Poetisas escaldantes


Escaldantes mulheres que vejo
Bons peitos e boas nádegas
Penetrações culminadas
em ímpetos sobejos

Nos lábios dou os beijos
Nas coxas, palmadas
Entre as pernas iluminadas
O templo dos desejos

Fui Bocage, já não sou
Sou Pessoa no Martinho
Florbela caminhou

na minha alma de menino
O mundo comigo mudou
Aspirjo o poético hino






Aónio Eliphis

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