A génese do Mal: estados unidos da américa



Às 8:15 de 6 de Agosto de 1945, um avião de nome Enola Gay, larga uma bomba de nome Little Boy na cidade de Hiroxima. CEM MIL PESSOAS SÃO FULMINADAS EM NOVE SEGUNDOS.

Concluo aquilo que qualquer humanista não pode deixar de concluir. Enquanto a américa existir enquanto nação, a Humanidade não terá paz, os estados unidos da américa representam o Mal da Humanidade, um cancro para o Homem, e esse cancro precisa de ser curado, com Amor e com a Palavra, nunca com violência. Os estados unidos da américa representam o Mal para a Raça Humana, representam a doença mais nefasta que a Humanidade já presenciou, são um vírus que precisa de vacina. Os estados unidos são uma doença funesta, uma doença mortal, uma doença que tem cura, e essa cura chama-se Amor e Palavra. O Mal trata-se com o Bem. A violência cura-se com a Paz, o ódio cura-se com o Amor. O Mal que representa os estados unidos enquanto nação e enquanto ideal cura-se com o total desprezo e repúdio pelos seus ideais, pela sua cultura desprezível, pela sua música, pela sua cinematografia fútil e horrenda, por desprezo com todos os seus presidentes, por desprezo com todas as suas celebridades, por total desprezo com todos os representantes da sua cultura, da sua diplomacia e dos seus ícones culturais. Os estados unidos da américa representam, na iconografia metafórica religiosa, Satanás. Mas o Satã não se combate com a espada, mas com a caneta. O Satã não se combate com o sangue, mas com a Palavra, o Satã não se combate com o ódio, mas com o Amor. Hoje declaro guerra aos estados unidos da américa. É a guerra fria da Palavra e da Paz, do desprezo e do repúdio. É impossível o meu coração ficar indiferente perante este horrendo desprezo pela raça humana. A américa enquanto nação, com os seus ideias, e não os seus habitantes obviamente, representa a verdadeira génese do Mal. Este é um cancro que muitos veneram, e eu não sou um deles. E para esse cancro há uma cura: Palavra escrita que reponha toda a Verdade sobre a desumana crueldade perpetrada pelo império do Mal.

Poderão achar que o que escrevo é estranho, mas não o é. Advém da pura razão e do raciocínio meramente humanista e analítico. O homem teve sempre instintos primários, desde a sua existência, de combater quem lhe ataca, faz parte do natural instinto de sobrevivência. Os primeiros escritos bíblicos, redigidos há mais de 3000 anos tentaram regrar essa forma de contra-ataque ou de punição. A Bíblia no antigo Testamento, que era essencialmente uma forma de o povo hebreu se regrar refere: "olho por olho, dente por dente". Por muito bárbaro que esse lema possa parecer, na realidade foi um avanço na forma de punição, que mais não significa que a punição deve ser feita nas mesmas proporções e com a mesma intensidade que é feito o crime ou o ataque. Com o iluminismo e com os humanistas Europeus, surgiu um conceito muito mais nobre e racional de que, não surtia efeito causar tais punições da mesma ordem de grandeza a quem cometesse tais crimes, pois tais tipos de punições revelavam-se pouco eficazes. Essa corrente de pensamento é resumida com uma nobre frase de Gandhi: "olho por olho e fica o mundo cego". Constata-se que países onde existe uma muito maior qualidade e nível de vida em todos os setores, têm códigos penais muito mais brandos que os demais. Achar que o crime se sana com a tortura e a opressão do criminoso ou com a severidade da pena, é de uma brutalidade e de uma inferioridade de espírito e mente, que coloca o Filósofo a bradar aos céus do Olimpo.

Ora o Japão havia atacado os estados unidos em Pearl Harbor, um grupo de ilhas extremamente pequeno e remoto junto ao Havai, que fica mais ou menos situado a meio caminho entre o continente americano e o território do Japão, ou seja no meio do oceano Pacífico. Significa que nunca o império japonês, alguma vez ameaçou a costa continental da américa, nem civis americanos, tendo ficado mesmo muito longe disso. Numa sede de pura vingança e não de restabelecer os danos, o império americano avança ao longo do pacífico na direção do Japão conquistando diversas ilhas, arquipélagos e atóis naquela que viria a ser conhecida como a guerra do Pacífico. Nas sucessivas batalhas, as baixas japonesas eram sempre muito maiores que as americanas, incomensuravelmente maiores. Como exemplo, na batalha da ilha de Okinawa, a última antes dos bombardeamentos atómicos, o Japão que via o seu território invadido e que naturalmente o defendia para preservar o seu território e a sua soberania, perdeu 110 mil homens, sendo que a américa perdeu cerca de 11 mil. Todavia o argumento que a américa usou para efetuar o bombardeamento foi o de salvar vidas de soldados americanos. Deve ser um dos sofismas mais cruéis que a humanidade conheceu. Para salvar 1 vida, matam-se 10.

Este princípio, significa um retrocesso civilizacional de mais de 10 mil anos. Nem é "olho por olho, nem dente por dente" que estava em causa, o que a américa fez, foi "olho por vista e dente por maxilas". Mas para podermos comparar o que estava em causa, podemos olhar para o caso da Finlândia durante a guerra de Inverno. Por altura do começo da segunda guerra mundial, a Rússia decide invadir a Finlândia naquilo que viria a ser conhecida como a Guerra de Inverno. Os Finlandeses rechaçaram violentamente os russos do seu território, e expulsaram-nos exatamente até à fronteira do território finlandês. Quando mais tarde perguntaram ao general finlandês que comandava as tropas, porque não continuou no contra-ataque, quando tinha plenas condições para tal, ele simplesmente respondeu que queria apenas recuperar o território que era devido à Finlândia. A américa fez exatamente o contrário. Foi atacada numa ilha, que fica a milhares de quilómetros do seu território continental, e seguiu em contra-ataque na direção do inimigo sem olhar a quaisquer meios nem a fins, o de apenas, a crua, calculista e fria destruição.

O resultado está à vista, e não vem nos cartazes dos filmes de Hollywood, muito difundidos pelas diversas cadeias de cinemas. Uma cidade, que em nove segundos ficou transformada em cinzas. Perante tal cenário horrendo e dantesco, o presidente da américa, Truman, disse que foi um excelente alcance científico o que tinham conseguido. O discurso de Truman é tão hediondo, que dá a sensação que o império teve à sua disposição um novo brinquedo de 2 mil milhões de dólares, que precisou de fazer uso. A américa representa assim a verdadeira génese do Mal, pois coloca o que há de mais brilhante na raça humana, a sua capacidade para inovar, ao serviço da morte e da destruição. E para combater esse Mal, devemos voltar as costas a satanás, dizer "vade retro" ou seja "vai-te embora" e oferecer-lhe total desprezo e repúdio, pois nunca outro império ou exército que a raça humana conheceu, perpetrou tal "genocídio tecnológico" ou crime contra a Humanidade.




















4 comentários:

  1. O celerado e ganancioso imperialismo com sua política rapace, alastra-se hostilmente, extorquindo concessões por meio do emprego da ameaça das armas e força bruta - o saque das matérias-primas e demais haveres ou recursos naturais de que precisam.
    Os países do mundo livre, soberano e independente, lutam incessantemente contra a agressão e opressão imperialista, para não ficarem submissos de joelhos, brandos, comportados, quietos, calados, passivos e obedientes sob comando, controle absoluto e autoridade ou domínio politico absoluto do imperialismo estadunidense.
    Os EUA, comandam genocídios por todo o mundo livre; endividam as nações livres, compram seus políticos e governos fantoches; além de apoiarem estados títeres e agentes terroristas, para que fiquem realizando política de desestabilização, discórdia e desentendimentos regionais ou atos subversivos violentos e intimidadores, a serviço do insidioso sistema imperial estadunidense...

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  2. ?
    http://culturaaeronautica.blogspot.com.br/2011/08/mitos-e-fatos-sobre-os-bombardeios.html

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    1. Cito: O seu argumento, é além de muito perigoso, eticamente inaceitável. Denoto, pois sou engenheiro e estudioso amador da época em questão, que muitos estudiosos desta época bélica da história, revelam um fascínio quase mórbido por toda a tecnologia que permitiu a matança de civis nas grandes guerras, desde os Tiger II Nazis aos B52 americanos.

      Mas antes de ser interessado por história ou engenharia, sou um humanista. O argumento de que, construindo uma arma sempre maior e mais mortífera, vai impedir o outro de me atacar e eventualmente salvar vidas, é um argumento sofista. O Japão nunca atacou os EUA no seu território continental, ficou bem longe disso, nem alguma vez foi uma ameaça para a população civil dos EUA; pelo contrário o governo americano há muito que provocava os japoneses com diversos embargos económicos. Consta ainda que os serviços secretos americanos soubessem de antemão dos ataques a Pearl Harbour. Assim, tendo o Japão tecnicamente perdido a guerra, a bomba atómica serviu apenas o fim especulativo de evitar a entrada dos russo na guerra, afirmando a hegemonia dos EUA na região.

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