Os enviados de Satanás



Não sou muito dado a questões religiosos, a rituais eucarísticos ou a sincretismos. Não acredito em exorcismos e sou um devoto defensor da ciência e da Verdade. Mas sou crente, creio num Deus, um pouco indiferente a cada peculiaridade ou capricho da natureza humana, mas um Deus que no alto da sua Justiça, repõe sempre o magno equilíbrio da Verdade. Como se diz interessantemente em Inglês, Deus escreve-nos através de meios misteriosos, ou de uma forma mais bacoca, Deus escreve direito por linhas tortas. Não creio que Deus seja bom (apesar da similaridade gráfica entre God e Good), mas também não é mau. Não é consensual, nunca o será e a característica que Deus mais abomina é o consenso. Esquecei-vos vós que dos processos mais consensuais na história da Humanidade e o mais bárbaro, foi o processo de Cristo. O povo pediu a morte do Messias, e Pôncio Pilatos acedeu.

Assim a Verdadeira Justiça, é a Justiça Divina. Não, não é aquela que os clérigos, os teocráticos e os religiosos entendem como divina. Essa, na maioria dos casos, é satânica, pois serve apenas para satisfazer interesses próprios na manutenção do estatuto e das benesses da elite clerical. A justiça Divina é a que é dada por Deus, e Deus é um ente Racional, assim, a justiça que o Homem concebeu após o iluminismo é mais Divina que qualquer Santo Ofício. A Justiça, exige tempo, exige racionalidade, exige sangue frio, e exige acima de tudo princípios. A boa Justiça não pune, apenas evita e dissuade o crime, mantendo a Ordem. A punição, no sentido comum da palavra tem apenas um cariz emocional de vingança e a verdadeira Justiça, pode ser tudo, menos vingativa.

Tenho visto ultimamente vários filmes da propaganda sionista, aliás os judeus são exímios difusores de propaganda, fazendo reiteradamente passar-se por vítimas. Não, nunca na vida defenderia qualquer tipo de atrocidade contra a raça humana e o nazismo foi das mais hediondas barbáries que a civilização já presenciou, ponto. Os campos de extermínio, a “solução final”, e todas as atrocidades cometidas pelos oficiais nazis, foram das mais hediondas e inqualificáveis atrocidades que o Homem, fez contra si mesmo, ponto. Mas tal, não me impede de questionar, impede? Os sionistas são exímios em vitimar-se, através da propaganda melodramática e cinematográfica. O que não faltam, são filmes com belas estórias melodramáticas de como os judeus sofreram com o holocausto. Segundo consta a máquina nazi, conseguiu exterminar 6 milhões de judeus, o mesmo número de pontas da estrela de David.

Mas vamos aos factos. A Alemanha a seguir à primeira grande guerra, estava na miséria extrema, desemprego altíssimo, inflação galopante, fome e miséria, e muito do que o país produzia ia diretamente para pagar as dívidas de guerra. Todavia havia uma elite de pessoas, ligadas ao comércio, à banca, à agiotagem, que não sentia a crise: judeus. Uma das frases usada pela propaganda nazi era de que não havia um único cidadão alemão que não devesse dinheiro e um judeu. Os judeus não eram apenas o "bode expiatório" a quem era mais fácil acusar, eram uma elite poderosa que controlava fortemente o sistema financeiro da Alemanha. Ora, é interessante apercebermo-nos que os judeus historicamente, sempre tiveram uma forte ligação com o dinheiro. A grande finança internacional sempre foi dominada por judeus, e historicamente esta mesma elite que sempre viveu em meios étnicos herméticos, não aceitando no seu seio quaisquer relações exógamas (tal como o defendiam os chamados “arianos”). Com essa elite, mantendo a pureza da raça judia (obviamente não o dizem abertamente como o fazia a propaganda nazi), conspiraram para dominar o mundo através da finança, do Capital. Quando Marx (ele próprio judeu) escreve “O Capital”, não estava a atacar apenas um item que serve de troca no mercado, ataca toda a forma como a elite judia pretendia dominar o mundo através da supremacia financeira. E pouco ou nada mudou desde então. Os grandes grupos financeiros mundiais são dominados por judeus, e os judeus sempre tiveram forte e decisiva influência nos EUA. A própria intervenção americana na segunda grande guerra, deveu-se em grande parte à pressão de comunidades judias sediadas no novo mundo.

Como disse, não creio em sincretismos, nem que satanás exista como o idealiza a mais crente beata. Mais creio que existe o mal e existe o Bem, que existem diferenças entre matar e amar. E então no magno interesse pelos princípios pelos quais se rege a Justiça Divina, o primeiro deles todos é o princípio da Vida. É por isso que considero o holocausto a maior barbárie que a Humanidade já presenciou. É por considerar a Vida sacral que sou também por exemplo contra o aborto. Aliás, considero mais grave esta lei do aborto que existe em Portugal, do que a lei que os nazis tinham para esterilização. E embora seja um forte opositor à pena capital, não consigo compreender como é que um estado que se diz de Direito, não autoriza a morte de um indivíduo que possa ter morto outro sendo assim culpado (e acho muito bem que não autorize, pois a Vida é Sacra, independentemente dos atos que se possam ter praticado), mas o mesmo estado de Direito, autoriza a morte de um Inocente, um bebé, um embrião que está no ventre de uma mulher. A lei do aborto que existe em Portugal e em muitos outros estados do mundo (como nos EUA onde se aborta até aos nove meses) é tão ou mais hedionda que muitas leis nazis. É a cultura da morte, do extermínio, da erradicação daquele que é indefeso, usando para tal argumentos tão falaciosos que colocam o mais elementar Filósofo a bradar aos deuses da Acrópole.

Mas Satanás, se contiver uma representação antropomórfica, essa representação pode estar por exemplo no corpo de muitos presidentes dos EUA e na tripulação do Enola Gay. Ora se a propaganda sionista gosta tanto de citar números e factos vamos fazê-lo. A 6 de agosto de 1945, um avião batizado de Enola Gay, largou a denominada bomba atómica sobre Hiroxima. A bomba explodiu a cerca de 600 metros do solo, com uma explosão de potência equivalente a 13 mil toneladas de TNT, matando 80000 pessoas em frações de segundo. Digam-me por favor, qual catástrofe natural, campo de concentração nazi ou gulag estalinista, conseguiu um rácio de número de mortes por unidade de tempo tão avassalador e letal?

Se Satanás existir (a existir) está nos homens que desenvolveram aquela arma, nos que deram a ordem (o presidente de então do império do Mal), e na tripulação que a transportou.

Satan bless America

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