As vicissitudes de uma deidade Lusitana


As deidades Lusitanas divagam pelos mundos etéreos da adolescência dos fecundos amores pueris e ternamente caridosos, solidários e filantropos. Já as Eslavas, as Escravas dos Germanos na frente Leste, exuberam a voluptusidade viril de uns fartos e volumosos seios.

A minha adorada concilia estes dois mundos. Desde o nome primeiro, que nos remete para uma bela divindade russa, através de uma ginasta romena e que exacerba os corações dos homens carregados de testosterona, até à caridade característicamente cristã meridional e a solidariedade e bondade tipicamente sociais democratas sulistas do continente Europeu.

A minha amada concilia o sagrado e o profano, a paixão e o amor, o carnal e o terno, a longevidade marital em que me revejo nela preconiza doutos, profusos, primaveris e serenos momentos passados com a minha sereia dos versos de Camões.

É que nos meus sonhos, Vasco da Gama, cuja silhueta marca a paisagem da enseada siniense, descobre o caminho marítimo para o amor russo que nutro pela Nádia através dos cabos viris africanos da paixão ardente, partindo das raizes metropolitanas lisbonesas.

Simplifico esta sinuosa, vasta e complexa rota amorosa elevada a magna missiva, cara Nádia: Amo-te...

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