À musa de Lisboa



Sendo eu um poeta de Lisboa
Porque é parca, a minha rima?
Fluxo inspiratório: A concubina
que observo, e me atordoa

Camões, Bocage e Pessoa
Poetas da génese, feminina
Contemplo a face mais divina
que me inspira, e me afeiçoa

Observo os traços magicais
Sublimes gestos, com que suspiro
Hirtos seios divinais

Douto Poeta, mero indivíduo
Nádegas fenomenais
Dedico-lhe este soberbo hino


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