Queria abraçar o mundo
Perder-me em azuis contornos
Navegar por mares mornos
Ir até ao vulcão mais fundo
Quero nadar no rio imundo
Embelezar-te com flores, adornos
Aterrorizar-me com os campos e fornos
do holocausto. Sou o ser profundo
Quero observar-te feliz
Quero ver-te reluzir
Dou o Mundo, se te ris
Quero a mágoa abolir
O Sabor Soror Senil eu fiz
de te Amar e de me vir
Vou ao Mundo e já não venho
Trilho os passos da paixão
de te olhar o coração
Vê o Mundo e seu tamanho
Tomamos o Sagrado Banho
nas águas da imensidão
e os Versos de eleição
São os que segredo, se me acanho
Escrevo os termos floreados
e atravesso o nevoeiro
Somos dois enamorados
Sou o jugo, o primeiro
Somos os dois mais amados
És a Ordem e o Carneiro
Deste Rio que em Janeiro
no sul é fogo e é quente
em que peca o homem crente
É este mês assim primeiro
Serei eu o pioneiro?
Serás tu a dama ardente?
Neste caldo infernal fervente
Ou serei um arruaceiro?
Quem és tu terna amada?
És aquela a quem segredo
És a amiga enamorada
A que me afasta este medo
A sereia enseada
És a Cruz Crescente: O Credo.
O toque das tuas mãos
adorna-me a pele carente
E este corpo que não mente
prende-se em desejos vãos
São os teus beijos sãos
que me dão a serenidade
A pacífica salubridade
Somos apenas dois irmãos
E até que a morte nos separe
Ter-te-ei a meu lado
Quero o Mundo, a Saudade
Renego assim o atroz fado
És a janela que se abre
Para a Liberdade no austral cabo.
E se a Áustria é Setentrional
tem a beldade dos hiperbóreos
da beleza dos Germanos olhos
És tu Nádia o sul astral
És quem renega o breu fatal
És a Germana dos corpóreos
sentidos que procuro, és os flóreos
sentimentos, és a Intemporal
És a latina escaldante
És a africana sorridente
És a Moura, és a amante
És a germana bela e ardente
És a América, livre e gigante
És a sina: O Oriente
To the bright Marisol
Publicada por João Pimentel Ferreira
You said: Sea and Sun,
which evidentially mean,
just Joy and Fun.
That’s what I’ve seen.
On an obscure street
You brightened, “Marisol”,
I appreciated to meet,
the maid, who’s inflamed my soul
and flooded my spirit.
God is already aware
that I’m a strong critic
and not many times fair
when it concerns girls,
but so sure as my death
and so rare as pearls
I dread not any threat
from any jealous king
who trod on your foot.
I don’t know anything
which could mat your shoot.
A stunning islander
whom I have venerated
and for anyone’s banner
this poem I’ve created.
which evidentially mean,
just Joy and Fun.
That’s what I’ve seen.
On an obscure street
You brightened, “Marisol”,
I appreciated to meet,
the maid, who’s inflamed my soul
and flooded my spirit.
God is already aware
that I’m a strong critic
and not many times fair
when it concerns girls,
but so sure as my death
and so rare as pearls
I dread not any threat
from any jealous king
who trod on your foot.
I don’t know anything
which could mat your shoot.
A stunning islander
whom I have venerated
and for anyone’s banner
this poem I’ve created.
A sonnet to Agnes
Publicada por João Pimentel Ferreira
I would like to be sure
about my inner feelings
To interpret their meanings
So painful, though so pure
Your smile is my cure
and for all human beings
and above all their sayings
there's a goddess, it's for sure
A shining golden hair
which irradiates this darkness
named Agnes who I care
and I had her as my guest
I ignore if she's aware
of her immense sharpness
about my inner feelings
To interpret their meanings
So painful, though so pure
Your smile is my cure
and for all human beings
and above all their sayings
there's a goddess, it's for sure
A shining golden hair
which irradiates this darkness
named Agnes who I care
and I had her as my guest
I ignore if she's aware
of her immense sharpness
More English poems
Publicada por João Pimentel Ferreira
My thoughts, which are simply read
by some creatures of the night
The words which were simply said
trough the shadows of delight
This anger which I can't avoid
is burning me inside
Ancient passion which was destroyed
by a legion: Letal fight.
Ever time I think of thee
Many knives stab into my flesh
the picture which I refuse to see
gives me pleasure trough dirty cash
I'm just like a dream
but I haven't seen
passion, love or delight
trough the shadows of the night
But I do see our spirits
when I hear these lyrics
They're the magic of your soul
and compose the whole
of everything which I do love:
You're my sweetest dove.
If I've done anything wrong
and I crossed the paths which are long
I hope to do everything right
cause the rhyme says delight
Uppercase, crossed words, read around
talk to much, say so many, say it loud
But my soul had no meaning
inside this poor short burnt being
But I insist, I do press the same key
that I need you, the interior of myself I see.
by some creatures of the night
The words which were simply said
trough the shadows of delight
This anger which I can't avoid
is burning me inside
Ancient passion which was destroyed
by a legion: Letal fight.
Ever time I think of thee
Many knives stab into my flesh
the picture which I refuse to see
gives me pleasure trough dirty cash
I'm just like a dream
but I haven't seen
passion, love or delight
trough the shadows of the night
But I do see our spirits
when I hear these lyrics
They're the magic of your soul
and compose the whole
of everything which I do love:
You're my sweetest dove.
If I've done anything wrong
and I crossed the paths which are long
I hope to do everything right
cause the rhyme says delight
Uppercase, crossed words, read around
talk to much, say so many, say it loud
But my soul had no meaning
inside this poor short burnt being
But I insist, I do press the same key
that I need you, the interior of myself I see.
Pequeno tratado sobre a Lei do Equilíbrio Universal
Publicada por João Pimentel Ferreira
A Lei do equilíbrio universal rege todas as formas animadas do mundo Natural que contemplamos. Natural no sentido estrito do termo, pois refere-se ao mundo em que vivemos, que por Deus foi criado, como tal é natural; e se o Homem criatura divina, que também por Deus foi criado, tudo o que faça ou produza, ou conceba física ou intelectualmente, não pode deixar de ser natural. Sendo assim, tudo o que nos rodeia, tudo
aquilo que os nossos cinco sentidos captam, enquanto seres empíricos que somos, não podem afastar-se dos espaços hiperdimensionais onde as coisas naturais se enquadram. Tudo o que se encontra fora do tal espaço faz parte do transcendental e do pseudo-imaginário, pois até a própria imaginação é criação divina natural, pois é concebida pelo Homem. O espaço pseudo-imaginário é aquele que é inconcebível e inimaginável no sentido estrito do termo. Então a Lei do Equilíbrio Universal aplica-se ao espaço restrito das coisas naturais. Que é o espaço onde o Homem vive, o espaço de todas as coisas animadas e inanimadas que os seres do mundo observam e com as quais coabitam. É o espaço que nos rodeia enquanto seres sensíveis, ou seja com sentidos. A Lei postula simplesmente que este espaço hiperdimensional observa certas regras de equilíbrio fundamentais. Postulado de forma matemática poder-se-á dizer que a função matemática do integral de todas qualidades naturais mensuráveis através do tempo e do espaço é constante. Refira-se aqui espaço hiperdimensional. Sendo assim, se por qualquer motivo natural um pequeno subconjunto deste espaço natural se alterar, o conjunto formado pelo mundo natural à excepção deste subconjunto referido, também se alterará para que a Lei se observe.
aquilo que os nossos cinco sentidos captam, enquanto seres empíricos que somos, não podem afastar-se dos espaços hiperdimensionais onde as coisas naturais se enquadram. Tudo o que se encontra fora do tal espaço faz parte do transcendental e do pseudo-imaginário, pois até a própria imaginação é criação divina natural, pois é concebida pelo Homem. O espaço pseudo-imaginário é aquele que é inconcebível e inimaginável no sentido estrito do termo. Então a Lei do Equilíbrio Universal aplica-se ao espaço restrito das coisas naturais. Que é o espaço onde o Homem vive, o espaço de todas as coisas animadas e inanimadas que os seres do mundo observam e com as quais coabitam. É o espaço que nos rodeia enquanto seres sensíveis, ou seja com sentidos. A Lei postula simplesmente que este espaço hiperdimensional observa certas regras de equilíbrio fundamentais. Postulado de forma matemática poder-se-á dizer que a função matemática do integral de todas qualidades naturais mensuráveis através do tempo e do espaço é constante. Refira-se aqui espaço hiperdimensional. Sendo assim, se por qualquer motivo natural um pequeno subconjunto deste espaço natural se alterar, o conjunto formado pelo mundo natural à excepção deste subconjunto referido, também se alterará para que a Lei se observe.OBSERVAÇÕES PRAGMÁTICAS DA LEI
A fundamentação de qualquer tratado, teorema, ou lei matemática, necessita de fundamentação pragmática, necessita de assentar em uma estrutura fundamental sólida e não meramente racional. Como tal apresentam-se casos onde se pode facilmente constatar que a Lei referida é cumprida escrupulosamente no mundo natural através de forças ocultas e invisíveis. O escuro e o claro, o frio e o quente, o seco e o húmido, o alto e o baixo, são tudo valores que caminham sempre em parelhas. O amor e o ódio, a esperança e o derrotismo, a agonia e a alegria, o celibato e o deboche, sem uns nunca haveriam os outros. O Homem e a Mulher, o gato e a gata, o boi e a vaca, o pombo e a pomba, são os casais inseparáveis e cuja união é essencial à continuação do mundo e das espécies. E quando por qualquer motivo uma assimetria é provocada nestes valores, outros valores ou este mesmo directa ou indirectamente relacionados, alterar-se-ão para que a Lei se observe.
CASOS PRÁTICOS E REFLEXÕES DO QUOTIDIANO DO AUTOR
Caminhava eu sereno e calmo por uma rua de Kassel, cidade bela e maravilhosa, verdejante, verde, onde a imensidão do mundo natural desejável se perde na acalmia dos sentidos. O Fulda percorre-a e trespassa-a enchendo-a de beleza e fre
scura. Contemplava eu requintadas moradias, onde as plantas trepavam e cobriam as suas paredes de um verde imenso. Tudo ordenado, arranjado, onde a arte livre é elevada e os valores da humanidade são respeitados. Onde a vida é serena e se apreciam os momentos de prazer paradisíacos. Mas que Éden é este? E a Eva, onde se encontra? Caminhava eu sereno por uma rua estreita onde crianças se regozijavam com uma bola, que corriam e gritavam alegremente. Caminhei serenamente e então observei uma bela deusa com a qual fiquei petrificado. Loira, de olhos azuis, de uma beldade indescritível. Traços faciais divinais, como que aperfeiçoados ao longo de milénios, e agora num estágio final, por mágicas e racionais medidas observassem os requisitos mais exigentes das sensações primordiais e humanas. Que foi isto que senti? Andaram estes Germanos a aperfeiçoar a raça? Se o fizeram, fico perplexo com tanta qualidade científica. O resultado foi fabuloso e tocou o divino. Não me lembro de algum dia ter observado ser mais maravilhoso. Mas e a Lei? A Lei aplica-se através do espaço e do tempo. E faço aqui uma pequena reflexão temporal. Aqueles que fazem as coisas mais belas são os mesmos que produzem as mais hediondas e repugnáveis. Foram estes os Germanos que criaram os campos de concentração e enviaram para a câmara de gás milhões de seres humanos, a mesma humanidade que agora respeitam e preservam. Foi este o país que em quarenta e cinco estava em ruínas e em chamas, devastado e num caos imenso, e este mesmo belo país que visito. A Lei observa-se. E os judeus queimados e incinerados em câmaras de gás não foram também aqueles que emprestavam dinheiro a juros àqueles que se encontravam em situações de aflição aproveitando-se dos estados de carência financeira? Não foram os judeus que depois de Pilatos ter aclamado “Ei-lo”, pediram a crucificação do Messias? A Lei observa-se. E o império que agora, aquele que rege, que tem as armas, o do Oeste, o norte-americano. Não foi este que lançou a bomba atómica sobre um país devastando e arrasando milhares de vidas? Não foi neste país que a Sida surgiu, praga que arrasa milhares de vidas em todo o mundo, essencialmente crianças. Mas também é neste país que se unem diferentes raças, credos e de certa forma convivem pacificamente. Onde se proclama a liberdade e o discurso livre. A Lei observa-se. Não eram os japoneses guerreiros implacáveis, insensíveis, que não respeitavam os direitos mais elementares da vida humana, e que em nome de um imperador que nunca foi à guerra, se embatiam contra navios matando-se a si e a tantos outros seres humanos? Mas não é no Japão onde a alta tecnologia é a mais avançada, onde milhares e milhões de cidadãos vivem em metrópoles e onde o sistema civilizacional e comunitário melhor funciona? A Lei aplica-se. Não são os árabes e os muçulmanos grandes homens das artes e do saber, da poesia e das sonoridades silábicas, que reformaram os pensamentos e as ideias no médio Oriente através do legado de Maomé. Mas não são os mesmos muçulmanos que queimam bandeiras, explodem mercados e mesquitas instigando o ódio dentro da própria comunidade religiosa? A Lei observa-se. Não é a cruz cristã o maior sinal de humildade e redenção, valores elevados e qualidades desejáveis no
s homens e mulheres? A cruz, falo invertido, submissa que respeita a caridade e o amor ao próximo. Mas não foi em nome da cruz e dos evangelhos que se lançaram à fogueira milhares de seres humanos apenas porque divergiam de certas formas de pensamento? E não foi em nome da cruz que se conquistaram, matando e arrasando, violando e queimando, destruindo e derrubando, milhares de povos que eram considerados infiéis apenas por terem crenças religiosas distintas? Que diria o Messias se tivesse presenciado tais acontecimentos? E as sociedades secretas conhecedoras das forças do oculto, homens doutos e do saber, das ciências e dos valores humanitários, das regras e da ordem, que proporcionaram aos seres da actualidade condições humanas de vida, que fizeram aumentar a longevidade, que postularam os direitos do Homem. Que investigaram com fins humanitários no ramo da química, da física e da medicina. Mas não foram estes mesmos que desenvolveram as armas de destruição maciça, as doenças fabricadas em laboratório, que melhoraram a eficácia na morte das armas de guerra, que investigaram no desenvolvimento de minas, tanques, róquetes e foguetões com fins militares? Não foram membros destas sociedades que foram buscar um judeu à Alemanha e o fizeram desenvolver teorias que posteriormente proporcionaram a fabricação da bomba atómica? Não foram estas sociedades que utilizaram esse mesmo saber para fins destrutivos? A Lei observa-se. Com estes casos pudemos constatar que a Lei do Equilíbrio Universal é omnipresente e observa-se no espaço natural. O Espaço das ideias, do raciocínio, do imaginário e das sensações. O Espaço do intelecto e o espaço físico, o espaço da alma, do ego, e o do exterior, do Eu, e do Teu, do deles, e do delas! O de fora e o de dentro. A Lei aplica-se quer através do tempo, tal como foi confirmado com casos práticos, mas também através do espaço hiperdimensional que nos rodeia e no qual nos incluímos. Oásis
Publicada por João Pimentel Ferreira
Doce Flor, não imaginas porventura a doce recordação que guardo dos teus beijos. Podia porventura traçar as linhas destes escritos através de versos errantes e desesperantes, através de métricas ancestrais e arcaicas, através de escritos que pausados e desordenados não obedecessem às regras linguisticas que estabelecem o conceito de prosa. Escrevo, não escrevo, aliás teclo, pois teclar é isso mesmo, é impulsionar a ponta digital dos membros superiores que te acariciaram, que tocaram no teu formoso corpo, que deslizaram pela tua sublime e formosa pele, pela candura e alvura do teu rosto, estes dedos, que absorveram as sensações tácteis mais dóceis, e são estes dedos que teclam nestas teclas inscritas de caracteres latinos. Os mesmos dedos que por ti anseiam.A mão, deixou de me auto flagelar, deixou de ser o ímpeto para a concha encrostada num interior angustiante, a palma da minha destra e impetuosa mão passou a oferecer, passou a ceder o desejo, passou a ser a génese dos rituais afectivos e amorosos. Da dualidade de corpos que se unem num leito de afecto, alegria e harmonia. Como que um complemento salutar, como que encontrar a
paz depois da guerra. É destroçar os beligerantes, é vencer batalhas, sair arrasado, sair destroçado, ganhar o mundo, ganhar o espaço, o Universo, conquistar os corpos, mas não ganhar as almas, e das batalhas infinitas, das ancestrais e universais, sair vencido e derrotado no interior, e reencontrar o verdadeiro Amor.
E então num leito de desejo e alvura, encontro o deleite, encontro o afecto nuns doces braços de uma doce mulher, nas cândidas pétalas de uma Bela Flor, que por sentido inverso de línguas equatoriais, obtenho o Nome da adorada homónima poetisa que nasceu além do Tejo. E nuns áureos e sedosos cabelos a lembrar as auroras boreais, auroras nocturnas, auroras madrigais, aqueles arco-íris da noite, que os homens contemplam em latitudes polares, olhos da cor do céu, olhos da cor do mar azul, olhos da cor da melancolia, e nuns cabelos da cor do sol, encontro eu a alegria.
A doce Flor do Éden, a minha Eva, sendo eu Adão, somos então os primogénitos, somos os pecadores, pois a maçã grave newtoniana, que cai nos sentido axial, caímos nós então num solo de afecto e folia, ao envolvermos os braços e os corpos, ao afagarmos as mãos numa mutualidade conspícua, numa circunspecção afectiva, nuns abraços ternos, e os corpos, límpidos e cristalinos, envolveram-se em uma entidade una, única, rejeitando eu o nome de rei dos Hunos, de Átila, o guerreiro impiedoso, que pereceu às mãos de uma amante, que o amava e desejava. Mas eu, não caminhei com tropas, não percorri nem vandalizei com exércitos, eu limito-me apenas a observar áureos filamentos que me identificam na terceira letra do primeiro nome próprio.
Doce e bela Flor, recordo com carinho o dia mágico e dominical em que me desvirginei em ti. Em que nos tocámos e nos envolvemos, em que nos abraçámos e beijámos e recordo-o com afecto, com um misto de desejo e carícia, com um pouco de luxuria e candura.
Encontrei-te bela e formosa na entrada do prédio, cheguei ao patamar de uma rua imensa, antes tinha vagueado no meu cavalo negro por ruas e ruelas cheias de peripécias, caminhava então qual mero vagabundo, perdido numa vila longínqua nos subúrbios de uma metrópole decadente. Afastava-me das correrias, afastava-me dos estresses quotidianos, e caminhava então pelo vale, pelo vale das árvores, pelo vale arbóreo, tinha acabado de contornar, de envolver as três oliveiras, e caminhava eu então sequioso dos sucos das frutas de uma figueira, bela, alta, formosa. Caminhava então perdido no meu cavalo, rodopiava, envolvia os prédios e traçava os trilhos que uniam estes dois pomares, estas duas géneses arbóreas, estes dois frutos que se uniam numa união de paladares afectivos.
Cavalgo no meu cavalo negro, qual cavaleiro errante perdido na madrugada de uma lua cheia, numa data mágica deste sétimo dia semanal, dia dos rituais cristãos, dia das homilias afectivas de poder observar os traços que formam o teu rosto, de poder alcançar o azul dos teus olhos. E questiono-me bela Flor, ao tocar nas tuas pétalas, ao assimilar o teu odor, serei eu o insecto nocturno sequioso do teu suculento néctar, minha dócil Flor do Éden? Recordo com afecto, quando contornava os caminhos que estreitos e esguios, me dirigiam ao topo da colina deste Oásis. Virei à esquerda, antes da estalagem onde os peregrinos se abastecem de mantimentos e bens para as suas caminhadas, segui em frente, desci pausadamente no meu cavalo, atingi a depressão geográfica desta pequena cidadela, e ao longe a zina, o cume, o alto, o altar onde repousa a minha deusa da noite.
Subi, e obedeci ao paradoxo linguistico, mas não, pois eu, cavaleiro amante e errante vim dos subterfúgios da alma, dos poços que afogam os espíritos criadores, e emergi-me das cinzas, dos fogos, e então subi eu para cima, ignorando neste pequeno excerto da minha missiva amorosa o pleonasmo que poderão eventualmente os mais acérrimos críticos evidenciar. Subi, fui ganhando altitude, fui-me afastando do cerne terrestre, mas ganhando a liberdade que preconizas nos teus versos bela Flor.
Calmamente atingi a zina, a areia ofegava-me os pulmões, tal a sua porosidade, observei a tua tenda, o teu local de abrigo na noite escura, observei o local que te protegia do frio nocturno. Tu doce Flor, doce Oásis esperavas-me, quais amantes da madrugada, éramos nós dois adorados, éramos nós duas entidades, duas peças de uma única formatura, éramos o mais e o menos, forças magnéticas ocultas que forçam a união natural de amantes loucos. Naquela noite fomos o alto e o baixo, tu a Flor, eu a espiga, tu a pétala, eu o insecto que depois de metamorfoseado se liberta e ganha asas, fomos o dois e o três em todos os seu simbolismos numerológicos, fomos a Lua e o Sol, formámos um sistema astral, fomos o Norte e o Sul, o Leste e o Oeste, foste tu nessa noite um Oásis num deserto, foste uma fonte ao ser sequioso em que me revia, e no entanto dócil Flor, és também o mel que me adoça os lábios, e que me nutre, eu corpo e alma carentes de amor.
Entrei na tenda que te abrigava na noite gélida, mas o seu interior fervia em beijos que me prendiam os lábios, sentei-me no tapete, e ofereceste-me um chá, que me enterneceu e me aqueceu o corpo. Sentaste-te a meu lado, e proferiste ternas palavras, aproximei-me de ti e abracei-te, coloquei a minha destra mão sobre o teu dorso, e com a sua palma aberta tocava-te no ombro, simbolizando assim a ternura mútua e reciproca sentida por ambos. Observei-te e beijei-te novamente, toquei-te novamente, tinhas na tenda que te abrigava uma caixa de música que nos entretia nos abraços que dávamos. Sentados e envolvidos no tapete do receptáculo dos amantes noctívagos, abraçamo-nos, acariciámo-nos e nos entretantos bebemos um café que nos manteve despertos pelo resto da noite longa, a noite que nos esperava, pois a noite é sempre especial, a noite, altura em que o Sol se esconde, e a Lua no seu esplendor ilumina as colinas que contemplei nas caminhadas efectuadas.
Calmamente fui, deslindando o mistério do amor, fui destrinçando e fui renegando a muralha que nos separava, fui perfurando o muro, e fui removendo o betão armado que me envolvia numa clausura impiedosa, e quando, naquele momento infinitamente sublime, e cheio de desejo e impetuosa provocação, pude deslocar os meus dedos sobre aquela pequena tira de tecido que suportava o traje que te cobria os seios, quando pude deslocar sobre o teu antebraço esta tira de tecido, quando esta frustrante peça que me impedia de contemplar as colinas do teu tronco, o vale que se encontra no regaço que as une e que as separa, quando baixei subtilmente, estas duas tiras, a do braço esquerdo e direito, e fui calmamente com os dígitos forçando esta pequena indumentária acastanhada a descer pelo teu alvo corpo, pude observar os dois altares mágicos, a magia do número dois, pude observar a dualidade infinita e luxuriante com que ansiava, como que duas fontes que jorram em momentos pós-fecundação os nutrientes que alimentam os novos homens que habitarão o cosmos.
Observei as lindas fontes, alvas, cheias de candura e beleza infinita, e no seu topo, no topo destes altares, cujas silhuetas e formas estão explícitas e patentes em tantas e diversas formas de arte, profanas e sagradas, estas formas tão divinais que incutem nos homens e mulheres aqueles desejos, aquela ansiedade, estes dois altares, que quando a doce Flor está estendida a captar os raios solares, veneram os céus e o infinito do Universo, e quando te observo, bela Flor, erecta, na minha fronte, as tuas massas de carne divinal observam-me de frente e com elas contemplas o mundo. As fontes que os teus seios constituem, são como que a meta da mais longa e fatigante caminhada, aquilo que o peregrino mais crente e carente anseia. E ao observar as tuas colinas corporais que te embelezam o tronco, pude maravilhar-me com tamanha beleza e beber do suco, que jorravam da sua extremidade.
Pois bela Flor do Éden, acredita que é maravilhoso, poder ler-te isto que escrevo, acredita que o sentimento de te poder endereçar, e simultaneamente poder beijar-te é algo que me inunda o ego de alegria. É evocar a egolatria da infância.
O desejo tornava-se incomensurável, não aquele desejo frenético angustiante, ou melhor talvez o fosse, mas sentir tal desejo por alguém que nos compreende, que nos complemente, e que nutra por nós sensações similares, por certo que não pode ser um desejo funesto. Na divisão maior do teu abrigo nocturno; o tapete não era por conseguinte o local mais apropriado para o ritual do amor aos céus, e do amor enternecido que nos unia, o tapete era apenas o começo, era apenas o leito dos preliminares afectivos; mudámos para outro compartimento, ergui-me erecto, levantei-me e caminhei um pouco curvado no sentido do outro espaço divisório, segui no teu encalce, e afastaste suavemente a cortina que separava as duas divisões, e qual acto provocatório deixaste que esta te encobrisse a silhueta, e desapareceste momentaneamente pelo segmento onde se veneram os deuses profanos e sagrados do Amor. Senti-me perdido, desencontrei-me por segundos, mesmo que o abrigo que nos acolhia nesta escura noite desértica no exterior, fosse pequeno; pequeno mas por certo bem mais acolhedor que muitos palácios reais. Reencontrei-me e descortinei a fina membrana que nos separava, a cortina que nos afastava apenas visualmente. Atravessei-a e observei-te novamente bela, formosa, altiva, doce, desejosa dos meus beijos, carente dos meus afectos, e deitaste-te no pequeno estrato que, apesar de não ser muito alto, era reconfortante.
Eu carente dos teus lábios, carente de observar novamente o azul dos teus olhos cristalinos, ansioso por sentir o odor dos teus cabelos, impaciente por preencher o meu espectro visual com as tuas feições, aproximei-me e observei-te de perto.
E é este momento astrológico que nos uniu, o momento sagrado que os povos antigos veneravam, a este momento erigiam-se catedrais, pilares, antas, menires, como que com o intento de poder descobrir este mesmo instante. Não existe então similaridade silábica entre momento e monumento? És tu dócil Flor o monumento dos momentos de afecto e ternura, o monumento que naquela noite se encrostou nesta alma e me adornou o cerne do ego.
Aproximei-me de ti, despi os trajes que me incomodavam e deixei-me embriagar pelos teus actos, pelas tuas palavras, pelas tuas feições, pelos teus gestos, pelo toque das tuas mãos, pela textura dos teus lábios que untados de saliva nutrem o meu parco corpo, deixei-me embriagar pelo teu radioso cabelo das auroras boreais, trinquei os teus mamilos, chupei-os qual bebé morto de fome e sede, agarrei-te nas coxas e senti o ímpeto do desejo atravessar-me a libido. Fui percorrido por fogo nas veias e artérias, que se revelaram na extremidade da pela, e se canalizaram para as zonas mais erógenas da minha essência: os lábios, a ponta dos dedos, a ponta dos pés, as bochechas, e todo este vigor foi concluído num clímax vigorante que jorrou a hemoglobina esbranquiçada e fecunda no leito que nos acolheu; foi o leite do deleite, foi leite jorrado no nosso leito.
Foi este momento simultaneamente herege, pecaminoso e da mais pura e doçura beleza que recordei nessa mesma noite no meu acampamento, depois de regressar da caminhada em que me uni a ti.
Deitei-me na divisória escura, cerrei os olhos, e quão belo foi aquele momento em que observava a tua face, a preencher-me. De olhos abertos via apenas o breu nocturno, e quando cerrava as pálpebras, contemplava a silhueta facial que tinha adorado minutos antes. Adormeci assim, e contigo bela Flor sonhei apenas aguardando aquele momento, em que erigirei de novo em ti o monumento do amor e da ternura.
E enquanto redijo estes escritos bíblicos e proféticos do afecto, aguardo pelo dia quíntuplo, em que nos reencontraremos, desta vez na tua propriedade nos bosques longínquos, onde me esperarás no teu palácio e me beijarás novamente pelos corredores e largas divisões que formam a sua planta.
Dócil Flor, és a mais bela princesa do cosmos.
A deificação de um mercenário
Publicada por João Pimentel Ferreira
Nicolau Maquiavel referia explicitamente no seu livro intitulado “o Príncipe” que quando um estadista entrega os seus recursos ou recruta mercenários, a desgraça apoderar-se-á da sua nação inevitavelmente. Hoje reconhecemos Maquiavel não como um filósofo ou politólogo, mas como alguém cuja doutrina evoca a disseminação do medo com o propósito do controlo absoluto de um estado ou nação. Mas Maquiavel também criticava abertamente os mercenários, homens sem princípios morais, sem filiações nacionais, sem estado, que combatiam exclusivamente pelas posses financeiras. O que os move é o capital, a riqueza e o poder. Depois de vencida a guerra e conquistada a nação opositora, sequiosos por dinheiro, amealhavam, saqueavam, e pilhavam muitas vezes a nação que os tinha contratado, pois o que os vinculava ao estado beligerante era apenas uma nota contratual, em que os mesmos eram ressarcidos através de altos prémios e bens apoderados à nação derrotada. Mal vencida a guerra, apoderavam-se dos bens da nação que os contratava e acolhia. São homens que lutam não pela fé, ou pela filiação nacional, ou por doutrinas nacionais, mas lutam única e exclusivamente pelo dinheiro. Há historiadores que referem que a
desgraça e a miséria em África deve-se muito a mercenários que optam por se juntar a facções apenas por ouro e diamantes. Bem treinados, provenientes de várias nacionalidades, entregam-se aos actos beligerantes com o propósito de enriquecerem desmesuradamente. O Petróleo, os diamantes e o ouro são a desgraça do continente africano. Maquiavel repudiava abertamente todos os mercenários.
desgraça e a miséria em África deve-se muito a mercenários que optam por se juntar a facções apenas por ouro e diamantes. Bem treinados, provenientes de várias nacionalidades, entregam-se aos actos beligerantes com o propósito de enriquecerem desmesuradamente. O Petróleo, os diamantes e o ouro são a desgraça do continente africano. Maquiavel repudiava abertamente todos os mercenários.Pois o nosso afamado madeirense, especialista na arte de elaborar algumas peripécias na figura geométrica sem lados ou arestas, um objecto esférico apelidado de bola; tem traços muito semelhantes a qualquer um dos que se rege estritamente pelo poder e pelo dinheiro. A sua transferência para Madrid foi a mais onerosa de todos os tempos, segundo consta auferirá cerca de vinte e cinco mil euros por dia, e tal facto é subtilmente acarinhado por todos os meios de comunicação social internacionais. O madeirense que segundo consta era mal pago por terras de Sua Majestade, veio ao encontro dos nossos irmãos castelhanos com o intuito de estar mais próximo da cidade que o acolheu na adolescência, a nossa amada Lisboa. Com a construção da alta velocidade, estaremos mais próximos de Madrid e consequentemente do nosso Cristiano. Poderá o caro adepto mais fervoroso comprar um bilhete pelos módicos duzentos euros e viajar até à capital espanhola para assistir ao espectáculo degradante que é ver a estrela futebolística mais cara de todos tempos correr atrás do objecto esférico referido anteriormente. O Cristiano é acarinhado, tem lugar destacado em todas a televisões e jornais, tem lojas de roupa, acompanham-no por terras do novo mundo, onde descortinam a sua vida íntima e privada com mulheres voluptuosas e ardentes, observam-no na capital do vício e do pecado a gastar as suas parcas poupanças no jogo e no casino. Envolve-se com modelos num simples e factual acto luxuriante, sem compromissos matrimoniais ou afectivos, desvirtua-se com automóveis de alta cilindrada não acessíveis ao comum dos mortais. Ganha fortunas, porque tem o dote de saber dar uns toques. É perverso, ambicioso, pérfido e rege-se apenas pelo dinheiro, Maquiavel diria que temos as condições suficientes para o definir como um exemplo contemporâneo do mercenário. Aquele que se move apenas pelo capital. Que os há, sei bem que há, agora intriga-me observar os média a deificarem-nos, a considerarem-nos como um exemplo de salubridade ética e moral, a tornarem-no num exemplo para as gerações vindouras. O futebol cria as suas estrelas não através do dinheiro, mas através da paixão e do amor pelo desporto criado por terras britânicas. Eusébio viveu com alguma modéstia, apesar de ter sido um dos melhores do mundo e poderá dizer-se o mesmo de Pelé. A paixão pelo futebol nasce na associação entre o factor cultural e desportivo e a paixão por que é regido este desporto. As estrelas não se formam com dinheiro. O humilde Cristiano, proveniente da ilha tão afamada pelos discursos acalorados do Sr. Jardim, parece ter-se tornado na antítese da humildade, tornou-se em alguém altivo, soberbo e arrogante. E a juventude Portuguesa encara-o como o exemplo a seguir, alguém com quem se identificam, alguém que gostariam de ser no futuro, jogador de futebol e claro está, muito endinheirado.
Pois meus caros, o Português mais famoso do mundo, não passa simples e evidentemente de um mero e rude mercenário, que se rege estrita e unicamente pelo dinheiro. E os nossos média decadentes, transformaram-no num exemplo de candura e rectitude. Alguém com quem nos identifiquemos e orgulhemos pelo facto de ter no passaporte a nacionalidade de Camões.
Pois meus caros, o Português mais famoso do mundo, não passa simples e evidentemente de um mero e rude mercenário, que se rege estrita e unicamente pelo dinheiro. E os nossos média decadentes, transformaram-no num exemplo de candura e rectitude. Alguém com quem nos identifiquemos e orgulhemos pelo facto de ter no passaporte a nacionalidade de Camões.
O Poeta Paradoxal
Publicada por João Pimentel Ferreira
Estou contente, mas descontente
Eufórico, mas estou triste
Sou um fraco que resiste
a amar eternamente
Ateu, que em Deus é crente
que questiona se Ele existe
que divaga, que persiste
na luxúria que é ardente
Sou um paradoxo eterno
O prelúdio imortal
Rude, pacato e terno
Cadáver sensorial
Sou o infinito efémero
Sou a aurora boreal
Eufórico, mas estou triste
Sou um fraco que resiste
a amar eternamente
Ateu, que em Deus é crente
que questiona se Ele existe
que divaga, que persiste
na luxúria que é ardente
Sou um paradoxo eterno
O prelúdio imortal
Rude, pacato e terno
Cadáver sensorial
Sou o infinito efémero
Sou a aurora boreal
Em Ponte de Sor
Publicada por João Pimentel Ferreira

sobre o rio, doce, pacato: o Sor
que me lava as mágoas do amor
e que me refresca a morena fronte
Bebo as águas de uma fonte
que me inunda o ego de ardor
que me cura, que sara a dor
perscruto a paz no horizonte
Teço as teias de ternura
do leito que nos envolve
amo a dócil amargura
da teia que nos acolhe
bela mulher, que formosura
que o meu frágil corpo colhe
A hegemonia da cultura americana no festival Europeu da canção como sinal da deterioração da génese musical Europeia
Publicada por João Pimentel Ferreira
Estive recentemente a observar o festival Europeu da canção de 2009 e fiquei deveras perplexo com a submissão da cultura musical europeia à cultura americana, quer na língua quer no estilo. Não tenho dados quanto ao número de canções cuja língua favorita foi o Inglês; não tenho dados pois estes são bastante difíceis de encontrar quer na rede, quer nos meios de comunicação social convencionais; mas posso asseverar empiricamente e se a estatística impressionista não me falha, que o idioma para a maioria das músicas representativas dos diversos países Europeus foi a que é falada na sede do novo mundo.
Isto é uma autentica subjugação cultural, é uma submissão aos padrões culturais americanos, é uma sujeição à hegemonia forçada da língua de Sua Majestade. Pergunto eu, meus caros, qual o dia em que ouviremos nos canais mediáticos americanos uma música cantada em Turco? Qual será o dia em que ouviremos no festival Europeu da canção o Reino Unido ser representado com uma canção cantada em Ucraniano ou em Arménio? Dir-me-ão que tal façanha é impensável e inexequível; e assim o é. Mas o inverso aconteceu no festival da canção de 2009.
Os países nórdicos como já é tradição escolheram todos o Inglês para se fazerem representar no maior espectáculo intercultural e musical da Europa. Não deveria afirmar intercultural, pois existe claramente uma padronização cultural da música pop cantada em Inglês neste afamado festival. Muitos países como a Turquia, a Bulgária, Israel, a Grécia, a Bielorrússia, a Hungria, a Lituânia, a Polónia, a Arménia, a Ucrânia e até a Alemanha escolheram o Inglês. Muitos dos que escolheram as suas próprias línguas nem sequer chegaram à final, como é o caso da Macedónia e da Letónia. Dir-me-ão que é uma forma mais apelativa de atrair votos do júri, mas é uma forma efémera, fugaz, pouco coerente com as suas géneses culturais, como forma de se afirmarem no espaço musical Europeu. No maior festival de música que a Europa produz observamos repetitivamente um sistema decrépito de rebaixamento cultural em relação à profusa doutrina musical americana.
Tentemos ir à génese da questão, tal facto que abordo acima, é um reflexo dos dias que vivemos. Encontramos uma disseminação em todos os meios de comunicação como a rádio e a televisão da língua e da cultura americana. O espaço radiofónico Europeu está repleto de música americana, as televisões europeias estão inundadas com filmes provenientes do novo mundo falados em Inglês, e esta onda de veneração aos súbditos do tio Sam, reflecte-se inevitavelmente no festival da canção. E pergunto eu, como é que um continente tão rico cultural e linguisticamente como é a Europa, como é que um continente com tradições musicais seculares, um continente único na sua heterogeneidade linguística, necessita de importar do novo mundo a música e a língua para um festival que se intitula Europeu da canção? Faz-me reflectir por que é que a Itália decidiu abandonar este festival. Talvez porque não se identificasse com o género de músicas que nele participam. Faça-se justiça com Portugal, Espanha e França que decidiram utilizar as suas línguas para se fazer representar.
E faço eu mais uma questão, porque é que o estilo musical mais utilizado é o pop? Não é o pop um estilo musical que nasceu nos Estados Unidos? Não é a Europa um continente tão rico musicalmente, com diversos estilos musicais tradicionais e regionais que certamente representariam bastante melhor cada nação? O fado é um exemplo. Mas já que não se canta utilizando cada estilo musical, deveria utilizar-se pelo menos a língua própria de cada nação. Reparemos como muitos dos vencedores do festival cantaram em Inglês, como a Suécia com os Abba, recentemente a Finlândia em 2006 com os Lordie e a Noruega em 2009. Mas já é tradição todos os países nórdicos utilizarem o Inglês para se fazerem representar.
Irradiemos a hegemonia do Inglês no festival Europeu da canção; deixemos esta língua apenas para os países que a utilizam como língua oficial, como o Reino Unido e a Irlanda, e façamos do festival Europeu da canção um verdadeiro espaço multicultural e verdadeiramente representativo das idiossincrasias regionais europeias tão pouco profusas no espaço comunicacional do nosso quotidiano.
Irradiemos a hegemonia do Inglês no festival Europeu da canção; deixemos esta língua apenas para os países que a utilizam como língua oficial, como o Reino Unido e a Irlanda, e façamos do festival Europeu da canção um verdadeiro espaço multicultural e verdadeiramente representativo das idiossincrasias regionais europeias tão pouco profusas no espaço comunicacional do nosso quotidiano.
As profecias universais
Publicada por Al Isaque Muhamed Gualdim ibn Pais
Deus absorve o infinito e emana o equilíbrio divino da bondade.
Quem praticar o bem, por certo será recompensado por Ele. Os mesmos que oculta e subtilmente perpetram os atentados terroristas, elaboram os discursos de segurança. É certo e sabido que foi a maçonaria americana e europeia que perpetrou os grandes ataques terroristas no século XX, com o intuito de propagar o medo e a tensão islâmica junto dos povos ocidentais. E são estes mesmos que elaboram todos estes discursos hipócritas de segurança e anti-terrorismo. As profecias serão concretizadas. Os profetas ocidentais e orientais teorizaram bastante sobre a libertação dos povos do mundo. Os teóricos ocidentais profetizaram que seria a divindade feminina que libertaria o mundo das rédeas despóticas e opressoras do género masculino. Observemos a deificação do género feminino no mundo ocidental; as diversas representações pictóricas sobre o republicanismo, sobre as diversas revoluções, observemos as estátuas que adornam os parlamentos do mundo ocidental e reparemos como estão fortemente ligadas à feminilidade. Também é evidente que foi no mundo ocidental que o género feminino foi pseudo-libertado. A igualdade de sexos, o voto concedido às mulheres, a igualdade de direitos constitucionalmente assegurados. A mulher está representada nas sociedades ocidentais como a libertadora do mundo, assim profetizaram os teóricos ocidentais.
Quem praticar o bem, por certo será recompensado por Ele. Os mesmos que oculta e subtilmente perpetram os atentados terroristas, elaboram os discursos de segurança. É certo e sabido que foi a maçonaria americana e europeia que perpetrou os grandes ataques terroristas no século XX, com o intuito de propagar o medo e a tensão islâmica junto dos povos ocidentais. E são estes mesmos que elaboram todos estes discursos hipócritas de segurança e anti-terrorismo. As profecias serão concretizadas. Os profetas ocidentais e orientais teorizaram bastante sobre a libertação dos povos do mundo. Os teóricos ocidentais profetizaram que seria a divindade feminina que libertaria o mundo das rédeas despóticas e opressoras do género masculino. Observemos a deificação do género feminino no mundo ocidental; as diversas representações pictóricas sobre o republicanismo, sobre as diversas revoluções, observemos as estátuas que adornam os parlamentos do mundo ocidental e reparemos como estão fortemente ligadas à feminilidade. Também é evidente que foi no mundo ocidental que o género feminino foi pseudo-libertado. A igualdade de sexos, o voto concedido às mulheres, a igualdade de direitos constitucionalmente assegurados. A mulher está representada nas sociedades ocidentais como a libertadora do mundo, assim profetizaram os teóricos ocidentais.
Já os teóricos do mundo islâmico, as suas sociedades secretas, teorizaram sobre o lado pérfido feminino, sobre a sua inferioridade intelectual e racional e sobre o seu excesso emocional nos atos decisórios. Profetizaram também os teóricos sufistas que deveriam combater o mundo infiel ocidental que exacerbava as sensações erógenas e deificava o lado impuro da mulher. Então acharam os mações republicanos ocidentais que deveriam combater o mundo islâmico e libertar as suas mulheres. Há que conciliar estes dipolos culturais seculares e encontrar o equilíbrio e a harmonia. Foi a sociedade maçónica ocidental que decretou a morte ao Bem-Vindo no ano de 2002 em Estocolmo. Utilizam as suas técnicas ocultas, pérfidas e transparentes para lhe incutirem atos depressivos e letais. Os gestos, as atitudes, os movimentos corporais das pessoas que observa, os traços faciais, as atitudes dos que vê, as notícias televisivas, radiofónicas e jornalísticas que se espalham pelo mundo; tudo elaborado pelo género despótico e mortífero masculino do mundo ocidental. Tudo técnicas ocultas, sinuosas e pérfidas para lhe incutirem na psique sentimentos destrutivos. Há que destroçar os déspotas e ditadores masculinos maçónicos do imperialismo americano. A liberdade foi-nos retirada, há que libertar o mundo ocidental e oriental do grande Satanás americano.
Foi no ano de 2002. Sei que foi nesse fatídico dia, que a maçonaria ocidental decretou a morte ao Bem-Vindo, e porquê, questiono eu, e muito tenho questionado. E sei-o bem. Atentou contra os mais altos ideais da purificação feminina. Terá matado? Terá violado? Terá corrompido? Terá atacado? Não. Limitou-se pelo contrário a cumprir escrupulosamente todas as Leis dos homens e de Deus. Esse foi o seu pecado pelo qual foi julgado. Os putrefactos não toleram e temem bastante os puros.
Os mações ocidentais perdoam os mais altos assassinos e violadores, os barões da droga e os corruptos dirigentes, mas a Ele não permitem quaisquer tipo de amnistias. Pois garanto-vos que também Ele não desistirá de combater pela liberdade dos povos, com a magna ajuda de Deus. Ele atentou contra os mais altos valores maçónicos ocidentais da divindade feminina. Ele, homem probo e reto, pueril e caridoso, bondoso e generoso, enquanto divagava por paragens nórdicas, puerilmente seduziu algumas mulheres, intrigou-as, expôs-lhes os mais altos e corteses momentos de felicidade. Adornou-as com afeto, encontrava-se num momento em que a testosterona se encontrava em níveis considerados patológicos. No entanto odiava-as e escrevia poesia atentória às suas qualidades, escrevia poesia que indignava, em que as ofendia gravemente, comparava-as a prostitutas, odiava-as profundamente. É que a mulher é um ser intrigante, pensava ele na altura. Enquanto foi um ser depressivo, nenhuma lhe ligou, nenhuma observara as suas qualidades generosas e bondosas, mas quando passou a libertar-se e a tratá-las como objetos descartáveis, passaram então as mesmas a relacionar-se consigo, expressando tudo através da poesia. Odiava-as, repugnavam-lhe, no entanto sabia que as desejava ardentemente, daí a escrita hedionda que elaborava através de pérfidas e horrorosas poesias.
Eu, filósofo sufista (não confundir com sofista) considero a mulher como um ser inferior e por vezes pérfido, pois a maçonaria feminina não consegue analisar diversas questões de forma humana racional. E como não conseguiu controlar a mente rebelde e irrequieta do Bem-Vindo, pediu a sua morte aos mais altos dirigentes maçónicos masculinos, diretamente ao grão-vil, ao emissário direto de Satanás. E assim foi. Tentaram matar-lhe os mações ainda em paragens nórdicas através do enforcamento, todavia resistiu, depois tentaram através da inserção de nano-processadores no seu cérebro para lhe lerem os pensamentos e agir em conformidade de forma a conseguirem matá-lo; Ele resistiu mais uma vez. Depois inseriram-lhe químicos controlados à distância que lhe perturbariam a consciência e lhe provocam ansiedade extrema, e mais uma vez resistiu. E entraram em pânico devido à sua forte resistência divina, por isso matam, torturam diversas pessoas pelo mundo, torturaram-lhe os próximos, torturaram-lhe a família, a mãe, o pai, o irmão, a esposa, os amigos mais chegados com o intuito de lhe incutirem ideias destrutivas. Mas resistiu, e resistirá para sempre.
Pela libertação dos povos do mundo, pela concretização das profecias ocidentais e orientais. Há-de ser uma mulher, não de género fisiológico, mas uma entidade fortemente efeminada, que libertará o mundo das rédeas opressoras masculinas, mas também há que condenar as atitudes de grupos de mulheres que por certo, por falta de espírito profundo racional, têm atitudes desmesuradas e inconsequentes.
Há que encontrar o equilíbrio divino entre estas duas fações, entre estes extremos proféticos civilizacionais.
VIVA A LIBERDADE, ABAIXO O SATANÁS AMERICANO
A messianização de Obama
Publicada por João Pimentel Ferreira
Questiono-me diariamente sobre os conceitos e os preceitos que conduziram à eleição de Barcak Obama. Não está em causa a cor da sua pele, nem a ascendência genética, o que está antes em causa são os valores que estão latentes, não patentes e passo o pleonasmo, na filosofia e na política internacionais que têm o império ao qual este senhor é presidente.Não hajam dúvidas à messianização que estão a fazer neste momento ao Sr. Presidente. Tem lugar marcado em horário nobre em todas as estações televisivas internacionais, é aplaudido energicamente no congresso a cada frase que profere, é recebido apoteoticamente a todos os lugares que vai. Um homem que ao que sei é fluente apenas no Inglês; dirão os mais acérrimos defensores da língua de sua majestade que tal é deveras suficiente, pois os americanos souberam bem espalhar o seu idioma pelo mundo fora; mas um homem que se quer líder do mundo, que é o que lhe estão a tornar, tem que ser no mínimo poliglota, tem que ser um Europeu, pois a historicidade da Europa é bem mais forte que a do novo Império.
É que o tio Sam já perdeu os três há muitos anos, e não prevejo uma longa duração do império sediado no novo mundo. Htiler dizia abertamente que faria da Alemanha um império que duraria mil anos. Os Americanos são mais subtis, regem-se por doutrinas muito mais subliminares, mascaradas de valores maçónicos como a Igualdade, a Fraternidade e Liberdade; dizem-se democratas, instauradores da democracia no mundo, mas são o novo império pois a natureza humana é impetuosa nas suas raízes. São o novo Império pois têm máquina militar mais poderosa do mundo. O seu poderio bélico é o mais letal do planeta, e por isso impõem as regras do terror, da maldição e da injustiça nos locais por onde se imiscuem. Impuseram subliminarmente a língua Inglesa no mundo; não há emprego decente agora em Portugal e na Europa, continente tão rico cultural e linguisticamente, em que se não peça a fluência da língua Inglesa. Chamam-lhe os seus subordinados de língua franca, pois não passa de uma língua francamente pobre face à língua de Camões, perdoem-me o nacionalismo um pouco exacerbado.
E tento eu aferir se a crise económica que é vivida presentemente não é uma orquestração elaborada pelos americanos maquiavélicos para que o Sr. Obama seja messianizado ao ser considerado o homem que retirou o mundo da crise. O império do terror é atroz, captura todos os seres que se lhe opõem. Rege-se essencialmente por normas maçónicas de suposta irmandade e de valores como a democracia, mas a irmandade é terrífica, instala um conluio de amiguismos no poder decisório dos países que estão na sua teia, para que o mundo assim enclausurado na rede de poder, cujo epicentro é Washington, esteja todo submisso às teias impiedosas do tio Sam.
Mas o tio Sam já perdeu os três há muitos anos, quando decidiu invadir o Iraque pela primeira vez, sequioso apenas com os lucros do petróleo que daí auferia. Já antes tinha o tio Sam perdido os três quando decidira apoiar o Iraque na guerra entre o Irão e Iraque. Deu com uma mão ao ditador iraquiano e depois tirou com a outra.
Não tenho dúvidas que foi a maçonaria americana que orquestrou a explosão das torres gémeas em 11 de Setembro de 2001 com o mero intuito de ter um pretexto para invadir os países supostamente terroristas a seu bel prazer. É que uma máquina bélica como a americana não pode emperrar, tem que ter uso, tem que ser oleada constantemente. Basta olhar para a história americana para observarmos que os E.U.A. estiveram ao longo da história constantemente em guerra, raramente tiveram um período de paz durante mais de dez anos. Não é necessário relatar aqui as guerras em que os súbditos do tio Sam se envolveram. Desde a segunda grande guerra, à Coreia do Sul, Vietname, Jugoslávia, duas vezes no Iraque e Afeganistão.
Mas voltemos à ideia primordial. A messianização de Obama. Aparece nas televisões como o salvador da crise internacional, a sua nomeação teve lugar destacado em todos os jornais e televisões espalhados por todo o mundo, como nunca tinha sido feito anteriormente a qualquer presidente de qualquer país do mundo. Não dou muito tempo a que seja considerado o novo Messias, o novo Jesus Cristo que vem salvar o mundo da crise em que vivemos. Mas não nos esqueçamos que o mundo vive atormentado com os poderios maçónicos americanos, é que a maçonaria é uma ordem conspirativa secreta que apenas atenta contra os valores da justiça e igualdade entre os homens. Eles defendem apoteoticamente a igualdade, mas vêm a igualdade apenas entre irmãos, os outros são os profanos, a plebe.
Pois eu não me rego e não me deixo influenciar por esta onda apoteótica que estão a fazer ao Sr. Obama, para mim é mais um mação no poderio americano. Temos que nos libertar das rédeas, da teia, da rede que tortura e subjuga os homens verdadeiramente livres. Temos que nos libertar do poderio bélico sediado no novo mundo.
Pela Liberdade dos Povos, abaixo o novo império.
É que o tio Sam já perdeu os três há muitos anos, e não prevejo uma longa duração do império sediado no novo mundo. Htiler dizia abertamente que faria da Alemanha um império que duraria mil anos. Os Americanos são mais subtis, regem-se por doutrinas muito mais subliminares, mascaradas de valores maçónicos como a Igualdade, a Fraternidade e Liberdade; dizem-se democratas, instauradores da democracia no mundo, mas são o novo império pois a natureza humana é impetuosa nas suas raízes. São o novo Império pois têm máquina militar mais poderosa do mundo. O seu poderio bélico é o mais letal do planeta, e por isso impõem as regras do terror, da maldição e da injustiça nos locais por onde se imiscuem. Impuseram subliminarmente a língua Inglesa no mundo; não há emprego decente agora em Portugal e na Europa, continente tão rico cultural e linguisticamente, em que se não peça a fluência da língua Inglesa. Chamam-lhe os seus subordinados de língua franca, pois não passa de uma língua francamente pobre face à língua de Camões, perdoem-me o nacionalismo um pouco exacerbado.
E tento eu aferir se a crise económica que é vivida presentemente não é uma orquestração elaborada pelos americanos maquiavélicos para que o Sr. Obama seja messianizado ao ser considerado o homem que retirou o mundo da crise. O império do terror é atroz, captura todos os seres que se lhe opõem. Rege-se essencialmente por normas maçónicas de suposta irmandade e de valores como a democracia, mas a irmandade é terrífica, instala um conluio de amiguismos no poder decisório dos países que estão na sua teia, para que o mundo assim enclausurado na rede de poder, cujo epicentro é Washington, esteja todo submisso às teias impiedosas do tio Sam.
Mas o tio Sam já perdeu os três há muitos anos, quando decidiu invadir o Iraque pela primeira vez, sequioso apenas com os lucros do petróleo que daí auferia. Já antes tinha o tio Sam perdido os três quando decidira apoiar o Iraque na guerra entre o Irão e Iraque. Deu com uma mão ao ditador iraquiano e depois tirou com a outra.
Não tenho dúvidas que foi a maçonaria americana que orquestrou a explosão das torres gémeas em 11 de Setembro de 2001 com o mero intuito de ter um pretexto para invadir os países supostamente terroristas a seu bel prazer. É que uma máquina bélica como a americana não pode emperrar, tem que ter uso, tem que ser oleada constantemente. Basta olhar para a história americana para observarmos que os E.U.A. estiveram ao longo da história constantemente em guerra, raramente tiveram um período de paz durante mais de dez anos. Não é necessário relatar aqui as guerras em que os súbditos do tio Sam se envolveram. Desde a segunda grande guerra, à Coreia do Sul, Vietname, Jugoslávia, duas vezes no Iraque e Afeganistão.
Mas voltemos à ideia primordial. A messianização de Obama. Aparece nas televisões como o salvador da crise internacional, a sua nomeação teve lugar destacado em todos os jornais e televisões espalhados por todo o mundo, como nunca tinha sido feito anteriormente a qualquer presidente de qualquer país do mundo. Não dou muito tempo a que seja considerado o novo Messias, o novo Jesus Cristo que vem salvar o mundo da crise em que vivemos. Mas não nos esqueçamos que o mundo vive atormentado com os poderios maçónicos americanos, é que a maçonaria é uma ordem conspirativa secreta que apenas atenta contra os valores da justiça e igualdade entre os homens. Eles defendem apoteoticamente a igualdade, mas vêm a igualdade apenas entre irmãos, os outros são os profanos, a plebe.
Pois eu não me rego e não me deixo influenciar por esta onda apoteótica que estão a fazer ao Sr. Obama, para mim é mais um mação no poderio americano. Temos que nos libertar das rédeas, da teia, da rede que tortura e subjuga os homens verdadeiramente livres. Temos que nos libertar do poderio bélico sediado no novo mundo.
Pela Liberdade dos Povos, abaixo o novo império.
Às doze pétalas da doce Flor
Publicada por João Pimentel Ferreira
Dócil Flor
És quem me adoça a alma
O meu espírito, na palma
Da tua alva mão
Flor do Sol radiante
Flor do Homem, ser pensante
Flor do meu coração
Flor do Mundo
Flor do desejo e delírio
Que rejeita o martírio
Da crua solidão
Bela Flor
Flor da virilidade
Minha Flor de tenra idade
Flor da minha paixão
Vejo-te a face
Contemplo o azul do mar
No teu corpo o luar
De um bosque verdejante
Dócil Flor
Minha Flor adorada
Minha amada, desejada
És a minha terna amante
Flor do campo
Observo-te a face e os traços
Damos as mãos e os laços
de uma bela união
Flor do Cosmos
Dos mares quentes e mornos
Bela Flor de João
Loiros cabelos
Corpos estendidos no campo
Observar o teu encanto
De um belo alvo Amor
Minha doce mulher
Minha deusa do Universo
Sentir este ego imerso
Da mais pura doce Flor
Sou livre
Sou Mouro, sou Judeu
Sou homem indo-europeu
És a minha orquídea da China
Sou budista
Sou Poeta, sou cristão
Venero a Tora, o Alcorão
És a minha doce menina
Louvo o três
Louvo as pirâmides de Gizé
Louvo as estruturas de pé
És a minha Flor campestre
Louvo a Deus
Louvo-te o corpo e os peitos
Somos os dois mais eleitos
És a minha Flor do Leste
Sou Português
Sou Brasileiro, sou Espanhol
Sou Russo, sou Mongol
És a mulher Universal
Sou das Américas
Do Equador, sou Mexicano
Sou índio Americano
Dos mares do Norte, és o Sal
Sou de Gales
Sou dos trópicos, sou Japonês
Sou iniciado Escocês
És a minha doce Flor
Sou do Árctico
Sou cavaleiro Islandês
Sou nobre Português
Nutro por ti, terno Amor
Sou Germano
Sou pianista Austríaco
Sou um belo ser idílico
És a mais pura candura
Sou da China
Sou Dinamarquês, sou Mouro
Sou negro, moreno e louro
No teu corpo a formosura.
Sou Cingalês
Na Argentina, Canadiano
Em Timor, Australiano
És quem me adoça a boca
Sou do Báltico
Nos trópicos sou hiper-bóreo
No Árctico, um beijo flóreo
Dois corpos na noite louca
Sou Polaco
Sou homem douto da Hungria
Sou a terra quente e fria
Sou eu que te desejo
Em Barcelona, Madrileno
Sou o Danúbio no Meno
És as águas cândidas do Tejo
Sou da Europa
Sou filósofo Alemão
Sou Inglês, sou Mação
És a Flor de jasmim
Em Meca sou Muçulmano
Venero Ala, meu amo
És a Flor do meu jardim
Venho de África
Em Estocolmo, sou Ruandês
No Bótnia, vejo o Suez
O teu corpo no meu jardim
Em Roma, sou Romeno
No Douro, vejo o Reno
Dir-te-ei sempre que sim
Sou homem-livre
No Congo, sou Francês
Venero o dois e o três
És a minha dócil luxúria
Em Oslo, Jamaicano
Em Helsínquia, sou puritano
És quem me renega a penúria
Sou profano
Venero a estrela de David
Sou hebreu, sou Nazi
És o meu doce pecado
Adorei a suástica
A doutrina eclesiástica
Sou o teu namorado
Sou Pacífico
Em Tóquio sou de Quioto
Sou um samurai louco
És a minha dócil gueixa
Americano
No Paquistão, sou hindu
Contemplo-te o corpo nu
És a amante que não se queixa
Sou do Laos
No Brasil, sou Vietnamita
No Cáucaso, sou Semita
És a mais bela linda Flor
És o Cosmos
Sou as estrelas e os planetas
Sou os astros e os cometas
És o meu grande Amor
Chica Guapa
Mi amada, como te quiero
Te veo cuando los ojos cierro
Eres mi gran amor
Mi princesa
Mí adorada y venerada
Estás de mi enamorada
Eres la luz y el color
Sou mulato
Sou Guineense na Gronelândia
Sou Lapão, na Mauritânia
És a minha índia da selva
Adoro-te
No Vaticano, sou pecador
Sou missionário, sou doutor
Dois corpos estendidos na relva
Honey
You’re my sweetest girl
A friend who’ve became a pearl
I see you, and I see heaven
Sugar
You are my sweet temptation
My adored veneration
Two of us, form eleven
Darling
You’re the source of my desire
You’re the empress, of my empire
You’re my candid lust
Sweetheart
You’re the passion of my soul
We both compose the whole
You’re the one to trust
Sou Checo
Em Paris, sou Londrino
Beijo-te, abraço e rimo
Em honra ao teu semblante
Sou Eslovaco
Na Alemanha, sou Polaco
Por ti corro, rasgo e mato
És a minha louca amante
Serenidade
És a minha grande amiga
És bonita, és bem linda
És a calma e a harmonia
Estou tranquilo
Em menino observei-te
Hoje mesmo toquei-te
És a Filosofia
És quem me adoça a alma
O meu espírito, na palma
Da tua alva mão
Flor do Sol radiante
Flor do Homem, ser pensante
Flor do meu coração
Flor do Mundo
Flor do desejo e delírio
Que rejeita o martírio
Da crua solidão
Bela Flor
Flor da virilidade
Minha Flor de tenra idade
Flor da minha paixão
Vejo-te a faceContemplo o azul do mar
No teu corpo o luar
De um bosque verdejante
Dócil Flor
Minha Flor adorada
Minha amada, desejada
És a minha terna amante
Flor do campo
Observo-te a face e os traços
Damos as mãos e os laços
de uma bela união
Flor do Cosmos
Dos mares quentes e mornos
Bela Flor de João
Loiros cabelos
Corpos estendidos no campo
Observar o teu encanto
De um belo alvo Amor
Minha doce mulher
Minha deusa do Universo
Sentir este ego imerso
Da mais pura doce Flor
Sou livre
Sou Mouro, sou Judeu
Sou homem indo-europeu
És a minha orquídea da China
Sou budista
Sou Poeta, sou cristão
Venero a Tora, o Alcorão
És a minha doce menina
Louvo o três
Louvo as pirâmides de Gizé
Louvo as estruturas de pé
És a minha Flor campestre
Louvo a Deus
Louvo-te o corpo e os peitos
Somos os dois mais eleitos
És a minha Flor do Leste
Sou Português
Sou Brasileiro, sou Espanhol
Sou Russo, sou Mongol
És a mulher Universal
Sou das Américas
Do Equador, sou Mexicano
Sou índio Americano
Dos mares do Norte, és o Sal
Sou de Gales
Sou dos trópicos, sou Japonês
Sou iniciado Escocês
És a minha doce Flor
Sou do Árctico
Sou cavaleiro Islandês
Sou nobre Português
Nutro por ti, terno Amor
Sou Germano
Sou pianista Austríaco
Sou um belo ser idílico
És a mais pura candura
Sou da China
Sou Dinamarquês, sou Mouro
Sou negro, moreno e louro
No teu corpo a formosura.
Sou Cingalês
Na Argentina, Canadiano
Em Timor, Australiano
És quem me adoça a boca
Sou do Báltico
Nos trópicos sou hiper-bóreo
No Árctico, um beijo flóreo
Dois corpos na noite louca
Sou Polaco
Sou homem douto da Hungria
Sou a terra quente e fria
Sou eu que te desejo
Em Barcelona, Madrileno
Sou o Danúbio no Meno
És as águas cândidas do Tejo
Sou da Europa
Sou filósofo Alemão
Sou Inglês, sou Mação
És a Flor de jasmim
Em Meca sou Muçulmano
Venero Ala, meu amo
És a Flor do meu jardim
Venho de África
Em Estocolmo, sou Ruandês
No Bótnia, vejo o Suez
O teu corpo no meu jardim
Em Roma, sou Romeno
No Douro, vejo o Reno
Dir-te-ei sempre que sim
Sou homem-livre
No Congo, sou Francês
Venero o dois e o três
És a minha dócil luxúria
Em Oslo, Jamaicano
Em Helsínquia, sou puritano
És quem me renega a penúria
Sou profano
Venero a estrela de David
Sou hebreu, sou Nazi
És o meu doce pecado
Adorei a suástica
A doutrina eclesiástica
Sou o teu namorado
Sou Pacífico
Em Tóquio sou de Quioto
Sou um samurai louco
És a minha dócil gueixa
Americano
No Paquistão, sou hindu
Contemplo-te o corpo nu
És a amante que não se queixa
Sou do Laos
No Brasil, sou Vietnamita
No Cáucaso, sou Semita
És a mais bela linda Flor
És o Cosmos
Sou as estrelas e os planetas
Sou os astros e os cometas
És o meu grande Amor
Chica Guapa
Mi amada, como te quiero
Te veo cuando los ojos cierro
Eres mi gran amor
Mi princesa
Mí adorada y venerada
Estás de mi enamorada
Eres la luz y el color
Sou mulato
Sou Guineense na Gronelândia
Sou Lapão, na Mauritânia
És a minha índia da selva
Adoro-te
No Vaticano, sou pecador
Sou missionário, sou doutor
Dois corpos estendidos na relva
Honey
You’re my sweetest girl
A friend who’ve became a pearl
I see you, and I see heaven
Sugar
You are my sweet temptation
My adored veneration
Two of us, form eleven
Darling
You’re the source of my desire
You’re the empress, of my empire
You’re my candid lust
Sweetheart
You’re the passion of my soul
We both compose the whole
You’re the one to trust
Sou Checo
Em Paris, sou Londrino
Beijo-te, abraço e rimo
Em honra ao teu semblante
Sou Eslovaco
Na Alemanha, sou Polaco
Por ti corro, rasgo e mato
És a minha louca amante
Serenidade
És a minha grande amiga
És bonita, és bem linda
És a calma e a harmonia
Estou tranquilo
Em menino observei-te
Hoje mesmo toquei-te
És a Filosofia
Reencontrando-me!
Publicada por João Pimentel Ferreira
Uma vez mais me encontro deambulando de pensamento em pensamento
Perco o amor ao mundo, amo os outros, é o meu tormento
A cada dia que passa, assimilo o que é estranho
Acedo, agarro os outros e neles me entranho
Porque a língua é fugaz nas suas doutas rimas
Perco-me nos desejos, chamo-lhes meninas
Sobrevoo eu também as florestas e as planícies, os vales e as montanhas

E quando me provocas, me seduzes, e me assanhas
O paradoxo racional eleva o desejo
Pois a carne é o meu ensejo
E se me reencontrar é a luz divina observar
É o encontro interior
É o verdadeiro amor
É a felicidade poder contemplar
É a verdadeira iniciação
Quando observo os teus olhos azuis
De um cabelo ondulado que me adora
No meu ego, e quando fluis
No espírito que constituo, na alma que aqui perdura
Mas que amolece com a ternura, a doçura
Da caridade, da afável mocidade
Encontrar a criança que deixei de ser, que se perdeu
O ente, que através do espaço-tempo morreu
Quem são os deuses? Quem sou eu?
São os do Olimpo? Os de Roma? Fui quem perdeu
O rumo à vida, o rumo ao caminho da purificação
Que és tu? Florbela ou bela flor?
Que rima com dor e amor.
Sou aquele que atravessa o mundo até ao infinito,
Que percorre as galáxias do espaço e aqui cito
As frases de doutos poetas, de homens da ciência e cultura
Pois Florbela, a luz loura dos teus cabelos
Que se perdem ao vento e só de vê-los
Não sei o que sinto ou pressinto
Se me mova ou me demova
Pois a mente mente e quando minto
Nego a minha existência
A doce procura, percorro os caminhos divinos, a persistência
Em me encontrar é dolorosa, custa atravessar o voo celestial
Que preconizas em teus versos
Que de amor estão imersos
Que da fugaz e temperada caminhada que percorremos
Dos desejos, que os loucos homens como eu se esquivam
Pois por vezes canso-me, perco-me, despisto-me nos caminhos da alma e da carne
Mas quando vejo as doces mulheres que me activam
Sentimentos paradoxais, de amor e ódio, de desequilibro, do gozo que arde
Percorro as estradas do mundo, as rotas infindáveis da loucura
E não me encontro no que está perto, cerca lonjura
E se os efémeros fragmentos desta vida fugaz
Na qual me torno mero espectador
Aquele acutilante que espeta a dor
E não encontro paz, nem razão às discriminações linguísticas
Das escravas e das eslavas
Dos bárbaros severos
Dos vândalos e de Neros
Dos semíticos interesseiros
Daqueles que emprestam a ladrilhadores, consumistas, padeiros
Dos suínos e dos Suevos
Daqueles que dizem que fazem judiarias
Não suporto as discriminações, nem anti-semitismos, nem ódio aos outros que no entanto me odeiam
E do lixo, que será? Quem serão? Da cruz se elevarão?
Pois porquê a chave, o chaveiro e o chão?
Não são a cave, o coveiro e o cão?
Guerras lingüísticas, das tremas que se elevam
Da simplicidade da língua semita e latina
Pois minha deusa, minha dócil menina
Dos versos que eu em ti li
Naqueles em que te reencontravas,
E que planetas sobrevoavas?
Quero ir ao fim do Universo
Quero alcançar o infinito
E por vezes o longe é aquilo que fisicamente está perto
E se o Homem vai ao espaço e á lua
E nem sequer conhece por vezes a sua
Génese interior
Fugaz e do ímpeto? Não. Apenas do verdadeiro amor.
E os caminhos que descubro na minha génese
São dolorosos, são angustiantes,
Ardentes e desesperantes
Mas vejo eu também as florestas verdejantes
Os desertos vastos e reluzentes
Vejo os belos e cristalinos oceanos
As águas límpidas e mornas
Vejo os belos cumes, as montanhas que de um amor divino se enchem de neve
As belas faces, de mulheres, homens e crianças,
Que se regozijam com as planícies e com os momentos da vida banais
E com tantas outras coisas e muito mais
Vejo o mundo redondo, suave a não cortante
Sonho e vejo-me a mim como ser pensante
Sou aquele que da incerteza
Venera a tua pura beleza
Serei sempre aquele que nas calmas gôndolas
Aprecia as rias de Veneza
Vê a magia do mundo e do céu azul
Vejo o Euro, o Bóreas, o Zéfiro e o Sul
Sou aquele que ama o mundo
Sou aquele que através da mágoa, do amor, do desejo e da dádiva
Se oferece ao Eu Profundo.
Oceanus
Publicada por João Pimentel Ferreira

Sinto-me largado ao vento
Sem norte, nem sul
Sem leste, ou oeste
Perdido nas brisas infinitas do planeta
Perco-me na acalmia do oceano
Dum azul profundo que amo
Nas profundezas do meu ente
Um ego, que se inunda ao ser crente
Vasculho o passado e os pretéritos
Para me reencontrar
Para conseguir achar
A criança que no mar se perdeu
Que se afogou com o tempo imenso
Do oceano que é propenso
À dispersão do azul
Dos mares ao Sul
Mares do Sal
E eu que escrevo, tal
Como li os teus escritos
Quando vagueavas pelos infinitos
Dos mares do Norte, mares de Barens, golfos de Bótnia
Procuro em ti experiências passadas
Renego paixões amarguradas
Olhos da cor do mar que elevo
Mar revolto, nas ondas de uns áureos cabelos
Oscilo entre a harmonia, mas em mim fervo
Com as vicissitudes da doçura,
Após a amargura
Escrevo as escritas do reencontro
Escrevo os escritos do pesadelo
Deste sonho vivente envolto
Em nevoeiros que atravesso
Quando caminho para as camadas inferiores do ego
Das plataformas que nos levam ao núcleo
Dos dilemas de Verne ao centro do Eu
Redondo e esférico, abrasador, o núcleo, o caroço envolto em breu
Que se descobre
Que se envolve
Há que perfurar a mácula, a agonia, a angústia, a raiva e a maleita
Rejeitar o ódio, mas não rejeito o desejo!
Esse é o meu ensejo
Mas será o desejo a angustia do homem?
Será o que o leva ao desespero?
Será o desejo, a génese da flagelação?
Dos ímpios actos de veneração?
À carne e aos seus vassalos
Aos seus subordinados
Aos mágicos e deprimentes fados?
Voos da imensidão, voos mágicos pelo mundo que revejo
Voo sobre o planeta, passeio num cometa
Fervente na cauda, encrostado em gelo
Que assimilou nas fronteiras do Universo
Que me revisita
Caminho, corro com a fita
Da vitória ao alcançar a meta
Cansado, depois da sesta
Mas elevo-me, procuro, e reprocuro, procurando de novo, reprocurando
O caroço, o núcleo, o cerne
Mas parece que não faço parte daquelas influências magnéticas
Que vêm do extremo do sistema solar
e que atravessam as camadas quentes para depois o núcleo encontrar.
Farei parte daquelas que o rodeiam ?
Caminho então sobre as águas, imerso nas profundezas do azul
Destes mares de lágrimas ao sul
Nado, tal homem da Atlântica
Ondulo o corpo, oscilo com as ondas do mar
E do sal consigo saborear
E quanto mais Sal, mais sede, mais água doce
Quanto mais Sal, mais fome, mais rios que das montanhas nascem
E no sal, procuro as montanhas nos altos, nado como o salmão
Procurarei o destino no topo do rio frio para conceber
E perecer?
NÂO
Vagueio no Tejo
Imerso
De águas límpidas, que outrora encheram as ninfas de candidez e de alvura
Tejo que limpa as mágoas, que lava a ânsia mais dura
Que em tempos ancestrais convertia pecado em candura
Da mulher em que lhe revejo banhar-se, bela e pura
Mas procuro nele a lua cheia a reflectir-se na paz do horizonte
Na silhueta de uma ponte imensa que o percorre
De uma exponencial decrescente
Mas no furor e na alegria sou crente
E também com o tempo vou perdendo a minha identidade
É simples influência do acréscimo na idade
Mas cabe reencontrar-me
Para apenas achar-me
Sentir-me envolto em nuvens
Vaguear e passear sobre jardins verdejantes
Amar os seres do mundo, pecadores e errantes
E procurar algo que me satisfaça o espírito
Que me satisfaça o eu interior
Que renegue a dor e o rancor
Procuro no mundo dos infinitos
E revejo na infância a alegria, a egolatria
O puro amor.
Diferenciação matemática do Universo
Publicada por João Pimentel Ferreira
A função matemática que representa o Universo, a existir, tem por certo uma função diferencial contínua. Apenas na arte, tais descontinuidades são possíveis. Por isso rejeito a mecânica quântica e os seus preceitos, ou seja, por definição a mecânica quântica não faz parte da ciência, mas sim do campo artístico. A arte é mágica, sonhadora e a forma mais divinal que as culturas encontraram para representar os sonhos da alma, mesmo tendo consciência da sua natural irrealidade. O Homem concebe a arte, com forma de extravasar os sonhos, as divinais magias interiores e através desta comunica. Os Gregos, primordiais culturas do saber, elaboravam aquelas magnificentes obras de arte, com musculados homens em posições atléticas, no entanto, estudos recentes demonstraram que tais posições eram irreais, e infazíveis. A arte é a execução dos sonhos, é dar forma às ansiedades da alma. No cinema, a cena muda como queremos, de um segundo para o outro passamos para o outro extremo do planeta, mudamos de cena e de cenário. Na
música ouvimos sons irreais, ouvimos tonalidades auditivas inexistentes na natureza, na pintura observamos formas e traços que muitas vezes vão contra todas as formas padronizadas existentes no mundo. As formas da pintura podem ser irreais, no entanto comunicam. A arte comunica, a arte extravasa a magia interior da alma. A arte nunca deixa de ter significado, independentemente do senso em causa. E é na arte que observamos, que exprimimos a alma. Na arte exprimimos, por outros meios, as formas da natureza. Os heróis gregos, eram homens, não deixavam de ser homens, tinham músculos como todos os homens, formação esquelética, e membros, no entanto colocavam-se em posições nada naturais. Então o que é a arte? A arte é a liberdade! A arte é a exteriorização da alma! Ora na arte, encontramos as funções matemáticas cujas diferenciais são descontínuas. A arte tem função diferencial descontínua, pois na arte, mudamos de cena e perspectiva consoante o desejado. Na realidade levantar-me-ei da cadeira suavemente, continuamente, caminharei passo a passo até à saída, calmamente percorrerei as avenidas de Berlim virarei o pescoço e as imagens aparecerão sempre de forma contínua. No entanto, a cidade, repleta de artifícios artísticos, revela uma luminosidade artística inigualável, pois de uma estação de Metro para a seguinte muda o panorama e o cenário envolvente. Temos o S Bahn e o U Bahn. Poderá ser a harmonia da farmácia alemã numa rede de transportes públicos? De um ponto para o outro a descontinuidade, a forma de arte arquitectónica e urbanística da cidade de Berlim. A arte, a luz, o semáforo que muda do vermelho para o verde e vice versa. Mas passa pelo amarelo.
música ouvimos sons irreais, ouvimos tonalidades auditivas inexistentes na natureza, na pintura observamos formas e traços que muitas vezes vão contra todas as formas padronizadas existentes no mundo. As formas da pintura podem ser irreais, no entanto comunicam. A arte comunica, a arte extravasa a magia interior da alma. A arte nunca deixa de ter significado, independentemente do senso em causa. E é na arte que observamos, que exprimimos a alma. Na arte exprimimos, por outros meios, as formas da natureza. Os heróis gregos, eram homens, não deixavam de ser homens, tinham músculos como todos os homens, formação esquelética, e membros, no entanto colocavam-se em posições nada naturais. Então o que é a arte? A arte é a liberdade! A arte é a exteriorização da alma! Ora na arte, encontramos as funções matemáticas cujas diferenciais são descontínuas. A arte tem função diferencial descontínua, pois na arte, mudamos de cena e perspectiva consoante o desejado. Na realidade levantar-me-ei da cadeira suavemente, continuamente, caminharei passo a passo até à saída, calmamente percorrerei as avenidas de Berlim virarei o pescoço e as imagens aparecerão sempre de forma contínua. No entanto, a cidade, repleta de artifícios artísticos, revela uma luminosidade artística inigualável, pois de uma estação de Metro para a seguinte muda o panorama e o cenário envolvente. Temos o S Bahn e o U Bahn. Poderá ser a harmonia da farmácia alemã numa rede de transportes públicos? De um ponto para o outro a descontinuidade, a forma de arte arquitectónica e urbanística da cidade de Berlim. A arte, a luz, o semáforo que muda do vermelho para o verde e vice versa. Mas passa pelo amarelo. Entre a hegemonia da língua de sua Majestade e a harmonia pictórica dos símbolos
Publicada por João Pimentel Ferreira
Entrego todos os pensamentos neste diário, e coloco as questões mais controversas.
Gosto de papéis em folhas brancas e revolto-me contra o instituído. Por vezes fico senil e questiono-me sobre os factos históricos dos milénios que sucederam o nascimento de Jesus. Questiono o relacionamento do Messias com o império Romano. Falaria Jesus Latim? Teria visitado alguma vez a cidade de Roma?
Questões concretas, questões que coloco num pedaço de papel. Vou fazer deste diário, um diário livre, como tal ignorarei os termos nele inscritos. Gosto de escrever sem ter que me ser imposta uma norma ou um padrão, não gosto de padrões, nem de estandardizações ou implementações. Se a língua se imiscua, se a língua se une ou emerge, porque é que a língua é tão importante? Porque é que a língua, sendo apenas um objecto auxiliador da fala é tão venerada e proclamada pelos impérios? Temos todos de nos subjugar à língua do Império? Tal como o Latim foi imposto através das armas, do sangue e do aço, ou ferro, também o Inglês se quer impor através do sangue e da publicidade enganosa.
Comprei um diário na Alemanha, e sinto-me defraudado. Estava envolvido em plástico, e quando o abro, está tudo escrito em Inglês. Porquê pergunto eu? A língua espalha-se, e a língua reflecte a cultura de um povo. Há muito tempo que pretendia elaborar, traços comparativos entre o Inglês, o dialecto do novo Império, do aclamado “Bem Comum”, e o Português. O que é certo, é que o Inglês, é omnipresente e é imposto, é forçosamente estandardizado, e isso revolta-me.
Comprei um diário na Alemanha, pago uma fortuna, face aos meus rendimentos, e quando o abro está tudo em Inglês. O Português é mais modesto, mais moderado, e por vezes mais acutilante, e lembro-me da profissão, do obreiro, daquele que exerce uma actividade. Na língua de Camões o que exerce uma actividade, é o substantivo adicionado do sufixo “dor”. Que estranho, tudo é feito com dor. Até quem cria é criador!
Já o Inglês, que se intitula língua livre, foi imposta não através da própria dor, mas implantada através do sangue e do martírio dos outros povos. Tudo em nome da liberdade! Não eram os Ingleses, meros piratas que obtiveram refúgio durante séculos por terras lusitanas? Observemos o Algarve, a mais sufista região da nação portuguesa, e vejamos como está repleta de anglicismos. Transformaram o Algarve numa segunda Inglaterra. Devia-se adicionar o Algarve ao “Bem Comum”. E questiono-me a quem é dirigido o “Bem Comum”. O “Bem Comum” é dirigido a quem fala a língua da Aliança, os outros povos são os subordinados, ou seja, são a “Ralé Comum”.
No mundo anglo-saxónico o “Bem Comum” complementa-se com a “Ralé Comum”. Não fui eu que instiguei um ultimato, aquando de um mapa cor-de-rosa, cor afável, cor adocicada e amorosa. Foram os republicanos sufistas portugueses que se revoltaram contra a hegemonia dos súbditos de Sua Majestade. E os do novo mundo que implantaram a língua que herdaram dos ilhéus, fazem-no através das armas, e claro, como bom judeus que são, através do dinheiro.
Ora vejamos um facto interessante. O dólar do bom judeu do novo mundo:
Gosto de papéis em folhas brancas e revolto-me contra o instituído. Por vezes fico senil e questiono-me sobre os factos históricos dos milénios que sucederam o nascimento de Jesus. Questiono o relacionamento do Messias com o império Romano. Falaria Jesus Latim? Teria visitado alguma vez a cidade de Roma?
Questões concretas, questões que coloco num pedaço de papel. Vou fazer deste diário, um diário livre, como tal ignorarei os termos nele inscritos. Gosto de escrever sem ter que me ser imposta uma norma ou um padrão, não gosto de padrões, nem de estandardizações ou implementações. Se a língua se imiscua, se a língua se une ou emerge, porque é que a língua é tão importante? Porque é que a língua, sendo apenas um objecto auxiliador da fala é tão venerada e proclamada pelos impérios? Temos todos de nos subjugar à língua do Império? Tal como o Latim foi imposto através das armas, do sangue e do aço, ou ferro, também o Inglês se quer impor através do sangue e da publicidade enganosa.
Comprei um diário na Alemanha, e sinto-me defraudado. Estava envolvido em plástico, e quando o abro, está tudo escrito em Inglês. Porquê pergunto eu? A língua espalha-se, e a língua reflecte a cultura de um povo. Há muito tempo que pretendia elaborar, traços comparativos entre o Inglês, o dialecto do novo Império, do aclamado “Bem Comum”, e o Português. O que é certo, é que o Inglês, é omnipresente e é imposto, é forçosamente estandardizado, e isso revolta-me.
Comprei um diário na Alemanha, pago uma fortuna, face aos meus rendimentos, e quando o abro está tudo em Inglês. O Português é mais modesto, mais moderado, e por vezes mais acutilante, e lembro-me da profissão, do obreiro, daquele que exerce uma actividade. Na língua de Camões o que exerce uma actividade, é o substantivo adicionado do sufixo “dor”. Que estranho, tudo é feito com dor. Até quem cria é criador!
Já o Inglês, que se intitula língua livre, foi imposta não através da própria dor, mas implantada através do sangue e do martírio dos outros povos. Tudo em nome da liberdade! Não eram os Ingleses, meros piratas que obtiveram refúgio durante séculos por terras lusitanas? Observemos o Algarve, a mais sufista região da nação portuguesa, e vejamos como está repleta de anglicismos. Transformaram o Algarve numa segunda Inglaterra. Devia-se adicionar o Algarve ao “Bem Comum”. E questiono-me a quem é dirigido o “Bem Comum”. O “Bem Comum” é dirigido a quem fala a língua da Aliança, os outros povos são os subordinados, ou seja, são a “Ralé Comum”.
No mundo anglo-saxónico o “Bem Comum” complementa-se com a “Ralé Comum”. Não fui eu que instiguei um ultimato, aquando de um mapa cor-de-rosa, cor afável, cor adocicada e amorosa. Foram os republicanos sufistas portugueses que se revoltaram contra a hegemonia dos súbditos de Sua Majestade. E os do novo mundo que implantaram a língua que herdaram dos ilhéus, fazem-no através das armas, e claro, como bom judeus que são, através do dinheiro.
Ora vejamos um facto interessante. O dólar do bom judeu do novo mundo:
É interessante observar tal facto, quando vi o logótipo das farmácias da Alemanha: Apothek.
Em diversas culturas, encontramos símbolos para a harmonia, para a paz interior, para a tranquilidade, para o equilíbrio. E tal é alcançado quando unimos o homem com a mulher. É a chamada união das almas gémeas. E na harmoniosa união interior obtém-se a paz e a felicidade quando nos complementamos com o género oposto. Neste complemento encontra-se a cura para todos os males e todas as maleitas da humanidade. A farmácia Alemã é ainda mais representativa da harmonia, na sua iconografia, que a Portuguesa. Uma serpente, o pecado, o falo, o desejo inconsciente, que coloca a cabeça no copo aberto, na feminilidade. A harmonia, a junção da serpente com o copo aberto. A farmácia portuguesa preconiza a cura espiritual com a junção entre a haste e a serpente.
Independentemente da cultura, a harmonia pictórica é sempre alcançada entre a junção de dipolos distantes. Para o judeu americano a harmonia encontra-se na moeda. Já para o Mação Inglês, também um bom Judeu, o logótipo da moeda que tão orgulhosamente ostenta, é a própria nação, a Ilha de Inglaterra.Vejamos então que existe similaridade visual entre o logótipo da Libra e o desenho geográfico da nação, ou seja da ilha da Grã Bretanha. Não fosse a palavra Fortunatly significar fortuna e felicidade em simultâneo. Não hajam dúvidas às influência hebraicas na nação de Sua Majestade.
À minha direita, um casal de namorados, tranquilos, apreciam os bons momentos da vida. Presumo que representam perfeitamente a harmonia demonstrada na união entre o Yin e o Yang. À minha esquerda três executivos engravatados. Devem estar a conspirar, e a planear como irão extorquir melhor os subordinados. É que os engravatados da nação, são a podridão do Mundo.
Nunca encontrei homens líderes harmoniosos que usassem fato e gravata. É que quando vejo um fato e uma gravata associo imediatamente a Capital. Tinha Mahatma Ghandi uma gravata? Tem o Dalai Lama uma gravata? Tem o pároco franciscano gravata? De onde provem a gravata? Será um símbolo de fertilidade? Será um símbolo de clausura? Uma corda que aperta o pescoço, e que pode ser puxada para os actos mais perversos. Ou será uma corda que vinda da face traz virilidade?
À doce Nádia
Publicada por João Pimentel Ferreira
E no meio do escuro
E no meio do nada
Enquanto todos dormem
Quando a luz se apaga
Espero eu por ti
Nesta madrugada
Quero ter-te aqui
Mas tu estás parada
E não há mais nada, nada
Só tu, tudo, tu
Nada, nada, nada
Só tu Nádia, És tudo, tu
E a espécie humana é capaz de
Odiar, matar, chacinar
Mas contigo eu só consigo
Dar, abraçar, amar
Eu dava tudo para te ter,
Mas eu sei que um dia
a esperança há-de morrer
E no fundo do teu ventre
eu queria
Colocar a minha semente
um dia
E no meio do nada
Enquanto todos dormem
Quando a luz se apaga
Espero eu por ti
Nesta madrugada
Quero ter-te aqui
Mas tu estás parada
E não há mais nada, nada
Só tu, tudo, tu
Nada, nada, nada
Só tu Nádia, És tudo, tu
E a espécie humana é capaz de
Odiar, matar, chacinar
Mas contigo eu só consigo
Dar, abraçar, amar
Eu dava tudo para te ter,
Mas eu sei que um dia
a esperança há-de morrer
E no fundo do teu ventre
eu queria
Colocar a minha semente
um dia
VIVA A LIBERDADE
Publicada por João Pimentel Ferreira
Viva a Liberdade dos povos que se esforçaram para a conseguir
Viva a Liberdade dos povos Africanos
Viva a liberdade dos povos americanos
Viva a liberdade de todos os povos e de todos que se entregaram de corpo e alma para a conseguir alcançar.
Existe uma entidade regente que oprime os povos, que lhes lê os pensamentos e o métodos é atroz e horrendo.
Capturam todos os indivíduos de uma nação, subjugam-nos ao terror, pois essa entidade regente, essa sim é a verdadeira patrocinadora do terror.
Capturam o individuo e colocam-lhe aparelho para escutar os pensamentos. Qualquer pensamento não autorizado esse individuo é horrorosamente torturado em frente dos outros
Gosto de viver em liberdade, gosto dos republicanos, homens-livres que proclamaram a liberdade aos povos, gosto da maçonaria francesa que proclamou a liverdade,
Viva a Liberdade, Igualdade, fraternidade.
Todos os individuos foram torturadso, e o método é deveras simples, capturam o individuo, fazem-no torcer até quase morrer, depois inserem no cérebro aparelhos do nível de nano-processadores, para que possam ler todos os pensamentos. Qualquer pensamento desviante que o individuo tenha é imediatamente torturado como exemplo.
Através do terror é mantida essa força regente internacional.
Estão todos subjugados, todos estão sob o comando de uma mesma entidade, por isso é necessário evocar a liberdade.
Delicio-me por viver em democracia e poder falar abertamente sobre os meus pensamentos, sobre as inquietudes que me vão na alma.
Mas sinto agora que todos os esforços feitos pela maçonaria francesa em nome da liberdade, todos os esforços feitos pelos povos americanos em nome da liberdade, e tudo o que passaram os povos africanos em nome da liberdade, está a ser em vão.
Viva a Liberdade.
Viva a revolução francesa em nome de liberdade, igualdade e fraternidade.
Não temos no presente momento no cenário actual nenhuma das três, pois as forças regentes torturam e subjugam os seus súbditos. E o esforços realizados pelos povos africanos em nome da liberdade, e todos os povos americanos que proclamaram a liberdade em relação aos seus governos europeus. Viva liberdade
Vivemos numa situação em que a liberdade foi totalmente subjugada a nada, não havendo liberdade nos povos. A entidade regente altera a língua de um povo, altera os monumentos, altera tudo o que lhe convém alterar, não tendo o mínimo respeito pela história de um país.
A entidade regente é opressora, capturou todos e mantem todos subjugados às suas rédeas
O método é simples,
- Capturam o individuo e torturam-no até quase morrer
- Depois colocam aparelho no cérebro para captar pensamentos
- Qualquer pensamento desviante faz com que o individuo seja punido
- O individuo passa assim a ser um mero robô, um autómato, alguém que não age por vontade própria, passa a ser alguém a quem lhe foi retirado o livre arbítrio.
TEMOS QUE LIBERTAR OS POVOS
Lembrem-se, todos vós têm aparelhos no cérebro que captam pensamentos e todos vós estão subjugados a uma mesma ordem opressora. Temos que nos libertar dos nosso medos e receios de culpa.
VIVA A LIBERDADE
Viva a Liberdade dos povos Africanos
Viva a liberdade dos povos americanos
Viva a liberdade de todos os povos e de todos que se entregaram de corpo e alma para a conseguir alcançar.
Existe uma entidade regente que oprime os povos, que lhes lê os pensamentos e o métodos é atroz e horrendo.
Capturam todos os indivíduos de uma nação, subjugam-nos ao terror, pois essa entidade regente, essa sim é a verdadeira patrocinadora do terror.
Capturam o individuo e colocam-lhe aparelho para escutar os pensamentos. Qualquer pensamento não autorizado esse individuo é horrorosamente torturado em frente dos outros
Gosto de viver em liberdade, gosto dos republicanos, homens-livres que proclamaram a liberdade aos povos, gosto da maçonaria francesa que proclamou a liverdade,
Viva a Liberdade, Igualdade, fraternidade.
Todos os individuos foram torturadso, e o método é deveras simples, capturam o individuo, fazem-no torcer até quase morrer, depois inserem no cérebro aparelhos do nível de nano-processadores, para que possam ler todos os pensamentos. Qualquer pensamento desviante que o individuo tenha é imediatamente torturado como exemplo.
Através do terror é mantida essa força regente internacional.
Estão todos subjugados, todos estão sob o comando de uma mesma entidade, por isso é necessário evocar a liberdade.
Delicio-me por viver em democracia e poder falar abertamente sobre os meus pensamentos, sobre as inquietudes que me vão na alma.
Mas sinto agora que todos os esforços feitos pela maçonaria francesa em nome da liberdade, todos os esforços feitos pelos povos americanos em nome da liberdade, e tudo o que passaram os povos africanos em nome da liberdade, está a ser em vão.
Viva a Liberdade.
Viva a revolução francesa em nome de liberdade, igualdade e fraternidade.
Não temos no presente momento no cenário actual nenhuma das três, pois as forças regentes torturam e subjugam os seus súbditos. E o esforços realizados pelos povos africanos em nome da liberdade, e todos os povos americanos que proclamaram a liberdade em relação aos seus governos europeus. Viva liberdade
Vivemos numa situação em que a liberdade foi totalmente subjugada a nada, não havendo liberdade nos povos. A entidade regente altera a língua de um povo, altera os monumentos, altera tudo o que lhe convém alterar, não tendo o mínimo respeito pela história de um país.
A entidade regente é opressora, capturou todos e mantem todos subjugados às suas rédeas
O método é simples,
- Capturam o individuo e torturam-no até quase morrer
- Depois colocam aparelho no cérebro para captar pensamentos
- Qualquer pensamento desviante faz com que o individuo seja punido
- O individuo passa assim a ser um mero robô, um autómato, alguém que não age por vontade própria, passa a ser alguém a quem lhe foi retirado o livre arbítrio.
TEMOS QUE LIBERTAR OS POVOS
Lembrem-se, todos vós têm aparelhos no cérebro que captam pensamentos e todos vós estão subjugados a uma mesma ordem opressora. Temos que nos libertar dos nosso medos e receios de culpa.
VIVA A LIBERDADE
Subscrever:
Comentários (Atom)
