário dos seus concorrentes directos, preza muito a língua Portuguesa.

De realçar no entanto, que o caro Presidente da Comissão Executiva da PORTUGAL Telecom, não poderia deixar de ser mais um desses, passo o pleonasmo, executivos, que ostentam e sentem orgulho em utilizar tantos anglicismos dada a sua vivência no mundo financeiro. Como se na língua Portuguesa não houvessem termos similares para designar os conceitos relacionados com a finança. Muito antes de o império do novo mundo propagar as suas doutrinas capitalistas pelo planeta, com termos anglófonos que julgam deter o monopólio dos respectivos conceitos abstractos; já os novos cristãos portugueses emprestavam dinheiro a juros, praticando a funesta usura, contra todas as doutrinas eclesiásticas.

Mas como Zeinal Bava é viajado, e por certo utiliza nas suas viagens a língua dos mações que descendem do tio Samuel, vem para uma comissão parlamentar lusitana, doutrinar sobre aquilo em que foi leccionado no estrangeiro. Por certo, e tal não me admiraria, Zeinal Bava é mação, se assim não fosse não teria chegado onde chegou, mesmo que detivesse muito mérito e competências técnicas.

Mas fico perplexo com tamanha invasão anglófona do espaço Europeu. Vejamos que os Ingleses, que deram origem a essa língua mais fraca do que franca, são os que mais desprezam os preceitos da União Europeia e do velho continente. O elo que os une ao outro lado do Atlântico é bem mais forte que ao elo que os une através do canal da mancha ao território continental Europeu. Rejeitaram a moeda Europeia, continuam a conduzir à esquerda, continuam a manter de uma forma quase autista um sistema de medidas decrépito, devido tão somente às antigas querelas com os franceses napoleónicos, não ratificam tratados europeus de livre circulação de pessoas e bens, invadem países que mal conhecem apenas para fazer companhia aos seus compatriotas mações; e no entanto é a sua língua que é a mais utilizada no espaço europeu para comunicações inter-cultural.

Zeinal Bava, numa comissão parlamentar lusitana, utiliza largamente os termos anglófonos para se exprimir. Presume por certo que está numa das suas conversas informais com os seus subordinados aduladores. Que falta de respeito com uma das instituições mais valorosas do estado Democrático Republicano!

Eu nunca percebi porque é que não é honroso um diplomata luso falar Espanhol em Espanha, mas já é dignificante falar Inglês em Portugal. Eu rogo-vos: Expliquem-me!

O Presidente da PORTUGAL Telecom, na casa mãe da Portuguesa, fala Inglês.

Is this the president of the Portuguese Telecom?


Carta de um crente a um Cristão


Prezado João Carlos Azevedo

Antes de mais queria agradecer-lhe bastante pelo seu contacto que se enquadrou na mensagem-e que me endereçou. Fez-me reflectir bastante sobre os princípios religiosos, transcendentais e metafísicos pelos quais me rejo e condiciono a minha vida.

Não se constranja em tratar-me por tu, pois não vejo qualquer impedimento retórico ou social em tais informalismos verbais.

Agradeço-lhe bastante também por ter dedicado algum tempo na leitura das minhas obras na língua portuguesa, pois encontrar alguém que o faça nos dias de hoje é, diria, quase raro, pois como presume, os jovens contemporâneos perdem-se muitas vezes nas frivolidades líricas da cultura e música de cariz anglo-saxónico.

Tento eu assim, prezar a língua camoniana, grafando nos papiros cibernéticos e convencionais alguma obra que creio, ter alguma qualidade literária.

Li na referência que me enviou o seu percurso individual a nível académico e pessoal e pareceu-me deveras um percurso interessante. Começou por ter uma educação católica romana, estudou Teologia, frequentou um seminário e posteriormente, questionou-se sobre todos os alicerces e edifícios teoricamente sagrados da Igreja católica romana, tendo aderido ao centro cristão vida abundante.

Se me permite, gostaria de tecer uma pequena missiva sobre a minha entidade enquanto ser humano racional e apaixonado pelas vicissitudes transcendentais e prosaicas.

Considero-me uma pessoa devota aos princípios em que acredito. Sou crente em Deus, e na Sua trilogia metafísica, omnipresença, omnisciência, e omnipotência, e acredito piamente nestes princípios. Acredito que o ser humano é uma mescla de sensações primárias que nos definem como animal e pensamentos puros abstractos que nos concedem a razão. É neste equilíbrio que encontramos a verdadeira alma humana, é esta ambivalência que nos define enquanto humanos.

A religiosidade sempre fez parte das histórias dos homens, desde tempos primordiais. A sensação faz-nos procurar Deus e um Messias, mas cabe à razão tecer tais argumentos filosóficos para os alcançar.

Procuro eu então encontrar-me neste equilíbrio de forças, os sentidos e os pensamentos. Acredito que um Deus todo o poderoso e bondoso na sua sacra e misteriosa doutrina reitera constantemente o equilíbrio universal, relegando para patamares desprezíveis os praticantes do mal, os déspotas e os maquiavélicos.

Apesar de não pertencer a nenhuma religião, sou baptizado, no entanto raramente vou às missas. No entanto confesso-lhe que em todos os templos, cristãos, muçulmanos, ou quem sabe judaicos, encontro um silêncio reconfortante, pois abstraio-me das vicissitudes impeditivas a uma vida casta e sagrada.

E apesar de ser um laico, não sou ateu. Procuro sempre reger-me por princípios de bondade, altruísmo e filantropia, procuro ser caridoso com o próximo, renegar os malefícios do capital e da moeda, tento não ser rancoroso com o outro, tento não procurar ser vingativo, procuro ser um bom companheiro para a minha namorada, ser um bom filho para os meus pais, cumprir com os meus deveres sociais e fiscais, enquanto cidadão, tento sempre reger-me por princípios de dignidade humana. No entanto confesso que, por ter sofrido diversas influências maléficas que muitas vezes fortemente me rodeiam, já me deixei envolver mesmo que efemeramente, pelos tentáculos do Satã. No entanto mesmo nessas situações, procurei sempre a redenção, praticando sobrepostamente a caridade e a solidariedade com o próximo, como acto sincero de redenção pelo arrependimento.

No entanto tenho um móbil, confesso-o caro João Azevedo. Todo o individuo para se sentir útil na sua vida pragmática e espiritual, necessita de ter objectivos na vida, seja seguir o caminho de Jesus e de Deus, seja amealhar fortunas, seja ter filhos e família, seja construir um império, seja ser feliz com as suas posses. Eu encontrei o meu, devo-o dizer.

E como poderá ler atentamente no meu blogue introspectivo, encontrei no império americano a grande maldade, o grande mal, que se rege apenas por princípios maquiavélicos despóticos, atrozes, primários, brutais, ateus, onde as mulheres abortam sem quaisquer constrangimentos, onde por mera folia tecnológica se lançam bombas atómicas sobre os oponentes, onde se orquestram secretamente doenças virais altamente contagiosas que ceifam milhares de vidas em todo o mundo essencialmente crianças e indigentes, onde se desenvolveu e proliferou o tabaco que mata metade da população portuguesa a nível mundial por ano, onde os homossexuais se exibem alegremente e se envolvem em actos perversos de sodomia, e são somente o maior império a nível mundial porque têm a maior e mais poderosa máquina bélica de todos os tempos. Proliferaram o motor de combustão interna, poluem o mundo a nível mundial e não ratificam os tratados mundiais e ambientais. Propagam o terror e as atrocidades.

No entanto, não se assuste, não sou nem nunca fui radical islâmico. Rejeito fortemente todos esses princípios bárbaros de propagar os ideários através do sangue do inimigo.

Identifico-me com Jesus de Nazaré. Se te baterem numa face, oferece a outra. No entanto, não deixarei de procurar sustentar os princípios do bem e da bondade contra as atrocidades maquiavélicas proveniente do novo mundo.

Baseio-me na pessoa da Gandi, que proliferou e transmitiu a palavra através da bondade, da paz, da humildade, da pobreza no que concerne à indumentária e ao modo de vida, não obviamente à espiritual, pois essa é creio eu, riquíssima. Gandi é uma referência para mim, um homem que manteve os seus objectivos e nunca fez uso da força nem da brutalidade para os alcançar.

E baseio-me também muito na vida de Jesus da Nazaré, que purificou a alma aos descrentes e converteu os gentios, convencendo-os através dos seus actos a receberem na paz os desígnios do Senhor. Concordo em grande parte convosco quando criticam os edifícios teoricamente sagrados da Igreja Romana, sabendo eu que a igreja de Roma sempre procurou também através dos séculos a hegemonia através do sangue dos infiéis, através das cruzadas, das chacinas dos outros povos não cristãos e das inquisições persecutórias àqueles que não professavam a sua doutrina.

No entanto relembro-lhe caro João Azevedo, que uma das correntes do protestantismo, o anglicanismo, ganhou soberania apenas porque um rei Inglês, depois de ter mandado assassinar algumas das suas mulheres, quis casar pela enésima vez; o Papa recusou-se, tendo os assessores eclesiásticos ingleses, sequiosos de soberania religiosa, incentivado o rei a formar a sua própria Igreja.

Procuro eu assim através da palavra, através da escrita no papiro divino cibernético, através da grafia no manuscrito convencional, através da paz, da salubridade espiritual, cultivar-me e difundir a minha mensagem de paz e caridade, no entanto procuro combater o império maléfico, sempre através da Palavra, escrita e oral.

Sou um homem dotado de sensações e abstracções racionais, é este equilíbrio que me define enquanto ser humano. Tento, como já ouvi ou li algures, cumprir criteriosamente as leis de Deus e dos Homens. O império maléfico tenta apenas cumprir os seus preceitos baseando-se na brutalidade e genocídio atrozes dos outros seres humanos, criaturas divinas, apenas procurando com isso saciar a sua sede de poder absoluto.

No entanto cabe-me reafirmar que procurarei sempre atingir os meus objectivos através da palavra Escrita e da Oração. Deus ajudar-me-á.

Nunca fui um leitor assíduo da Bíblia, embora já o tivesse feito, e creio que existe uma passagem que me marcou, que referia que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um homem rico entrar no paraíso. Como tal procuro renegar os malefícios semíticos do capital e todas as suas representações como as indumentárias de cariz executivo em que os indivíduos se aprumam numa arrogância atroz sobre os demais. Como tal tento levar uma vida humilde, mas rica a nível espiritual, e tal tento transmiti-lo na escrita.

Não me alongo mais caro João Azevedo. Agradeço-lhe bastante pela sua mensagem-e, que foi reconfortante para o meu ego literário, pediria-lhe apenas que me autorizasse a colocar esta mensagem que lhe envio, aquilo que refiro, no meu blogue introspectivo.

Muito obrigado caro João Azevedo

Com os melhores cumprimentos

João Pimentel Ferreira

Missiva de um plebeu literato, ao Nobel da Literatura


Prezado Saramago

Não sei se lerá o repto que lhe envio através desta humilde mensagem-e, mas se o fizer, e assim estou esperançado, devo-o dizer que me aprazerá bastante sabê-lo.

Temos algumas vicissitudes mundanas nas nossas rotas pessoais que têm pequenos denominadores comuns, no entanto no que concerne às datas de nascimento, existe uma diferença, considerada por alguns, abismal.

Nasci em 1980 e estudei na Escola Industrial Afonso Domingues, tendo sido discente também de um curso tecnológico. Também me tornei escritor, mas quem sabe devido à minha tenra idade, e não, modéstia à parte, carência de ímpeto literário apaixonante, ainda não consegui que as minhas grafias poéticas fossem assimiladas pelo domínio público.

Tenho uma obra poética profícua, mas as publicações são parcas. Não sei se assim seria no seu tempo, mas é-me bastante difícil financeiramente sustentar as publicações que efectuo. Por vezes sou burlado por editores que não cumprem os requisitos contratuais, e as que consigo publicar são extremamente onerosas.

Digo-o quase enraivecido pois pelo que li da sua biografia, o seu percurso pessoal também quase tangeu a indigência, passando por dificuldades enquanto novo. Pois eu não tenho possibilidades financeiras para publicar os meus livros, pois as editoras existentes cobram numerários sustentáveis apenas às mais altas aristocracias e aos estratos sociais que se situam no topo da pirâmide hierárquica da sociedade.

Enraiveço-me pois apercebo-me que a língua Portuguesa é dissolvida em todas estas frivolidades musicais e líricas de proveniência anglo-saxónica. São difundidas obras musicais e literárias de fraca qualidade, mas como têm proveniência estrangeira, são idolatradas pelo público jovem e pelas novas gerações.

Escrevo-lhe pois apesar de tentar sempre preservar a língua que herdei culturalmente pelas ínclitas e nobres gerações que me antecederam, não consigo publicar no meu país; o país cujo topónimo gerou o nome de uma das línguas mais faladas no mundo; as obras que vou tecendo interiormente e que grafo ocasionalmente no papiro pessoal e cibernético.

Em Portugal a publicação de uma obra é indecentemente onerosa. E eu teço as minhas obras na língua Portuguesa, como tal não quero recorrer a outros meios que não a minha pátria mãe.

Escrevo-lhe, pois encontrei algumas vicissitudes na rota pessoal do caro Saramago pelas quais já passei. Também provenho de um bairro humilde, no meu caso na cidade de Lisboa, também estudei na Afonso Domingues pois o meu percurso profissional seria supostamente meramente técnico, também já tive diversos trabalhos ditos menores, como electricista na construção do Atrium Saldanha, como apontador de obra, como mero e quase rude insersor de dados nos sistemas informáticos de uma empresa de telefones móveis, e também passei por um hiato quase desgastante de ausência de proficuidade literária.

Perdoe-me antes de tudo a iliteracia no que concerne ao acervo do prezado escritor a quem dirijo esta missiva, devo-lhe confessar que li apenas o Evangelho segundo Jesus Cristo, e tal leitura marcou-me. Não me chocou pois não sou um católico fervoroso, mas também, devo-o dizer prezado Saramago, que apesar da riquíssima literacia que a obra evidenciou, presumo que os devidos e enormes louros que a obra gerou, foi simplesmente por ser uma afronta directa ao catolicismo ortodoxo e conservador. No entanto denoto na obra uma elevada e inquietante riqueza de espírito por parte do seu autor, pois este, escreveu uma obra em que o Messias se substitui aos próprios autores clássicos e bíblicos dos evangelhos, escrevendo este último a sua própria versão dos factos.

Escrevo-lhe prezado Saramago, pois também eu queria publicar a minha obra, não quero fama nem notoriedade, quero apenas obter algum retorno literário, e não financeiro dos parcos ou profícuos escritos que vou tecendo. Quero apenas poder emancipar a minha obra sem quaisquer proveitos firmes no campo da notoriedade ou da moeda.

Quero continuar a ser um plebeu literato, tal como sou.

Mas publicar em Portugal, volto a dizê-lo é indecentemente oneroso. No entanto a língua em que escrevo, tem a raiz mais profunda no país em que vivo. E tal apraz-me.

Não sei se algum dia lerá este meu repto, estou esperançado que o faça, desejando-lhe as maiores felicidades por terras de Castela, e os meus mais sinceros parabéns pela sua obra de qualidade superior no domínio da língua camoniana.

Os meus mais sinceros cumprimentos

João Pimentel

Ignea Aqua


O primeiro gole arranha
O segundo gole assanha

O terceiro aquece
O quarto endoidece
O quinto entristece
Já o sexto enobrece

O sétimo é proibido
Ao oitavo é o alarido
O nono é divino
Ao décimo canta-se o hino

O hino da ebriedade
O hino da loucura
Arrebata-se a formosura
Evocamos a saudade

Questionamos os princípios
Evocamos a paixão
Damos os abraços ímpios
Nutrimo-nos de tesão

É assim o suco, da loucura
A água, que é ardente
Torna o clérigo, um descrente
Torna a casta, uma impura


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Escrito à mão numa noite ébria pelo bairro enquanto passeava com a minha musa e adorada Nádia

Digníssimo memorando público ao mui digno e excelentíssimo douto e mação António Arnault


Não sei ao certo se o mui douto e excelentíssimo mação António Arnault alguma vez terá a hombridade de ler o meu repto, mas mesmo assim ouso tecer este breve comentário que faço ao senhor a que me refiro.

Sou um homem fortemente contrário à maçonaria e suas maquiavélicas doutrinas, no entanto apraz-me enquanto simpatizante dos movimentos verdadeiramente socialistas o ideal da Igualdade. Como tal cabe-me referir que aprecio fortemente o facto de o excelentíssimo doutor estar associado ao Serviço Nacional de Saúde. O serviço é público e teoricamente gratuito, como tal queria forte e abertamente felicitar Sua Excelência por ter dado os primeiros passos que levaram à criação de tal façanha ideológica assente em questões pragmáticas e sociais do foro da Saúde Pública Geral e Gratuita.

Digo-o caro e excelentíssimo doutor porque sou utilizador frequente e assíduo do Serviço em causa. Utilizo apenas os Hospitais públicos, os centros de saúde públicos e dirijo-me largamente quase sempre a instituições públicas de saúde aquando de maleitas que não têm possibilidade de serem saradas em casa ou na farmácia.

Abomino fortemente os serviços privados de Saúde, os Seguros de Saúde, as clínicas privadas, consultório privados de Médicos e formas similares de mercenarismo generalizado no campo da Saúde.

No meu ponto de vista em pilares basilares e estruturais de um estado ou nação não pode haver lugar a capitalismos nem mesmo àquilo a que os seus sequiosos arautos denominam como Conciliação entre o sector público e privado. Em questões fundamentais para um Estado como a Segurança, a Saúde e a Educação não pode haver lugar a semitismos monetários, a trocas de numerários, a facturas, recibos ou outro género de troca de bens ou moeda entre estas instituições e o público geral. Evidentemente que os seus funcionários terão que ser remunerados.

Excelentíssimo doutor, venho por este meio, algo incomum, adverte-lo, pois o seu serviço está posto em causa tendo em consideração as influências extremamente liberais e capitalistas que provêm do Zéfiro. Advirto-o enquanto mação que é, pois sei que para uma mação, e tendo o excelentíssimo doutor sido Grão-Mestre do Oriente Lusitano, sei que preza bastante e imensamente o seu legado. É típico um mação escrever muitos livros, criar fundações, ter nomes em ruas, ter estátuas com o seu primeiro nome e patrónimo pois um verdadeiro mação ateu e laico considera que a verdadeira imortalidade se encontra no seu Legado.

Pois excelentíssimo doutor Arnault, como sei que preza o seu legado, devo-o adverti-lo que o mesmo se encontra posto em causa por estes mercenarismos maquiavélicos provenientes do novo mundo do norte. Proliferam os seguros de saúde, os hospitais privados estão em voga e já é chique dar à luz nos mesmos e os médicos mercenários cobram numerários elevadíssimos dadas as condições sociais do país. No SNS os enfermeiros passam a vida a queixar-se e a reclamar que querem aumentos salariais, os médicos utilizam os meios do SNS para cativar pacientes mas continuam a utilizar muitas vezes os meios técnicos do SNS. O mercenarismos está implantado no SNS por parte dos seus funcionários e administradores, o sector público da Saúde está a ser pervertido caro e excelentíssimo doutor Arnault.

O seu legado maçónico está posto em causa. No entanto vamos todos resistir e combater esta impelente força do mal proveniente do ocidente do mundo. Eu sou um Europeísta, sou um defensor da pátria Europa, enquanto instituição ecuménica e prezo todos os serviços sociais que esta pátria oferece. Até tenho o cartão europeu de saúde, universal e gratuito.

Faço um repto final aos Europeus. Combatamos todos este maquiavelismo e mercenarismo abundantes provenientes do novo mundo que se instalou no Douto e Ínclito Continente Europeu e está a por em causa os seus princípios basilares como a Igualdade e Fraternidade.

Termino esta carta caro doutor, referindo que achei deveras ridículo o facto de o seu amigo e mação Mário Soares ter enaltecido Obama pelos seus feitos na América. Obama aparece agora como o salvador do mundo, aquele que veio para purificar as almas dos indigentes e dos gentios, referindo que vai oferecer Serviços de Saúde Públicos aos Americanos. No entanto o ideário do seu país proliferou e disseminou na Europa o espírito do salve-se quem puder, passo o plebeísmo, que incute nas gerações vindouras o espírito da competição acérrima e violenta e nunca confraternizante.

No SNS o mesmo se pode aplicar visto que os serviços privados abundam no sector da Saúde que se quer Público e Gratuito.

Excelentíssimo doutor Arnault.

Os meus mais sinceros e cordiais cumprimentos, fraternos mas não maçónicos.

    João Pimentel Ferreira



A escadaria iniciática


A escadaria da iniciação é deveras interessante, pois existe semelhança entre grau e degrau. Na entrada nascente do Instituto Superior Técnico existem 30 degraus antes de entrarmos na alameda da faculdade. 30 deGraus na entrada Oriental. Não são os iniciados os veneradores do Grande Oriente Lusitano? Pois no Instituto Superior Técnico encontramos vários traços iniciáticos, e realço este pequeno detalhe dos 30 deGraus na entrada Oriental. Nas ordens iniciáticas como a maçonaria existem duas escalas hierárquicas, a escala que separa os diversos graus em 33, e existe a outra escala que os separa em nove graus. Na entrada Ocidental do Instituto Superior Técnico encontramos 5 patamares com 9 deGraus em cada patamar totalizando 45 degraus. Ora 45 retorna o número 9. 9 deGraus na entrada Poente e 30 deGraus na entrada Nascente do IST. Ora o 3 é um número sacro.

Na fachada principal do pavilhão central do IST encontramos 5 vias, 5 portões, 5 passagens, sendo a central a de acesso ao pavilhão. Não é o número cinco o número das ordens iniciáticas pois estas idolatram os pentagramas e os pentáculos. O quinto elemento tão sequioso de sabedoria e de conhecimento. Não são as ordens iniciáticas as conhecedoras dos meandros do quinto elemento e do Santo Graal ou seja do Sangue Real?

Há um pormenor bastante interessante ainda no IST, que são as suas duas torres cúbicas. Não é o cubo a figura geométrica idolatrada pelo Islão, pelas ordens sufistas? Lembremo-nos caros leitores que em Meca, a cidade sagrada do Islão, o muçulmano mais regrado e cumpridor dos seus deveres religiosas deve sempre dar as respectivas voltas ao cubo que se encontra na cidade sagrada para o Islão, ou seja, Meca. Eles mencionam o termo Caaba para se referirem ao cubo sagrado do Islão. Mas há ainda algo deveras interessante e extremamente peculiar no IST, é que em vez de ter um cubo o IST tem dois cubos. É sabido que os números pares são os números idolatrados no médio oriente e no ocidente são os números ímpares. Ora então no IST encontramos várias influências, desde os deGraus iniciáticos com números ímpares que referem a Oriente o Grande Oriente Lusitano mencionando assim os 30 degraus na hierarquia iniciática das respectivas ordens, e depois encontramos dois enormes cubos negros no IST, alinhados no eixo Norte-Sul. A escola de Engenharia de Lisboa sofreu assim diversas influências na sua construção.

Lembremo-nos ainda que o IST se encontra no cume da Alameda Dom Afonso Henriques, o nosso regente primogénito, situando-se na outra extremidade da Alameda a fonte Luminosa. Fiquei exuberado com tamanha iniciação, com tamanho renascimento dos arquitectos da cidade! Pois se vemos a Luz, se encontramos a Luz ao renascer, se nos é oferendada a Luz divina quando retornamos às nossas raízes, aos primórdios da nossa essência, então a fonte da Luz que consagra a água do Baptismo divino da cidade de Lisboa encontra-se no cume da Alameda Dom Afonso Henriques, o nosso primeiro rei, o nosso regente primário e primeiro, o que consagrou e deu origem ao Império Lusitano ao se rebelar contra os reis opositores. O regente Afonso Henriques tem na sua Alameda num extremo a Escola Técnica do Saber que sofreu diversas influências na sua arquitectura, e no outro extremo a Fonte da Luz do Renascimento que remonta ao Baptismo colectivo da cidade de Lisboa, do Império Lusitano, e das suas Cristandades e Mourarias.

De realçar ainda que o terraço da fonte luminosa se encontra à mesma cota que o patamar da escadaria Oriental da Escola de Engenharia.

Não foi na Alameda que o povo se reuniu na consagração da Liberdade aquando do 25 de Abril remontando assim o Império português às origens dos povos lusitanos. Pois o 25 de Abril não foi uma revolução nem russa nem Americana, apesar destas fortes influências, foi uma revolução Lusitana e na Alameda Dom Afonso Henriques, a alameda homónima do nosso regente primeiro encontramos o Saber iniciático e o Baptismo Luminoso na sua sacra Fonte.

De salientar ainda que IST é o verbo ser conjugado na língua Alemã, o povo conhecido pela sua genialidade nas ciências exactas e nas obras de Engenho.

Façamos todos uma peregrinação colectiva até este local sagrado das idiossincrasias lusitanas.

A Oriente


Reparem no facto deveras interessante que é o alinhamento das torres. As duas naus sob esta perspectiva estão em crescendo e exactamente alinhadas para a esquerda, ou seja para Nascente, Leste, estão a observar o rio e o Oriente. Não se intitulam os iniciados do Sul os veneradores do Oriente? Não é similar Sul e Sol na língua lusitana? Não é no oriente, ou seja a nascente que encontramos a divina iniciação, pois relembramos os ternos momentos e eliminamos as frustrações da infância, pois é a oriente que encontramos o Baptismo. Pois nestas naus encontramos a duplicidade do renascimento, a duplicidade Oriental, pois no eixo em que as captei estão simplesmente unas Orientadas para Oriente, para nascente, para o descobrimento das Descobertas da Índia, da China, da nossa sina que é a China.

As torres das naus que descobriram o Oriente estão Orientadas a Oriente na zona Oriental de Lisboa.

Quão consagrante foi este o momento da fotografia!

Damn British Language


Damn British Language...

The British Language is so strange, full of Semitic purposes... What does a Jew prefer most to do? To sell. To sell items, to sell JEWellery, they adore to deal with money, to deal with treasures, to deal with valuable items. Damn Nazis bastards for what they did to Jews... Damn Jews for what they did to the Messiah...
In every place you observe a Jew, you will see money, diamonds, treasures, financial transactions, stocks, shares, finance, futures, invoices, bills and on this damn British Semitic Language you even need to Pay to PrAY.

Damns British Freemasons, full of Semitism...
May I kindly ask Your Excellency, dear member of the honourable British council, may I kindly ask you dear prestige member of the British Parliament, the founders of the language which was spoken by the admirable queen of Portugal who married John The First, the same king who set the Portuguese people free, from the despotic Castillan crown; I apologise my rash inquiry, but my I rashly ask you dear member of the British House, the successors of the founders of the Language, you venerate and insistently defend and propagate throughout the world; my I have the humility to ask you dear prestige member of the most excellent British Parliament....

Do I need to Pay to PrAY?

British clergymen should have been outraged many years ago with such linguistic heresy...

Do I need to Pay to PrAY?

It's quite amazing and strange, because there's a people named Portuguese who live on the westernmost part of Europe and when they order the bill it seems they use a term which is very similar with the colloquial term for vagina. I refer cona and conta. This people is quite strange and it seems they also have some Semitisms due to this similarities. 

But I inquire again...

Do I need to Pay to PrAY?

Jesus Cristo o Jardineiro


Encontro-me eu num museu em Cassel, num topo de uma colina, abaixo da opulenta estátua de Hércules, como se o caminhante o venerasse e contemplasse a postura gigantesca. Entrei no museu e paguei dois euros. Subi ao segundo piso, entrei na sala através de uma porta automática. Virei à direita e num canto, preso com dois finos cabos que o sustentam, um quadro intitulado: Jesus Cristo, enquanto, Jardineiro. E neste simples quadro, a verdade, a luz. Por todos os lugares procurei a verdade, a iluminação, a luz que transmitisse os verdadeiros factos do passado. Através do tempo e da História. Um pintor Holandês Jacob van Oostsanen retrata de forma cristalina os segredos escondidos através dos tempos. O quadro, a imagem, está repleta de conotações sociais subliminares: Jesus na mão esquerda segura uma lança erecta, na mão direita toca carinhosamente na cabeça de Madalena. O pé direito de Jesus está firme, hirto, apontando para a pequena fresta da vestimenta de Madalena. Na zona do ventre de Maria, a saliência da hereditariedade genética, a imortalidade divina, o sangue real. A seta de Jesus aponta senão para a terra, local onde o corpo e a carne terminam sempre o seu percurso, mas também para a ranhura da indumentária de sua amada. E exactamente no espaço que a sua amada lhe reserva, uma fresta, encontramos um círculo escuro. Um pé de Madalena. E porque chora então lágrimas de sofrimento esta pobre mulher? E porque escreve Jesus, na gola do seu traje: “Maria, não me toques”? Captando vários sinais através de filmes, musicas e quadros, a solução de tal dilema, embora pareça conspirativa, parece-me no entanto simples. Maria, a Samaritana do fado de Coimbra, era semita, judia, tal como Jesus. Mas talvez de uma etnia, ou grupo tribal diferente. Judas o apóstolo, é não mais aquele que ajuda nos momentos de dor, é o judeu que traiu o mestre por trinta moedas de ouro. Trinta, retorna três, o número da fertilidade. Foi Maria, o apóstolo Judas? Porque chora ela então no quadro de Jacob van Oostsanen? Foi ela a traidora, a meretriz, a concubina e por essa mesma razão Jesus com a sua mão direita, a mão da força, da lei e das regras, da ordem e da opulência, da justiça rígida, afasta-a tocando-lhe na cabeça dizendo: “Traíste-me, não me toques”. No traje de Maria encontram-se, observam-se três frutos de um mesmo caule, sendo três o número da fertilidade. À volta do pescoço da bem amada de Cristo, uma tira, uma espécie de bandolete negra que lhe envolve o pescoço e o cabelo. Talvez esteja associada ao enforcamento de Judas. E o detalhe mais interessante: se é Jesus um Jardineiro, é aquele que planta e que deixa como herança as sementes que quando enterradas na terra irão crescer e florir. No centro da imagem, na direcção da saliência do ventre de Madalena, um receptáculo, um pequeno pote, onde porventura estarão depositadas as sementes sagradas do Messias, e que a sua amada e agora recusada, guarda solenemente. De salientar ainda que sendo Jesus jardineiro, a sua lança erecta da fertilidade que segura com a mão da paixão e da sensação, a mão esquerda, aponta para a terra fértil, junto à zona da fresta da indumentária de Madalena.

Cassel, 12/06/07

Um mação não sente, postula sentimentos


Um mação é uma máquina, uma mação não tem alma. Questiono-me diariamente se terá alma um mação. Questiono-me no meu quotidiano quais as características e propriedades que um corpo necessita de possuir para que tenha alma. É certo que terá de ser um corpo animado. Os corpos inanimados não têm alma. Mas será que todos os corpos animados têm alma?

A alma é uma dádiva divina que nos define enquanto seres humanos. A faculdade do pensamento não é condição suficiente para sermos criaturas divinas, com alma; é antes a capacidade de sensação, de nutrirmos sentimentos, não deveria afirmar capacidade, mas somente predisposição para sentir. A predisposição para sentir é o que nos define enquanto seres animados com alma. Um mação deixou de nutrir sentimentos misericordiosos, humanitários, caridosos ou filantropos quando se uniu à seita, aquilo que os ditos iluminados denominam por ordem. O rito iniciático furtou-lhe a alma, como uma sanguessuga que bebe o sangue das vítimas, as ordens iniciáticas não revelam a luz aos novos membros, retiram-lhes o espírito em troca de favores imorais.

Para um mação os termos moral, ética, misericordiosa, sensação, amor, paixão são apenas termos do léxico que têm significação mensurável nos seres humanos. Para um mação o amor é tão somente rectitude o obediência. O amor para uma mação não é humano, é apenas racional, mas baseia-se em princípios instintivos de terror e medo aquando do rito iniciático. Para um mação um ser quando se apaixona, é porque houveram por certo uma série de factores que proporcionaram a paixão; tal é certo, mas para um mação tratam-se somente de um conjunto de reacções bioquímicas, instintivas, mensuráveis, físicas, matematicamente puras, e sem quaisquer género de paralelismos metafísicos, transcendentais ou divinos.

É isso que define o homem-cativo, aquele que se intitula livre; é o seu ateísmo intrínseco. É cativo, pois ao contrário do que ele próprio pensa, o mação vive num cativeiro moral, rege-se apenas pelas doutrinas que foram assimiladas enquanto membro, doutrinas que foram severamente instituídas no ritual iniciático, e não permite atitudes libertárias dentro da seita. Quando a ordem decreta algo, tal tem de ser executado sem quaisquer género de impedimentos. Um mação não tem alma pois não tem predisposição para nutrir misericórdia ou caridade.

Um mação tem capacidades imensas, é certo que tem, é extremamente dotado intelectualmente, é versado, é erudito, é possuidor de uma inteligência extrema, é conhecedor de diversas ciências em diversos campos, mas carece-lhe o bem mais valoroso da Humanidade: A condição humana. Redige postulados sobre os direitos universais do Homem, redige tratados sobre a condição humana, pois é carecido de sentimentos. Carece-lhe a alma pois rege-se estritamente por dogmas ditos insofismáveis apreendidos durante o processo iniciático. A alma para um mação é apenas um conceito descritível e mensurável

Lembro-me por vezes de um dos mais valorosos, profícuos, inteligentes e geniais filósofos da nossa era, Kant, que escreveu um dos livros mais afamados da filosofia, A Crítica da Razão Pura. Não conheço a língua alemã, mas na língua camoniana o sentido para o termo crítica é dúbio; talvez Kant tivesse escrito um manual premonitório daquilo que haveria de ser o espírito mação durante o século vinte e um. A crítica não como um tratado ou uma análise profunda à razão pura, mas tão somente como uma opinião desfavorável ao individuo que se rege estritamente pela razão dita pura. Pois se formos estritamente racionais deixamos de ser humanos, passamos a ser máquinas. Lembremo-nos das divinas profecias, até postuladas no cinema, em que a humanidade combate contra a maquinaria implacável, maquinaria que oprime e renega as mais básicas condições humanas aos indivíduos. Pois Kant deixou esse legado, pois o seu livro ao ser traduzido para a língua pessoana, deixa uma marca indubitável na consciência social portuguesa que é um desfavor a um individuo que é puramente racional. A pureza, meu caro Emanuel, é incompatível com a razão pura, pois a pureza implica humanidade; os computadores não são puros, já as límpidas, alvas e cândidas mulheres, são puras, pois encontramos nas suas índoles uma pequena e latente réstia de luxúria, ou de sentimentos caridosos ou instintivos. Desde quando a razão implacável é pura? O que define o ser humano é a aliança entre a razão e os sentimentos. É um equilíbrio de ambos.

Foram estes princípios de extrema racionalidade que levaram a que as ordens iniciáticas alemãs e nazis no segundo quartel do século vinte iniciassem a expansão e a elevação do estado alemão. Os alemães extremamente dotados intelectualmente, extremamente versados e extremamente racionais, extremamente regrados, em pouco número dadas as circunstâncias acharam que tinha chegado o momento de messianizar o Adolfo. Tal teria de ser efectuado sem quaisquer impedimentos morais, pois haviam concluído tais pressupostos através da razão pura. Exterminaram milhões de seres humanos, invadiram países, executaram sumariamente diversos soldados.

Posteriormente, o império que se intitulou o libertador da Europa, emaranhado de judeus, bombardeou com duas bombas atómicas o Japão, dizimando em poucos segundos nas duas bombas mais de duzentas mil pessoas. Esse mesmo império, que se intitula propulsor da liberdade e da democracia, o império com o maior arsenal bélico de todos os tempos, encontra-se no extremo oposto. Rege-se exclusivamente por instintos, auxiliado como é evidente por homens racionais extremamente capacitados. Destruiu duas cidades nipónicas por instinto destrutivo, invade o Iraque por instinto de necessidade de poder, combate no Vietname para manter a hegemonia instintiva, os seus cidadãos praticam a homossexualidade instintiva, as suas mulheres abortam com naturalidade, festejam aquilo que não é festivo nem se enquadra em qualquer efeméride, acham-se os libertadores do mundo e do homem negro. Encheram os povos africanos com armamento, para lutarem contra as potências coloniais europeias, enquanto se diziam amigos da Europa, renegando-lhes assim a hegemonia; posteriormente, por instinto de poder e assimilação de dinheiro; pois o dinheiro  remexe com alguns dos nossos instintos primordiais; amealham poços de petróleo na costa africana para prospecção do ouro negro. Invadem o Iraque por instinto, já não por instinto natural e humano de sobrevivência, pois nunca Sadam pois em causa a soberania do novo império; mas tão somente por instinto abrupto e atroz de poder absoluto. Destronou Salvador no Chile e instaurou Pinochê, um sábio democrata. Apoiou durante anos Savimbi, um democrata reconhecido internacionalmente. E apoiou, todos o sabem durante anos Osama Bin Laden durante a sua guerra contra os infiéis soviéticos, e este mesmo império forneceu armamento a Sadam aquando da guerra Irão-Iraque. Contribuiu para a separação das Coreias, invadiu a Jugoslávia, não para libertar os Albaneses Cosovares, mas apenas porque os Sérvios são um povo Eslavo, ainda sob muita hegemonia Russa.

Este novo império apelidado de América, é estritamente instintivo, cruel, ímpio, herege, e como tal também desumano.

A humanidade é um equilíbrio entre as forças da razão e da sensação. O império Nazi e o império americano estão nestes dipolos, encontram-se nestes extremos. Os dois impérios identificam-se com um líder, ou um Messias, o primeiro era Adolfo, um homem extremamente racional, inteligente, grave, perspicaz, sagaz, dotado do espírito dos homens germanos e hiperbóreos como a prudência, a pacatez e a diplomacia, no entanto praticava crimes hediondos e horríveis em nome de tanta superioridade étnica ou racial.

O Império do novo mundo decide messianizar Obama gradualmente, como sinal de consagração do seu acto libertário ao povo negro. Não o nego que o tenham feito e tal é valoroso, mas que dizer de Obama? Aparenta pacatez, sensatez, é idolatrado e venerado por todos e representa um império desumano, atroz, altamente sanguinário, que baseia os seus princípios não na liberdade ou democracia, mas tão somente nos desejos instintivos e primordiais de poder e hegemonia. Obama é apenas a fachada amistosa e amical. O homem que é gradualmente messianizado.

O mação não sente, postula sentimentos. A elite do novo império baseia tão somente os seus princípios nos instintos, apoiada pelos homens extremamente racionais. Os subordinados dos americanos, são-no, porque lhes foi instituído o instinto do terror, como tal a caridade e a misericórdia não lhes diz muito.

De uma lado o império tão somente instintivo, como um animal forte e irracional que baseia os seus princípios tão somente na libido e na luxúria. Do  outro lado o império Nazi da primeira metade do século vinte no extremo oposto da racionalidade, da razão pura, mesmo apesar daqueles comícios apoteóticos e emocionais que o líder dava ao povo alemão.

Encontro eu na razão pura e no instinto atroz, similaridades dados os seus extremados princípios.

A Humanidade encontra-se no equilíbrio entre os dois.