E a CARRIS, não respeita a lei da paridade?


Admissões na CARRIS
(a verde escuro homens; a verde claro mulheres). Fonte:
Relatório de Sustentabilidade de 2017, página 22.
Um dos tópicos que tem sido premente, não apenas nos tempos correntes, mas desde a Revolução Francesa, que dita que homens e mulheres "são todos iguais", está relacionado com a igualdade de género no mundo profissional. Indubitavelmente que homens e mulheres devem ter os mesmos direitos perante o estado e a lei, e não há nenhum ente civilizado que coloque em causa tal preceito civilizacional. Mas como explanei noutro texto, homens e mulheres são em média diferentes, e tal está relacionado com um conceito biológico denominado de dimorfismo sexual, que é o resultado da seleção sexual. O dimorfismo sexual, que faz referência às diferenças entre os diferentes sexos, que não as relacionadas com a genitália, explica, por exemplo, porque motivo os leões têm juba e as leoas não, porque motivo apenas os pavões macho têm uma plumagem exuberante, ou porque motivo os bois têm cornos maiores do que as vacas. Sendo o Homo Sapiens uma espécie da ordem dos primatas, da classe dos mamíferos e do filo dos cordados, seria de estranhar se não houvesse qualquer dimorfismo sexual, como o há em quase todas as outras espécie do reino animal. Obviamente que a civilização incute, através da lei, da educação, da arte e da cultura, na mente dos indivíduos valores que promovem o bem-estar geral, a paz e a ordem pública. Ou seja, o "politicamente correto" tem uma razão socio-evolutiva para existir, em contraste com a boçalidade, principalmente provinda de indivíduos com funções públicas ou políticas.

Ademais homens e mulheres são diferentes em média, não apenas nos traços fenotípicos, ou seja, na aparência, mas também nos traços psicológicos, sendo estes influenciados quer pela genética quer obviamente pela experiência. E se são influenciados pela genética, têm uma componente evolutiva, cuja psicologia evolutiva estuda e aborda. Um dado interessante com o qual me deparei, que ajuda a explicar muito bem o conceito, de forma lata, inerente à psicologia evolutiva, está relacionado com o ato instintivo que os gatos domésticos têm para enterrar os seus dejectos. Quem tem gatos sabe que estes têm uma necessidade instintiva para enterrar os seus dejectos, e tal deve-se ao facto de que o gato selvagem do qual o gato doméstico descende, também o fazer. Foram selecionados os gatos que o faziam, porque lhes permitiu ocupar território sem atrair as atenções de predadores, normalmente felinos de porte maior como tigres ou leões. Consideremos que os felinos são animais com um noção territorial muito forte, e fazem uso dos dejectos exatamente para marcar território. Como os gatos são felinos mais pequenos em comparação com os outros de porte maior, foram selecionados os gatos que enterravam os dejectos em comparação com os que não o faziam. Mas o que é extremamente interessante é que não falamos de um traço fenotípico, ou seja, visível por fora, mas de um traço comportamental ou psicológico.

Tal significa que o dimorfismo sexual pode não apenas aplicar-se a traços fenotípicos como psicológicos, pois estes são influenciados pela genética, sendo que o dimorfismo sexual é explicado por um processo evolutivo denominado de seleção sexual. Ou seja, no Homo Sapiens, como é natural e expectável, homens e mulheres têm, em média, aspirações diferentes, que são patentes quando se analisam os grandes números e os dados estatísticos. O caso da Carris, empresa que emprega essencialmente condutores de autocarros, é clarividente, na medida que quase 95% das admissões são para homens. Não que a Carris faça qualquer tipo de discriminação, mas tais dados revelam a enorme falácia que é colocar como objetivo igualdade de resultados em vez de igualdade de oportunidades. E porque motivo as mulheres não têm, em média, apetência natural para serem condutoras de autocarro? Um dos motivos está relacionado com a menor capacidade de abstração espacial, que, em média, as mulheres detêm. As mulheres têm todavia, em média, muito maior capacidade da sociabilização, e por esse motivo, em média, escolhem profissões que lidam com pessoas, ou com o cuidado a pessoas, como medicina, psicologia, marketing ou enfermagem. Estas diferenças têm motivos evolutivos, visto que durante o Paleolítico, o homem saía para caçar, enquanto que a mulher ficava junto da tribo. Foram selecionados os homens que foram engrandecendo a capacidade de abstração espacial, pois não só lhes permitiu aumentar a eficácia da caça, como lhes permitiu não se perderem durante os dias que saíam para caçar.

Todavia friso, à luz da lei e do estado, homens e mulheres devem ter exatamente os mesmos direitos. E saliento ainda que todos os dados que apresento fazem referência a médias, depois, cada caso é um caso. E a prova que as médias não dizem nada sobre os casos particulares, está bem patente em dois programas de televisão que acompanho amiúde. Quer no "programa eixo do mal", quer no programa "o último apaga a luz", denota-se claramente que a pessoa que apresenta maior inteligência espacial, quer pela estrutura do pensamento, quer pelo encadeamento lógico de ideias, é do sexo feminino.

Why masturbation increases weight in men?


The main problem of debating these issues, is that this type of debates is normally completely polluted by either religious theologian views (ex: masturbation is “sinful”) or by pure pseudoscientific approaches (ex: semen is “energy”, thus “don’t waste your energy”). On the other hand, there is also the political correctness polluting the debate, since, as masturbation is not sinful, “then is good”!

Whilst masturbation as such doesn’t seem prima facie to affect your weight since calories burnt are residual, considering that the demanded physical effort should not be that different when compared to brushing your teeth, there is a point that the majority of men tend to forget. After an orgasm due to masturbation one gets hungrier, and by being hungrier one eats more. And one gets hungrier due to evolution, as mammal males normally procreate after fight and big calories loss, thus getting hungrier after copulation and consequent orgasm seemed to be a psychoevolutionary trait that increased evolutionary fitness, as you could regain some of the huge calories lost and thus increase survival. But with masturbation as a man doesn't burn the calories correspondent to a male’s fight for copulation, he just adds up calories on the dietary equation when he eats afterwards. Moreover many men masturbate at night watching porn, during a time period which is more relaxed, and many dietary studies correlate eating at night with weight gain. Therefore as the physical activity involved in masturbation doesn't relevantly affect one’s weight, one should pay attention on what one eats afterwards.

Furthermore by seeking own sexual pleasure without the need to improve own fitness through sexual selection, the individual disregards the need for sexual attractiveness, considering that being fit is a phenotypical trait which highly increases sexual attractiveness. I suppose this explains why the following study conducted from an investigator of the Institute of Medical Psychology and Behavioural Neurobiology in Germany, refers that men that have higher number of common sexual intercourses and/or masturbate less are on average slimmer. The study finds that lesser masturbation is correlated with lesser weight:
I examined the relationship of recalled and diary recorded frequency of penile-vaginal intercourse (FSI), noncoital partnered sexual activity, and masturbation to measured waist and hip circumference in 120 healthy adults aged 19–38. Slimmer waist (in men and in the sexes combined) and slimmer hips (in men and women) were associated with greater FSI. Slimmer waist and hips were associated with rated importance of intercourse for men. Noncoital partnered sexual activity had a less consistent association with slimness. Slimmer waist and hips were associated with less masturbation (in men and in the sexes combined). I discuss the results in terms of differences between different sexual behaviors, attractiveness, emotional relatedness, physical sensitivity, sexual dysfunction, sociobiology, psychopharmacological aspects of excess fat and carbohydrate consumption, and implications for sex therapy.